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terça-feira, janeiro 24

HERÓIS DO SÉCULO VINTE E UM...


Missionária deixou Brasil
para ajudar países pobres
SOLIDARIEDADE — Após “chamado de Deus”, como diz, são-pedrense resolveu ser missionária e passou pela Inglaterra, Kosovo e está na Albânia desde 1991



Najua Diba coleciona fotos no computador das famílias que ajudou e dos países que conheceu nas missões
Najua Diba, 63, deixou a escola em que lecionava e a casa em São Pedro do Turvo em 1985 para ser missionária. Ela ficou dois anos na Inglaterra, mais quatro em Kosovo e, em 1991, foi para a Albânia, onde trabalha até hoje. A missionária ajudou refugiados de guerra, cooperou em reconciliações de famílias, viu mortes e pessoas inválidas por conta dos conflitos na região. De férias no Brasil, ela aproveita para matar a saudade da família a cada dois anos.
A são-pedrense é missionária da Igreja Presbiteriana Independente de Londrina. Najua diz que “procurava Deus” quando sentiu Sua presença e foi levada por uma amiga a uma igreja evangélica. “Naquele momento, minha vida foi transformada. Perguntei ao Senhor o que Ele queria que eu fizesse. Ele disse que eu seria missionária”.
Najua se preparou durante oito anos até sua primeira missão. Ela garante que Deus lhe indicou a Albânia. “Naquela época era impossível ir para aquele país. Além disso, eu era professora e não tinha dinheiro. Mas Deus foi abrindo todos os caminhos para eu chegar na Albânia. Falei para os pastores que tinha esse chamado e foi dando tudo certo”, diz.
Sua primeira viagem como missionária foi em janeiro de 1985 para a Inglaterra, onde ficou dois anos. Najua passou mais quatro anos em Kosovo e partiu definitivamente para a Albânia em 1991. Ela só voltou ao Brasil em 1992, sete anos depois de deixar a família. Depois, passou a visitar o País a cada três anos e, mais recentemente, a cada dois anos.
Najua afirmou que, para o brasileiro, a vida na Inglaterra é mais difícil que nos países bálcãs. “É uma grande diferença de cultura, além do frio e da geografia. O clima influencia as pessoas, mas o povo é muito querido quando se tem convivência. Quando se faz amizade, ela dura. Fiz amizades há 25 anos e ainda tenho contanto com estes ingleses”, pondera.
Kosovo — Najua estava em Kosovo quando o governo Milosevic (presidente da Sérvia de 1989 a 1997 e da República Federal da Iugoslávia de 1997 a 2000) enviava tropas sérvias para Kosovo com o objetivo de afastar os albaneses. “O que a maior parte das pessoas não sabe é que os albaneses de Kosovo são de lá, não da Albânia. Antigamente tudo aquilo era Albânia. Isso provocou uma briga, pois eles não queriam ficar sob o governo dos sérvios”, explica.


