مرحبـاً Selamat Datang Welcome Bienvenue Добро пожаловать Bienvenidos Sejam Bem-vindos

terça-feira, agosto 28

PARA CRISTÃOS QUE ANELAM PELA RESSURREIÇÃO

Uma larva, caminhando para entrar dentro do casulo- que tremenda experiência. E como é difícil esta metamorfose. Humilhante por sinal, já que todos nós temos um censo de preservação do nosso orgulho. Este trajeto onde vamos rastejando é meio nojento. Passamos pela terra, encostamos em animais mortos, adubos em decomposição, para quem sabe subirmos numa árvore, nos pregarmos num toco morto e passarmos por esta transformação penosa e necessária até chegarmos a este inseto não tão maravilhoso assim(sou apaixonada por joanihhas), mas que metamorfose - a RESSURREIÇÃO, a liberdade, a couraça do pecado sendo deixada para trás. O reino de Deus - o vôo da libertação. Que experiência incontestável. A liberdade da glória de Deus. Que anelo. Que desejo intenso existe no coração dos verdadeiros crentes em Jesus. De tomarem as asas da alva e voarem o mais alto possível. Longe das acusações do inimigo. Longe deste mundo tenebroso. Não mais sujeitos ao pecado que nos entristeçe e amordaça. Oh Glória!!!!!!!
Aqueles limitados a somente esta vida são os mais miseráveis de todos os homens. Nós temos a esperança da ressurreição injetada nas nossas futuras asas. Somos selados pelo Espírito. Comprados pelo precioso sangue de Jesus na cruz do calvário. Aquele que nos possibilita o vôo da liberdade, da conquista, da alegria completa. Aquele que nos perdoa e nos possibilita viver ao lado do grande Rei de toda a terra. Aquele que nos amou primeiro. Aquele que tornou-se servo para que pudéssemos desfrutar de um banquete eterno. A ESTE DONO E IDEALIZADOR DE UM UNIVERSO CHEIO DE MISTÉRIO E GRAÇA sejam a Honra, o Louvor e a glória para todo o sempre amém. Maranata!!! TE AGUARDAMOS SENHOR JESUS.

Ninguém merece...

Estou em desvantagem esta semana, pois meu mouse estragou, ou então peguei algum vírus que o desativou e não sei o que aconteceu. A verdade é que ficar sem ele é como teclar com os cotovelos. Estou demorando a me harmonizar com este problema recém adquirido ehehehe. Poderiam inventar um substituto imbutido no teclado(não estou falando de notebook) e assim já cortaria muitos dos meus problemas. Que não é problema afinal. Mas como a gente acaba ficando viciado nesse objeto a coisa fica feia. A cada dia que passa estamos mais dependentes da tecnologia. Já pensou? Um mundo sem energia elétrica, água encanada, computadores, telefone, gasolina etc etc etc? Seria o caos completo. Minha dependência de um simples mouse chega a ser patética. Estou olhando prá ele e gostaria de jogá-lo pela janela. Como é feriado aqui em Machado, graças ao Santo Benedito achei que ia dar para aproveitar mais... Que engano. Meus filhos vão estar chegando do acampamento hoje. Acabou a minha festa. No mais, brincadeiras à parte, meu coração fica apertado ao ver as pessoas, tanto jovens como crianças, descerem o morro, nas suas batucadas e danças esquisitas, participarem de uma festa que não tem nada de cristã e sim pagã. Vestígios do verdadeiro evangelho não existe. As pessoas estão mergulhadas no misticismo, num sincretismo religioso que tão somente cega e escraviza, nada mais. Uma mistura de paganismo, com espiritismo, tradições católicas que nada tem a ver com a Palavra de Deus. Essas batucadas que lembram candomblé e macumba me trazem arrepios, pois quando era pequena, perto de minha casa havia um morro onde de lá do alto se ouviam sons grotescos misturados com batucada que me amedrontavam. Hoje é claro estou livre em Jesus, graças a Deus. A festa do S. Benedito, só trás renda material e nenhum benefício espiritual, só mais engano e condenação. Se alguém discorda disso que se manifeste, mas minha opinião, de acordo com a Palavra de Deus é essa mesma.
Não adiante dizermos que somos cristãos, se a nossa vida não anda em acordo com os ensinos de Jesus. "Aquele que tem os meus mandamentos, e os GUARDA, esse é o que me ama". Não existe meio termo. É isso aí! Jesus nunca foi esquisito, nunca usou batucadas para chamar a atenção, nunca consultou mortos, aliás Ele costumava ressuscitar os mortos e não invocá-los. Jesus expulsava demônios e não o contrário.
Jesus nunca usou pinga. Jesus nunca ofereceu comida a ídolo e nunca favoreceu a prostituição como se vê nessas festas. Jesus nunca serviu a nenhum orixá. Nunca foi atrás de prestígio, fama, honras humanas e muito menos permitiu que alguém o coroasse.

quinta-feira, agosto 16

QUERO DAR-TE ESTA ROSA...


