Quando o anticristo aparecer na terra, será pela ilusão humana e com
certeza será idolatrado e reputado como o maior líder da história.
Aguarde!!! Se você estiver vivo até lá!!!!! E é disso que o povo
gosta...
sexta-feira, dezembro 6
quinta-feira, dezembro 5
VOCÊ MESMO PRATICA, O QUE EXIGE DOS OUTROS????
Ajudar o próximo com discurso, a maioria faz isso. Mas quando o discurso exige uma atitude real, que faz você renunciar a uma coisa que deseja muito, pelo Reino de Deus, é outra. Então não fique passando sermão desnecessário.
Depois da oferta da "Viúva pobre" sobraram poucos...
Apenas 2 moedas, desbancou as ofertas milionárias...
Missionário entre Indígenas denuncia o que está por trás da Missão Integral
A “Missão Integral” não é 1 nova doutrina. É nova para muitos. Não está ligada a nenhum partido, porque não é “política”. Não é de esquerda, porque Jesus nunca foi. Mas num Brasil onde nomear, rotular e chacoalhar religião com política tá na moda e nos faz parecer “mais inteligentes”, logo apareceram os “doutores” para dizer que Missão Integral é o perigo da igreja.
Estes geralmente não possuem compaixão e não fazem missões. Provavelmente nunca farão. E como já disse o “grande missionário televiso dos sócios mantenedores”, cuidar de pobre não é responsabilidade da “igreja” (provavelmente referindo-se a dele).
Aqui o missionário Ricardo da Silva Miranda, que tem trabalhado por anos com tribos indígenas entre o Mato Grosso e o Paraguai, levanta a verdadeira razão do que vem a ser a Missão Integral da Igreja.
A Missão em João Batista
Dizia, pois, João à multidão que saía para ser batizada por ele: Raça de víboras, quem vos ensinou a fugir da ira que está para vir? Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento”,
Em outras palavras, a pregação de João Batista podia ser entendida assim: Cobras! Falsos! Quem ensinou a vocês a não verem o futuro e viverem somente no presente. (Eram egoístas).
E também já está posto o machado à raiz das árvores; toda a árvore, pois, que não dá bom fruto, corta-se e lança-se no fogo.
E a multidão o interrogava, dizendo: Que faremos, pois?
E, respondendo ele, disse-lhes: Quem tiver duas túnicas, reparta com o que não tem, e quem tiver alimentos, faça da mesma maneira.
Nas suas mensagens a beira do Rio Jordão ele priorizava o amor, priorizava o dar e não o receber. Não há refutação à isso. Ele era claro. Não amar ao dinheiro aos bens materiais. Ele ensinava que deveriam repartir com os que não tinham. Isto é um fato.
E chegaram também uns publicanos, para serem batizados, e disseram-lhe: Mestre, que devemos fazer? E ele lhes disse: Não peçais mais do que o que vos está ordenado. Lucas 3:7-13
A Missão em Jesus
Porque tive fome, e destes-me de comer; tive sede, e destes-me de beber; era estrangeiro, e hospedastes-me; Estava nu, e vestistes-me; adoeci, e visitastes-me; estive na prisão, e foste me ver. Então os justos lhe responderão, dizendo: Senhor, quando te vimos com fome, e te demos de comer? Ou com sede, e te demos de beber? E quando te vimos estrangeiro, e te hospedamos? ou nu, e te vestimos? E quando te vimos enfermo, ou na prisão, e fomos ver-te? E, respondendo o Rei, lhes dirá: Em verdade vos digo que quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes. Então dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos; Porque tive fome, e não me destes de comer; tive sede, e não me destes de beber; Sendo estrangeiro, não me recolhestes; estando nu, não me vestistes; e enfermo, e na prisão, não me visitastes. Então eles também lhe responderão, dizendo: Senhor, quando te vimos com fome, ou com sede, ou estrangeiro, ou nu, ou enfermo, ou na prisão, e não te servimos? Então lhes responderá, dizendo: Em verdade vos digo que, quando a um destes pequeninos o não fizestes, não o fizestes a mim. E irão estes para o tormento eterno, mas os justos para a vida eterna. Mateus 25:35-46