Najua junto da família Gjevalin que ajudou em “reconciliação de sangue”
Najua conta que na época do governo de Josip Broz Tito, até 1981, a Iugoslávia era formada por seis repúblicas. Na da sérvia, eram duas ou três províncias principais, entre elas Kosovo. “Quando Tito morreu, a situação mudou muito. Milosevic passou a ser o principal governante e as outras repúblicas começaram a querer se separar. Primeiro foi a luta na Bósnia e depois, a de Kosovo”, relata.
Quando esteve no país, Najua presenciou manifestações de estudantes e do povo na rua. “O governo mandava tanques de guerra cercar a cidade e aviões passavam em cima da cidade de manhã, à tarde e à noite para pressionar o povo. Sempre se ouviam tiros e muitos estudantes foram mortos”, conta.
A missionária estudava albanês na época e lembra que os sérvios não gostavam. “Mas nunca fizeram nada contra mim. Sempre tive amizade com todo mundo, tanto com os albaneses quanto os servos. Tem muita notícia errada nos jornais, pois o povo, de um modo geral, é amigo e ajuda um ao outro”.
Reconciliação — A missionária conta que o que mais lhe marcou em Kosovo foram as reconciliações de famílias. “Entre eles existia muita vingança de sangue. Matava-se um da família do outro por gerações e a vingança nunca acabava. Então, ajudamos a fazer a reconciliação de sangue. Perdoar o sangue que está entre as tribos e entre as famílias. Foi uma coisa muito emocionante”, revela.
Ela conta que os estudantes, com a ajuda de professores, iniciaram a reconciliação entre famílias. Primeiro eles visitavam uma família e, depois, conversavam com a outra. Diziam que, pelo bem da nação e futuro dos jovens, eles deveriam se reconciliar para não existir mais vingança de sangue.
Num determinado dia, todos os albaneses daquela região se juntavam em um campo, com um palanque montado com alto-falante. As famílias que tinham problemas iam até o palanque e uma falava para a outra “em nome da nação e dos jovens, eu perdôo o sangue do meu parente”.
“Isso foi feito em todo território, porque sabiam que vinha a guerra. Se tivessem problemas uns com os outros, estariam enfraquecidos. Eles tinham que estar unidos para lutar e a saída era essa reconciliação, que durou entre dois e três anos. Não era fácil, pois significava uma corrente de morte de séculos para ser interrompida”, revela.
Na época do conflito de Kosovo, 1999, Najua já estava na Albânia e chegou a acolher refugiados em sua casa.



EXTRAIDO http://www2.uol.com.br/debate/1556/cadd/cadd.htm

quinta-feira, março 3

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Entrevista com Edméia Williams

Nesse fim de semana, tivemos conosco a especialíssima presença da missionária Edméia Williams, que nos abençoou tremendamente.
Edméia Williams nasceu em Santarém do Pará onde é formada em pedagogia , filosofia , psicologia e música . Mais tarde, fez o curso de Liderança Cristã pelo Instituto Haggai, em Cingapura e Missiões, no Celly Oak Collage , na Inglaterra.
Edméia fundou e preside o projeto “A Casa de Maria e Marta”, que existe há 17 anos no Morro Dona Marta, Botafogo na cidade do Rio de Janeiro, e que é mantida com doações voluntárias. Ela também é presidente do Ministério Atos 29. Acima de tudo, uma serva do Senhor.
A missionária Edméia, além das pregações que realizou na IMC, concedeu uma entrevista exclusiva para o nosso site da Mocidade de J.E.S.U.S. E a entrevista foi tão abençoada e interessante, que vamos dividi-la em duas partes. Na primeira, ela conta detalhes do seu impactante e impressionante ministério e opina sobre a manifestação de Deus no Brasil. Não perca a segunda parte, que irá ao ar na semana que vem!

1) Como nasceu o projeto que você desenvolve no morro da Dona Marta?
O projeto começou com um desejo que eu tinha de ter um coral de crianças de favela, pra levar nas igrejas e eles ministrarem. Eu queria que eles se sentissem aceitos na igreja pra começar uma restauração na vida de cada um através do corpo de Cristo. Então, eu comecei esse projeto com um grupo de crianças mesmo. Eu ia lá pra praça na frente do morro, ficava cantando com um violão, levava sanduíche e suco de maracujá. E eles começaram a vir e eu comecei a dar esses lanchinhos, conversar com eles e cantar com eles. Aí um dia, um dos meninos – chamado Rodrigo – não veio. E eu perguntei por ele pros seus irmãos e eles disseram que ele estava com muita dor de garganta e febre em casa. E eu perguntei: “A gente não pode ir lá não?”. E eles responderam: “A senhora vai mesmo?”. E eu tava louca pra subir a favela. Aí eles me levaram e nunca mais eu desci.
Então, lá eu passei a encontrar as crianças de baixo de um pé de jaca. Depois, comecei um grupo de oração com as mães deles. E depois Deus me mostrou naquela passagem de Eliseu e a sunamita que o profeta tem que se misturar com aquele que ta morto, pra poder levar o calor dele, a visão dele.
Foi aí que eu comprei o primeiro barraco, que acabou caindo. E Deus abriu as portas, eu construí outro, e, hoje, tenho esse projeto com 150 crianças, 8 funcionários e é uma benção!

