Considerações Preliminares Sobre Música – Parte 1
Falar sobre música sempre é um assunto que demanda muito cuidado e oração, pois estaremos lidando com um dos maiores instrumentos de Deus para levar o pecador aos pés da cruz, bem como um dos instrumentos mais utilizado por Satanás para causar discórdia e mesmo perverter o povo de Deus, por isso sou levado a mais uma vez afirmar que temos que viver por principio e não por regras, pois somente quando aprendermos a seguirmos os princípios claros e universais que são colocados na Bíblia é que poderemos ficar livres dos ardis do inimigo.
Bem sabemos que as regras são mutáveis, porém os princípios estabelecidos por Deus estes permanecem e servem para todos os aspectos de nossa vida, por isso ao pensarmos em quais músicas devemos ouvir e cantar devemos pensar nos princípios e não nas regras, assim avaliemos nossas músicas com as orientações da Bíblia e não somente da cultura:
"Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama; se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento." Fil. 4:8
"...ou façais qualquer outra coisa, fazei tudo para a glória de Deus." I Cor. 10:13
"Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas convêm. ..."I Cor. 6:12 a
"...nem fazer outras coisas em que teu irmão tropece, ou se escandalize, ou se enfraqueça."Rom.14:21b
Aqueles que vivem por principio sabem discernir além do certo e do errado, eles conseguem vê o que e conveniente ou não, sabem quando avançar, parar e até mesmo recuar e ainda assim ser vitorioso.
Só os que vivem por princípios alcançam a maturidade pois os maduros pensam nas conseqüências que seus atos trarão para si e para os outros.
• • Filosofia da Música Adventista
Como princípios gerais, a Igreja Adventista tem votado os seguintes itens acerca da música e seus propósitos:
A Música deve:
1.
2. Trazer glória a Deus, e ajudar-nos em adoração aceitável a Ele.
3.
4. Enobrecer, elevar e purificar os pensamentos do cristãos.
5.
6. Influenciar efetivamente o cristão no desenvolvimento do caráter de Cristo em sua vida e na de outros.
7.
8. Conter letra que esteja em harmonia com os ensinos escriturísticos de Cristo em sua vida e na de outros.
9.
10. Revelar uma compatibilidade entre a mensagem transferida por palavras e a música, evitando-se mistura do sagrado com o profano.
11.
12. Fugir a exibições teatrais e com ostentação.
13. 7. Dar primazia à mensagem da letra, que não deve ser sobrepujada pelos instrumentos musicais que acompanham.
14. Manter ponderado equilíbrio dos elementos emocionais, intelectuais e espirituais.
15.
16. Jamais comprometer elevados princípios de dignidade e superioridade em esforços rasteiros para alcançar as pessoas descendo até onde elas estão.
• • • "Há pessoas que estão prontas a fazer uso de qualquer coisa estranha, que possam apresentar como surpresa ao povo...Nunca devemos rebaixar o nível da verdade, a fim de obter conversões, mas elevar o pecador corrupto à alta norma da Lei de Deus."
Evangelismo, 137
10. Ser apropriado para a ocasião, para o ambiente e para o auditório a que se destina.
Documento da Conferências Geral
Ouvindo Quem Entende de Música
MÚSICA NA IGREJA
LOUVAR A DEUS ACIMA DE TODAS AS COISAS
O tema "Música na Igreja" sempre provocou controvérsias. A busca do equilíbrio no louvor a Deus é um anseio antigo. Para buscarmos mais alguns parâmetros para nossas conclusões sobre este assunto, conversamos com o prof. Ênio Monteiro de Souza, dedicado pesquisador deste assunto. Formado em matemática pela UFRJ, com pós-graduação em Análise de Sistemas, o prof. Ênio atua como consultor de empresas na área de informática e professor universitário. É filho do compositor sacro prof. Jonas Monteiro e, com o Dom herdado do pai, já compôs mais de 100 músicas, 3 delas fazem parte do hinário Adventista. Residente em Santos, casado com Vilma Monteiro, é pai de Suzana e Sandro, ambos casados, e avô da pequena Ana Carolina.
JORNAL ADVENTUS: O tema "Música na Igreja" tem levantado grandes polêmicas. Historicamente falando esta divergência de opiniões sempre ocorreu com esta mesma intensidade?
Prof. ÊNIO: Sempre aconteceu. Porque a linguagem muda e existe uma certa dificuldade da Igreja em se adaptar às novas linguagens. Este é sempre um processo doloroso, a começar por Lutero.
J.A.: A seu ver, qual o papel principal da música na Igreja?
Prof. Ênio: Louvar a Deus e comunicar a mensagem. Não se deve fugir disto.
J.A: O senhor acredita que a música que tem sido tocada em nossas Igrejas está dentro dos princípios bíblicos
Prof. Ênio: Nem toda. Acho que estamos perdendo de vista os princípios, a comunicação da mensagem e o louvor a Deus, e trocando isso por objetivos menos nobres. lembremos sempre que os princípios não mudam, eles são os mesmos sempre, os padrões, que são a aplicação prática dos princípios, é que variam. E não podemos basear nossa religião, nossa música, em padrões.
J.A.: Quais seriam estes princípios?
Prof. Ênio: São cincos princípios básicos: o primeiro refere-se ao conteúdo da música que deve ser cristocêntrico, comunicar a Cristo; o segundo determina que a música deve ser adequada ao público que a está recebendo, temos que pensar nos outros e não em nós; em terceiro lugar é preciso ter tolerância, aceitação da diversidade; a clareza é o quarto fator , a mensagem precisa chegar clara ao ouvinte; e o quinto aspecto refere-se aos resultados proporcionados. Todos estes princípios são bíblicos, como exemplo podemos citar Paulo que disse ter se tornado grego para com os gregos , judeu para com judeus, e assim por diante, não que ele tivesse um evangelho para cada um, o evangelho era o mesmo, mas a linguagem para transmiti-lo variava.
J.A.: É normal que a música da Igreja sofra influência da música secular?
Prof. Ênio: Sim, no sentido de que a música secular define a linguagem que o povo entende, e que , como conseqüência nós devemos usar. Logicamente que sempre com cuidado, pedindo discernimento do Espírito Santo, para não permitir que no processo de adaptação da linguagem elementos que tenham uma conotação negativa indesejável venham junto.
J.A.: É possível avaliar o quanto a música atinge nossos sentidos e influencia nossas decisões?
Prof. Ênio: Não saberia avaliar exatamente o quanto. Mas certamente a música tem um poder fantástico para atingir nossos sentidos e influenciar nossas decisões pela capacidade que ela tem de mexer com as nossas emoções. A música atinge diretamente o hemisfério direito do nosso cérebro, que é o hemisfério da intuição, da sensibilidade. O importante para a comunicação da mensagem, é que atinja os dois lados do cérebro: emoção e razão.
J.A.: A música é uma somatória de vários itens: como encontrar o equilíbrio entre eles para erguer um louvor adequado a Deus?
Prof. Ênio: Principalmente buscando equilibrar emoção e razão. A razão deve ser usada com muito critério. A letra tem que ser um elemento fundamental no processo, ela faz muita diferença para contrabalançar o lado emocional que é natural da música. É como um pregador o mesmo cuidado que ele tem ao escolher suas palavras e preparar o seu sermão, devemos Ter nós músicos, ao compormos e apresentarmos nossas músicas. Ao escolher uma música para cantar, escolha pela letra, pelo tema, pelo assunto, pense na mensagem que será transmitida, e não na emoção contidas nos aspectos musicais.
J.A.: Como avaliar se uma música é ou não apropriada para o louvor a Deus e a pregação da sua mensagem
Prof. Ênio: Pelo efeito que causa nas pessoas. A avaliação é pelos frutos: "Pelos frutos os conhecereis". É assim que os conflitos sobre a música na Igreja no decorrer da história tem sido resolvidos. Não é uma avaliação fácil, mas ela acaba acontecendo através da ajuda de Deus. O número de transformações e conversões é que deve ser nosso critério, e não a quantidade de aplausos ou CDs vendidos
J.A.: Já vimos que a forma como a música atinge o receptor tem a ver com sua cultura musical. Como fazer então para atingir públicos diferenciados? Devemos adaptar a música ao público, ou este recurso jamais deve ser utilizado?
Prof. Ênio: Temos que falar uma linguagem que seja entendida pelo público. Devemos adaptar a linguagem, não o gosto. O gosto não é um bom juiz, não é um bom critério de julgamento. Sem dúvida é importante que nossos Diretores de Música se lembrem dos diversos segmentos da Igreja, fazendo um rodízio. Já tenho visto alguns dizerem que os músicos esqueceram dos velhos"; isso tem uma explicação: A maioria das pessoas que estão se propondo a fazer um trabalho na área de música são jovens, que escolhem a linguagem deles. Já outras Igrejas definem padrões mais apropriados para os mais antigos. O correto é haver um certo balanceamento e muita tolerância.
J.A.: Nossos jovens, em especial, recebem uma grande carga musical de solistas, grupos e corais internacionais. A seu ver, esta influência é positiva ou negativa?
