Uma larva, caminhando para entrar dentro do casulo- que tremenda experiência. E como é difícil esta metamorfose. Humilhante por sinal, já que todos nós temos um censo de preservação do nosso orgulho. Este trajeto onde vamos rastejando é meio nojento. Passamos pela terra, encostamos em animais mortos, adubos em decomposição, para quem sabe subirmos numa árvore, nos pregarmos num toco morto e passarmos por esta transformação penosa e necessária até chegarmos a este inseto não tão maravilhoso assim(sou apaixonada por joanihhas), mas que metamorfose - a RESSURREIÇÃO, a liberdade, a couraça do pecado sendo deixada para trás. O reino de Deus - o vôo da libertação. Que experiência incontestável. A liberdade da glória de Deus. Que anelo. Que desejo intenso existe no coração dos verdadeiros crentes em Jesus. De tomarem as asas da alva e voarem o mais alto possível. Longe das acusações do inimigo. Longe deste mundo tenebroso. Não mais sujeitos ao pecado que nos entristeçe e amordaça. Oh Glória!!!!!!!
Aqueles limitados a somente esta vida são os mais miseráveis de todos os homens. Nós temos a esperança da ressurreição injetada nas nossas futuras asas. Somos selados pelo Espírito. Comprados pelo precioso sangue de Jesus na cruz do calvário. Aquele que nos possibilita o vôo da liberdade, da conquista, da alegria completa. Aquele que nos perdoa e nos possibilita viver ao lado do grande Rei de toda a terra. Aquele que nos amou primeiro. Aquele que tornou-se servo para que pudéssemos desfrutar de um banquete eterno. A ESTE DONO E IDEALIZADOR DE UM UNIVERSO CHEIO DE MISTÉRIO E GRAÇA sejam a Honra, o Louvor e a glória para todo o sempre amém. Maranata!!! TE AGUARDAMOS SENHOR JESUS.
terça-feira, agosto 28
PARA CRISTÃOS QUE ANELAM PELA RESSURREIÇÃO
Ninguém merece...
Estou em desvantagem esta semana, pois meu mouse estragou, ou então peguei algum vírus que o desativou e não sei o que aconteceu. A verdade é que ficar sem ele é como teclar com os cotovelos. Estou demorando a me harmonizar com este problema recém adquirido ehehehe. Poderiam inventar um substituto imbutido no teclado(não estou falando de notebook) e assim já cortaria muitos dos meus problemas. Que não é problema afinal. Mas como a gente acaba ficando viciado nesse objeto a coisa fica feia. A cada dia que passa estamos mais dependentes da tecnologia. Já pensou? Um mundo sem energia elétrica, água encanada, computadores, telefone, gasolina etc etc etc? Seria o caos completo. Minha dependência de um simples mouse chega a ser patética. Estou olhando prá ele e gostaria de jogá-lo pela janela. Como é feriado aqui em Machado, graças ao Santo Benedito achei que ia dar para aproveitar mais... Que engano. Meus filhos vão estar chegando do acampamento hoje. Acabou a minha festa. No mais, brincadeiras à parte, meu coração fica apertado ao ver as pessoas, tanto jovens como crianças, descerem o morro, nas suas batucadas e danças esquisitas, participarem de uma festa que não tem nada de cristã e sim pagã. Vestígios do verdadeiro evangelho não existe. As pessoas estão mergulhadas no misticismo, num sincretismo religioso que tão somente cega e escraviza, nada mais. Uma mistura de paganismo, com espiritismo, tradições católicas que nada tem a ver com a Palavra de Deus. Essas batucadas que lembram candomblé e macumba me trazem arrepios, pois quando era pequena, perto de minha casa havia um morro onde de lá do alto se ouviam sons grotescos misturados com batucada que me amedrontavam. Hoje é claro estou livre em Jesus, graças a Deus. A festa do S. Benedito, só trás renda material e nenhum benefício espiritual, só mais engano e condenação. Se alguém discorda disso que se manifeste, mas minha opinião, de acordo com a Palavra de Deus é essa mesma.
Não adiante dizermos que somos cristãos, se a nossa vida não anda em acordo com os ensinos de Jesus. "Aquele que tem os meus mandamentos, e os GUARDA, esse é o que me ama". Não existe meio termo. É isso aí! Jesus nunca foi esquisito, nunca usou batucadas para chamar a atenção, nunca consultou mortos, aliás Ele costumava ressuscitar os mortos e não invocá-los. Jesus expulsava demônios e não o contrário.
Jesus nunca usou pinga. Jesus nunca ofereceu comida a ídolo e nunca favoreceu a prostituição como se vê nessas festas. Jesus nunca serviu a nenhum orixá. Nunca foi atrás de prestígio, fama, honras humanas e muito menos permitiu que alguém o coroasse.
