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quinta-feira, julho 24

SEMANA DA EVOLUÇÃO TEOLOGIA DE DEUS

Já vi alguns articulistas se manterem calados diante desta sugestão:
Dê-nos 10 pessoas (pessoas totalmente degeneradas) que tiveram suas vidas transformadas pela "Teoria" da Evolução ; e daremos 10 homens, apenas, (poderiam ser milhares) poderosamente influenciados pela Teologia de Deus, ao ponto de deixarem de ser ébrios, viciados e violentos, que mudaram de vida e se realizaram como família.

 CREIO, QUE SERIA UMA ÓTIMA MANEIRA, DE
CELEBRAÇÃO DESTA DATA... hehehehehe

terça-feira, julho 22

UM ALERTA MAIS DO QUE PROVIDENCIAL

VOCÊ ENTENDE ISSO???????  ESTÁ PREOCUPADO COM ISSO?

Missões Horizonte - Horizontes América Latina
Estou preocupadíssimo com o extermínio do jovem, sexo masculino, brasileiro e não posso me calar diante das informações que pussuo e quero compartilhar com vocês para orarem.

1. Amigos intercessores britânicos e estudiosos da história compartilharam que após a primeira guerra mundial muitos homens jovens foram exterminados na guerra. Houve cidades que tiveram quase a totalidade de seus homens mortos, pois alguns batalhões eram de algumas cidades. Eles crêem que Satanás tentou sufocar tal avivamento.

2. Tenho entendido que o inimigo está tentando exterminar o homem jovem brasileiro e quero mostrar os estudos feitos.

2a. A AIDS não é mais divulgada no Brasil por causa do turismo sexual do carnaval e das paradas gays. Em 2012 houve 39.000 casos e 11.000 mortes e este número é de uma guerra. Entre os adolescentes tem aumentado assustadoramente, mais de cinco vezes em poucos anos, e pouco se fala.

3a. As drogas estão destruindo uma geração jovem de maioria masculina. O crack chegou em praticamente todos os municípios brasileiros, inclusive nas fazendas e até entre as tribos indígenas. Três milhões já experimentaram a cocaína.

4a. O álcool se tornou natural e dois terços dos acidentes de carro são frutos do consumo do etílico. 30% dos motoristas bebem antes de dirigir e muitos jovens para se embriagarem já estão injetando no anus e até na vagina.

5a. Os acidentes de carros ceifam cerca de 50.000 vidas e em sua maioria jovens do sexo masculino, sendo que um terço deles é resultado das motos e que cresceu cinco vezes em cinco anos e que aumentará ainda mais. O mais surpreendente é que não é computado os acidentados que morrem nos hospitais e que corresponde a um terço do total.

6a. A violência tem crescido exponencialmente e o Brasil se tornou um dos países mais violentos do mundo. A policia perdeu a credibilidade e é discriminada, alem de que quase ninguém quer ser um policial, pois se tornou uma profissão desvalorizada, pouco remunerada e desacreditada. Cerca de 45.000 mortes anuais e houve um crescimento entre os adolescentes com o aumento dos bandidos mirins.

7a. Um outro fator é que tem diminuído o numero de filhos por casal e o país está envelhecendo e as estatísticas mostram que o país será um dos mais longevos.

8a. O mais triste e demoníaco é que tem crescido o número de gays e patrocinado pela mídia. Alguns até perguntam o que isso tem a ver com a destruição do jovem brasileiro? Quero mostrar que casamento gay não procria e é contra a natureza, condenada pelo criador e registrada no livro sagrado.

9a. Finalizando há quatro milhões a mais de mulheres e há falta de homens, fora os que não querem aceitar a masculinidade, então o caso é grave. No mundo muçulmano o quadro é inverso, pois há uma carência de mulheres com o incentivo do alcorão que autoriza o homem a ter quatro esposas, mas se o homem tiver condições pode ter um número ilimitado e há casos de mais de 30. Com tal quadro os líderes muçulmanos autorizaram os rapazes solteiros a se casarem com cristãs e ou judias na expectativa de que elas se tornem muçulmanas e os filhos também. Em 2000 havia 300.000 mulheres francesas casadas com jovens muçulmanos. Os jovens muçulmanos, do sexo masculino, que conseguem sair de seus países em busca de esposas são os mais preparados e com melhores condições financeiras e que se tornam um "bom partido" para muitas jovens solteiras brasileiras evangélicas e que não tem conhecimento de um jugo desigual. Ensino este ultrapassado em nossos dias.