Prof. Ênio: Trata-se de uma cultura diferente e, o que acaba acontecendo é que faz-se um uso indiscriminado do que chega por aqui. O uso da cultura estrangeira sem uma avaliação adequada do quanto ela vai ser útil é perigoso. Simplesmente imitar porque é bonito não quer dizer que vai ter o mesmo poder de comunicação.
J.A.: O que nossos irmãos Diretores de música podem fazer no sentido de estarem bem orientados quanto a estes aspectos da música na Igreja?
Prof. Ênio: Nossas Igrejas devem com freqüência, promover eventos e palestras sobre este assunto para manter nossos irmãos constantemente atualizados e esclarecidos. Onde este trabalho tem sido eficiente, verificamos é que a Igreja tem sido ricamente beneficiada.
J.A.: Deveria existir em nossas igrejas uma Comissão específica para música? Que acompanhasse bem de perto este setor?
Prof. Ênio: Um trabalho neste sentido seria muito positivo, especialmente se este grupo trabalhasse com objetivos de orientação na questão dos princípios, da finalidade da música, e de avaliação e acompanhamento dos resultados para verificar se estão na direção pretendida.
J.A.: Que mensagem o Senhor gostaria de deixar para os leitores que de alguma forma, estão ligados à música na igreja?
Prof. Ênio: Que voltemos às finalidades, aos valores fundamentais e aos princípios. A partir disto, uma série de problemas que se tem nesta área serão evitados. Temos certeza de que o nosso Deus é um só, que nos ama, e aceita o nosso louvor incompleto e inadequado porque sabe que somos falhos. Mas façamos o nosso melhor em Seu nome!
MÚSICA SACRA
Que é Música Sacra?
"Há diferentes opiniões a respeito do que seja música sacra. Tradicionalmente entende-se por música que não lembra a música do mundo e que desperta sentimentos de religião, espiritualidade, santidade e adoração a Deus. (...) Deve ser lembrado que uma música não se torna sacra simplesmente porque é composta para ser tocada na igreja, e nem só porque é tocada na igreja." Instituto Batista de Educação Religiosa da Convenção Batista do Estado de São Paulo, Música e Louvor, p.22.
Convém saber, que toda a música sacra é religiosa, mas nem toda música religiosa é música sacra.
Uma música não é considerada sacra apenas porque o seu autor é um cristão, a sua letra fala de Cristo, ou porque pertence ao repertório de alguma Religião. Ela deve ser santa em si mesma, porque música sacra, é música santa.
Principais Características da Música Sacra
1.
2. Promove uma correta visão de Deus, de Sua justiça e de Seu amor.
3.
4. Sua letra deve comunicar uma mensagem bíblica doutrinária, de gratidão, e/ou de louvor ao Nome do nosso Criador.
5.
6. Não desperta sentimentos humanos do passado ou do presente, vividos em experiências alheias aos propósitos da Salvação.
7.
8. Impulsiona a viver por Cristo e para Cristo.
9.
10. Não lembra a música secular em quaisquer de suas formas.
11.
12. A letra deve ser uma oração, e por conta disso, todo o seu conteúdo deve ser bem claro para merecer um AMÉM no final.
13.
14. Os elementos musicais são subalternos aos elementos religiosos em toda sua composição.
15.
16. Sua forma musical deve comunicar Espiritualidade.
17.
18. Desenvolve no pecador, uma correta visão de si mesmo e do seu estado pecaminoso.
19.
20. Conscientiza o pecador da importância do sacrifício na cruz em seu favor, e desenvolve a sua fé.
21.
22. Desperta e desenvolve os sentimentos religiosos que motivam a reverência e a adoração ao criador.
23.
24. "A música deverá não ter nenhum outro alvo ou objetivo senão a glória de Deus e a recreação da alma." Bach.
Principais Elementos da Música
"Embora a música seja, em si mesma, um Dom de Deus, ainda assim ela obedece às leis da ciência. Os elementos principais da música são: Melodia, harmonia, ritmo e forma.
MELODIA é a organização simples de uma série de sons musicais. É também o elemento básico sobre o qual a música é composta e a principal fonte para a identificação.
HARMONIA é a combinação de sons ouvidos simultaneamente e em geral conhecidos como acordes. Há a possibilidades de um número sem fim de combinação de sons; por isso a harmonia serve para expressar e projetar diferentes estados da alma.
RITMO é tudo que diz respeito à duração do som. É a combinação dos grupos de pulsações (batidas) de diferente duração. O ritmo é o elemento musical mais forte do apelo emocional causado pela música, o que mais prende a atenção.
FORMA é o modo pelo qual se organiza a melodia, a harmonia e o ritmo. Uma boa forma proporciona a unidade básica para a mensagem a ser apresentada através da composição musical."
Instituto Batista de Educação Teológica da Convenção Batista do Estado de São Paulo, Música e Louvor, p. 23.
Conselhos Sobre o Uso da Música na Igreja
"Há pessoas que estão prontas para fazer uso de qualquer coisa estranha, que possam apresentar como supremo ao povo... nunca devemos rebaixar o nível da verdade, a fim de obter conversões, mas precisamos elevar o pecador corrupto à alta norma da lei de Deus." Idem, p. 137.
"Os que fazem do cântico uma parte do culto divino, devem escolher música apropriada para a ocasião, não notas de funeral, porém melodias alegres, e todavia solenes." Ellen G. White, Evangelismo, Casa Publicadora Brasileira, p. 508.
"Quando seres humanos cantam com o espírito e o entendimento, os músicos celestiais apanham a harmonia, e unem-se aos cânticos de ações de graça." Ellen G. White, Obreiros Evangélicos, Casa Publicadora Brasileira, p. 357.
"A palavra de Cristo habite em vós abundantemente, em toda a sabedoria, ensinando-vos uns aos outros, com salmos, hinos de cânticos espirituais; cantando ao Senhor com graça em vosso coração." Paulo, Colossenses, 3:16.
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quinta-feira, junho 7
quarta-feira, maio 9
O PERFIL DE UM LÍDER DE ADORAÇÃO
A escolha de um líder começa observando seis qualidades necessárias. Pastores algumas vezes me perguntam o que observar para selecionar um líder de louvor e adoração. Embora a escolha do líder de adoração seja do Senhor - e Ele nos surpreende algumas vezes bons líderes de adoração normalmente tem certos requisitos:
1. Radicalmente salvos e andando consistentemente com Cristo. Algumas igrejas, sentem-se apressadas para improvisar sua música, podem se sentir tentadas a indicar líderes de louvor que tenham pouco fundamento espiritual. Enquanto habilidade musical e experiência podem ser muito importantes, isto não deve ser mais importante do que o caráter pessoal e o relacionamento com Deus.
2. Um dedicado estudioso da Bíblia. Nem toda música cristã ou de louvor estão em linha com a Palavra de Deus. O líder de adoração precisa estar fundamentado biblicamente para discernir com que tipo de material, ele ou ela esta alimentando as pessoas.
3. Ser capaz de liderar outros em oração. De tempo em tempo, aqueles que estão no grupo de louvor irão inevitavelmente vir ao líder com problemas precisando de oração. Grupos de adoração devem orar juntos antes dos cultos, "Senhor, nós deixamos tudo que pode nos desviar de te adorar". Com todas as atenções voltadas para o Senhor, eles podem sair e liderar a congregação à presença de Deus.
4. Um líder forte. Se o líder de adoração é apático diante das pessoas, a congregação irá se sentir inconfortável e terá dificuldades de entrar em adoração. As pessoas estão mais prontas a seguir líderes que demonstram confiança e mostram que sabem onde eles estão indo. Líderes de adoração precisam estar prontos para exercer autoridade em várias situações: dizendo as pessoas que é tempo de parar de conversar e começar a adorar; discernindo onde vozes de línguas ou profecias são realmente de Deus; ou segurando alguém que esteja exagerando e distraindo outras pessoas.
5. Um habilidoso músico ou cantor. Davi indicou músicos que eram habilidosos. Isso não significa que é necessário uma graduação em música; mas notas ruins e canções fora do tom devem ser evitados tanto quanto for possível. Músicas com qualidade pobre é uma distração e desvia as pessoas da adoração. Muitos músicos cristãos agem como se eles fossem tão espirituais que não precisassem trabalhar suas habilidades ou treinar e ensaiar suas músicas.
6. Submisso à autoridade. Muitas igrejas tem sido prejudicadas por líderes de louvor que tem suas próprias agendas. Líderes de adoração são subordinados ao Ministério - Deus tem colocado pastores sobre nós. Aqueles que acham que lideram melhor do que o pastor prega precisam lembrar que Lúcifer teve uma decepção igual. Ninguém é mais prejudicial do que alguém que está cheio de orgulho. Um líder de adoração precisa ser conhecedor do seu pastor; sua personalidade, canções preferidas e a visão da igreja. Comunicação é vital. O pastor deve ser ser conhecedor de qualquer acontecimento no departamento de música.
O líder de adoração precisa estar ligado com o que está sendo pregado, assim as canções reforçarão as mensagens. O líder de adoração precisa manter harmonioso o relacionamento com o pastor. Eles devem sempre deixar o pastor em posição favorável diante da congregação.
