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terça-feira, agosto 13

MÁQUINA DO TEMPO...
1876 – Em setembro um navio velho e enferrujado chega ao Rio Clabar no que hoje é chamado de Nigéria. Esta parte da África era conhecida como “o cemitério do homem branco”. A bordo do navio havia barris de cachaça, a tripulação e uma pessoa com uma missão cristã – a missionária de 29 anos, Mary Slessor. Foi criada na Escócia e converteu cedo. Sua mãe era uma mulher que amava Jesus e amava missões. Seu pai era alcoólatra. Ela leu os livros e os relatos de David Livingstone e queria servir o Senhor na África. Ela, como Livingstone, morreu na África. Ela viveu no meio das tribos que praticavam feitiçaria e ritos bárbaros levando a luz de Cristo a estes perdidos. Tinha conhecimentos médicos e aprendeu as línguas com facilidade. Sempre morava com os africanos comendo a sua comida e sem ostentar roupas ou joias. Ela levou para sua casa muitas “filhas” que ela criou. Depois de servir o Senhor por 39 anos morreu no meio das suas “filhas” com 68 anos de idade. Certamente seu galardão está reservado pelo Senhor.
MÁQUINA DO TEMPO

1916
Missionário foi proibido de sepultar o filho no cemitério por ordem de um padre
Pelos idos de 1916-17, o missionário sueco Otto Nelson morava no bairro de Bebedouro, na Rua Dr. Passos de Miranda, em Maceió, Alagoas. Ao tentar sepultar seu terceiro filho, Davi, que morrera aos dez meses de idade, foi informado que o padre local não permitia, alegando que o cemitério era da igreja católica, e que “hereges” não podiam ser enterrados lá. Por causa desta ordem, os coveiros cavaram a sepultura do garoto no lado de fora do cemitério. Além desta ação, o tal sacerdote instigou os católicos romanos dessa comunidade a se levantarem furiosamente contra os crentes. Sem ter como enterrar o seu filhinho, Otto Nelson orou a Deus, suplicando-lhe uma solução urgente, a qual chegou imediatamente, pois o delegado, ao tomar conhecimento da proibição imposta pelo sacerdote, mandou que uma escolta de soldados acompanhasse o enterro até o cemitério e ali guarnecesse os crentes, enquanto era realizada a cerimônia de sepultamento, que aconteceu à noite, à luz de candeeiros. - See more at: http://www.cpad.com.br/assembleia/historia.php?i=10#sthash.7CE3OSs5.dpuf
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