Senhor tenha misericórdia do Brasil e preserve o jovem brasileiro do sexo masculino e os chama para a obra missionaria, pois a estatística mostra que é o dobro de mulheres que está atuando entre os não alcançados.

sábado, julho 19

EU AMO A ÁFRICA!!!!

DEUS abençoe este continente.
Manda trabalhadores para a tua seara.
Faça prosperar cada país.  Desça as suas chuvas de bênçãos sobre estes povos.

EU ORO PELA ÁFRICA!!!!!
MARANATA!!! VEM SENHOR JESUS!!!


NINGUÉM canta como nossos irmãos africanos.

segunda-feira, julho 14

FAÇA, QUANDO TIVER VONTADE...

SÓ QUANDO TIVER VONTADE...

Quando tiver vontade, vá trabalhar...
Quando tiver vontade, corrija seu filho...
Quando tiver vontade, descanse
Quando tiver vontade, perdoe
Quando tiver vontade, atire a primeira pedra...
Quando tiver vontade, fale mal de alguém...
Quando tiver vontade, demonstre amor
Quando tiver vontade, arrume sua cozinha
Quando tiver vontade, leia a Palavra de Deus
Quando tiver vontade, faça o bem
Quando tiver vontade, vá descalço para uma festa
Quando tiver vontade, ore, clame ...
Quando tiver vontade, contribua para a obra de Deus,
Quando tiver vontade, dê vasão a sua raiva
Quando tiver com vontade, Tome banho...
Quando tiver vontade, dê graças
Quando tiver com vontade, escove os dentes
Quando tiver vontade, vingue a afronta,
Quando tiver vontade, vá a igreja...
Quando sentir vontade, peça perdão;
Quando tiver vontade, dê seu dízimo...
Quando tiver vontade, louve a Deus
Quando tiver vontade, saia de férias...
Quando tiver vontade, conte uma mentira.
Quando tiver vontade, corrija seus maus hábitos
Quando sua vida estiver fora de controle, sob o domínio do egoísmo, da  negligência, do mal e da desordem, não se esforce, mas quando der vontade, arrume essa bagunça e verifique o quão desgraçada é a vida, quando só fazemos as coisas, quando a nossa vontade permite.

Não servindo à vista, como para agradar aos homens, mas como servos de Cristo, fazendo de coração a vontade de Deus; Efésios 6:6
Para que, no tempo que vos resta na carne, não vivais mais segundo as concupiscências dos homens, mas segundo a vontade de Deus. 1 Pedro 4:2
Porque eu desci do céu, não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou. João 6:38
Muitos propósitos há no coração do homem, porém o conselho do Senhor permanecerá. Provérbios 19:21
A vara e a repreensão dão sabedoria, mas a criança entregue a si mesma, envergonha a sua mãe. Provérbios 29:15
Por isso não sejais insensatos, mas entendei qual seja a vontade do Senhor.Efésios 5:17
Deleito-me em fazer a tua vontade, ó Deus meu; sim, a tua lei está dentro do meu coração. Salmos 40:8
Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco. 1 Tessalonicenses 5:18
E o servo que soube a vontade do seu senhor, e não se aprontou, nem fez conforme a sua vontade, será castigado com muitos açoites; Lucas 12:47
Venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu; Mateus 6:10
Porque, qualquer que fizer a vontade de meu Pai que está nos céus, este é meu irmão, e irmã e mãe. Mateus 12:50
Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Mateus 7:21
Apascentai o rebanho de Deus, que está entre vós, tendo cuidado dele, não por força, mas voluntariamente; nem por torpe ganância, mas de ânimo pronto; 1 Pedro 5:2
Porque é bastante que no tempo passado da vida fizéssemos a vontade dos gentios, andando em dissoluções, concupiscências, borrachices, glutonarias, bebedices e abomináveis idolatrias; 1 Pedro 4:3

quarta-feira, julho 9

CHORO PELO MEU PAÍS.

Foi comovedor, a derrota do Brasil ontem.  Hoje em nossa reunião de oração das seis da manhã, chorei pelo meu Brasil.  Não pela perda de um jogo, mas pela situação da nossa amada pátria, pois eu tenho muito orgulho de ser brasileira.   O Brasil chorou ontem...    Uma perda apenas...  Temos outras pelas quais chorar, de muito mais peso e importância.   Quem governará este gigante nos próximos anos? - esta é a questão crucial.   Estamos num mato sem cachorro. Eu choro pelo meu país.   Tão acolhedor, tão alegre, tão disposto ao trabalho. Tão cheio de pessoas amadas.   Eu clamo a Deus por um grande avivamento;  Eu choro pelos adolescentes sem muito referencial ético.  Choro pelos idosos , homens e mulheres que precisando de um atendimento médico decente, enfrentam o caos na saúde.   Deus tenha misericórdia desta nação..