2) E como funciona o projeto?
A maioria das mães, em uma favela, são mães solteiras. Então, elas tem que suprir o barraco delas, os filhos, as necessidades. Assim, quando elas têm a criança, elas põe numa das creches lá em baixo. Elas levam de manhã, vão trabalhar e pegam de tardinha. Só que quando a criança faz 5 anos, ela não pode mais ficar na creche e vai ser a primeira vez que ela vai ficar sozinha em casa um período inteiro do dia. E nesse período, ela vai começar a ser apresentada às coisas da favela, vai provar, vai ver os “titios” que empunham as armas. E criança que não tem pai é louca pra ter pai. E quando ela vê aquele poderio naquele homem com arma, cheio de dinheiro na mão, elas ficam maravilhadas. E aí elas começam a receber um afago, um picolé, uma notinha de 2 reais, e começam a fazer maldades, esconder coisas pra eles, vão se tornando “aviãozinho”, vão pra “boca de fumo” assistir filme no telão, vão aprender como se monta uma arma ou granada. E a mãe já não pode mais se opor, porque senão a vida dela fica em risco. E uma criança dessas com 8 ou 9 anos, na escola, é bandida e não tem retorno. Ela não quer mais assistir aula.
Então, eu entrei nessa creche e, quando a criança atinge essa idade limite e sai dela, ela vai pra “Casa de Maria e Marta”. Ela desce de manhã com a mãe e vai lá tomar café. Os que estudam de manhã, vão e retonam depois. Para os que ficam lá, oferecemos reforço escolar, computação, música, ensino religioso, dança e tudo. Quinze pra meio dia, nós começamos a servir o almoço. Eles comem, tomam a sobremesa e descem pro colégio. Os que estavam no colégio sobem, e vão fazer as mesmas coisas que os demais fizeram pela manhã. Lá pelas quatro horas, servimos o grande lanche da tarde. E quando as mães chegam, está na hora das crianças saírem.
Com isso, nesses 17 anos, eu nunca perdi uma criança pros bandidos. Nenhuma delas se tornou prostituta. O morro de Dona Marta saiu da lista das favelas violentas, acabaram os centros de macumba, aumentou o número de denominações evangélicas. Todas as minhas crianças participam dos grupos de louvor das igrejas, porque aprendem na “Casa de Maria e Marta”. Do morro de Dona Marta não se levanta mais bandido. Todos são trazidos de fora.
E assim, eu vi um resultado que não pensei que ia viver pra ver. Mas Deus, pela sua misericórdia, me mostrou.

3) Qual a diferença entre o projeto “Atos 29” e a “Casa de Maria e Marta”?
“Casa de Maria e Marta” é o projeto e “Atos 29” é o nome do ministério. “Atos 29” não é registrado, nem nada disso. É simplesmente fruto dos meus questionamentos a Deus com relação a direção do meu ministério. Ele disse simplesmente: “Continue os atos dos apóstolos”. E Ele me mostrou que, no livro de Atos, Lucas coloca a saudação inicial, mas não coloca a saudação final. Então, se ele não encerrou Atos, é pra gente continuar. Assim, Atos 29 significa uma continuação do ato apostólico, já que o livro de Atos é composto por 28 capítulos. É um trabalho de toda a igreja com pregação da Palavra, na unção do Espírito Santo, seguindo exatamente o que está escrito na Bíblia, sem diversificar, e olhando para os pobres. E a “Casa de Maria e Marta” é a expressão do trabalho de Atos.