Um efetivo líder de adoração é não apenas alguém que é um bom músico ou cantor que lidera pessoas nas canções. Liderar outras pessoas à adoração requer, primeiro de tudo, que seja um adorador. Como nós genuinamente e passionalmente adoramos ao Senhor, outros também irão compartilhar sua presença.
RON KENOLY
Lidera a adoração na Jubilee Christian Center em San Jose,
California, e é autor de Lifting Him Up (Creation House
1. Radicalmente salvos e andando consistentemente com Cristo. Algumas igrejas, sentem-se apressadas para improvisar sua música, podem se sentir tentadas a indicar líderes de louvor que tenham pouco fundamento espiritual. Enquanto habilidade musical e experiência podem ser muito importantes, isto não deve ser mais importante do que o caráter pessoal e o relacionamento com Deus.
2. Um dedicado estudioso da Bíblia. Nem toda música cristã ou de louvor estão em linha com a Palavra de Deus. O líder de adoração precisa estar fundamentado biblicamente para discernir com que tipo de material, ele ou ela esta alimentando as pessoas.
3. Ser capaz de liderar outros em oração. De tempo em tempo, aqueles que estão no grupo de louvor irão inevitavelmente vir ao líder com problemas precisando de oração. Grupos de adoração devem orar juntos antes dos cultos, "Senhor, nós deixamos tudo que pode nos desviar de te adorar". Com todas as atenções voltadas para o Senhor, eles podem sair e liderar a congregação à presença de Deus.
4. Um líder forte. Se o líder de adoração é apático diante das pessoas, a congregação irá se sentir inconfortável e terá dificuldades de entrar em adoração. As pessoas estão mais prontas a seguir líderes que demonstram confiança e mostram que sabem onde eles estão indo. Líderes de adoração precisam estar prontos para exercer autoridade em várias situações: dizendo as pessoas que é tempo de parar de conversar e começar a adorar; discernindo onde vozes de línguas ou profecias são realmente de Deus; ou segurando alguém que esteja exagerando e distraindo outras pessoas.
5. Um habilidoso músico ou cantor. Davi indicou músicos que eram habilidosos. Isso não significa que é necessário uma graduação em música; mas notas ruins e canções fora do tom devem ser evitados tanto quanto for possível. Músicas com qualidade pobre é uma distração e desvia as pessoas da adoração. Muitos músicos cristãos agem como se eles fossem tão espirituais que não precisassem trabalhar suas habilidades ou treinar e ensaiar suas músicas.
6. Submisso à autoridade. Muitas igrejas tem sido prejudicadas por líderes de louvor que tem suas próprias agendas. Líderes de adoração são subordinados ao Ministério - Deus tem colocado pastores sobre nós. Aqueles que acham que lideram melhor do que o pastor prega precisam lembrar que Lúcifer teve uma decepção igual. Ninguém é mais prejudicial do que alguém que está cheio de orgulho. Um líder de adoração precisa ser conhecedor do seu pastor; sua personalidade, canções preferidas e a visão da igreja. Comunicação é vital. O pastor deve ser ser conhecedor de qualquer acontecimento no departamento de música.
O líder de adoração precisa estar ligado com o que está sendo pregado, assim as canções reforçarão as mensagens. O líder de adoração precisa manter harmonioso o relacionamento com o pastor. Eles devem sempre deixar o pastor em posição favorável diante da congregação.
Um efetivo líder de adoração é não apenas alguém que é um bom músico ou cantor que lidera pessoas nas canções. Liderar outras pessoas à adoração requer, primeiro de tudo, que seja um adorador. Como nós genuinamente e passionalmente adoramos ao Senhor, outros também irão compartilhar sua presença.
RON KENOLY
Lidera a adoração na Jubilee Christian Center em San Jose,
California, e é autor de Lifting Him Up (Creation House
30 erros que o ministro de louvor NÃO pode cometer
O ministro de louvor Ronaldo Bezerra nos enviou um ótimo artigo para ministros de louvor, dança e também técnicos de som.
O tema da matéria é: "30 erros que o ministro de louvor NÃO pode cometer", e você confere na íntegra abaixo:
1- Não se preparar musicalmente e espiritualmente para a ministração
- Devemos nos apresentar como obreiros aprovados (II Tm 2:15).
A) Aspecto espiritual
- É necessário oração e leitura bíblica diariamente. A base de todo ministério é a oração e meditação. O que se pode esperar de alguém que não medita e não ora? A.W.Tozer disse: “Nunca ouça um homem que não ouve a Deus”.
- Um ministro que não ora e não medita, deixa de ser um homem de Deus para ser um profissional do púlpito.
- Se desejamos ter um ministério mais ungido precisamos entender que o endereço da unção está no altar.
B) Aspecto musical
- É preciso realizar ensaios para que haja entrosamento.
- Tenha uma lista definida dos cânticos; quando forem novos, providencie cifras.
- É necessário concentração total durante os ensaios, evitando distrações, brincadeiras e conversas paralelas.
- Estar atento às orientações, arranjos, rítmica, andamento, métricas, etc.
- Estude música. Muitas vezes a congregação “suporta” em amor a falta de técnica e afinação mínima dos que tocam e cantam.
2- Nunca preparar a ministração
- Devemos ter habilidade para improvisar, porém, isso não deve ser a regra.
- Quando o ministro não faz a “lição de casa” acaba ficando fácil perceber, não há seqüência coerente nos cânticos, há erros nos acordes e na seqüência da música cantada, não há expressão, há insegurança, etc.
- Os que ministram de improviso, demonstram não levar a sério o lugar que ocupam na obra de Deus (Jr 48:10). O Espírito Santo não tem compromisso com ociosos, preguiçosos e displicentes.
- Já avaliamos o preço que muitos pagam para estar no culto para participarem da adoração a Deus? Façamos o melhor para o Senhor!
3- Atrasar nos compromissos sem dar satisfação
- O músico maduro tem conhecimento das suas responsabilidades e procura cumpri-las à risca. Portanto, seja responsável e chegue aos horários marcados! Se houver problemas ou dificuldades, comunique-se com sua liderança.
- Quando não damos satisfação sobre nosso atraso estamos agindo com irresponsabilidade, e em outras palavras, estamos dizendo “isso não é importante pra mim!”.
4- Não aceitar as críticas
- Quem não aceita críticas, acaba caindo na mediocridade e se torna um ministro sempre nivelado por baixo. As críticas servem para não deixar que caiamos no conformismo e paremos de crescer.
- Devemos receber as críticas com um espírito humilde e disposto a aprender. Quem não é ensinável e não gosta ser contrariado, não pode atuar em nenhum ministério na igreja.
5- Começar a ministração sem introdução e falar sobre verdades sem nenhuma demonstração de amor
- Não seja “juiz” das pessoas.
- Mostre a graça de Deus e o amor.
- Não seja grosseiro e indelicado.
- Seja amável e educado. A introdução pode determinar o sucesso de toda a ministração. Esse primeiro contato é “chave” para uma ministração abençoada e abençoadora.
- Uma boa introdução cativa a atenção das pessoas, desarma as mentes e prepara o caminho para compreensão e recepção da ministração.
- Uma boa ministração precisa ter um começo, meio e fim.
- Não seja muito prolixo e cansativo na introdução. Deve ser o suficiente para abrir a porta das mentes a fim de que as pessoas recebam aquilo que Deus tem reservado para cada uma delas.
6- Utilizar o púlpito para desabafar
- Uma mente cansada não produz com qualidade e o estresse pode levar a pessoa a falar o certo, mas no lugar errado. Púlpito não é lugar para desabafos, é lugar para profecia!
- Tratemos a igreja do Senhor de forma respeitosa (I Pe 5:2-4).
7- Gritaria
- Não confunda “gritaria” com unção, autoridade e poder. Muitos por não terem o equilíbrio e sensibilidade, tornam-se ministros irritantes, exagerados e em alguns casos, quase insuportáveis.
- Quem fala deve respeitar a sensibilidade e boa vontade dos que ouvem (I Co 14:40).
- Não é gritando que se alcança o coração das pessoas, mas sim, com unção, habilidade na comunicação e criatividade.
- Há ministros que cantam e falam tão alto e agressivamente, que deixam a impressão de que estão irados com o público. Quem sabe usar de forma inteligente sua voz e os equipamentos de som disponíveis, com certeza alcançará grandes resultados.
8- Expor os músicos, dirigentes ou técnicos durante a ministração
- Por vezes, alguns cometem erros durante a ministração, logo os outros músicos percebem e começam a rir, ou surgem olhares de reprovação, expondo diante de todos, aquele que errou.
- Devemos ser discretos, e quando errarmos, encararmos com naturalidade, sem expor nossos companheiros, porque apesar de estar na frente da congregação, estamos diante do Senhor, ministrando à Ele, e Ele sabe como e quem somos.
- Muitos estão magoados e chateados por terem sido expostos na frente dos outros. Tenhamos uma atitude de amor e respeito uns para com os outros.