sexta-feira, julho 4

AJUDANDO A IGREJA LOCAL A FAZER MISSOES

COMO IMPLANTAR E ORGANIZAR UM CONSELHO DE MISSÕES NA IGREJA LOCAL
O Conselho de Missões da igreja existe com o propósito de equipar os crentes na igreja local para a realização das atividades missionárias. Na prática, sua tarefa consiste em:



Mobilizar – por meio do relacionamento o maior número possível de parceiros para apoiar em sua tarefa;
Instruir – os santos com estudos, reflexões, congressos, conferências que visam mantê-los sempre atualizados quanto a realidade do campo missionário e incentiva-los a de alguma forma minimiza-las;
Promover – os meios necessários para a realização das atividades missionárias da igreja e fora dela na qual a mesma está responsabilizada.
Interagir – no processo de despertamento, sondagem, seleção, envio e sustento dos candidatos ao ministério e, para isto, empenhar-se na busca constante por recursos a fim de levar adiante os propósitos de Deus.
Formação

É importante ressaltar que o número de pessoas que irão compor o conselho missionário é flexivo e determinado pela realidade de cada igreja. Abaixo apresento apenas um modelo como sugestão.

Líder espiritual

Pode ser o Pastor ou qualquer outra pessoa por ele nomeada que possa exercer o acompanhamento da equipe ao nível de espiritualidade.

Coordenador Geral

Será a pessoa responsável pelo conselho. Sua função é a de um facilitador. Trabalhará diretamente com este ministério e deve ser alguém que revele maturidade e capacidade no âmbito missionário.

Tesoureiro

Responsável pelas finanças do conselho

Secretário

Responsável por toda parte burocrática e administrativa do conselho. Agendamento, convites, ofícios, contatos etc.,

Mobilizador missionário

Responsável pelos projetos, eventos, viagens, e pela conquista de parceiros ao conselho de missões.

Pode ainda ter:

Coordenador de evangelismo

Responsável por toda atividade evangelística da igreja e fora dela

Coordenador de Ação social

Apoio ao conselho de missões

Coordenador de teatro

Apoio ao conselho de missões

A importância do preparo:

O pastor juntamente com seu conselho local é responsável pela escolha das pessoas que irão compor o conselho de missões da igreja e a ele, competirá promover o preparo adequado para que cada pessoa exerça com excelência sua função.

Sugestões de preparo:

Leitura de livros, revistas, artigos missionários;
Participar de congressos e conferências missionárias;
Filmes e fitas com pregações e estudos acerca de missões;
Inclusão num curso de curta duração e/ou no seminário;
A importância do local

O conselho de missões precisa ter um local apropriado onde funcionará sua atividade na igreja. Nesta sala deverá conter:

Computador ou máquina de datilografar
Mapas e bandeiras que caracterizem as cidades e/ou nações
Mural bem organizado e atualizado semanalmente contendo informações missionárias e todos os assuntos que envolvam a igreja nas atividades missionárias;
Telefone e, se possível um Kit de aconselhamento [ uma espécie de extensão ao trabalho realizado pelo Tele - vida ]
Armário para guardar todo patrimônio que será adquirido com campanhas e doações.
Envolvendo a igreja em missões

É importante ressaltar que cada pastor será livre na forma de utilização do conselho missionário em sua igreja. Não existe um modelo para ser aplicado em todos os lugares. Quanto mais abertura o conselho tem e aproveita, maior será os resultados na vida da igreja. Alguns aspectos porém, são de suma relevância:

É preciso que se defina junto ao conselho o espaço de atuação que eles terão no mês,
Há necessidade de planejamento que poderá ser: mensal, trimestral ou semestral;
A equipe precisará reunir-se no mínimo uma vez para planejar e outra para entrosamento, comunhão, busca e aprimoramento dos alvos.
A relação do pastor com o coordenador da equipe deverá ser bem próxima e toda supervisão precisará ser por ele acompanhado;
A equipe precisará do apoio pastoral e da liberdade para trabalhar portanto, deve-se evitar a insegurança ou a pressão sobre o grupo;
Os membros da equipe devem ser permanentes porém modificados sempre que houver necessidade;
Ao pastor competirá definir junto com a equipe como será empregado o recurso alcançado pelos carnês, ofertas, mantenedores,etc.
O planejamento deve levar em conta a realidade da igreja seu contexto e suas possibilidades. Deve ainda ter alvos para o momento e para longo prazo.
Planejando um culto de missões:

Quanto ao local - se possível disponibilizar bandeiras e/ou cartazes que chame a atenção para um determinado povo ou etnia.