4) Você fez quatro cursos e estudou um bocado. Estamos em época de vestibular aqui na nossa cidade, na próxima semana. Como você vê a importância dos estudos na vida dos jovens e dos adolescentes?
É imprescindível. Se você olhar o discurso desses homens que Deus chamou, você vê. O Senhor preparou Moisés na melhor escola da época que era no Egito, e conheceu a ciência, a matemática, física, química... Tudo que tinha de mais avançado daquela época, Moisés aprendeu. Paulo falava grego, hebraico, aramaico, latim, era aluno de Gamaliel, conhecia perfeitamente a lei. Esses e tantos outros exemplos foram pessoas que estudaram muito. Quanto mais você estudar, melhor! Não me venha com essa que não precisa estudar... precisa sim!
Hoje em dia, existe um campo aberto como missionário no Oriente Médio. Quem é médico, enfermeiro, engenheiro, dentista tem campo aberto para evangelizar. Então, para com essa que é missionário e vai fazer Missiologia. Vá estudar e depois você faz a Missiologia. O estudo será uma ferramenta para Deus abrir as portas para você. Vá com tudo! Faça sua faculdade, e faça bem. Leia tudo, saiba tudo, aprenda tudo, e vá!

5) Como você vê o mover de Deus na nação brasileira?
Existe no Brasil um grande despertamento pro Evangelho. Mas a Bíblia diz que o pastor entra pela porta da frente, mas o salteador pula o muro. Jesus disse que o homem plantou boa semente no seu campo, mas a noite, enquanto dormia, veio inimigo e plantou semente errada. Então, eu vejo que a igreja do Brasil dormiu, ficou sossegada, e daí veio o inimigo e plantou uma semente ruim, que vem crescendo junto com os filhos de Deus. E essa semente é esse evangelho da prosperidade, esse Cristianismo sem cruz, essa graça barata... a igreja se transformou em um oba-oba. Nós sabemos que tem uma igreja no Brasil, mas o pessoal pensa que avivamento é fazer barulho. Eu costumo dizer que quanto mais vazia uma lata estiver, mais barulho ela faz. Essa mania de barulho, oba-oba e inovações são tudo um apelo para se ter igreja cheia e que, na maioria das vezes, fica inchada. E Jesus Cristo não veio buscar uma noiva inchada, mas vem buscar uma noiva santa. Essa noiva santa está no Brasil, mas o que chama atenção é a igreja gorda.
O que está faltando para nós é uma “dieta”. Faltam pessoas que deixam de comer o que não presta do mundo pra se fixar. Deus quer fazer essa obra no Brasil, mas Ele quer fazer uma obra conjunta. Tem aquela história de 3 reis que foram pra guerra e, no final de 7 dias, não tinham mais água nem pra beber, e, então, foram atrás do profeta Eliseu. E ele lhes disse pra cavarem covas e covas e que eles não ouviriam barulho nem de vento e nem de chuva, mas aquelas covas se encheriam de água, e beberiam eles e o seu gado. E é isso. Deus faz um trabalho conjunto. Nós abrimos as covas e Deus enche de água. Precisamos que essa igreja santa do Brasil abra covas de fervente oração... uma oração apaixonada! E o Senhor encherá de água do Seu Espírito.


ENTREVISTA REALIZADA EM ÁUDIO POR: Gleydison Andrade
TRANCRIÇÃO DO ÁUDIO PARA ESCRITA: Marcelo Barros

Extraído: http://www.mocidadedejesus.com.br/wp-content/themes/mocidade/noticia-antiga.php?id=204