9- Tocar, cantar ou dançar com outros ministros sem ser convidado
- Se algum ministro de outra congregação for convidado para ministrar em sua igreja, não suba no púlpito para ministrar sem ter sido chamado e convidado. Isto é falta de educação. Não seja mal educado!
- Muitos, por falta de educação e sensibilidade acabam atrapalhando a ministração daqueles ministros que foram convidados no culto.
10- Usar muitas ilustrações e dinâmicas durante a ministração
- Muitos querem “pregar” durante o louvor. O exagero de histórias, testemunhos, dinâmicas e ilustrações durante os cânticos, comprometem a essência e o propósito da ministração. Ministre cantando! Flua!
- Cuidado com manipulações! Não devemos tratar o público como “macacos de auditório”. Não peça para o público repetir frases feitas o tempo todo, gestos o tempo todo, além de se tornar algo cansativo, o ministro pode cair no ridículo diante do público.
- Evite deixar “brancos” entre um cântico e outro; para isso é indispensável desenvolver um bom entrosamento com os músicos, combinar sinais, etc.
11- Contar histórias ou piadas fora de hora
- Algumas histórias ou piadas, nunca deveriam ser contadas no púlpito da igreja. Não vulgarize o púlpito. Muitos querendo ser descontraídos acabam se tornando desagradáveis, fazendo colocações em momentos inapropriados, e por vezes dizem coisas com duplo sentido.
- Púlpito é lugar de profecia e não palco para piadas. Fomos chamados para ser profetas e não humoristas.
12- Ministrar o tempo todo com os olhos fechados ou olhar só para uma direção
- É importante olhar para as pessoas. Os olhos têm um poder impressionante de captar e transmitir mensagens não verbais.
- É importante transmitir amor, alegria e paz através do nosso olhar. Através de um olhar podemos abençoar as pessoas. Os que fecham os olhos ao ministrar, nunca vão saber avaliar seus ouvintes, lendo suas expressões faciais.
- Para alcançar a atenção de todos, é necessário olhar em todas as direções. Olhar só para uma direção pode transparecer que as pessoas não são importantes, ou que não precisam participar daquele momento de ministração.
- Estamos diante de Deus, mas também estamos diante do público. Estamos ministrando a Deus, mas também sendo instrumentos para abençoar a congregação.
13- Exagerar nos improvisos
- A disciplina e a maturidade musical é algo que todo músico deve buscar. Precisamos entender que pausa também é música.
- Acompanhar um cântico antes de tudo, é uma prática de humildade e sensibilidade. Nas igrejas, geralmente, os instrumentistas e cantores querem mostrar sua técnica na hora errada. O correto é usar poucas notas, não saturar a harmonia, inserir frases nos espaços melódicos apenas, e o baterista conduzir. Economize informações musicais!
- Instrumental: Procure tocar o que o arranjo está pedindo, sem se exceder. Todo músico deve aprender a se “mixar” no grupo, aprender a ouvir os outros instrumentos, afinal, é um conjunto musical.
- Vocal: Procure cantar a melodia, fazendo abertura de vozes e improvisando apenas em momentos específicos, criando assim, expectativa. Muitas vezes a congregação não consegue aprender a melodia da música por causa do excesso de improvisos dos dirigentes e cantores.
- Avalie o que está tocando e entenda que o trabalho é em equipe, e não apresentação de seu cd solo.
- Procure gravar as ministrações, para que seja feita uma avaliação e as correções necessárias.
- Tocar e cantar de forma madura e eficiente requer disciplina, auto-análise e constante aprendizado.
14- Não ter expressão durante a ministração dos cânticos
- Não seja um “alienígena” em cima do púlpito. Participe de todos os momentos!
- A entonação da voz também é importante. Não combina, por exemplo, falar sobre alegria com uma entonação e um semblante triste e melancólico. Você pode contagiar o público através da sua expressão e entonação de voz.
15- Comunicação inadequada ao tipo de público
- Ser sensível ao tipo de público que estamos ministrando e utilizar uma linguagem adequada. A dinâmica de um culto congregacional é diferente, por exemplo, de uma reunião de jovens, ou crianças, evangelismo, etc. Não trate um público maduro, por exemplo, utilizando uma linguagem de criança e vice-versa.
- Cuidado com erros de português, vícios de palavras e gírias. Não precisa ser formal, seja natural, sempre observando o público que você está ministrando.
16- Vestimenta inadequada
- Sua vestimenta deve ser coerente ao tipo de ambiente e reunião que você estará ministrando.
- Cuidado com vestimenta inadequada, tipo roupa justa, cores chamativas, etc.
- Esteja atento a sua aparência – cabelos penteados, dentes escovados, maquiagem leve, usar desodorante, perfume, etc. Lembre-se que o púlpito é uma vitrine. Quem está ministrando passa a ser alvo de observação em todos os sentidos.
17- Cantar cânticos com o qual não está familiarizado
- Não conhece o cântico, não cante! Não sabe tocar o cântico, não toque!
- Para ganhar confiança do auditório, é preciso demonstrar convicção e certeza sobre o que está ministrando. Conhecer bem e ter domínio do cântico ministrado, é imprescindível para que o ministro atinja seu objetivo.
18- Cantar fora da tessitura vocal
- A escolha do tom de uma música depende do canto; este deve ser dentro da tessitura vocal e confortável para ela. Mesmo que o tom escolhido não seja o mais confortável para o instrumentista ele deve executá-lo. Na música onde há o canto, a ênfase é para a mensagem, portanto, não deve ser interferida por outros elementos.
- Muitas músicas que ministramos na igreja não fluem como poderiam, por causa da escolha errada da tonalidade. Por vezes, o tom é muito alto e as pessoas não conseguem cantar.
- O tom pode influenciar na sonoridade da música vocal com acompanhamento, bem como causar danos nas cordas vocais.
19- Elaborar um repertório inapropriado ao tipo de reunião
- Elabore um repertório adequado ao tipo de reunião. Por exemplo: reunião de jovens, evangelismo, santa ceia, etc; o repertório de um culto dominical é diferente de um lançamento de um cd por exemplo.
- Elabore uma seqüência lógica no repertório, ou seja, músicas de celebração, músicas de adoração, músicas de comunhão, etc. A ministração é como um “vôo de avião”, tem um destino.
20- Cantar muitas músicas num período curto de ministração
- Elabore um repertório adequado ao tempo de duração do louvor (conferir com o pastor).
- Dependendo do tempo dado a ministração, não será necessário uma lista extensa de músicas. Esteja atento à maneira como o louvor está transcorrendo e explore um determinado cântico quando perceber que está fluindo profeticamente.
- Muitos exageram no tempo da ministração dos cânticos e passam do horário estipulado, atrapalhando assim, o andamento da reunião. Muitos não se importam se estão agradando ou não. Quando excedemos os limites, podemos cansar o auditório, não atingir os objetivos definidos e forçar a reunião a terminar fora do horário.
21- Ensinar muitas canções num período de ministração
- Para que haja participação do público, procure ensinar durante a ministração, um ou dois cânticos. Procure repetí-los para que todos guardem bem a letra e melodia.
- Quando se ensina muitas músicas num período de louvor, o público não consegue assimilar as canções, causando uma dispersão.
22- Cantar sempre as mesmas músicas nas ministrações
- A Bíblia nos estimula a cantarmos um cântico novo (Sl 96:1). Porque cantar um cântico novo? Para cantar com o coração e não apenas com a mente. Cantar o mesmo cântico em todos os cultos pode se tornar cansativo e enfadonho, e as pessoas acabam cantando apenas com a mente.
- Cometemos um grande erro quando nunca reciclamos o nosso repertório. Reciclar, significa, “atualizar-se para obter melhores rendimentos”. Os ministros devem sempre estar atualizados, escutando boas músicas, consultando a internet, etc.
23- Cantar canções sem a direção do Espírito Santo
- É o Senhor que sabe qual é o cântico certo para a hora certa.
- Devemos tomar cuidado para não cantarmos cânticos que nos identificamos sem ouvirmos o Espírito Santo (I Co 14:8). Muitos só querem cantar cânticos que se identificam apenas atrapalhando assim, o fluir da reunião. Estejamos atentos e sensíveis a voz do Espírito Santo.
24- Não avaliar o conteúdo dos cânticos ministrados
- Muitos estão ensinando canções para a igreja que estão na “moda”, mas que não possuem um conteúdo bíblico correto. Devemos avaliar biblicamente o que estamos ensinando e cantando dentro de nossas igrejas.
- Cantemos cânticos teologicamente corretos
- Cantemos a Palavra de Deus! A Bíblia é o “hinário” de Deus. Quem canta a Palavra de Deus, amanhã não vai precisar pedir desculpas pelo que ensinou.
25- Imitar outros ministros
- Cada um de nós tem características diferentes. Deus nos fez assim! Deus quer nos usar do jeito que somos, com os dons, talentos e as características que Ele nos deu.
- Muitos caem no ridículo quando imitam trejeitos, frases, modo de cantar de outros ministros, etc.