A Missão no Bom Samaritano
Em resposta, disse Jesus: “Um homem descia de Jerusalém para Jericó, quando caiu nas mãos de assaltantes. Estes lhe tiraram as roupas, espancaram-no e se foram, deixando-o quase morto. Aconteceu estar descendo pela mesma estrada um sacerdote. Quando viu o homem, passou pelo outro lado. E assim também um levita; quando chegou ao lugar e o viu, passou pelo outro lado. Mas um samaritano, estando de viagem, chegou onde se encontrava o homem e, quando o viu, teve piedade dele. Aproximou-se, enfaixou-lhe as feridas, derramando nelas vinho e óleo. Depois colocou-o sobre o seu próprio animal, levou-o para uma hospedaria e cuidou dele. No dia seguinte, deu dois denários ao hospedeiro e lhe disse: ‘Cuide dele. Quando eu voltar, pagarei todas as despesas que você tiver’. “Qual destes três você acha que foi o próximo do homem que caiu nas mãos dos assaltantes?” “Aquele que teve misericórdia dele”, respondeu o perito na lei.
Jesus lhe disse: “Vá e faça o mesmo”. Lucas 10:30-37
Nos textos acima não há dúvidas. O amor e a caridade material mesmo aos estranhos não é uma opção. É mandamento Jesus ensina através de fatos históricos. E se foi Jesus quem falou, onde está o mandamento contrário?
A Missão no amor ao próximo – o mandamento
E Jesus disse-lhe: Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento. Este é o primeiro e grande mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo.
Mateus 22:37-39
Jesus contra as injustiças sociais
Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão fartos; Mateus
Jesus denuncia a situação de injustiça na qual viviam os judeus daquela época sob o domínio romano, as injustiças sócias. Se Jesus se referiu às injustiças, nós também devemos utilizar suas palavras. Ou será que nós cristãos, temos que nós conformar com as injustiças sociais? Dizermos que somos crentes e que nosso reino não é aqui! Isto é egoísmo. Em várias partes da bíblia o próprio Deus se manifesta contra as injustiças sócias e promete castigo.
A Missão e os primeiros cristãos (a igreja que não existe mais)
E era um o coração e a alma da multidão dos que criam, e ninguém dizia que coisa alguma do que possuía era sua própria, mas todas as coisas lhes eram comuns. E os apóstolos davam, com grande poder, testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça. Não havia, pois, entre eles necessitado algum; porque todos os que possuíam herdades ou casas, vendendo-as, traziam o preço do que fora vendido, e o depositavam aos pés dos apóstolos. E repartia-se a cada um, segundo a necessidade que cada um tinha. Atos 4:32-35
Sempre que leio a Bíblia e chego a esse texto, vejo que a primeira igreja não existe mais. A igreja onde todos os bens eram comuns, não existe. Uma igreja onde alguém desempregado ou passando necessidade seria ajudado, onde se houvesse um enfermo estaríamos prontos a trazer socorro para aquela família e suas necessidades. Creio que como raras exceções ainda existam grupos assim. Mas numa abordagem geral isso deixou de existir. A avareza, o amor ao dinheiro, o olhar ao Eu e o Eu como centro das minhas necessidades fez com que esta igreja desaparece.
Uma pergunta: isso era comunismo? Isso era socialismo? Jesus era comunista? A igreja teve uma formação comunista? Então eu sou comunista sim, (tudo era comum entre eles) O que a Bíblia diz é verdade. Não estou trazendo ideias de A ou B ou ideias de filósofos, políticos ou líderes. O que vemos na Palavra são fatos históricos. Se não é verdade então passamos um corretivo e apagamos o que está escrito.
Paulo, o apóstolo – Perfeito amor
Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine. E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.