terça-feira, junho 29

A QUEM EU DARIA O NOBEL - NÃO DARIA A SARAMAGO



Uma história de ousadia e obediência a Deus

Em dezembro de 1989 Delci Esteves dos Santos, integrante da Missão Antioquia, desembarcava em Moçambique com a missão de iniciar uma Escola Bíblica Dominical em uma igreja no país africano. Por algum tempo foi este o trabalho que ela desenvolveu em igrejas, até o dia que se deparou com uma triste cena: andava em uma rua de Maputo, por volta da hora do almoço, o sol escaldante, e uma criança, entre muitas que perambulavam pelas ruas, dormia na calçada. Delci ajeitou o corpinho franzino, e subiu a ladeira com lágrimas nos olhos e um sentimento no coração despertado por Deus. O que fazer por aquelas crianças, a maioria, vítimas da guerra? Com 100 dólares, dinheiro que chegava por mês para o seu sustento, parecia difícil. Mas quando Deus tem um plano, nada é impossível. Com a ajuda de irmãos, ela conseguiu um lugar para iniciar uma escola bíblica com crianças. A princípio eram 30 meninos e meninas que se reuniam aos sábados de manhã, único tempo livre da missionária. Eles ouviam a palavra de Deus e recebiam pão e leite.
Delci começou a sonhar com um lugar onde aquelas crianças pudessem se sentir como se estivessem na casa delas, com pátio para brincar, árvores, enfim, espaço e condições para terem uma vida saudável. Até que apareceu um terreno que atendia às expectativas da missionária e sua equipe. Mas faltavam os recursos. Delci pediu a Deus uma confirmação de que aquele era o local certo para dar início ao projeto: 3000 mil dólares de uma única pessoa, esse seria o sinal para prosseguir com o projeto. Nesta época voltou ao Brasil onde ficou 40 dias pregando em igrejas. No último dia recebeu de um irmão, uma oferta, era exatamente o valor estipulado. Mas ainda não era suficiente para dar início. Mas Deus foi enviando os recursos.
Hoje, 14 anos depois, a Casa das Formigas é um Centro de Apoio à Criança e oferece assistência escolar, médica, profissional, alimentar e espiritual a mais de 400 crianças e adolescentes. A maioria vem de família pobre e vive em situação de risco. Todas estão na escola regular e durante o restante do dia participam de várias atividades na Casa como: oficinas de artesanato, reforço escolar, estudo bíblico e outras. A Casa conta com 67 funcionários. O projeto abriga, em tempo integral, 70 crianças órfãs ou abandonadas pela família. E ainda moram com a missionária Delci, 14 crianças, algumas, doentes de aids.

quinta-feira, junho 24

Que adoração é essa?//ARTIGOS DA PRI


ARTIGO RECENTE DA PRISCILA

Semana passada  preguei num lual para jovens da igreja e alguns visitantes, a palavra foi Genesis 15:5 quando Deus conduz Abraão para fora de sua tenda e pede que ele olhe as estrelas do céu e depois o desafia a contá-las e o numero (que ele provavelmente não conseguiria contar) seriam os descendentes que Deus daria a ele.
 Mas o céu estava com varias nuvens então não conseguimos contemplar o céu com todas as suas estrelas reluzentes e mesmo com o céu encoberto e  não conseguindo ver sabíamos que as estrelas  ainda estavam lá, apenas existia uma barreira que impedia nossa visão.
 Às vezes, diante de tantos problemas e situações  você não consiga enxergar  as promessas, as bênçãos, a aliança, a proximidade de Deus , mas não quer dizer que estas coisas não existam ou não estejam lá te esperando, talvez seja apenas um tempo de nuvens e de céu nublado, mas quando Deus soprar uma pequena brisa  as nuvens vão começar a sair do caminho e seus olhos contemplarão  o céu repleto de estrelas e daí você vai lembrar quantas coisas Ele te prometeu , e você terá a certeza que não está sozinho, de que pode caminhar mais um pouco, vai se encher de coragem, de um novo ânimo.
Você terá a capacidade de andar satisfeito num deserto como se fosse um jardim arborizado e repleto de flores coloridas e fontes de água fresca porque você não vai andar pelo que vê, mas pelo o que acredita.
Ele sempre tem uma nova história para nós...
Esperando por ELE,
Priscila Papadopoulos Tenório