- Cuidado com palavras da “moda”, tipo: “shekiná”, “nuvem de glória”, “trazer a arca”, “chuva”, “noiva”, “abraça-me”; ou então, expressões com duplo sentido, “quero deitar no seu colo”, “quero te beijar”, “quero ter um romance contigo”, “quando Deus penetrou em mim, eu fiquei feliz”, “Quero cavalgar contigo”, etc.
- Não quero ser radical e dizer que há problemas em utilizar estas expressões. Porém devemos refletir o que temos cantado em nossas igrejas. Muitos cantam e compõem canções enfatizando essas expressões, muitas vezes sem saber o significado e sem nenhum propósito, fazem isso apenas por ser uma expressão do “momento”, ou para dar uma idéia de “intimidade” com Deus, tornando-se infelizes nas colocações das palavras, até mesmo com um duplo sentido. Cuidado, intimidade sem reverência vira desrespeito!
- É verdade que Deus nos convida para sermos seus amigos, mas cabe a nós dar a glória devida ao Seu nome! Ele é nosso amigo, mas é nosso Deus! Não devemos tratar Deus como nosso “coleguinha de escola”. Cuidado para que, em nome da “intimidade”, você não perca o respeito e temor a Deus. (Exemplo: A visão de Isaías no cap. 6 – “Ai de mim...”)
26- Deixar o auditório em pé por muito tempo
- Não canse o povo! Ficar em pé 30 minutos é uma coisa, e outra coisa é ficar em pé 50 minutos. Esteja sensível ao ambiente.
- Um público jovem consegue permanecer em pé por mais tempo, mas um público mais velho acaba se cansando mais rápido. Não há nenhum problema em adorarmos a Deus sentado.
27- Deixar de participar de outros momentos do culto
- Muitos músicos são irresponsáveis e acabam comprometendo o andamento do culto. Participam apenas do momento dos cânticos, mas logo após saem do culto para fazerem outras coisas: conversar com amigos, comer, namorar, etc.
- Temos uma grande responsabilidade do culto que está em nossas mãos, por isso não podemos nos dar ao luxo de termos atitudes egoístas, infantis e irresponsáveis (I Co 3:1-2). Lembre-se: somos ministros de Deus!
28- Não ter um mínimo preparo para atuar na equipe de som
- É importante estudar e conhecer os equipamentos de som para poder utilizá-los da melhor maneira, evitando também danos nos equipamentos por causa do seu uso inadequado. Existem muitos “curiosos” atuando nesta área.
- Cuidado com o volume dos instrumentos para não saturar o ambiente e provocar incômodo aos ouvintes.
- Lembre-se que o volume das vozes deve ser maior em relação aos instrumentos para que as pessoas entendam o que está sendo falado ou cantado.
- Sua participação no culto é fundamental. Fique atento! Não fique “viajando”. Concentração total!
- Seja amável e educado quando as pessoas vierem te falar ou orientar algo relacionado ao som.
- Não atrapalhe a ministração. Quando surgir algum problema, seja discreto para poder solucioná-lo.
- Depois de mixado os volumes, não há mais necessidade de ficar mexendo na mesa de som. Portanto, não mexa, pois isso atrapalha o bom andamento da ministração.
- Cuide dos equipamentos e seja zeloso pelas coisas de Deus.
29- Não ter um mínimo preparo para atuar na equipe de dança
- Muitos são bem intencionados, mas não possuem o preparo suficiente para dançar.
- Expressão: é importante a expressão facial e corporal, e deve ser condizente com a música que está sendo ministrada.
- Roupas: é importante ser prudente e discreto para que não venha causar polêmica e escândalo dentro da igreja. Tomar cuidado para não tornar a dança algo sensual.
- Técnica e estilo: Todos devem conhecer os vários estilos (balé, street dance, etc), lembrando que cada estilo deve ser coerente ao tipo de música. O sincronismo entre o grupo é um fator muito importante.
30- Atuar no ministério por obrigação e sem alegria
- Quando realizamos a obra de Deus por obrigação não há alegria, mas se torna peso. Você gosta quando alguém vai fazer algo para você por obrigação? Será que Deus gosta quando vamos serví-lo por obrigação? Com certeza, isso não agrada a Deus.
- Se a obra do Senhor tem sido um fardo para nós ou estamos realizando o serviço por obrigação, então é melhor deixarmos o ministério.
- O nosso serviço deve ser com alegria – “Servi ao Senhor com alegria...” (Sl 100:2).
- Valorize o ministério! Valorize esse instrumento poderoso para a edificação da igreja e veículo de evangelização. Você foi escolhido por Deus, portanto, leve a sério o ministério!
Escrito por Ronaldo Bezerra - Publicado no Supergospel com autorização
O artigo acima foi escrito pelo Ronaldo Bezerra, quem quiser entrar em contato com ele, atente para os contatos abaixo.
“Filhos meus, não sejais negligentes, pois o Senhor vos escolheu para estardes diante dele para o servirdes, para serdes seus ministros e queimardes incenso” – II Cr 29:11
Ronaldo Bezerra - Contato ( Shows e Eventos ) - (011) 6190-1839 (das 10hs as 17:30hs) ou (011) 7452-6038 - Falar com Gabriel Baldin.
O tema da matéria é: "30 erros que o ministro de louvor NÃO pode cometer", e você confere na íntegra abaixo:
1- Não se preparar musicalmente e espiritualmente para a ministração
- Devemos nos apresentar como obreiros aprovados (II Tm 2:15).
A) Aspecto espiritual
- É necessário oração e leitura bíblica diariamente. A base de todo ministério é a oração e meditação. O que se pode esperar de alguém que não medita e não ora? A.W.Tozer disse: “Nunca ouça um homem que não ouve a Deus”.
- Um ministro que não ora e não medita, deixa de ser um homem de Deus para ser um profissional do púlpito.
- Se desejamos ter um ministério mais ungido precisamos entender que o endereço da unção está no altar.
B) Aspecto musical
- É preciso realizar ensaios para que haja entrosamento.
- Tenha uma lista definida dos cânticos; quando forem novos, providencie cifras.
- É necessário concentração total durante os ensaios, evitando distrações, brincadeiras e conversas paralelas.
- Estar atento às orientações, arranjos, rítmica, andamento, métricas, etc.
- Estude música. Muitas vezes a congregação “suporta” em amor a falta de técnica e afinação mínima dos que tocam e cantam.
2- Nunca preparar a ministração
- Devemos ter habilidade para improvisar, porém, isso não deve ser a regra.
- Quando o ministro não faz a “lição de casa” acaba ficando fácil perceber, não há seqüência coerente nos cânticos, há erros nos acordes e na seqüência da música cantada, não há expressão, há insegurança, etc.
- Os que ministram de improviso, demonstram não levar a sério o lugar que ocupam na obra de Deus (Jr 48:10). O Espírito Santo não tem compromisso com ociosos, preguiçosos e displicentes.
- Já avaliamos o preço que muitos pagam para estar no culto para participarem da adoração a Deus? Façamos o melhor para o Senhor!
3- Atrasar nos compromissos sem dar satisfação
- O músico maduro tem conhecimento das suas responsabilidades e procura cumpri-las à risca. Portanto, seja responsável e chegue aos horários marcados! Se houver problemas ou dificuldades, comunique-se com sua liderança.
- Quando não damos satisfação sobre nosso atraso estamos agindo com irresponsabilidade, e em outras palavras, estamos dizendo “isso não é importante pra mim!”.
4- Não aceitar as críticas
- Quem não aceita críticas, acaba caindo na mediocridade e se torna um ministro sempre nivelado por baixo. As críticas servem para não deixar que caiamos no conformismo e paremos de crescer.
- Devemos receber as críticas com um espírito humilde e disposto a aprender. Quem não é ensinável e não gosta ser contrariado, não pode atuar em nenhum ministério na igreja.
5- Começar a ministração sem introdução e falar sobre verdades sem nenhuma demonstração de amor
- Não seja “juiz” das pessoas.
- Mostre a graça de Deus e o amor.
- Não seja grosseiro e indelicado.
- Seja amável e educado. A introdução pode determinar o sucesso de toda a ministração. Esse primeiro contato é “chave” para uma ministração abençoada e abençoadora.
- Uma boa introdução cativa a atenção das pessoas, desarma as mentes e prepara o caminho para compreensão e recepção da ministração.
- Uma boa ministração precisa ter um começo, meio e fim.
- Não seja muito prolixo e cansativo na introdução. Deve ser o suficiente para abrir a porta das mentes a fim de que as pessoas recebam aquilo que Deus tem reservado para cada uma delas.
6- Utilizar o púlpito para desabafar
- Uma mente cansada não produz com qualidade e o estresse pode levar a pessoa a falar o certo, mas no lugar errado. Púlpito não é lugar para desabafos, é lugar para profecia!
- Tratemos a igreja do Senhor de forma respeitosa (I Pe 5:2-4).
7- Gritaria
- Não confunda “gritaria” com unção, autoridade e poder. Muitos por não terem o equilíbrio e sensibilidade, tornam-se ministros irritantes, exagerados e em alguns casos, quase insuportáveis.
- Quem fala deve respeitar a sensibilidade e boa vontade dos que ouvem (I Co 14:40).