Não adiante dizermos que somos cristãos, se a nossa vida não anda em acordo com os ensinos de Jesus. "Aquele que tem os meus mandamentos, e os GUARDA, esse é o que me ama". Não existe meio termo. É isso aí! Jesus nunca foi esquisito, nunca usou batucadas para chamar a atenção, nunca consultou mortos, aliás Ele costumava ressuscitar os mortos e não invocá-los. Jesus expulsava demônios e não o contrário.
Jesus nunca usou pinga. Jesus nunca ofereceu comida a ídolo e nunca favoreceu a prostituição como se vê nessas festas. Jesus nunca serviu a nenhum orixá. Nunca foi atrás de prestígio, fama, honras humanas e muito menos permitiu que alguém o coroasse.
quinta-feira, agosto 16
QUERO DAR-TE ESTA ROSA...

Quero dar-Te uma rosa
Embora ela não exale nem o milésimo do perfume que provém do Teu coração
Cheio de ternura expressa através do amor que tu nos tens – rosas sem nenhum valor.
Quero dar-Te esta rosa,
que Tu regas conforme a Tua vontade
E esses pingos dessem sobre mim, nessa escaldante terra onde nasci
Como um líquido precioso que me anima a prosseguir
Quero dar-Te uma rosa
Embora junto com esse presente, venham os seus espinhos
Mas mesmo entre espinhos, sei que Tu aceitas minha rosa Senhor.
Pétala que perdeu o seu veludo, desgastada pelo tempo e pelo mal que há em mim.
Mesmo que ela tenha coragem para ferir-te
Mas as dores que ela provoca não são do meu querer,
brotam mesmo contra a minha vontade
Nunca conseguirei evitá-las,
É inexorável a dor que posso causar
Mas, mesmo assim...
Quero dar-Te uma rosa
Seja branca, seja vermelha, o que importa a sua cor?
O que importa é a sensação e a emoção que ela causa,
em mim e gostaria que causasse em Ti
Quero dar-Te esta rosa
Mesmo sendo colhida em outro jardim, não tenho jardim para cultivar
A não ser o jardim da minha alma
De onde nasceu a idéia para ti dar este presente, Senhor
Quando me encontrar contigo, sei que ela estará novamente viçosa
Não será mais aquela rosa esmaecida pelo tempo, atingida pelas intempéries
Do meu pecado atrós.
Quero dar-Te uma rosa
Cultivada no lugar que não é meu lar, estou de passagem
Não precisarei carregar nem o vaso, vai ela só
E quando chegar na Tua real presença
Quero plantá-la no Teu jardim para sempre
De onde sei que não será mais colhida, mas cuidada com carinho pelo
Teu eterno amor
quarta-feira, agosto 15
EU NÃO SEI...
...Quantas vezes vocês já se emocionaram com a leitura de uma história, mas essa em particular me chamou muito a atenção. Nós deveríamos dar mais valor às emoções do que às coisas. Será que estamos tão materialistas e presos a esta terra, que não saibamos mais como chorar?
A MARCA QUE VOCÊ DEIXA NAS PESSOAS
Quando eu era criança, bem novinho, meu pai comprou o primeiro telefone da nossa vizinhança. Eu ainda me lembro daquele aparelho preto e brilhante que ficava na cômoda da sala. Eu era muito pequeno para alcançar o telefone, mas ficava ouvindo fascinado enquanto minha Então, um dia eu descobri que dentro daquele objeto maravilhoso morava uma pessoa legal. O nome dela era “Uma informação, por favor” e não havia nada que ela não soubesse. ”Uma informação, por favor” poderia fornecer qualquer número de telefone e até a hora certa. Minha primeira experiência pessoal com esse gênio-na-garrafa veio num dia em que minha mãe estava fora, na casa de um vizinho. Eu estava na garagem mexendo na caixa de ferramentas quando bati em meu dedo com um martelo. A dor era terrível mas não havia motivo para chorar, uma vez que não havia ninguém em casa para me oferecer a sua simpatia. Eu andava pela casa, chupando o dedo dolorido até que pensei: O telefone! Rapidamente fui até o porão, peguei uma pequena escada que coloquei em frente à cômoda da sala. Subi na escada, tirei o fone do gancho e segurei contra o ouvido. Alguém atendeu e eu disse: ”Uma informação, por favor”. Ouvi uns dois ou três cliques e uma voz suave e nítida falou em meu ouvido. “Informações.” ”Eu machuquei meu dedo...”, disse, e as lágrimas vieram facilmente, agora que eu tinha audiência. ”A sua mãe não está em casa?”, ela perguntou. ”Não tem ninguém aqui...”, eu soluçava. ”Está sangrando?” ”Não”, respondi. “Eu machuquei o dedo com o martelo, mas tá doendo...” ”Você consegue abrir o congelador?”, ela perguntou. Eu respondi que sim. “Então pegue um cubo de gelo e passe no seu dedo”, disse a voz.