Quero dar-Te uma rosa
Embora ela não exale nem o milésimo do perfume que provém do Teu coração
Cheio de ternura expressa através do amor que tu nos tens – rosas sem nenhum valor.
Quero dar-Te esta rosa,
que Tu regas conforme a Tua vontade
E esses pingos dessem sobre mim, nessa escaldante terra onde nasci
Como um líquido precioso que me anima a prosseguir
Quero dar-Te uma rosa
Embora junto com esse presente, venham os seus espinhos
Mas mesmo entre espinhos, sei que Tu aceitas minha rosa Senhor.
Pétala que perdeu o seu veludo, desgastada pelo tempo e pelo mal que há em mim.
Mesmo que ela tenha coragem para ferir-te
Mas as dores que ela provoca não são do meu querer,
brotam mesmo contra a minha vontade
Nunca conseguirei evitá-las,
É inexorável a dor que posso causar
Mas, mesmo assim...
Quero dar-Te uma rosa
Seja branca, seja vermelha, o que importa a sua cor?
O que importa é a sensação e a emoção que ela causa,
em mim e gostaria que causasse em Ti
Quero dar-Te esta rosa
Mesmo sendo colhida em outro jardim, não tenho jardim para cultivar
A não ser o jardim da minha alma
De onde nasceu a idéia para ti dar este presente, Senhor
Quando me encontrar contigo, sei que ela estará novamente viçosa
Não será mais aquela rosa esmaecida pelo tempo, atingida pelas intempéries
Do meu pecado atrós.
Quero dar-Te uma rosa
Cultivada no lugar que não é meu lar, estou de passagem
Não precisarei carregar nem o vaso, vai ela só
E quando chegar na Tua real presença
Quero plantá-la no Teu jardim para sempre
De onde sei que não será mais colhida, mas cuidada com carinho pelo
Teu eterno amor

quarta-feira, agosto 15

EU NÃO SEI...


...Quantas vezes vocês já se emocionaram com a leitura de uma história, mas essa em particular me chamou muito a atenção. Nós deveríamos dar mais valor às emoções do que às coisas. Será que estamos tão materialistas e presos a esta terra, que não saibamos mais como chorar?