Quanto a abertura - leitura bíblica responsiva de uma passagem que focalize a grande comissão.

Quanto ao momento de louvor - o momento congregacional bem breve. Deve ter no máximo duas oportunidades que pode ser para um solo e outra para qualquer ministério da igreja. O hino deve conter um conteúdo reflexivo a missões.

Quanto ao momento missionário - pode-se utilizar para ler algum relato de missionário que está no campo e com quem a igreja vem interagindo ou um artigo recente bem contextualizado. Deve ser breve e após leitura conduzir um momento de intercessão pela situação abordada. Isto se dará com um instrumental em teclado ou fundo musical eletrônico bem baixo.

Quanto a mensagem - deve ser trazida focalizando primeiramente as conquistas já alcançadas e os benefícios com elas. Deve prosseguir desafiando a alcançar o que ainda não foi feito e estimular o ânimo focalizando a nobreza desta tarefa perante Deus. Deve-se evitar piadas, comparações inadequadas, cobranças elevadas, desabafos,etc. O púlpito deve ser usado para exposição fiel da Palavra de Deus. O E.S se encarregará de cumprir seu papel convencendo, despertando, chamando, admoestando para a tarefa missionária. De preferência ter sempre pregando alguém com certa experiência na área e bem instruída na área de missões e que já tem feito sua parte.

O encerramento - pode ser utilizado esse momento para sortear alguns brindes incentivando os cooperadores dos carnês e ofertas avulsas. Distribuir alguma lembrancinha e o boletim missionário com relatórios, informações e alvos para oração. Após a bênção apostólica pode ser colocado um instrumental ou a equipe de louvor findará com um hino missionário.

Pode-se utilizar uma cantina para angariar verbas para missões e ter um representante cadastrando os novos associados aos carnês.

Formas de angariar recursos para missões na igreja local:

Carnês missionários;

Cantinas para missões;

Brechó missionário, bazar;

Alugueis de livros, DVDS, bandeiras e outros artigos para trabalho missionário;

Confecção de cofrinhos personalizados – infantil, senhoras, senhores, jovens e adolescente; louvor;

Confeccionando chaveiro, lápis, canetas, cadernos personalizados e disponibilizar à venda em ocasiões estratégicas como período pré-escolar, festas anuais específicas. O calendário por exemplo pode ser confeccionado com povos chaves e sob encomenda para as igrejas,etc.

Abrindo uma página na internet e manter bem alimentada com fotos, sugestões relatório de viagens missionárias feitas com as fotos e pedidos de oração,etc. Esta página deve conter nº de conta bancária e boleto bancário para a pessoa imprimir e começar a contribuir.

Cartão fidelidade - um modelo padronizado de cartão com imagem missionária na frente e no fundo 12 espaços em branco para ser colocado o valor da oferta avulsa mensal ou bimestral,etc.

quinta-feira, junho 26

TEATRO PARA MISSÕES

DESPERTA
Personagem principal está  buscando pessoas que queiram se envolver com missões;
Na caracterização dos personagens estão as formas  mais comuns de fugir do chamado missionário.
É uma esquete, comédia, simples e desafiadora.