Depois daquele dia, eu ligava para “Uma informação, por favor” por qualquer motivo. Ela me ajudou com as minhas dúvidas de geografia e me ensinou onde ficava a Philadelphia. Ela me ajudou com os exercícios de matemática. Ela me ensinou que o pequeno esquilo que eu trouxe do bosque deveria comer nozes e frutinhas. Então, um dia, Petey, meu canário, morreu. Eu liguei para “Uma informação, por favor” e contei o ocorrido. Ela escutou e começou a falar aquelas coisas que se dizem para uma criança que está crescendo. Mas eu estava inconsolável. Eu perguntava: “Por que é que os passarinhos cantam tão lindamente e trazem tanta alegria pra gente para, no fim, acabar como um monte de penas no fundo de uma gaiola?” Ela deve ter compreendido a minha preocupação, porque acrescentou mansamente: “Paul, sempre lembre que existem outros mundos onde a gente pode cantar também...” De alguma maneira, depois disso eu me senti melhor. No outro dia, lá estava eu de novo. “Informações.”, disse a voz já tão familiar. “Você sabe como se escreve ‘exceção’?”
Tudo isso aconteceu na minha cidade natal ao norte do Pacífico.
Quando eu tinha 9 anos, nós nos mudamos para Boston. Eu sentia muita falta da minha amiga. “Uma informação, por favor” pertencia àquele velho aparelho telefônico preto e eu não sentia nenhuma atração pelo nosso novo aparelho telefônico branquinho que ficava na nova cômoda na nova sala.
Conforme eu crescia, as lembranças daquelas conversas infantis nunca saíam da minha memória. Freqüentemente, em momentos de dúvida ou perplexidade, eu tentava recuperar o sentimento calmo de segurança que eu tinha naquele tempo. Hoje eu entendo como ela era paciente, compreensiva e gentil ao perder tempo atendendo as ligações de um menininho. Alguns anos depois, quando estava indo para a faculdade, meu avião teve uma escala em Seattle. Eu teria mais ou menos meia hora entre os dois vôos. Falei ao telefone com minha irmã, que morava lá, por 15 minutos. Então, sem nem mesmo sentir que estava fazendo isso, disquei o número da operadora daquela minha cidade
natal e pedi: ”Uma informação, por favor.” Como num milagre, eu ouvi a mesma voz doce e clara que conhecia tão bem, dizendo: “Informações.” Eu não tinha planejado isso, mas me peguei perguntando: “Você sabe como se escreve ‘ex ceção’?” Houve uma longa pausa. Então, veio uma resposta suave: “Eu acho que o seu dedo já melhorou, Paul.” Eu ri. “Então, é você mesma!”, eu disse. “Você não imagina como era importante para mim naquele tempo.” ”Eu imagino”, ela disse. “E você não sabe o quanto significavam para mim aquelas ligações. Eu não tenho filhos e ficava esperando todos os dias que você ligasse.”
Eu contei para ela o quanto pensei nela todos esses anos e perguntei se poderia visitá-la quando fosse encontrar a minha irmã. ”É claro!”, ela respondeu. “Venha até aqui e chame a Sally.” Três meses depois eu fui a Seattle visitar minha irmã. Quando liguei, uma voz diferente respondeu : “Informações.”
Eu pedi para chamar a Sally. ”Você é amigo dela?”, a voz perguntou. ”Sou, um velho amigo. O meu nome é Paul.” ”Eu sinto muito, mas a Sally estava trabalhando aqui apenas meio período porque estava doente. Infelizmente, ela morreu há cinco semanas.” Antes que eu pudesse desligar, a voz perguntou: ”Espere um pouco. Você disse que o seu nome é Paul? ”Sim.” ”A Sally deixou uma mensagem para você. Ela escreveu e pediu para eu guardar caso você ligasse. Eu vou ler pra você.” A mensagem dizia: “Diga a ele que eu ainda acredito que existem outros mundos onde a gente pode cantar também. Ele vai entender.” Eu agradeci e desliguei. Eu entendi...
Autor desconhecido
quinta-feira, julho 12
GENOCÍDIO LEGALIZADO - COM O NOME DE ABORTO - VALE À PENA LER ESTE ARTIGO
Por: João Costa em 29 de janeiro de 2005
Recentemente, envolvi-me em um debate acerca do genocídio premeditado que ocorre por ano contra milhões de crianças em todo o mundo – em muitos casos sob o auspício da lei e do estado de direito – conhecido comumente como aborto ou “interrupção da gestação” um termo mais sofisticado que em nada diminui a hediondez do crime original.