A MARCA QUE VOCÊ DEIXA NAS PESSOAS
Quando eu era criança, bem novinho, meu pai comprou o primeiro telefone da nossa vizinhança. Eu ainda me lembro daquele aparelho preto e brilhante que ficava na cômoda da sala. Eu era muito pequeno para alcançar o telefone, mas ficava ouvindo fascinado enquanto minha Então, um dia eu descobri que dentro daquele objeto maravilhoso morava uma pessoa legal. O nome dela era “Uma informação, por favor” e não havia nada que ela não soubesse. ”Uma informação, por favor” poderia fornecer qualquer número de telefone e até a hora certa. Minha primeira experiência pessoal com esse gênio-na-garrafa veio num dia em que minha mãe estava fora, na casa de um vizinho. Eu estava na garagem mexendo na caixa de ferramentas quando bati em meu dedo com um martelo. A dor era terrível mas não havia motivo para chorar, uma vez que não havia ninguém em casa para me oferecer a sua simpatia. Eu andava pela casa, chupando o dedo dolorido até que pensei: O telefone! Rapidamente fui até o porão, peguei uma pequena escada que coloquei em frente à cômoda da sala. Subi na escada, tirei o fone do gancho e segurei contra o ouvido. Alguém atendeu e eu disse: ”Uma informação, por favor”. Ouvi uns dois ou três cliques e uma voz suave e nítida falou em meu ouvido. “Informações.” ”Eu machuquei meu dedo...”, disse, e as lágrimas vieram facilmente, agora que eu tinha audiência. ”A sua mãe não está em casa?”, ela perguntou. ”Não tem ninguém aqui...”, eu soluçava. ”Está sangrando?” ”Não”, respondi. “Eu machuquei o dedo com o martelo, mas tá doendo...” ”Você consegue abrir o congelador?”, ela perguntou. Eu respondi que sim. “Então pegue um cubo de gelo e passe no seu dedo”, disse a voz.
Depois daquele dia, eu ligava para “Uma informação, por favor” por qualquer motivo. Ela me ajudou com as minhas dúvidas de geografia e me ensinou onde ficava a Philadelphia. Ela me ajudou com os exercícios de matemática. Ela me ensinou que o pequeno esquilo que eu trouxe do bosque deveria comer nozes e frutinhas. Então, um dia, Petey, meu canário, morreu. Eu liguei para “Uma informação, por favor” e contei o ocorrido. Ela escutou e começou a falar aquelas coisas que se dizem para uma criança que está crescendo. Mas eu estava inconsolável. Eu perguntava: “Por que é que os passarinhos cantam tão lindamente e trazem tanta alegria pra gente para, no fim, acabar como um monte de penas no fundo de uma gaiola?” Ela deve ter compreendido a minha preocupação, porque acrescentou mansamente: “Paul, sempre lembre que existem outros mundos onde a gente pode cantar também...” De alguma maneira, depois disso eu me senti melhor. No outro dia, lá estava eu de novo. “Informações.”, disse a voz já tão familiar. “Você sabe como se escreve ‘exceção’?”
Tudo isso aconteceu na minha cidade natal ao norte do Pacífico.
Quando eu tinha 9 anos, nós nos mudamos para Boston. Eu sentia muita falta da minha amiga. “Uma informação, por favor” pertencia àquele velho aparelho telefônico preto e eu não sentia nenhuma atração pelo nosso novo aparelho telefônico branquinho que ficava na nova cômoda na nova sala.
Conforme eu crescia, as lembranças daquelas conversas infantis nunca saíam da minha memória. Freqüentemente, em momentos de dúvida ou perplexidade, eu tentava recuperar o sentimento calmo de segurança que eu tinha naquele tempo. Hoje eu entendo como ela era paciente, compreensiva e gentil ao perder tempo atendendo as ligações de um menininho. Alguns anos depois, quando estava indo para a faculdade, meu avião teve uma escala em Seattle. Eu teria mais ou menos meia hora entre os dois vôos. Falei ao telefone com minha irmã, que morava lá, por 15 minutos. Então, sem nem mesmo sentir que estava fazendo isso, disquei o número da operadora daquela minha cidade
natal e pedi: ”Uma informação, por favor.” Como num milagre, eu ouvi a mesma voz doce e clara que conhecia tão bem, dizendo: “Informações.” Eu não tinha planejado isso, mas me peguei perguntando: “Você sabe como se escreve ‘ex ceção’?” Houve uma longa pausa. Então, veio uma resposta suave: “Eu acho que o seu dedo já melhorou, Paul.” Eu ri. “Então, é você mesma!”, eu disse. “Você não imagina como era importante para mim naquele tempo.” ”Eu imagino”, ela disse. “E você não sabe o quanto significavam para mim aquelas ligações. Eu não tenho filhos e ficava esperando todos os dias que você ligasse.”
Eu contei para ela o quanto pensei nela todos esses anos e perguntei se poderia visitá-la quando fosse encontrar a minha irmã. ”É claro!”, ela respondeu. “Venha até aqui e chame a Sally.” Três meses depois eu fui a Seattle visitar minha irmã. Quando liguei, uma voz diferente respondeu : “Informações.”
Eu pedi para chamar a Sally. ”Você é amigo dela?”, a voz perguntou. ”Sou, um velho amigo. O meu nome é Paul.” ”Eu sinto muito, mas a Sally estava trabalhando aqui apenas meio período porque estava doente. Infelizmente, ela morreu há cinco semanas.” Antes que eu pudesse desligar, a voz perguntou: ”Espere um pouco. Você disse que o seu nome é Paul? ”Sim.” ”A Sally deixou uma mensagem para você. Ela escreveu e pediu para eu guardar caso você ligasse. Eu vou ler pra você.” A mensagem dizia: “Diga a ele que eu ainda acredito que existem outros mundos onde a gente pode cantar também. Ele vai entender.” Eu agradeci e desliguei. Eu entendi...
Autor desconhecido
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

FIQUE POR DENTRO