E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria. O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. I Cor 13
Esse texto é um dos mais completos para um evangelho integral, pois nele Paulo já mostra que além de ser uma questão material (social) começa a ser uma questão espiritual também. Ele nós mostra que o doar, o fazer, o trabalhar não é por ambição, por disputa ou qualquer outra atitude carnal mas sim por amor, um amor que nasce entre a alma e o espirito. Este sim é o verdadeiro amor.
O amor ao próximo como fruto do Espirito
Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. Contra estas coisas não há lei. Gálatas 5:22-23
Quando se fala de amor, fala-se de frutos do Espirito e como disse Paulo pode-se falar em mistérios, em línguas, ter dons etc. mas se não tiver amor de fato e verdadeiro, de nada vale!
Seria somente o amor a Deus, como muitos dizem? Mas se eu amo a Deus e não amo ao meu semelhante e não tenho no meu intimo a vontade e a esperança de ver o bem estar do meu semelhante, então biblicamente eu não amo a Deus e sou um hipócrita e demagogo
Porque o fruto do Espírito está em toda a bondade, e justiça e verdade); Aprovando o que é agradável ao Senhor. Efésios 5:9-10
Tenho certeza que esta falta de amor poderá acarretar prejuízos na vida espiritual daquele que não o pratica.
Ordenança da Carta aos hebreus
Lembrai-vos dos presos, como se estivésseis presos com eles, e dos maltratados, como sendo-o vós mesmos também no corpo. Hebreus 13:3
O autor da carta aos hebreus clama tanto por justiça social que nos colocar no lugar dos desfavorecidos. Clama de uma maneira emocional, clama para perguntarmos a nós mesmo como nos sentiríamos. Ou seja, como eu me sentiria se eu estivesse preso injustamente? Esse preso não são os presos que cometeram crimes, mas os que são presos por injustiça (Ex: a igreja perseguida – crentes presos pelo amor ao evangelho).
A Fé sem obras é morta
Meus irmãos, que aproveita se alguém disser que tem fé, e não tiver as obras? Porventura a fé pode salvá-lo? E, se o irmão ou a irmã estiverem nus, e tiverem falta de mantimento quotidiano, E algum de vós lhes disser: Ide em paz, aquentai-vos, e fartai-vos; e não lhes derdes as coisas necessárias para o corpo, que proveito virá daí? Assim também a fé, se não tiver as obras, é morta em si mesma. Tiago 2:14-17
Fé em que? Fé em Deus que tudo pode? Para que essa fé?
Pecado!
Aquele, pois, que sabe fazer o bem e não o faz, comete pecado. Tiago 4:17
Deus abomina o pecado. O pecado da omissão será levado em conta naquele dia.
A verdadeira religião
A religião pura e imaculada para com Deus e Pai, é esta: Visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações, e guardar-se da corrupção do mundo. Tiago 1:27
Infelizmente criamos a religião e dentro dela a politicagem. Deus abomina a religião. No Antigo Testamento, a religião não deu certo, Jesus veio deitar o vinho novo no odre novo, mas infelizmente com o passar dos anos os homens reviveram as antigas praticas religiosas.
Creio piamente que quem é contra a Missão Integral não é contra a Missão Integral em si, é contra o ser humano e ainda não experimentou o amor. Aquele que experimenta o amor de Deus, recebe um senso de humanidade. Ele deixa de ser religioso e passa a ser humano.
"As opiniões ditas pelos
colunistas são de inteira e única responsabilidade dos mesmos, as mesmas
não representam a opinião do Gospel+ e demais colaboradores."
MISSÕES
Uma análise do não ambiente missionário da grande maioria de nossas igrejas e lares.
Ensaio
João Luiz Santiago
Que interessante isso, denominarmos uma região ou área ministerial como “cemitério de missionários” devido as agruras e dificuldades do trabalho. É assim denominada porque muitos obreiros voltam prematuramente do campo, como que mortificando, assim, sua vocação ministerial missionária naquele lugar. Realmente, a falta de frutos, perseguições, antipatias variadas, sacrifícios pessoais e familiares, etc. são elementos de desânimo e retorno prematuro do campo.