Obviamente, uma das primeiras atitudes do lado pró-aborto não foi apresentar argumentos sólidos para justificar a perversão de suas mentes, mas sim, rotular-me de “fanático religioso”, “mente medieval” e – porca miséria – até mesmo “fascista[1]”.
Ora, como cristão eu sei que o aborto é algo essencialmente mau. “Não matarás” é um mandamento dos mais límpidos e insofismáveis. Entretanto, como cristão, eu também sei que cada vez mais em nossa estranha ordem social, evocar o nome ou os ensinamentos de Nosso Senhor Jesus Cristo em razão de qualquer causa tem se tornado motivo de chacotas, repressão legal, ostracismo cultural e até mesmo violência física.
Ser cristão está lentamente se tornando um crime em todo o mundo. Que uma Cuba, uma China, uma Coréia do Norte ou um dos muitos países islâmicos e africanos ainda enterrados em regimes totalitários bárbaros façam de tudo para destruir o cristianismo isso não deveria causar muito espanto, pois é da natureza desses governos buscar destruir tudo que possa contribuir para o despertar da consciência humana. Todavia, que os países europeus – tão orgulhosos de sua tolerância construída às custas de milhões de vidas – e os próprios EUA compactuem em diversos graus com os movimentos anticristãos é algo de uma gravidade infinita, é o prenúncio maior do esfacelamento de toda a nossa civilização que cairá de joelhos ante a barbárie.
Logo, não é à toa que os defensores do aborto ataquem tanto os cristãos – pois estes são seus inimigos em instâncias muito mais profundas. Porém, em sua ânsia cega para denegrir o cristianismo, esses advogados do diabo não percebem que para condenar o aborto, ninguém precisa recorrer à fé cristã, o bom uso da moral e da razão, e um pouco de conhecimento político e histórico já bastam para expor a criminalidade doentia desse ato, bem como e sua total ausência de fundamentos racionais.
Os defensores do aborto – ao contrário do que bradam em ódio espumante – não partem do uso da razão para justificar sua causa bizarra, eles se utilizam na verdade do que há de mais baixo e vulgar nas paixões humanas: a busca do prazer niilista destituído de toda responsabilidade e a subordinação da vida de alguém à conveniência de outrem, invertendo assim nossa própria hierarquia existencial construída no decorrer de milênios.
Dando vazão a essas paixões simiescas, uma atitude usual do grupo pró-genocídio é taxar seus adversários de medievais, obscurantistas e antiprogressistas. Vê-se aí que além de frios e cínicos eles também são muito ignorantes.
A busca de proibir o aborto por lei é fruto direto do iluminismo, do desenvolvimento da moderna instituição do estado. Todos pensam que a frase “A vida humana começa no momento da concepção” foi inventada pelo Vaticano, mas essa campanha foi de fato iniciada pelos próprios cientistas do Séc. XIX e levada às vias de fato pelos governantes.
O Parlamento Inglês baniu o aborto em 1869, aprovando o Offences against the Person Act. Antes disso a American Medical Association em relatório datado de 1857 e posteriormente em 1870, estabeleceu a natureza do aborto como inaceitável, sendo “uma destruição massiva de crianças por nascer”. Posteriormente o aborto passou a ser proibido em quase toda parte. Aliás, não devemos nos impressionar pelo fato de serem os EUA e o Reino Unido os pioneiros na proteção dessas crianças inocentes, pois a própria idéia de justiça embutida no conceito de democracia pressupõe a proteção daqueles incapazes de se defender. Sempre é válido relembramos o que Sêneca nos dizia: “Quem decide um caso sem ouvir a outra parte não pode ser considerado justo, ainda que decida com justiça”. E o aborto nada mais é do que a decisão sobre uma vida que não pode nem se expressar[2].
Não que o iluminismo não tenha sua dose de sombras e fantasmas. Foram de idéias iluministas que surgiram o Marxismo, o Nazismo e o Fascismo. O mérito da defesa da vida precede em muito o iluminismo – o seu lado positivo, por assim dizer. A própria Didaké – Kyriou diá dódeca apostólon tois éthesin – ou seja, a Doutrina dos Doze Apóstolos, já no Séc. I condenava o ato do aborto como desordem moral gravíssima. Vemos aí mais um exemplo da importância do pensamento religioso sobre os modernos alicerces morais e jurídicos de nossa civilização bem como da falácia e do exagero acerca do obscurantismo medieval cristão.
Também somos chamados de fascistas por defendermos a vida e condenarmos o aborto, isso nada mais é do que um velho truque sujo, os defensores do aborto, na verdade, nos acusam do que eles verdadeiramente são. Erística pura que não sobrevive a um exame mais criterioso dos fatos históricos.