- Não é gritando que se alcança o coração das pessoas, mas sim, com unção, habilidade na comunicação e criatividade.
- Há ministros que cantam e falam tão alto e agressivamente, que deixam a impressão de que estão irados com o público. Quem sabe usar de forma inteligente sua voz e os equipamentos de som disponíveis, com certeza alcançará grandes resultados.
8- Expor os músicos, dirigentes ou técnicos durante a ministração
- Por vezes, alguns cometem erros durante a ministração, logo os outros músicos percebem e começam a rir, ou surgem olhares de reprovação, expondo diante de todos, aquele que errou.
- Devemos ser discretos, e quando errarmos, encararmos com naturalidade, sem expor nossos companheiros, porque apesar de estar na frente da congregação, estamos diante do Senhor, ministrando à Ele, e Ele sabe como e quem somos.
- Muitos estão magoados e chateados por terem sido expostos na frente dos outros. Tenhamos uma atitude de amor e respeito uns para com os outros.
9- Tocar, cantar ou dançar com outros ministros sem ser convidado
- Se algum ministro de outra congregação for convidado para ministrar em sua igreja, não suba no púlpito para ministrar sem ter sido chamado e convidado. Isto é falta de educação. Não seja mal educado!
- Muitos, por falta de educação e sensibilidade acabam atrapalhando a ministração daqueles ministros que foram convidados no culto.
10- Usar muitas ilustrações e dinâmicas durante a ministração
- Muitos querem “pregar” durante o louvor. O exagero de histórias, testemunhos, dinâmicas e ilustrações durante os cânticos, comprometem a essência e o propósito da ministração. Ministre cantando! Flua!
- Cuidado com manipulações! Não devemos tratar o público como “macacos de auditório”. Não peça para o público repetir frases feitas o tempo todo, gestos o tempo todo, além de se tornar algo cansativo, o ministro pode cair no ridículo diante do público.
- Evite deixar “brancos” entre um cântico e outro; para isso é indispensável desenvolver um bom entrosamento com os músicos, combinar sinais, etc.
11- Contar histórias ou piadas fora de hora
- Algumas histórias ou piadas, nunca deveriam ser contadas no púlpito da igreja. Não vulgarize o púlpito. Muitos querendo ser descontraídos acabam se tornando desagradáveis, fazendo colocações em momentos inapropriados, e por vezes dizem coisas com duplo sentido.
- Púlpito é lugar de profecia e não palco para piadas. Fomos chamados para ser profetas e não humoristas.
12- Ministrar o tempo todo com os olhos fechados ou olhar só para uma direção
- É importante olhar para as pessoas. Os olhos têm um poder impressionante de captar e transmitir mensagens não verbais.
- É importante transmitir amor, alegria e paz através do nosso olhar. Através de um olhar podemos abençoar as pessoas. Os que fecham os olhos ao ministrar, nunca vão saber avaliar seus ouvintes, lendo suas expressões faciais.
- Para alcançar a atenção de todos, é necessário olhar em todas as direções. Olhar só para uma direção pode transparecer que as pessoas não são importantes, ou que não precisam participar daquele momento de ministração.
- Estamos diante de Deus, mas também estamos diante do público. Estamos ministrando a Deus, mas também sendo instrumentos para abençoar a congregação.
13- Exagerar nos improvisos
- A disciplina e a maturidade musical é algo que todo músico deve buscar. Precisamos entender que pausa também é música.
- Acompanhar um cântico antes de tudo, é uma prática de humildade e sensibilidade. Nas igrejas, geralmente, os instrumentistas e cantores querem mostrar sua técnica na hora errada. O correto é usar poucas notas, não saturar a harmonia, inserir frases nos espaços melódicos apenas, e o baterista conduzir. Economize informações musicais!
- Instrumental: Procure tocar o que o arranjo está pedindo, sem se exceder. Todo músico deve aprender a se “mixar” no grupo, aprender a ouvir os outros instrumentos, afinal, é um conjunto musical.
- Vocal: Procure cantar a melodia, fazendo abertura de vozes e improvisando apenas em momentos específicos, criando assim, expectativa. Muitas vezes a congregação não consegue aprender a melodia da música por causa do excesso de improvisos dos dirigentes e cantores.
- Avalie o que está tocando e entenda que o trabalho é em equipe, e não apresentação de seu cd solo.
- Procure gravar as ministrações, para que seja feita uma avaliação e as correções necessárias.
- Tocar e cantar de forma madura e eficiente requer disciplina, auto-análise e constante aprendizado.
14- Não ter expressão durante a ministração dos cânticos
- Não seja um “alienígena” em cima do púlpito. Participe de todos os momentos!
- A entonação da voz também é importante. Não combina, por exemplo, falar sobre alegria com uma entonação e um semblante triste e melancólico. Você pode contagiar o público através da sua expressão e entonação de voz.
15- Comunicação inadequada ao tipo de público
- Ser sensível ao tipo de público que estamos ministrando e utilizar uma linguagem adequada. A dinâmica de um culto congregacional é diferente, por exemplo, de uma reunião de jovens, ou crianças, evangelismo, etc. Não trate um público maduro, por exemplo, utilizando uma linguagem de criança e vice-versa.
- Cuidado com erros de português, vícios de palavras e gírias. Não precisa ser formal, seja natural, sempre observando o público que você está ministrando.
16- Vestimenta inadequada
- Sua vestimenta deve ser coerente ao tipo de ambiente e reunião que você estará ministrando.
- Cuidado com vestimenta inadequada, tipo roupa justa, cores chamativas, etc.
- Esteja atento a sua aparência – cabelos penteados, dentes escovados, maquiagem leve, usar desodorante, perfume, etc. Lembre-se que o púlpito é uma vitrine. Quem está ministrando passa a ser alvo de observação em todos os sentidos.
17- Cantar cânticos com o qual não está familiarizado
- Não conhece o cântico, não cante! Não sabe tocar o cântico, não toque!
- Para ganhar confiança do auditório, é preciso demonstrar convicção e certeza sobre o que está ministrando. Conhecer bem e ter domínio do cântico ministrado, é imprescindível para que o ministro atinja seu objetivo.
18- Cantar fora da tessitura vocal
- A escolha do tom de uma música depende do canto; este deve ser dentro da tessitura vocal e confortável para ela. Mesmo que o tom escolhido não seja o mais confortável para o instrumentista ele deve executá-lo. Na música onde há o canto, a ênfase é para a mensagem, portanto, não deve ser interferida por outros elementos.
- Muitas músicas que ministramos na igreja não fluem como poderiam, por causa da escolha errada da tonalidade. Por vezes, o tom é muito alto e as pessoas não conseguem cantar.
- O tom pode influenciar na sonoridade da música vocal com acompanhamento, bem como causar danos nas cordas vocais.
19- Elaborar um repertório inapropriado ao tipo de reunião
- Elabore um repertório adequado ao tipo de reunião. Por exemplo: reunião de jovens, evangelismo, santa ceia, etc; o repertório de um culto dominical é diferente de um lançamento de um cd por exemplo.
- Elabore uma seqüência lógica no repertório, ou seja, músicas de celebração, músicas de adoração, músicas de comunhão, etc. A ministração é como um “vôo de avião”, tem um destino.
20- Cantar muitas músicas num período curto de ministração
- Elabore um repertório adequado ao tempo de duração do louvor (conferir com o pastor).
- Dependendo do tempo dado a ministração, não será necessário uma lista extensa de músicas. Esteja atento à maneira como o louvor está transcorrendo e explore um determinado cântico quando perceber que está fluindo profeticamente.
- Muitos exageram no tempo da ministração dos cânticos e passam do horário estipulado, atrapalhando assim, o andamento da reunião. Muitos não se importam se estão agradando ou não. Quando excedemos os limites, podemos cansar o auditório, não atingir os objetivos definidos e forçar a reunião a terminar fora do horário.
21- Ensinar muitas canções num período de ministração
- Para que haja participação do público, procure ensinar durante a ministração, um ou dois cânticos. Procure repetí-los para que todos guardem bem a letra e melodia.
- Quando se ensina muitas músicas num período de louvor, o público não consegue assimilar as canções, causando uma dispersão.
22- Cantar sempre as mesmas músicas nas ministrações
- A Bíblia nos estimula a cantarmos um cântico novo (Sl 96:1). Porque cantar um cântico novo? Para cantar com o coração e não apenas com a mente. Cantar o mesmo cântico em todos os cultos pode se tornar cansativo e enfadonho, e as pessoas acabam cantando apenas com a mente.
- Cometemos um grande erro quando nunca reciclamos o nosso repertório. Reciclar, significa, “atualizar-se para obter melhores rendimentos”. Os ministros devem sempre estar atualizados, escutando boas músicas, consultando a internet, etc.
23- Cantar canções sem a direção do Espírito Santo
- É o Senhor que sabe qual é o cântico certo para a hora certa.
- Devemos tomar cuidado para não cantarmos cânticos que nos identificamos sem ouvirmos o Espírito Santo (I Co 14:8). Muitos só querem cantar cânticos que se identificam apenas atrapalhando assim, o fluir da reunião. Estejamos atentos e sensíveis a voz do Espírito Santo.
