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sexta-feira, setembro 28

COISAS DE QUE NÃO ABRO MÃO...


NO QUE CREIO

Creio Na unidade do povo de Deus ( os que realmente seguem Sua Palavra), pelos LAÇOS DA CRUZ. Aleluia!
Creio em um único e suficiente Salvador – Jesus Cristo
Creio na Trindade.
Creio na Bíblia, como um livro extraordinário e único, que tem vencido as oposições de ferrenhos inimigos do cristianismo VERDADEIRO.
Creio que todo homem nasce pecador, inclusive Maria
Creio que o crente verdadeiro não perde a salvação.
Creio em todos os dons do Espírito
Creio na Predestinação, como uma característica inseparável do Deus Todo Poderoso a quem sirvo, cuja soberania põe abaixo todo orgulho humano. E os que dizem que essa doutrina é do diabo é porque rasgaram Romanos 9 de suas Bíblias.
Creio que a promessa é para nós e para nossos filhos
Creio que o ARREPENDIMENTO e o QUEBRANTAMENTO é a forma mais eficaz para se buscar verdadeiro AVIVAMENTO.
Creio na Segunda volta de Cristo para buscar os seus. E pode ser até na minha geração ou na de meus filhos.
Creio que estamos vivendo tempos de apostasia.
Creio em toda a Palavra de Deus como única regra de fé e prática.
Creio na Ressurreição dos mortos
Creio no grande julgamento de Deus, para dar a cada um segundo as suas obras E creio que todos os abusos e atrocidades em nome de Deus, não tem o seu aval.
Creio no céu e no inferno.
Creio que o cristão verdadeiramente regenerado deve perseguir a SANTIFICAÇÃO e que, se nos púlpitos se falasse mais sobre esse assunto nos domingos à noite, as igrejas ficariam com muitos ancos vazios.
Creio que o chamado Missionário e cada crente ainda é negligenciado pela maioria e que Missões deveria ser a prioridade das igrejas, principalmente Missões Transculturais. O Brasil já está saturado da Mensagem de Salvação. Os indígenas deveriam ser nossa prioridade.

E finalmente CREIO que o universo veio a ser formado do Nada, pela palavra PODEROSA do nosso GRANDE DEUS, cuja inteligência e poder trouxeram à existência, coisas que não existiam.

MISSÕES - Eu me importo...

ENCONTRO DE MISSÕES - PARTICIPE!

CRISTÃOS QUE NOS INSPIRAM


"Se Jesus Cristo é Deus e morreu por mim, não há sacrifício grande demais que eu não faça por amor a Ele."

C. T. Studd* (fundador da AMEM)
*C.T. Studd, multimilionário e desportista inglês, vendeu todos os seus bens e propriedades e doou todos os recursos angariados para várias organizações missionárias e se dirigiu como missionário, para a China e índia onde dedicou o melhor de seus anos na proclamação do Evangelho.

Com 51 anos, alquebrado e cansado pelo trabalho estafante, voltou para a Inglaterra para levantar sustento para empreender uma nova empreitada de embrenhar-se nas matas do interior da África a fim de levar o Evangelho àqueles que estavam escondidos e esquecidos pela Igreja da época. Deparou com alguns jovens corajosos e que tinham o fogo missionário, e estes lhe disseram: "Carlos, isto é muito sacrifício para você, pois você já fez a sua parte. Sua resposta foi enfática e clara: "Se Jesus Cristo é Deus e morreu por mim, então não há sacrifício demasiadamente grande que eu possa fazer por Ele".

fonte: http://www.jesussite.com.br/acervo.asp?Id=995

DEU NO NY TIMES


A revista dominical do jornal The New York Times do dia 9 de setembro pergunta, não sem constrangimento, se Freud era um defensor da fé. Claro, a resposta óbvia é não. No entanto, os ateus de plantão, animados pelo recente lançamento de “Deus, um Delírio”, de Richard Dawkins (Companhia das Letras), e pelo ainda não traduzido no Brasil “God Is Not Great”, de Christopher Hitchens, devem colocar as barbas de molho.

Para o autor da matéria existe mais sobre a, digamos, “religiosidade” de Freud. Mark Edmundson afirma que Freud sugere que a fé em Deus “possibilitou um retorno à vida interior, tornando-a rica”, além de reconhecer “poesia” e “promessa” na religião.

O que parece novidade na matéria do NYTimes não o é para os leitores de obras como Cartas entre Freud e Pfister. Com prefácio da filha do pai da psicanálise, Anna Freud, a correspondência entre o pastor protestante Oskar Pfister e Freud, entre 1909 e 1938, é, nas palavras do psicanalista Joel Birman , “talvez o arquivo mais importante para balizarmos a relação entre os discursos psicanalítico e religioso”. Aliás, Anna Freud disse a Armand Nicholi, psiquiatra e professor da Escola de Medicina de Harvard, algo que precisa ser lembrado sobre o mais conhecido dos ateus do século passado: “Se você quiser conhecer o meu pai, não leia a sua biografia: leia a suas cartas”. O autor de Deus em Questão: C.S. Lewis e Freud debatem Deus, amor, sexo e o sentido da vida seguiu o conselho e não deixa por menos: “Freud cita frequentemente a Bíblia [...]. As cartas são repletas de ‘se Deus quiser’; 'o bom Senhor'; 'a vontade de Deus'; 'pela graça de Deus'; 'eu passei nos meus exames com a ajuda de Deus'; 'minha oração secreta' [...]”.

Não tenho maldade o suficiente para afirmar que Richard Dawkins está construindo uma igreja, talvez a dos sem-igreja, mas que o seu proselitismo é capenga, isso é. Graças a Deus.


• Marcos Bontempo, editor. www.ultimato.com.br
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