A legalização do aborto foi uma das primeiras decisões de Lênin, em 1920, logo após assumir o controle da sociedade russa. Suas razões foram bizarras, mas perfeitamente lógicas. Legalizar e incentivar o aborto ajudava a eliminar uma noção fundamental de responsabilidade, da própria concepção entre certo e errado, na mente dos jovens, tornando-os mais aprazíveis ao aparato revolucionário, também contribuindo para eliminar minorias indesejáveis. Tal decisão também colaborou para minar a influência da Igreja sobre a consciência individual, algo que por muito tempo pôs a revolução bolchevista em risco e que foi apenas contido através do uso sem precedentes de violência política estatal.
“Charlatão!” – Gritarão muitos – “Hitler foi um tirano muito maior que Lênin e discursava contra o aborto!” Sim, é verdade, Hitler era contra o aborto na sociedade Ariana que deveria procriar para tomar a terra. Contudo, com relação às outras “raças inferiores” seu discurso era bem diferente. Hitler não era apenas a favor do aborto, como ameaçava fuzilar quem se mostrasse contrário a sua legislação da morte e usava o aparato estatal para promovê-lo em larga escala nos territórios ocupados ou contra as minorias étnicas, especialmente os judeus. O horror do Holocausto não começou nos campos da morte nazistas, mas sim nas clinicas médicas alemãs.
Logo vemos que a Rússia Leninista foi o primeiro estado moderno a legalizar o aborto, seguido de perto da Alemanha Nazista – mais uma coincidência aliás, entre comunismo e nazismo, esses irmãos gêmeos que muitos teimam, entre ignorância e malícia, em classificá-los como forças opostas. O aborto institucionalizado foi a partir daí brandido como uma conquista dos povos e exportado para muitos outros estados sob o manto negro da propaganda ideológica, através de mentiras, falsificações e manipulações.
Hoje em dia, porém, é fácil alegar que associar a legalização do aborto aos estados totalitários é uma artimanha vil, visto que alguns dos países mais tolerantes e liberais do mundo, como a Holanda por exemplo, apóiam abertamente este ato de covardia e crueldade, tendo, inclusive, tornado-o legal.
Ora, isso é realmente um fato, assim como é fato que essas mesmas forças políticas – cujas origens podem ser traçadas desde o jacobinismo – que na Holanda e no resto do mundo em nome da tolerância advogam a causa do aborto, há alguns anos, em nome dessa mesma tolerância, reverenciavam monstros como Stalin e Mao Tse, recusavam veementemente admitir mesmo por alto os crimes hediondos, os genocídios e os gulags da sociedade comunista e hoje em dia, através de ONGs milionárias e políticos corruptos – também apóiam em uma mesma agenda a liberalização das drogas, a flexibilização do sistema penal para crimes hediondos, a legalização da eutanásia e do suicídio assistido, a desestruturação dos valores familiares, o ataque à liberdade religiosa, a segregação racial, o anti-semitismo, o desarmamento civil e até mesmo a pedofilia.
Depois disso tudo, mesmo se eu fosse o mais convicto dos ateus, mesmo se minha alma tivesse passado intocada por toda a essencial grandiosidade da tradição e dos valores cristãos, ainda assim eu seria radicalmente contra o aborto de modo a não passar pela aviltante e asquerosa experiência de dar suporte a uma das causas pelas quais lutam essa laia de chacais.
“Por que a esquerda apóia tanto o aborto?” – Alguns podem perguntar. A resposta é tristemente simples. O pensamento revolucionário esquerdista, segundo as lições de Marx, Engels, Lukács e Gramsci, chegou a conclusão que só se tornará a força motriz da ordem social quando esfacelar todos os sustentáculos da civilização judaico-cristã. E o principal deles – o que sofre mais ataques – é a cultura de valorização da vida, que concebe o homem como um indivíduo inalienável e, por conseguinte, maior e mais importante que qualquer organização coletiva que vise resumi-lo a um ente disforme de uma classe, raça ou ideologia.
Isso tudo é a razão que faz do aborto prioridade absoluta da maioria dos ativistas e políticos de esquerda, a certeza de que enquanto respeitarmos a vida como o maior dos bens, acima das conveniências, das ideologias e dos prazeres passageiros, seu poder e influência serão sempre limitados, e teremos uma chance de preservar nossa civilização da barbárie que nos circunda bem como dos inimigos rasteiros que tristemente hospedamos.
[1] Até porque ninguém pode levantar argumentos em favor do aborto depois que examinar essas fotos chocantes:
http://www.priestsforlife.org/resources/abortionimages/index.htm
[2] Não pelos meios convencionais, mas a foto e o artigo neste link http://aborto.no.sapo.pt/umafotografia.htm serve para provar que até o mais tenro dos seres humanos é capaz de expressões de beleza inefável.
terça-feira, julho 10
Pastores e pastores
Homens valorosos. Devo dizer, que os vejo assim, pois atesto, que vários vivem honestamente, pelo Reino de Deus. O que eu conheço em particular, posso atestar do seu comprometimento com as ovelhas.