Personagens:
1-Surdo; 2-Cego; 3-Mudo; 4-Acomodado( BRAÇOS cruzados); 5-Principal
1º Ato
Entra o personagem 1 com os ouvidos tapados, o personagem 2 com os olhos vendados, o personagem 3 com a boca tampada.
Ficam os três estáticos no palco.
Na plateia está o personagem 4 sentado na cadeira, assistindo tudo.
2º Ato
Entra então o personagem 5 falando bem alto, demonstrando e falando sobre a urgência de Missões no mundo. Então ele se vira para o personagem 1 e pergunta sobre Missões, mas ele não escuta e nem quer escutar (fala para todos entenderem)
PERSONAGEM 1: Eu não quero ouvir nada sobre Missões(vira-se de costas).
Aflito o personagem 5 vira para o personagem 2 e pergunta:
PERSONAGEM 5: Você não está vendo que a seara está branca?
O personagem 2 demonstrando desinteresse fala bem alto
PERSONAGEM 2: Não vejo nada, e não quero ver nada!
(então o personagem 5 indignado fala para ele)
PERSONAGEM 5: Já que você não quer ver nada, pelo menos contribua para que alguém vá em seu lugar fazer Missões.
PERSONAGEM 2: Eu? Quem me garante que o meu dinheiro vai mesmo para Missões?
PERSONAGEM 5: Olhe com os olhos da fé! (Grita o personagem 5, enquanto ele grita, o personagem 2 se vira de costas)
Não desistindo, o personagem 5, chama a atenção do personagem 3 e PERSONAGEM 5: Porque ele não fala do amor de Deus às pessoas?(O personagem 3 com a boca tampada, resmunga e faz gestos mostrando desinteresse. O personagem 5 tenta mais uma vez.)
PERSONAGEM 5: Você precisa falar, tem muita gente morrendo sem esperanças, sem Jesus.
(O personagem 3 vira de costas)
Então o personagem 5 vira-se para a plateia e fala com o personagem 4:
PERSONAGEM 5: E você?
O personagem 4 finge que não é com ele, e tenta jogar o chamado para outra pessoa.
O personagem 5, insistindo fala:
PERSONAGEM 5: É você mesmo, saia desse banco e vá fazer Missões!
PERSONAGEM 4: Eu não, aqui tá bom, tá quentinho, confortável, estou muito bem acomodado(fala enquanto se agarra ao banco.)
PERSONAGEM 5: Mas Deus não quer pessoas acomodadas
PERSONAGEM 4: Eu tenho medo, não quero!(fala e abaixa a cabeça.)
3º Ato
Diante disso o personagem 5 fala para a plateia que precisamos fazer Missões, abrir os olhos, ouvir o clamor, destampar as nossas bocas, nos mover da acomodação que temos vivido, precisamos despertar o dom que Deus confiou a nós.
Desperta os Dons (CD Missões Nacionais)
By Missão Dante

Revista Caderno Especial-Jubam/Batistas

O TEXTO É LONGO, MAS VALE A PENA LER...