Motivado por isso, gostaria aqui de fazer uma reflexão a respeito.
Entre os indígenas das selvas amazônicas há uma experiência assemelhada, eu diria. Por exemplo, nossos filhos, em nossa experiência ministerial, e de muitos colegas que atuam entre povos indígenas isolados, deixaram de ter o convívio dos parentes, encontros familiares, datas especiais, etc. Nova língua (aliás, duas em nosso caso), cultura (idem), etc. foram desafios no norte do Brasil para nossa família, com uma diferença: sem os confortos de uma cidade e seus recursos e entreterimentos, mas em duas casas isoladas. Uma totalmente de madeira, fincada, literalmente, no meio da selva (1 hora e 15 min. de voo da cidade sede da Missão!), e a outra de pau-a-pique (feita de madeira, barro e areia) nas frias serras ao lado do Monte Roraima. Naquela, água só do rio ou da chuva e, nesta, do poço. Banho? no rio ou de chubalde…
Privações e vida simples foram comuns para nossa família, assim como o é para muitos missionários entre povos indígenas do Brasil, por exemplo. Obviamente, há também muitas vezes certas animosidades por parte do povo alvo, assim como perseguições variadas em suas sutilezas e metodologias oriundas de ONGs de “defesa dos direitos humanos”, órgãos oficiais e outros interesses bastante fortes como os de garimpeiros, madeireiros, fazendeiros, grileiros, etc.
Infelizmente, eu e minha esposa não pudemos ver de forma mais clara, enquanto no campo, o resultado do trabalho de nossas mãos. Outros colegas colheram e estão colhendo, o que outrora fora semeado, o que nos causa grande alegria. Que maravilha ouvirmos de muitos obreiros atuais que estão batizando aqueles que têm entregado suas vidas a Jesus; eu não tive o privilégio de batizar nenhum dos indígenas com os quais trabalhei por 14 anos. Louvado seja o Senhor!!! Aleluias pelo que tem acontecido atualmente, e já há alguns anos.
Pois é, essa é a realidade; é o ministério missionário entre indígenas amazônicos: sacrifícios, isolamento, perseguições, privações, comidas diferentes, insetos, animais peçonhentos, malária, rios encachoeirados, perigos mil… Tudo isso é parte do dia-a-dia de obreiros nas selvas. É inerente ao ministério, pura e simplesmente.
Mas espere! Na verdade, que sacrifícios são estes comparados aos pioneiros que desbravaram há cinquenta, setenta anos atrás aquelas selvas, se embrenhando por elas? Que sacrifícios são estes comparados ao esvaziamento de Jesus quando veio e habitou entre nós???
A expressão, “cemitério de missionários” é mais uma daquelas expressões que em nada contribui para o reino ou para novos missionários se juntarem à tarefa, seja em que campo de atuação for. Conheci obreiros que trabalharam com povos indígenas e que saíram do trabalho frustrados, tristes, desanimados, etc. e nem por isso há um cemitério de missionários nas selvas amazônicas. Aliás, considerando o ministério entre os indígenas do Brasil, especialmente da região da Amazônia Legal, poderíamos tomar emprestada esta expressão para fazer referência às dificuldades, limitações, sacrifícios e outras muitas palavras que descrevem os contextos ministeriais adversos entre esses povos que ali vivem. Mas isso seria bobagem!
A expressão “cemitério de missionários” para que serve??? Serve apenas para o contraproducente, o repelir novos obreiros; serve apenas para afagar a auto comiseração de muitos obreiros, ou o ego de missionários “Indiana Jones” às avessas. Bobagem!
Os cemitérios de missionários, se é que vamos usar tal expressão sensacionalista, estão muito longe dos campos onde os obreiros atuam, seja em que continente for. Cemitério de missionários são púlpitos estéreis de desafios missionários. São púlpitos covardes que não confrontam os membros da igreja para o envolvimento em missões. Isto sim, poderíamos chamar de cemitério de missionários.