Bom, prá início de conversa, pastor mesmo, não se acha por anúncio de jornal. E nem deveria ser escolhido pelo PHD. Sim, deve ser escolhido, por se parecer com bombril. Digo isso, porque sei do que estou falando eheheheh
O pastor vocacionado, com características do objeto supra citado - mil e umas utilidades.
Prá início de conversa, pastor é o único que tem dinheiro. Não é a toa, que a concorrência é grande para pedir oferta ou dinheiro emprestado.
É o único que pode hospedar as pessoas. Afinal, ele está sempre disponível...
Pastor tem que ter carro prá carregar cachorro doente, material de construção, dar carona, atender a domicílio, etc etc etc Não fazer isso, fere os sentimentos dos membros...
Mas é claro, se estragar seu automóvel - ele que cuide do concerto, afinal ele tem dinheiro para que?
Pastor tem que ser psicólogo , ajudante de pedreiro, assistente social, administrador, se não, não vale o salário que ganha. Imagine preparar um sermão... Isso é moleza. Nunca ouvimos falar que no cérebro dá calo...
Tem que estar disponível 24 horas para os membros da igreja, afinal ele é empregado da instituição.
Se um enterro, ou problema particular dos membros, cair no dia da sua folga, ou na hora do almoço, pode deixar - ele não trabalha mesmo!!!!!!
Cargo pastoral também serve para: fechar e abrir igreja( para os mais fracos), tirar gato morto de telhado, consertar banco estragado, puxar água de corredor, abrir janelas, e verificar que o papel higiênico, ACABOU!!!! O pastor, como o empregado exemplar, deve ser pau para toda obra - galardão que o espera... E como tal deve total submissão a liderança. Problema com crente rebelde, tem que ser com muito amor e cuidado. Ferir os sentimentos de um membro não condiz com procedimento amoroso de um pastor com suas ovelhas. Afinal, membro fiel no dízimo, é alguém muito especial, ainda mais se tiver familiares na igreja.
Evangelizar e fazer visita é com ele mesmo - Leve quantos nomes puder para o seu pastor e procure saber, se ele cumpriu com a agenda do dia. E recomende que ele leve a ceia os doentes, etc etc
Uma casa simples já está de bom tamanho para ele morar, afinal, não está pagando aluguel... Privacidade não deve existir, casa do pastor é a nossa casa também.
Ligue para ele bem cedo, prá ele saber que o membro trabalha e ele precisa dar o exemplo..
Pregar 6 vezes durante a semana é moleza, afinal, pastor que é pastor, tem tudo na ponta da língua e saltitando no cérebro.
Ah o pastor abençoado, não precisa de férias - férias é para os fracos. 13º deveria ficar na igreja, afinal ele é um homem de Deus, homens de Deus não precisam de bens materiais.
O pastor deve estar disponível para todos os ministérios: quanto mais melhor: afinal, ele tem a Unção de Deus e tem resposta para tudo.
No caso de disciplina - chame o pastor - se ele queimar o filme, não tem problema, ele não ficará por muito tempo na igreja... Quem tem que tratar dos "Intocáveis"na igreja é ele mesmo.
Pastor não precisa de oração - Ele conta com sua família para orar por ele.
Pastor que é abençoado mesmo, não fica doente. Ficar doente é coisa de pecado oculto.
O pastor que se presa, tem uma ajudadora fiel - também chamada D. Bombrina - Mil e umas ...
E os filhos do pastor? Bom!!! Deixa prá lá...
Se der de pastorear uma igreja pobre por mais de 10 anos, perdoe toda dívida - é assim que um homem piedoso deve agir...
Ah esses pastores valentes... Que tem que aguentar um grande exército, só de generais. Não é prá qualquer um kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
No caso de não conseguir casa própria, dobre os joelhos. Fundo de Garantia - Nem pensar!!!!!
Se ficar doente... Perdeu o emprego...
Pague seu próprio INSS, se quiser aposentar...
E ainda consegue ser fiel no imposto de renda...
Ah pastor!!!! Você tb é especial...
Nós somos loucos por causa de Cristo, mas vocês são sensatos em Cristo! Nós somos fracos, mas vocês são fortes! Vocês são respeitados, mas nós somos desprezados!
Até agora estamos passando fome, sede e necessidade de roupas, estamos sendo tratados brutalmente, não temos residência certa e
trabalhamos arduamente com nossas próprias mãos. Quando somos amaldiçoados, abençoamos; quando perseguidos, suportamos;
quando caluniados, respondemos amavelmente. Até agora nos tornamos a escória da terra, o lixo do mundo.