24- Não avaliar o conteúdo dos cânticos ministrados
- Muitos estão ensinando canções para a igreja que estão na “moda”, mas que não possuem um conteúdo bíblico correto. Devemos avaliar biblicamente o que estamos ensinando e cantando dentro de nossas igrejas.
- Cantemos cânticos teologicamente corretos
- Cantemos a Palavra de Deus! A Bíblia é o “hinário” de Deus. Quem canta a Palavra de Deus, amanhã não vai precisar pedir desculpas pelo que ensinou.
25- Imitar outros ministros
- Cada um de nós tem características diferentes. Deus nos fez assim! Deus quer nos usar do jeito que somos, com os dons, talentos e as características que Ele nos deu.
- Muitos caem no ridículo quando imitam trejeitos, frases, modo de cantar de outros ministros, etc.
- Cuidado com palavras da “moda”, tipo: “shekiná”, “nuvem de glória”, “trazer a arca”, “chuva”, “noiva”, “abraça-me”; ou então, expressões com duplo sentido, “quero deitar no seu colo”, “quero te beijar”, “quero ter um romance contigo”, “quando Deus penetrou em mim, eu fiquei feliz”, “Quero cavalgar contigo”, etc.
- Não quero ser radical e dizer que há problemas em utilizar estas expressões. Porém devemos refletir o que temos cantado em nossas igrejas. Muitos cantam e compõem canções enfatizando essas expressões, muitas vezes sem saber o significado e sem nenhum propósito, fazem isso apenas por ser uma expressão do “momento”, ou para dar uma idéia de “intimidade” com Deus, tornando-se infelizes nas colocações das palavras, até mesmo com um duplo sentido. Cuidado, intimidade sem reverência vira desrespeito!
- É verdade que Deus nos convida para sermos seus amigos, mas cabe a nós dar a glória devida ao Seu nome! Ele é nosso amigo, mas é nosso Deus! Não devemos tratar Deus como nosso “coleguinha de escola”. Cuidado para que, em nome da “intimidade”, você não perca o respeito e temor a Deus. (Exemplo: A visão de Isaías no cap. 6 – “Ai de mim...”)
26- Deixar o auditório em pé por muito tempo
- Não canse o povo! Ficar em pé 30 minutos é uma coisa, e outra coisa é ficar em pé 50 minutos. Esteja sensível ao ambiente.
- Um público jovem consegue permanecer em pé por mais tempo, mas um público mais velho acaba se cansando mais rápido. Não há nenhum problema em adorarmos a Deus sentado.
27- Deixar de participar de outros momentos do culto
- Muitos músicos são irresponsáveis e acabam comprometendo o andamento do culto. Participam apenas do momento dos cânticos, mas logo após saem do culto para fazerem outras coisas: conversar com amigos, comer, namorar, etc.
- Temos uma grande responsabilidade do culto que está em nossas mãos, por isso não podemos nos dar ao luxo de termos atitudes egoístas, infantis e irresponsáveis (I Co 3:1-2). Lembre-se: somos ministros de Deus!
28- Não ter um mínimo preparo para atuar na equipe de som
- É importante estudar e conhecer os equipamentos de som para poder utilizá-los da melhor maneira, evitando também danos nos equipamentos por causa do seu uso inadequado. Existem muitos “curiosos” atuando nesta área.
- Cuidado com o volume dos instrumentos para não saturar o ambiente e provocar incômodo aos ouvintes.
- Lembre-se que o volume das vozes deve ser maior em relação aos instrumentos para que as pessoas entendam o que está sendo falado ou cantado.
- Sua participação no culto é fundamental. Fique atento! Não fique “viajando”. Concentração total!
- Seja amável e educado quando as pessoas vierem te falar ou orientar algo relacionado ao som.
- Não atrapalhe a ministração. Quando surgir algum problema, seja discreto para poder solucioná-lo.
- Depois de mixado os volumes, não há mais necessidade de ficar mexendo na mesa de som. Portanto, não mexa, pois isso atrapalha o bom andamento da ministração.
- Cuide dos equipamentos e seja zeloso pelas coisas de Deus.
29- Não ter um mínimo preparo para atuar na equipe de dança
- Muitos são bem intencionados, mas não possuem o preparo suficiente para dançar.
- Expressão: é importante a expressão facial e corporal, e deve ser condizente com a música que está sendo ministrada.
- Roupas: é importante ser prudente e discreto para que não venha causar polêmica e escândalo dentro da igreja. Tomar cuidado para não tornar a dança algo sensual.
- Técnica e estilo: Todos devem conhecer os vários estilos (balé, street dance, etc), lembrando que cada estilo deve ser coerente ao tipo de música. O sincronismo entre o grupo é um fator muito importante.
30- Atuar no ministério por obrigação e sem alegria
- Quando realizamos a obra de Deus por obrigação não há alegria, mas se torna peso. Você gosta quando alguém vai fazer algo para você por obrigação? Será que Deus gosta quando vamos serví-lo por obrigação? Com certeza, isso não agrada a Deus.
- Se a obra do Senhor tem sido um fardo para nós ou estamos realizando o serviço por obrigação, então é melhor deixarmos o ministério.
- O nosso serviço deve ser com alegria – “Servi ao Senhor com alegria...” (Sl 100:2).
- Valorize o ministério! Valorize esse instrumento poderoso para a edificação da igreja e veículo de evangelização. Você foi escolhido por Deus, portanto, leve a sério o ministério!
Escrito por Ronaldo Bezerra - Publicado no Supergospel com autorização
O artigo acima foi escrito pelo Ronaldo Bezerra, quem quiser entrar em contato com ele, atente para os contatos abaixo.
“Filhos meus, não sejais negligentes, pois o Senhor vos escolheu para estardes diante dele para o servirdes, para serdes seus ministros e queimardes incenso” – II Cr 29:11
Ronaldo Bezerra - Contato ( Shows e Eventos ) - (011) 6190-1839 (das 10hs as 17:30hs) ou (011) 7452-6038 - Falar com Gabriel Baldin.
sábado, abril 28
A relação entre adoração e oração
A relação entre adoração e oração
por Peter Davids
Os principais termos usados para adoração podem significar uma dessas três coisas: (1) submissão a Deus (isto é, o ato de se prostrar diante dele); (2) reverência a Deus (algumas vezes traduzido como “temor”, indicando a reverência que leva à obediência); e (3) serviço prestado á Deus (muitos tipos de serviço são mencionados). Sendo assim, precisamos nos perguntar, “Como esses conceitos se relacionam com a oração?”
Primeiro, a oração expressa submissão a Deus. Quando eu oro, estou dizendo que sou dependente de Deus. Isto acontece de duas maneiras. A petição é uma expressão de dependência; nós vemos isso em muitos dos Salmos que são lamentos, onde o salmista clama a Deus. Ações de graça e louvor são outras expressões de dependência, pois elas reconhecem que bons momentos são um presente de Deus. Nos Salmos, encontramos muitas formas de louvor. No Novo Testamento, o livro do Apocalipse está cheio desses cânticos de louvor. (Precisamos nos lembrar que os Salmos e os cânticos do Apocalipse são orações.).
Segundo, oração expressa reverência a Deus. Nós nos dirigimos a Ele e lhe dizemos o quanto Ele é grandioso e temível. Nós lhe dizemos que estamos ao seu dispor. Todas estas expressões são de reverência. Este é um aspecto que algumas vezes tem sido negligenciado dentro da oração de adoração. Isso significa que nós temos a tendência de enfatizar a intimidade com Deus (freqüentemente lendo modernas definições de intimidade no Novo Testamento). Mas nos esquecemos que não houve ninguém tanto no Antigo quanto no Novo Testamento que se achegasse diretamente à presença de Deus e não se sentisse tão amedrontado a ponto de Jesus ou Deus ter de lhe dizer: “não temas”.
Terceiro, a oração é uma expressão do nosso desejo de servir a Deus. Por um lado, as nossas orações de adoração são uma parte do nosso culto. Na adoração litúrgica, nós vemos que essas orações estão presentes em toda a liturgia, e mesmo aqueles de nós que não adotam uma liturgia formal poderiam aprender alguma coisa ao estudar essas orações. Por outro lado, as nossas orações por ajuda e orientação e as nossas várias maneiras de servir o mundo são uma expressão de adoração. Em Atos 4, os apóstolos oravam por ousadia para proclamar a mensagem e os sinais e maravilhas. Este é um aspecto da adoração, pois eles estavam dizendo: “Tu nos enviaste para servi-lo no mundo. Nós temos encontrado oposição. Agora, Senhor, queremos mais! Nos capacite a realizar a obra para a qual nos chamou”.
Conclusão
O que nós temos demonstrado é que seja qual for o aspecto da adoração que estejamos falando, a oração é uma parte da sua expressão. Isto é verdadeiro, seja a adoração individual ou corporativa, falada ou cantada. Aliás, a oração cantada é uma das melhores maneiras de orarmos corporativamente, pois a música nos capacita a orarmos juntos (e também proporciona o tom emocional ideal para a oração).