Cemitério de missionários são pais egoístas que não liberam seus filhos e filhas para o serviço de Deus. Cemitério de missionários são pastores pequenos, fracos, covardes que não são capazes de abrir a Palavra e afirmar “… assim diz o Senhor…” sobre a necessidade de mais obreiros transculturais.
Cemitério de missionários são escolas de formação teológica onde a teologia é motivo de afastamento dos futuros formandos dos campos. É sabido, e tristemente atestado, que muitos alunos iniciantes sofrem de um acentuado arrefecimento de sua visão e vocação ministeriais missionárias à medida que avançam em seus estudos teológicos. São alvos (eu diria, vítimas) de professores que atribuem à teologia, ou a carreira ministerial, como ascensão acadêmico-social, um quase “plano de carreira academicista”. Por esta razão muitos egressos dessas escolas nem pensam em sair de um grande ou médio centro para plantação de igreja em regiões necessitadas. Nem mesmo pastorear um grupo menor ou mais afastado. Missões de ponta de lança? Nem pensar em tal coisa!!! São obreiros nati-mortos em termos missionários; isto, sim, é cemitério de missionários. Que coisa triste, lamentável mesmo pois, quem é a “mãe da teologia” senão a revelação e comunicação de Deus a nós, (missões!) que, justamente, é o objeto da teologia?!
É lamentável também vermos igrejas que têm um potencial enorme para suprirem os campos missionários com seus rapazes e moças, mas que se contam nos dedos, quando muito, os que dali saíram para os “…campos brancos para a ceifa”.
Não é pequeno o número de pastores que não conseguem ver além do reino sectário de sua igreja e ou denominação. Há muitos pastores que conseguem motivar os seus jovens para carreiras profissionais, apoiá-los em seus cursinhos e faculdades, orar por eles ao serem aprovados no vestibular ou quando vão morar em outra cidade, estado ou país distantes. Mas não os motivam à carreira ministerial. Para esta última, há uma série de exigências a serem cumpridas para que tenham a aprovação da liderança. Exigências estas muitas vezes absurdas. Líderes que agem como se fossem os donos da vocação ou do chamado de Deus para suas ovelhas; que tristeza!
Enquanto tal ocorre muitos jovens são arrefecidos em seu entendimento do serviço a Deus. Muitos nem mesmo ouvem de seus líderes, seja do púlpito ou em conversas pessoais, sobre a necessidade de exposição do evangelho entre os povos ainda não alcançados. Não são despertados para a verdade que o alcance desses povos depende do desprendimento de rapazes e moças que se lancem, depois de bem preparados, ao campo missionário.
E o que dizer de pais que projetam nos filhos seus sonhos frustrados de outrora?! Em consequência disso, só conseguem vislumbrar uma carreira secular promissora para seus filhos. Carreira esta que produzirá ganhos materiais e estabilidade financeira, pois não admitem seus filhos como obreiros do Senhor, missionários onde Deus os quiser conduzir. Muitos até mesmo querem fazer dos seus filhos esteios de sua velhice, onde a segurança futura é depositada no bom sucesso de suas crias. Que desperdício de juventude, criatividade, vigor, inteligência, etc. se observa quando os pais não admitem que seus filhos sirvam ao Senhor. Muitos consideram isso até mesmo vexatório, humilhante, atestado de incapacidade. “-Meu filho, obreiro do Senhor, missionário??? De forma alguma! Ele será alguém na vida”. é a afirmação, normalmente não verbalizada, mas algumas vezes, sim, de muitos pais.
Quanta marginalização por parte de pais egoístas que não conseguem ser motivadores para que seus filhos encontrem plena realização no serviço do Mestre, na obra missionária. Sim, há muitos cemitérios de missionários em muitos lares de pais crentes mas que pouco confiam no Senhor para a condução e direção dos seus filhos. Infelizmente, há dois tipos de pessoas, onde os jovens que desejam servir ao Senhor, encontrarão dificuldades de darem cabo de sua vocação e decisão de servirem no campo missionário: os pastores e os pais. Estes por seus, basicamente, egoísmos e medos de deixarem Deus conduzir seus filhos. Aqueles por terem uma visão medíocre e, não raras vezes, orgulhosa, a tal ponto de se constituírem nos donos da vocação de suas jovens ovelhas.