AVIVAMENTO NOS DIAS DE JONATHAN EDWARDS:
RELEVÂNCIA ATUAL
Alderi Souza de Matos 
Introdução.
·         Jonathan Edwards, um pastor congregacional que viveu no século XVIII, é hoje considerado pelos historiadores um dos maiores teólogos e pensadores da história dos Estados Unidos. Ele foi não somente um dos instrumentos do primeiro grande reavivamento ocorrido naquele país, mas o maior estudioso e intérprete desse fenômeno.
·         Através de vários livros que escreveu, ele analisou os eventos cuidadosamente, em seus diferentes aspectos. Em essência, Edwards apoiou alegremente o reavivamento, vendo nele a manifestação genuína do Espírito de Deus, mas também foi um crítico severo dos desvios, exageros e impropriedades que por vezes ocorreram. Uma de suas principais preocupações foi mostrar em seus escritos quais os critérios pelos quais se pode reconhecer a autenticidade de uma experiência religiosa dessa natureza.
1.       Contexto Religioso
·         Quando Jonathan Edwards iniciou o seu ministério, a sua região, a Nova Inglaterra, já havia sido colonizada pelos ingleses há cem anos. Os colonizadores foram os famosos puritanos, calvinistas que lutaram por uma igreja mais pura no seu país de origem e que eventualmente foram para o Novo Mundo a fim de viverem sem impedimentos de acordo com as suas convicções.
·         Ao chegarem a Massachusetts, primeiro a Plymouth in 1620 e depois a Salem e Boston em 1629-30, eles procuraram edificar uma comunidade verdadeiramente cristã e uma igreja composta de pessoas convertidas e consagradas a Deus. Apesar de alguns problemas, e de certa intolerância para com outras pessoas e grupos que pensavam de maneira diferente, eles conseguiram realizar esse ideal por algum tempo.
·         Eventualmente, depois de um período inicial de sofrimentos e provações amargas, os colonos prosperaram materialmente na nova terra cheia de tantas oportunidades. No final do século XVII, a vida na Nova Inglaterra era em grande parte pacífica e confortável. A maioria das pessoas pertenciam à classe média e quase não havia pobreza. O nível educacional também era relativamente alto.
·         Todo esse progresso havia sido alcançado por causa dos valores religiosos e éticos dos puritanos, como o seu amor ao trabalho, sua disciplina de vida, sua rejeição de vícios e a preocupação em serem bons mordomos das bênçãos de Deus.
·         Porém, juntamente com a prosperidade material, ocorreu um declínio no fervor religioso entre as novas gerações. O cristianismo de muitos tornou-se meramente nominal; o mundanismo e a apatia espiritual tornaram-se generalizados. Além disso, novas ideologias vindas da Europa, o racionalismo e o iluminismo, com sua ênfase na razão e na capacidade humana, também estavam influenciando muitas pessoas.
·         Nesse ambiente desanimador, pastores e membros das igrejas oravam por um reavivamento das energias espirituais do povo de Deus. E isto ocorreu através do Grande Despertamento (1720s-40s), o primeiro evento da história norte-americana a atingir pessoas das diferentes colônias com um interesse religioso comum.
1.       Jonathan Edwards
·         Jonathan Edwards nasceu em 1703, sendo filho de um consagrado ministro congregacional. Precoce e piedoso desde a sua meninice, aos 12 anos ele escreveu a uma de suas irmãs: "Pela maravilhosa misericórdia e bondade de Deus, tem ocorrido neste lugar uma extraordinária atuação e derramamento do Espírito de Deus... tenho razões para pensar que isso diminuiu em certa medida, mas espero que não muito. Cerca de treze pessoas uniram-se à igreja num estado de plena comunhão." Depois de dar os nomes dos convertidos, ele acrescentou: "Acho que muitas vezes mais de trinta pessoas se reunem às segundas-feiras para falar com o Pai acerca da condição das suas almas."
·         Edwards obteve o seu grau de bacharel no Colégio de Yale em 1720, onde continuou seus estudos teológicos e trabalhou como professor assistente por algum tempo. Após um breve pastorado numa igreja presbiteriana de Nova York, em 1726, aos 23 anos de idade, ele foi auxiliar o seu avô, Salomão Stoddard, o famoso pastor da igreja de Northampton, Massachusetts.
·         No ano seguinte, Jonathan casou-se com Sarah Pierrepont, então com 17 anos de idade, filha de um pastor bem conhecido e bisneta do primeiro prefeito de Nova York. Os historiadores destacam a harmonia, amor e companheirismo que sempre caracterizou a vida do casal. Eles gostavam de andar a cavalo ao cair da tarde para poderem conversar e antes de se deitarem sempre tinham juntos os seus momentos devocionais.
·         Jonathan e Sarah tiveram 11 filhos, todos os quais chegaram à idade adulta, fato raro naqueles dias. Em 1900, um repórter identificou 1400 descendentes do casal Edwards. Entre eles houve 15 dirigentes de escolas superiores, 65 professores, 100 advogados, 66 médicos, 80 ocupantes de cargos públicos, inclusive 3 senadores e 3 governadores de estados, além de banqueiros, empresários e missionários.
·         Em 1729, com a morte do seu avô, Jonathan tornou-se o pastor titular da igreja de Northampton, na qual, através de sua poderosa pregação, ocorreu um grande avivamento cinco anos mais tarde (1734-35). O Grande Despertamento tivera os seus primórdios alguns anos anos entre os presbiterianos e reformados holandeses na Pensilvânia e Nova Jérsei, cresceu com as pregações de Edwards e atingiu o seu apogeu no ano de 1740, com o trabalho itinerante do grande avivalista inglês George Whitefield(1714-1770). [Sobre o avivamento entre os presbiterianos, ver o recente artigo do Rev. Frans L. Schalkwijk, "Aprendendo da História dos Avivamentos," em Fides Reformata II-2.]