Toda religião tem culturalmente sua expressão de adoração e louvor, sejam através de musicas e danças ou manifestações espontâneas individuais. E nós cristãos também nos expressamos em adoração tocando vários instrumentos, reunindo os melhores cantores e excelentes dançarinos , batendo palmas e dando brados de louvor.
Já escutei que na hora do louvor da igreja quem fica sentado está oprimido, como se houvesse um padrão de expressão,onde é necessário chorar e levantar os braços porque é assim que todo mundo faz e é assim que se adora o Deus das igrejas evangélicas.
Mas lendo a passagem em que Jesus diz a mulher samaritana que os verdadeiros adoradores adorariam em espírito e em verdade entendemos que a adoração bíblica começa quando a musica para de tocar, os microfones são desligados, as luzes são apagadas e as portas dos templos são fechadas.
Quando a mulher de Samaria pergunta a Jesus sobre onde adorar, ela levanta uma questão contundente, porque para os samaritanos o lugar de adoração era o monte Gerizim e para os judeus era em Jerusalém e Jesus como o messias responde que não era em nenhum desses lugares, mas os verdadeiros adoradores saberiam onde e como adorar.
A adoração bíblica não está ligada a lugares ou a templos, os adoradores que Deus tanto procura são aqueles que o adoram em espírito e em verdade. Depois de ver e rever a teologia sobre esta passagem eu me pergunto o que seria adorar em espírito e em verdade na prática, e no dia a dia?
Adoramos em espírito porque não precisamos de lugares ou tempos especiais para agradar a Deus em adoração, não é necessário musica, luzes ou danças, na realidade estamos muito ocupados em organizar um momento de adoração como se Deus pudesse se encantar com nosso espetáculo e esquecer o resto, esquecer nossas escolhas erradas, e não lembrar que não amamos ao nosso próximo como a nós mesmos em nosso cotidiano.
A adoração que Deus procura é realizada no dia a dia, em nossas escolhas. É quando procuramos a justiça de Deus e não a nossa própria justiça; é quando amamos nosso inimigo mesmo que tenhamos vontade de matá-lo; é quando perdoamos mesmo sem vontade, apenas porque escolhemos isso; é renunciar sua vida , seu tempo e até seu dinheiro em função do próximo.
A adoração que agrada a Deus é aquela onde optamos viver seus princípios que estão na contra mão do mundo em que vivemos. É viver a verdade que liberta, é ter atitudes de gente alcançada pela Redenção.
Ele é o Deus que tem todo o poder, é a esperança para os perdidos,é a paz que excede todo entendimento, então vamos adorá-lo nas ruas, nos bancos, nas escolas,no trânsito, no trabalho,vamos adorá-lo em espírito e em verdade, adorá-lo não somente com sons mas com atitudes que revelam seu poder em nós, o poder de transformar pecadores em santos, redimidos para adorá-lo eternamente.
Esperando por ELE,
Priscila Papadopoulos Tenório
RESGATE RADICAL EM AÇÃO.

MISSÕES - UMA TOCHA QUE ARDE!

PROJETO ÁFRICA - Pr Fellipe Parizio

Projeto África – Moçambique 2013

No meio do semestre de 2012, fui convidado para fazer parte de um projeto para Moçambique, com um grupo de várias igrejas e durante 15 dias, pelo pr. Paulo Sexto Bahia da PIB de Ricardo de Albuquerque. Foram momentos inesquecíveis, onde pudemos servir ao Senhor tão intensamente que geraram alguns frutos... Dentre eles, está o Projeto África – Moçambique 2013. Desde que retornei de lá, ou melhor, desde que ia retornando, senti em meu coração uma falta que não conseguia compreender. Ao retornar, minha mente não parava de me levar de volta; então comecei a orar e pedir direção a Deus para que me mostrasse sua vontade. Foram alguns meses de lágrimas, clamores e muitas respostas surpreendentes; por isso, estou lançando esse grande desafio de retornar para África; só que agora, apenas eu, minha mulher (Sara), meu filho (Mateus) e minha filha (que ainda está no ventre de sua mãe).

Dentre algumas das respostas de oração, está a vinda de um pastor moçambicano que veio ao Brasil buscar apoio de nossas igrejas para começar um projeto interdenominacional de evangelização na África, em Beira – Moçambique. Sabendo ele da minha ida para lá, por meio de um amigo, quis me conhecer para conversarmos sobre o projeto que participei e o dele. Fizemos uma possível aliança de irmos em 2013, mas ainda precisava de muitas outras coisas, como o apoio da família, amigos, igreja, o recurso para passaporte e passagens, etc. Entretanto, Deus foi abrindo às portas de uma maneira extraordinária que confirmou esse sonho no coração da minha esposa, a aceitação dos amigos e da igreja foi muito boa, apesar de eu ser o pastor da igreja; além Dele ter enviado muitas pessoas que nem me conheciam para me direcionarem e me apoiarem, e enviar o recurso para podermos comprar as passagens que custaram R$ 9.613,00 para nós três e agora só nos resta o recurso necessário para nos mantermos naquele país. A viagem já está marcada para o dia 13/02/2013 com previsão de volta para Dezembro e estamos indo pela fé (Rm 1:17), contando que o nosso Pai suprirá todas as nossas necessidades; e para isso, quero lhe convidar a fazer parte dessa maravilhosa obra, contribuindo com suas orações e recursos para que possamos juntos cumprir o grande chamado de ganharmos almas para Cristo.