1 Coríntios 4:10-13
quinta-feira, julho 5
AMOR - O COMPLEMENTO INDISPENSÁVEL

A INTELIGÊNCIA sem amor, não te faz sábio
A JUSTIÇA sem amor, te faz IMPLACÁVEL
A DIPLOMACIA sem amor, te faz HIPÓCRITA
A POLÍTICA sem amor, te faz CORRUPTO.
A POBREZA sem amor, te faz INFELIZ
O ÊXITO sem amor, te faz ARROGANTE.
O SEXO sem amor, te faz PROMÍSCUO.
A RIQUEZA sem amor, te faz AVARENTO.
A BELEZA sem amor, te faz RIDÍCULO.
A AUTORIDADE sem amor, te faz TIRANO.
O TRABALHO SEM AMOR, te faz ESCRAVO.
A SIMPLICIDADE sem amor, te faz SOBERBO.
A ORAÇÃO sem amor, se faz INÚTIL.
A FÉ sem amor, te deixa FANÁTICO.
A CRUZ sem amor, se converte em TORTURA.
A AMIZADE sem amor, te faz INTERESSEIRO.
A VIDA sem amor, não tem SENTIDO.
fonte: desconhecida
quarta-feira, julho 4
PATRIMÔNIO ABENÇOADO
Lendo o atigo sobre:"A Guerra contra o Câncer - prevenção primária e detecção precoce" da Revista Ultimato, número 299, pude constatar que podemos, sem sombra de dúvida, valorizar ainda mais o patrimônio que o evangelho nos tem dado a muitos anos. Eu também, aprendi desde cedo que a bebida, o cigarro, a prostituição e tantas outras tendências malígnas só prejudicariam meu caráter e minha saúde.
"Desde a chegada dos primeiros missionários evangélicos, a partir da segunda metade do século 19, fomos ensinados a não fumar, a não beber, a não ter um comportamento sexual promíscuo, a confiar em Deus para qualquer situação da nossa vida.
Muitos deixaram essas práticas (de usar drogas)como prova da verdadeira conversão. Por coerência, não plantávamos fumo, nem vendíamos cigarro ou bebida alcoólica. Exemplo disso, podemos ver na vida de um fazendeiro chamado Júlio Fófano. Depois de sua conversão, ele substituiu a grande lavoura de fumo por outras culturas".
Como o tabaco, o álcool e o "sexo sem proteção", são os verdadeiros amigos do câncer, nós cristãos fazemos por bem, condenar esta prática e não deixar à livre escolha das pessoas, ao se tornarem membros das igrejas.
Eu mesma, tive um professor de física (não evangélico), que fumava sem parar em sala de aula, mas que não incentivava de forma nenhuma o uso do cigarro(incoerência da parte dele, que era um viciado explícito).
Por isso, o exemplo que devemos dar é tão importante - eu nunca fumei, e nunca achei falta, e também nunca precisei me "enturmar" usando tal prática.
Se afirmam , por aí, que a religião pouco tem contribuído para uma melhoria do mundo em que vivemos, o fato de não nos entupirmos com estas porcarias, é mais uma prova de que a religião é uma bênção na vida das pessoas.
"Desde a chegada dos primeiros missionários evangélicos, a partir da segunda metade do século 19, fomos ensinados a não fumar, a não beber, a não ter um comportamento sexual promíscuo, a confiar em Deus para qualquer situação da nossa vida.
Muitos deixaram essas práticas (de usar drogas)como prova da verdadeira conversão. Por coerência, não plantávamos fumo, nem vendíamos cigarro ou bebida alcoólica. Exemplo disso, podemos ver na vida de um fazendeiro chamado Júlio Fófano. Depois de sua conversão, ele substituiu a grande lavoura de fumo por outras culturas".
Como o tabaco, o álcool e o "sexo sem proteção", são os verdadeiros amigos do câncer, nós cristãos fazemos por bem, condenar esta prática e não deixar à livre escolha das pessoas, ao se tornarem membros das igrejas.
Eu mesma, tive um professor de física (não evangélico), que fumava sem parar em sala de aula, mas que não incentivava de forma nenhuma o uso do cigarro(incoerência da parte dele, que era um viciado explícito).
Por isso, o exemplo que devemos dar é tão importante - eu nunca fumei, e nunca achei falta, e também nunca precisei me "enturmar" usando tal prática.
Se afirmam , por aí, que a religião pouco tem contribuído para uma melhoria do mundo em que vivemos, o fato de não nos entupirmos com estas porcarias, é mais uma prova de que a religião é uma bênção na vida das pessoas.