Precisamos, obviamente, reverter este triste quadro, tanto o pastoral/eclesiástico quando o paterno/familiar. A obra missionária que está diante de nós não comporta pensamentos e atitudes tão pouco visionárias, egoístas e medíocres. A obra missionária a ser feita só poderá, efetivamente, acontecer com nova mão de obra. E esta se encontra, exatamente, dentro de nossos lares e de nossas igrejas.
Ser um engenheiro, médico, advogado, dentista, militar, etc. qualquer um pode ser e desempenhar uma ótima profissão, com testemunho relevante no tecido social onde trabalhará. Mas um obreiro de Deus, um missionário de dedicação exclusiva ao serviço do Senhor, é tarefa apenas para aquele que persistentemente assim decidir e lutar. Que não se conforma com o cemitério que há ao redor de si, em sua igreja e ou lar. Estes lutarão e insistirão já em sua própria casa e igreja, pois são, geralmente, nesses ambientes onde encontrarão as primeiras e mais fortes contrariedades para prosseguir.
Muitos pastores e pais, em flagrante reflexo de falta de visão e compromisso sério e visionário com Deus, serão os primeiros a tentarem (e muitos o conseguirão) demover suas ovelhas e filhos dessa “loucura” de querer ser missionários. Nossa família, filhos e nossas ovelhas são instrumentos do Senhor para o alcance dos perdidos sem o conhecimento de Deus. Mas para que nós, pais e pastores, saibamos conduzir tais instrumentos a efetividade ministerial, necessitamos usar mais adequadamente a autoridade que o Senhor nos delegou. Usá-la com visão larga e aberta das necessidades e oportunidades do campo missionário. Usá-la debaixo da dependência do Senhor desses campos e do Seu desejo em alcançá-los. Usá-la de forma menos egoísta e marginal, a fim de que nossas ovelhas e filhos vejam em nós o entendimento de serem eles a resposta de Deus aos campos.
Queridos, precisamos abrir mão dessa potencial mão-de-obra; precisamos dar direcionamento bíblico abalizado a ela; precisamos ser melhores mordomos das ovelhas de nossas igrejas e filhos de nossos lares. Não podemos ser pás que trabalham com a morte num cemitério de missionários em nossas igrejas e lares. Que sejamos aqueles que trabalham com a “puericultura missionária”. Aqueles que promovem e asseguram o nascimento e o desenvolvimento de visões saudáveis naqueles que o Senhor nos deu a liderar.
Que O Senhor nos ajude. E Ele assim quer!
Juntos com Jesus, o Missionário por excelência,
João Luiz Santiago
João Luiz, e Denise, sua esposa, são missionários da MEVA.
Trabalharam 14 anos entre os yanomamis e macuxis, no estado de RR.
Atualmente coordena o Dpto. de Missões do SBPV.
Seu filho, João Luiz (Joãozinho), é também missionário da MEVA entre os yanomamis.
Sua filha, Lara Luíza, com seu marido, André, se preparam para a obra.
segunda-feira, dezembro 2
Avião achado sem sobreviventes em Moçambique, brasileiro entre as vítimas
- Xu Lingui/Xinhua
Avião da Mozambique Airlines (LAM) permanece
na pista no Aeroporto Internacional de Maputo, em Moçambique
Entre os passageiros, havia um cidadão luso-brasileiro, segundo informações do ministério português das Relações Exteriores.
"Minha equipe encontrou o aparelho. Não há sobreviventes. O avião está carbonizado por completo", declarou à AFP o coordenador da polícia da região namíbia de Kavango (nordeste), Willie Bampton, depois de várias horas de busca em uma zona pouco povoada no parque nacional de Bwabwata.
Este é o mais grave acidente da história da aviação civil de Moçambique.