·         Em 1750, após 23 anos de pastorado, Jonathan Edwards foi despedido pela sua igreja, a razão principal sendo a sua insistência em que somente pessoas convertidas deviam participar da Ceia do Senhor, em contraste com a prática anterior do seu avô. No seu sermão de despedida, depois de advertir a igreja sobre as contendas que nela havia e os perigos que isto representava, ele concluiu: "Portanto, eu quero exortá-los sinceramente, para o seu próprio bem futuro, que tomem cuidado daqui em diante com o espírito contencioso. Se querem ver dias felizes, busquem a paz e empenhem-se por alcancá-la (1 Pe 3:10-11). Que a recente contenda sobre os termos da comunhão cristã, por ter sido a maior, seja também a última. Agora que lhes prego o meu sermão de despedida, eu gostaria de dizer-lhes, como o apóstolo disse aos coríntios, em 2 Co 13:11: "Quanto ao mais, irmãos, adeus! Aperfeiçoai-vos, consolai-vos, sede do mesmo parecer, vivei em paz; e o Deus de amor e de paz estará convosco."
·         No ano seguinte, Edwards foi para Stockbridge, uma região remota da colônia de Massachusetts, onde trabalhou como pastor e missionário entre os índios. Em 1757, a sua excelência como educador e sua fama como teólogo e filósofo fez com que ele fosse convidado para ser o presidente do Colégio de Nova Jérsei, a futura Universidade de Princeton. Um mês após a sua posse, Edwards faleceu devido a complicações resultantes de uma vacina contra varíola.
·         Jonathan Edwards e o Avivamento
A maior contribuição de Jonathan Edwards para a igreja evangélica está nos importantes livros que escreveu como teólogo e intérprete do avivamento. Curiosamente, sua obra mais conhecida é pouco representativa do seu pensamento como um todo. Trata-se do célebre sermão "Pecadores nas mãos de um Deus irado," que ele pregou na cidade de Enfield em 1741. A ênfase maior dos seus escritos e sermões não está na ira de Deus, e sim na sua majestade, glória e graça. Além de muitas conversões e santificação de vidas, o Grande Despertamento também aprofundou uma divisão entre os líderes que eram favoráveis ao avivamento e aqueles que não eram. O problema ficou mais sério quando, após a obra de pregadores sérios e equilibrados com Edwards e Whitefield, surgiram imitadores sensacionalistas que manipulavam emocionalmente as pessoas. O Dr. Lloyd-Jonesdiz que Edwards lutou em duas frentes: contra os adversários do avivamento e contra os extremistas; contra o perigo de extinguir o Espírito e contra o perigo de deixar-se levar pela carne e ser iludido por Satanás.
·         Nesse contexto, Edwards propos-se a defender o avivamento como obra do Espírito de Deus, ao mesmo tempo que combateu os excessos e desvios que muitas vezes ocorriam. Foi nesse sentido que ele escreveu vários livros de grande valor, o primeiro deles sendo a Narrativa Fiel da Surpreendente Obra de Deus (1736-37), em que descreveu o recente despertamento em sua cidade e regiões vizinhas. Alguns anos depois, ele escreveu Alguns Pensamentos sobre o Atual Reavivamento da Religião na Nova Inglaterra (1742), analizando o movimento mais amplo. Esta obra baseia-se parcialmente em algumas profundas experiências espirituais da sua esposa Sarah.
·         Em 1746, Edwards publicou a sua obra mais amadurecida sobre o assunto, o seu Tratado sobre as Afeições Religiosas (resultou de uma série de sermões sobre 1 Pedro 1:8), no qual argumentou que o cristianismo verdadeiro não se evidencia pela quantidade ou intensidade das emoções religiosas, mas por um coração transformado que ama a Deus e busca o seu prazer. Ele faz uma análise rigorosa das diferenças entre a religiosidade carnal, que produz muita comoção, e verdadeira espiritualidade, que toca o coração com a visão da excelência de Deus e o liberta do egocentrismo.
·         Como bom calvinista que era, Edwards também escreveu algumas obras em defesa das convicções reformadas acerca da incapacidade moral e espiritual dos seres humanos e sua profunda necessidade da graça transformadora de Deus: A Liberdade da Vontade (1754) e O Pecado Original (1758).
·         A Genuína Experiência Religiosa
·         Nos seus escritos, Jonathan Edwards avaliou a experiência religiosa à luz das Escrituras e das suas convicções reformadas. O ponto de partida da sua pregação e da sua teologia foi o Deus soberano, em sua majestade, graça e glória. Esse Deus criou o universo e o ser humano para manifestar a sua grandeza e o seu amor. A majestade e a graça de Deus também se revelam de modo supremo no envio de Cristo para redimir os pecadores.
·         Nenhum avivamento ou experiência religiosa é genuína se não realçar esse Deus sublime em sua soberania, graça e amor. O critério principal é este: se quem está no centro das atenções é Deus ou o ser humano. Para que Deus esteja no centro é necessário, em primeiro lugar, que haja nos corações um profundo senso de incapacidade, de dependência de Deus, e de convicção da nossa pecaminosidade. Além disso, é preciso que haja a consciência de que toda genuína experiência religiosa é fruto da atuação do Espírito de Deus, que transforma e santifica os pecadores, capacitando-os a amar e honrar a Deus em suas vidas.