O projeto consiste em começarmos uma base missionária chamada de Centro Africano de Evangelização (CEAFE), onde estaremos capacitando e formando novos missionários e líderes para toda a África, começando por Moçambique e países em volta, como: Zimbábue, Malaui, Tanzânia, Zâmbia...e quem sabe até mais ao norte da África onde passa a tão conhecida janela 10x40, onde há muita dificuldade do evangelho chegar. Além disso, Iremos dar suporte às igrejas locais oferecendo orientação pastoral e evangelística a fim de que sejam edificadas e cresçam para Glória de Deus. Outrossim, o retorno no início do segundo semestre a Mocuba para continuação do trabalho realizado em 2012 (Capacitação, pregação, apoio às igrejas e orfanato, distribuição de bíblias e livros, etc), com a preparação para a chegada dos missionários brasileiros.

Vamos precisar de um grupo de intercessores para nos apresentar diante de Deus e mantenedores para nos enviar uma oferta mensalmente até o dia do nosso retorno ao Brasil. Se você entendeu que é vontade do nosso Salvador esse projeto, você pode enviar sua oferta para o Banco: Itaú, Agência: 6893, Conta Corrente: 07661-9. Meu e-mail é fellipeparisio@hotmail.com ou fellipeparisio@gmail.com, telefones: 30155331 ou 84070605; após a viagem você poderá entrar em contato pelos números: 33909704 ou 84666364 que pertencem aos irmãos que ficarão responsáveis por enviar os recursos arrecadados.

Desde já, quero agradecer a sua atenção... Deus te faça prosperar em todos os teus caminhos!!!

Atenciosamente,
E agora com a filhinha Sara
Pr. Fellipe Parisio Niino


ÚLTIMA CARTINHA - JULHO/AGOSTO DE 2014.

DIA DA CRIANÇA MOÇAMBICANA


PROJETO SOCIAL: Escolinha de Alfabetização para crianças.
Queridos amigos, estamos com o desafio de começarmos neste ano de 2014 no mês de fevereiro uma escolinha de alfabetização aqui em Moçambique /África, na aldeia em que trabalhamos. Para concretizar este projeto precisamos de recursos como: ajuda financeira para o instrutor moçambicano e seu ajudante, material didático, ingredientes para darmos o café da manhã, entre outros. Sozinhos não conseguimos, por isso pedimos a sua colaboração. Com apenas R$ 25,00 mensais você poderá ajudar a manter um aluno na escolinha. Temos como meta matricular 40 alunos divididos em duas turmas. Quem quiser adotar uma criança na escolinha entre em contato conosco através do facebook ou email (saramissoess@gmail.com). Nossa conta é Banco do Itaú, Agência 6893, Conta-Corrente 07661-9 e sempre confirmar por mensagem o dia de depósito e seu nome!
" Você pode não mudar o mundo inteiro, mais poderá mudar o mundo de alguém".


1º BATISMO EM MOÇAMBIQUE PELO TRALHO DO PR FELIPE E FAMÍLIA





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"NÃO TERÁS OUTROS DEUSES DIANTE DE MIM. Êxodo 20:2

Pois os costumes dos povos são vaidade. O ídolo é apenas um madeiro que se corta do bosque, obra das mãos do artífice que o trabalhou com o machado.
Enfeitam-no com prata e com ouro; com pregos e a marteladas o firmam, para que não se abale.
São como o espantalho num pepinal, e não falam; necessitam de serem carregados porque não podem dar passo. Não tenhais medo deles; porque não podem fazer o mal, nem está neles o fazer o bem.
Jeremias 10:3-5

Devemos adorar só a Deus!!!