VIDAS QUE MARCARAM O SÉCULO XIX - GEORGE MÜLLER
Deus freqüentemente escolhe homens comuns, às vezes, homens com um passado duvidoso, homens que costumavam zombar fé ou homens que exigiram muita paciência por sua relutância em voltar-se para Deus e obedecer a Seu chamado. George Müller foi um destes.
George Müller nasceu em 1805, na Prússia (parte da Polônia atualmente). Quando jovem, costumava roubar e mentir, e, segundo ele próprio, quase não houve pecado no qual ele não tivesse caído. Aos 20 anos de idade, torna-se cristão depois de visitar uma pequena reunião em uma casa. Sua conversão foi dramática e ele abandonou de vez muitos dos hábitos pecaminosos. Em 1829 foi a Londres para fazer um treinamento na Sociedade Londrina para a Promoção do Cristianismo entre os Judeus(hoje conhecida como Church Mission to the Jews).
Um dos muitos aspectos fascinantes da vida de George Müller é que ela ilustra com muita simplicidade o poder de Deus. Há pessoas que acham difícil acreditar na autenticidade de muito do que está na Bíblia e consideram muitas de suas histórias com ceticismo.
George Müller recebeu aproximadamente R$ 395.250.000,00 em resposta a orações sem jamais ter pedido ofertas. Se isto tivesse ocorrido há dois ou três mil anos, os mesmos céticos iriam, sem dúvida, questionar a autenticidade deste fato. Como ocorreu no final do século dezenove, com registros modernos e evidência factual, tais fatos não podem ser negados.
O aspecto mais significante dos 93 anos de vida de George Müller na terra foi sua obediência absoluta à vontade de Deus. O fato de o Espírito de Deus ter transformado um jovem rebelde e pecaminoso em tal homem de Deus certamente nos renova a esperança. Em 1830 ele casou-se com Mary Grooves, que se tornou uma verdadeira companheira e sustentáculo nos anos seguintes. Em 1834 ele fundou o Instituto de Conhecimentos das Escrituras, que existe até hoje, sempre respeitando o princípio que ele mesmo impôs de nunca depender de patrocínios, nunca fazer apelos por ofertas e nunca contrair dívidas. Deus sempre proveu os recursos para todas as necessidades conforme Ele mesmo promete em Filipenses 4.19.
Ele também orava diariamente pela conversão de pessoas; e orou durante cinqüenta anos por algumas pessoas, mostrando sua fé e confiança em Deus. Todas as suas orações eram registradas em livros, com a data do começo da petição, o pedido a Deus, a data da resposta e como Deus respondeu. Existe o registro de cerca de 50 mil orações de George Müller respondidas por Deus.
Como a epidemia de cólera aumentasse dramaticamente o número de órfãos naqueles dias, em 1835 Müller sentiu o chamamento de Deus para abrir um orfanato totalmente pela fé, pois não tinha recursos financeiros para isto. Em 1870 já eram cinco orfanatos com mais de 2.000 crianças. São muitas as histórias marcantes de respostas à oração. Uma delas sucedeu quando, ao levantarem pela manhã, não havia nenhum pedaço de pão para as crianças. Müller ordenou que, mesmo assim, as crianças dessem graças a Deus pelo alimento e ficassem esperando. Minutos depois um carroceiro bateu à porta, dizendo que sua carroça havia quebrado ali na frente e se queriam ficar com o carregamento de pães que estava levando para outros lugares. Assim as crianças e os demais irmãos glorificaram o Senhor por mais um de seus extraordinários feitos. Toda a vida e obra de Müller atesta a fidelidade e a graça provedora de Deus.
George Müller era um homem comum, mas sua fé inegável e confiança total em Deus e seu amor a Ele têm o mesmo impacto no mundo hoje do que quando ele morreu em 1898. Sua vida continua sendo uma inspiração para todos aqueles que entregaram sua vida para Deus. E para todos nós continua sendo mais uma daquelas “vidas que marcaram...”.
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"NÃO TERÁS OUTROS DEUSES DIANTE DE MIM. Êxodo 20:2
Pois os costumes dos povos são vaidade. O ídolo é apenas um madeiro que se corta do bosque, obra das mãos do artífice que o trabalhou com o machado.
Enfeitam-no com prata e com ouro; com pregos e a marteladas o firmam, para que não se abale.
São como o espantalho num pepinal, e não falam; necessitam de serem carregados porque não podem dar passo. Não tenhais medo deles; porque não podem fazer o mal, nem está neles o fazer o bem.
Jeremias 10:3-5
Enfeitam-no com prata e com ouro; com pregos e a marteladas o firmam, para que não se abale.
São como o espantalho num pepinal, e não falam; necessitam de serem carregados porque não podem dar passo. Não tenhais medo deles; porque não podem fazer o mal, nem está neles o fazer o bem.
Jeremias 10:3-5