Peter Davids é um respeitado estudioso e escritor no Movimento Vineyard. Ele tem treinado teologicamente líderes (e líderes de louvor) entre várias denominações, incluindo as igrejas Vineyard no Canadá e na Alemanha. Peter é autor e é co-autor de cinco livros e tem escrito inúmeros artigos.
Traduzido por Mauricio A. Boehme e revisado por Guther Faggion.
por Peter Davids
Os principais termos usados para adoração podem significar uma dessas três coisas: (1) submissão a Deus (isto é, o ato de se prostrar diante dele); (2) reverência a Deus (algumas vezes traduzido como “temor”, indicando a reverência que leva à obediência); e (3) serviço prestado á Deus (muitos tipos de serviço são mencionados). Sendo assim, precisamos nos perguntar, “Como esses conceitos se relacionam com a oração?”
Primeiro, a oração expressa submissão a Deus. Quando eu oro, estou dizendo que sou dependente de Deus. Isto acontece de duas maneiras. A petição é uma expressão de dependência; nós vemos isso em muitos dos Salmos que são lamentos, onde o salmista clama a Deus. Ações de graça e louvor são outras expressões de dependência, pois elas reconhecem que bons momentos são um presente de Deus. Nos Salmos, encontramos muitas formas de louvor. No Novo Testamento, o livro do Apocalipse está cheio desses cânticos de louvor. (Precisamos nos lembrar que os Salmos e os cânticos do Apocalipse são orações.).
Segundo, oração expressa reverência a Deus. Nós nos dirigimos a Ele e lhe dizemos o quanto Ele é grandioso e temível. Nós lhe dizemos que estamos ao seu dispor. Todas estas expressões são de reverência. Este é um aspecto que algumas vezes tem sido negligenciado dentro da oração de adoração. Isso significa que nós temos a tendência de enfatizar a intimidade com Deus (freqüentemente lendo modernas definições de intimidade no Novo Testamento). Mas nos esquecemos que não houve ninguém tanto no Antigo quanto no Novo Testamento que se achegasse diretamente à presença de Deus e não se sentisse tão amedrontado a ponto de Jesus ou Deus ter de lhe dizer: “não temas”.
Terceiro, a oração é uma expressão do nosso desejo de servir a Deus. Por um lado, as nossas orações de adoração são uma parte do nosso culto. Na adoração litúrgica, nós vemos que essas orações estão presentes em toda a liturgia, e mesmo aqueles de nós que não adotam uma liturgia formal poderiam aprender alguma coisa ao estudar essas orações. Por outro lado, as nossas orações por ajuda e orientação e as nossas várias maneiras de servir o mundo são uma expressão de adoração. Em Atos 4, os apóstolos oravam por ousadia para proclamar a mensagem e os sinais e maravilhas. Este é um aspecto da adoração, pois eles estavam dizendo: “Tu nos enviaste para servi-lo no mundo. Nós temos encontrado oposição. Agora, Senhor, queremos mais! Nos capacite a realizar a obra para a qual nos chamou”.
Conclusão
O que nós temos demonstrado é que seja qual for o aspecto da adoração que estejamos falando, a oração é uma parte da sua expressão. Isto é verdadeiro, seja a adoração individual ou corporativa, falada ou cantada. Aliás, a oração cantada é uma das melhores maneiras de orarmos corporativamente, pois a música nos capacita a orarmos juntos (e também proporciona o tom emocional ideal para a oração).
Peter Davids é um respeitado estudioso e escritor no Movimento Vineyard. Ele tem treinado teologicamente líderes (e líderes de louvor) entre várias denominações, incluindo as igrejas Vineyard no Canadá e na Alemanha. Peter é autor e é co-autor de cinco livros e tem escrito inúmeros artigos.
Traduzido por Mauricio A. Boehme e revisado por Guther Faggion.
MODELO DE ESTATUTO
Estatuto - Ministério de Louvor
Segunda IPI de Machado
Disposições:
1) Tem que ter um mínimo de condições de voz – cantar afinado ( a não ser instrumentista)
2) Tem que ser membro ativo da igreja em plena comunhão
3) Participar das reuniões oficiais da igreja: terça-feira, quinta-feira, sábado, Escola Dominical e culto da noite.
4) Aceitar as determinações do Conselho da Igreja ex: aumentar número de hinos durante o culto. Chegando 10 minutos pelo menos, antes das reuniões.
5) Dar relatório no final de ano, das atividades do grupo.
6) Tem que ser dizimista e manter comunhão com os irmãos da igreja.
7) Tem que se trajar de maneira decente nos cultos da igreja e nas casas, não esquecendo as Bíblias.
8) A punição às faltas e atrasos nos ensaios e reuniões da igreja deve ser para todos.
9) Zelar pela aparelhagem e instrumentos, para que sempre estejam em condições de uso – inclusive retroprojetor ( Lâmpada de reserva)
10) Cada novo participante deste ministério deve ter um mínimo de experiência na vida da igreja como membro, sabendo de seu compromisso e não ter nada que o desabone para isso.
11) Preocupar-se em estar envolvido com outras atividades da igreja: evangelização, visitação, mocidade, etc.
12) Procurar na medida do possível, participar de cursos, ler livros de ajuda no que diz respeito à música, adoração e liturgia da igreja.
13) O presidente será indicado pelo grupo com a aprovação do conselho e este ( presidente) nomeará seus auxiliares.
14) É bom que haja: um responsável para fazer as escalas, outro para o retro, outro pelos instrumentos, outro pela vida espiritual do grupo e outro para fazer as transparências.
15) Estar à frente dos cultos na igreja é sério. Olhe sua vida em família, sua vida espiritual, suas roupas etc.
16) Partes do culto: Invocação (início) , Louvor, Confissão de Pecados, Adoração, Intercessão, Ofertas, Mensagem, Dedicação.
Partes especiais:
Testemunhos, Teatro, Cantor de fora, Leitura Bíblica etc
O presente estatuto, aprovado pelo Conselho em março de 2004 entra em vigor imediatamente.
Segunda IPI de Machado
Disposições:
1) Tem que ter um mínimo de condições de voz – cantar afinado ( a não ser instrumentista)
2) Tem que ser membro ativo da igreja em plena comunhão
3) Participar das reuniões oficiais da igreja: terça-feira, quinta-feira, sábado, Escola Dominical e culto da noite.
4) Aceitar as determinações do Conselho da Igreja ex: aumentar número de hinos durante o culto. Chegando 10 minutos pelo menos, antes das reuniões.
5) Dar relatório no final de ano, das atividades do grupo.
6) Tem que ser dizimista e manter comunhão com os irmãos da igreja.
7) Tem que se trajar de maneira decente nos cultos da igreja e nas casas, não esquecendo as Bíblias.
8) A punição às faltas e atrasos nos ensaios e reuniões da igreja deve ser para todos.
9) Zelar pela aparelhagem e instrumentos, para que sempre estejam em condições de uso – inclusive retroprojetor ( Lâmpada de reserva)
10) Cada novo participante deste ministério deve ter um mínimo de experiência na vida da igreja como membro, sabendo de seu compromisso e não ter nada que o desabone para isso.
11) Preocupar-se em estar envolvido com outras atividades da igreja: evangelização, visitação, mocidade, etc.
12) Procurar na medida do possível, participar de cursos, ler livros de ajuda no que diz respeito à música, adoração e liturgia da igreja.
13) O presidente será indicado pelo grupo com a aprovação do conselho e este ( presidente) nomeará seus auxiliares.
14) É bom que haja: um responsável para fazer as escalas, outro para o retro, outro pelos instrumentos, outro pela vida espiritual do grupo e outro para fazer as transparências.
15) Estar à frente dos cultos na igreja é sério. Olhe sua vida em família, sua vida espiritual, suas roupas etc.
16) Partes do culto: Invocação (início) , Louvor, Confissão de Pecados, Adoração, Intercessão, Ofertas, Mensagem, Dedicação.
Partes especiais:
Testemunhos, Teatro, Cantor de fora, Leitura Bíblica etc
O presente estatuto, aprovado pelo Conselho em março de 2004 entra em vigor imediatamente.
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"NÃO TERÁS OUTROS DEUSES DIANTE DE MIM. Êxodo 20:2
Pois os costumes dos povos são vaidade. O ídolo é apenas um madeiro que se corta do bosque, obra das mãos do artífice que o trabalhou com o machado.
Enfeitam-no com prata e com ouro; com pregos e a marteladas o firmam, para que não se abale.
São como o espantalho num pepinal, e não falam; necessitam de serem carregados porque não podem dar passo. Não tenhais medo deles; porque não podem fazer o mal, nem está neles o fazer o bem.
Jeremias 10:3-5
Enfeitam-no com prata e com ouro; com pregos e a marteladas o firmam, para que não se abale.
São como o espantalho num pepinal, e não falam; necessitam de serem carregados porque não podem dar passo. Não tenhais medo deles; porque não podem fazer o mal, nem está neles o fazer o bem.
Jeremias 10:3-5