·         Portanto, todas as teorias de salvação que dão ênfase às obras humanas ou à capacidade humana só desmerecem a grandeza do amor de Deus revelado a nós em Cristo Jesus e tornado real em nossos corações somente pela iluminação do Espírito Santo.
·         Edwards crê na necessidade de transformação do ser humano. A moralidade externa não é suficiente, daí a importância da conversão. Por outro lado, para aqueles que já são crentes, uma fé simplesmente racional ou intelectual não basta. É preciso que a pessoa se aproxime de Deus não só com o entendimento, mas com os sentimentos. Cabeça e coração (luz e calor) devem funcionar juntos na vida conduzida pelo Espírito. O próprio Edwards era um exemplo disso. [Ver D.M. Lloyd-Jones, Jonathan Edwards e a Crucial Importância de Avivamento, PES, 12-18.]
·         Em todas as suas obras Edwards insistiu na importância dos afetos profundos na vida espiritual. Por "afetos" ou "afeições" ele se referia às disposições do coração que nos inclinam para certas coisas e nos afastam de outras. Todas as nossas ações derivam dos nossos desejos: ou nos comprazemos no Deus vivo e buscamos servi-lo e honrá-lo, ou somos cativos de desejos voltados para alvos menores.
·         Edwards advertiu contra dois grandes erros no avivamento. Primeiro, o mero emocionalismo: os avivalistas podem simplesmente excitar as emoções das pessoas e produzir falsas conversões. Emoções intensas não são uma evidência clara acerca de uma experiência religiosa. No seu grande tratado sobre as Afeições Religiosas, Edwards delineou cuidadosamente testes bíblicos quanto a uma experiência religiosa genuína; eles incluíam uma ênfase na obra graciosa de Deus, doutrinas consistentes com a revelação bíblica, e uma vida marcada pelos frutos do Espírito.
·         segundo erro é dar ênfase não a Deus, mas às respostas humanas a Ele, algo muito comum hoje com toda a celebração do eu, as experiências pessoais, os testemunhos auto-congratulatórios. Edwards insistiu em que a essência da verdadeira espiritualidade é ser dominado pela visão da beleza de Deus, ser atraído para a glória das suas perfeições, sentir o seu amor irresistível.
·         Portanto, na verdadeira experiência cristã, o conhecimento de Deus é algo sensível, experimental. A verdadeira experiência cristã consiste não somente em conhecer e afirmar doutrinas cristãs verdadeiras, por importantes que sejam, mas é um conhecimento afetivo, ou a consciência das verdades que a doutrina descreve. Difere do conhecimento especulativo, assim como o sabor do mel difere do mero entendimento de que o mel é doce. O cristão, diz Edwards, "não apenas crê racionalmente que Deus é glorioso, mas têm em seu coração o senso da majestade de Deus."
·         Se nossos corações são transformados pelo amor de Deus, assim devem ser transformadas as nossas ações. Se somos mudados ao contemplarmos a beleza do amor de Deus, então amaremos de maneira especial todo ato de virtude que reflete o caráter amoroso de Deus.
·         Conclusão
Jonathan Edwards acreditava na importância e necessidade do avivamento. Ele viu o Grande Despertamento como uma obra do Espírito de Deus, revitalizando e capacitando a igreja para a sua missão no mundo. Ao mesmo tempo, ele estava consciente de desvios, excessos e até mesmo atuações satânicas que produziam excentricidades, descontrole emocional, ostentação e escândalos.
·         Porém, ele entendia que tais problemas não invalidavam os aspectos positivos do avivamento e, mais ainda, que alguns dos "fenômenos" ou "manifestações," ainda que inusitados, eram admissíveis diante das experiências profundas da graça de Deus que muitas pessoas estavam tendo, inclusive a sua esposa. Tais coisas, em si mesmas, nada provavam.
·         Os critérios que realmente indicavam se as conversões e o despertamento eram genuínos ou não eram os frutos visíveis: convicção de pecado, seriedade nas coisas espirituais, preocupação suprema com a glória de Deus, apego profundo às Escrituras, mudanças no comportamento ético, relacionamentos pessoais transformados e influência transformadora na comunidade.

·         Só esse tipo de avivamento será uma bênção para as nossas vidas, nossas igrejas e nosso país.

sexta-feira, junho 6

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Estamos vivendo uma fase do Cristianismo em que qualquer palavra de exortação é tomada como crítica, e crítica, como dizem alguns, não é um ato de amor. Sim, façamos muitas coisas indignas do Evangelho e não usemos de nenhuma palavra de alerta.      O mundo precisa do nosso consolo e não das nossas advertências...

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"NÃO TERÁS OUTROS DEUSES DIANTE DE MIM. Êxodo 20:2

Pois os costumes dos povos são vaidade. O ídolo é apenas um madeiro que se corta do bosque, obra das mãos do artífice que o trabalhou com o machado.
Enfeitam-no com prata e com ouro; com pregos e a marteladas o firmam, para que não se abale.
São como o espantalho num pepinal, e não falam; necessitam de serem carregados porque não podem dar passo. Não tenhais medo deles; porque não podem fazer o mal, nem está neles o fazer o bem.
Jeremias 10:3-5

Devemos adorar só a Deus!!!