O voo TM 470 decolou na manhã de sexta-feira de Maputo com destino a Luanda levando 27 passageiros a bordo: dez moçambicanos, nove angolanos, cinco portugueses, um francês, um luso-brasileiro e um chinês, segundo comunicado da LAM.
A Embraer confirmou que o avião acidentado é um de seus modelos, o E190, e que enviará uma equipe técnica para colaborar na investigação das causas da queda.
"A Embraer lamenta profundamente confirmar o acidente (...) A companhia estende seu apoio à investigação das autoridades para descobrir a causa do acidente. Para esse fim, uma equipe de técnicos da Embraer se prepara para ir ao cenário do acidente", acrescentou.
Um E190 tem entre 98 e 114 lugares, segundo o site da empresa, mas o aparelho voava com mais ou menos um terço de sua capacidade.
O último contato estabelecido com os pilotos foi feito quando o avião sobrevoava o norte da Namíbia, onde caia uma forte chuva.
A polícia da Namíbia enviou equipes de resgate após ser alertada pelas forças de Botswana. "Eles viram a fumaça no ar e pensaram que o acidente havia ocorrido em seu país", contou Bampton. "Mas ao chegarem à fronteira, perceberam que a fumaça estava na Namíbia".
O trabalho das equipes namíbias foram prejudicadas pelas fortes chuvas e pela vegetação fechada. Além disso, a ausência de estradas complicou o acesso ao local. O barulho das explosões pode ser ouvido pelos moradores de vilarejos nos arredores.
A companhia aérea LAM afirmou nesta sexta-feira que o avião poderia ter feito uma aterrissagem próximo à fronteira setentrional da Namíbia, mas ainda não havia confirmado oficialmente o acidente.
A LAM se negou por ora a fazer comentários, e simplesmente divulgou a nacionalidade dos passageiros, revisando seu número para 27 no lugar do 28 informado na sexta-feira.
Parentes das vítimas que foram à sede da empresa se mostraram frustrados. "Eles nos dizem que foi um pouso forçado. Eu sei que o avião caiu", afirmou um colega de um dos desaparecidos, Luis Paolo. "Como pode uma companhia estatal não ter informações?".
O governo moçambicano também preferiu ficar em silêncio neste sábado, confirmando apenas que havia 33 pessoas a bordo, incluindo a tripulação.
Segundo um técnico do aeroporto, que pediu para não ser identificado, o avião teria caído por causa do mau tempo.
O acidente é o mais grave na história da aviação civil de Moçambique desde a misteriosa queda do avião do presidente Samora Machel em 1986 na África do Sul, quando morreram 34 pessoas - um provável atentado ligado às hostilidades que existiam com o regime racista do apartheid sul-africano.
Em 2011, a União Europeia proibiu a companhia aérea LAM de sobrevoar seu espaço aéreo, medida justificada pelas falhas na segurança aérea de Moçambique.
De acordo com comunicado divulgado pela chancelaria portuguesa, os serviços consulares já entraram em contato com as famílias de quatro dos cinco portugueses que viajavam a bordo do voo TM470.
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"NÃO TERÁS OUTROS DEUSES DIANTE DE MIM. Êxodo 20:2
Pois os costumes dos povos são vaidade. O ídolo é apenas um madeiro que se corta do bosque, obra das mãos do artífice que o trabalhou com o machado.
Enfeitam-no com prata e com ouro; com pregos e a marteladas o firmam, para que não se abale.
São como o espantalho num pepinal, e não falam; necessitam de serem carregados porque não podem dar passo. Não tenhais medo deles; porque não podem fazer o mal, nem está neles o fazer o bem.
Jeremias 10:3-5
Enfeitam-no com prata e com ouro; com pregos e a marteladas o firmam, para que não se abale.
São como o espantalho num pepinal, e não falam; necessitam de serem carregados porque não podem dar passo. Não tenhais medo deles; porque não podem fazer o mal, nem está neles o fazer o bem.
Jeremias 10:3-5






