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segunda-feira, agosto 31

A ESQUERDA (I)MORALISTA...

Por que a esquerda apoia incondicionalmente os árabes-palestinos em sua guerra contra Israel?
Salomon Mizrahi
http://www.pletz.com/
artigos/esquerda.html

Por que a esquerda, que se considera uma reserva moral e defensora do humanismo, apoia Yassir Arafat e sempre justifica as ações dos grupos para-militares árabes-palestinos que assassinam, indiscriminadamente, a população israelense?

Essa questão é raramente perguntada. É considerada letra morta que a esquerda apoie os árabes-palestinos e que demonstre empatia para com a causa árabe (e os valores do Islã) em sua guerra contra Israel.

A priori essa questão parece paradoxal, pois pela lógica esse apoio incondicional é completamente antagônico aos valores defendidos pelas esquerdas. Mais precisamente, devemos lembrar que os princípios humanistas que a esquerda clama defender são os mesmos defendidos por Israel, mas não pelos seus jurados inimigos.

A esquerda fala de sua paixão pela democracia (“a voz do povo…”). Mas é exatamente em Israel que a democracia funciona plenamente, em contraposição ao que ocorre com todos os que o consideram como inimigo: países árabes e islâmicos. Arafat é um líder autoritário, ditador corrupto, mas a esquerda o adula, protege e defende.

A esquerda diz preocupar-se com os direitos da Mulher. Mas é exatamente em Israel que este conceito é plenamente aceito e assegurado, existindo mesmo já antes da proclamação da sua independência em 1948. Israel foi o primeiro país a integrar as mulheres às suas forças armadas e nas polícias, prática que hoje é corriqueiramente adotada pela maioria dos países ocidentais. Concomitantemente, a situação dos direitos da Mulher nas nações islâmicas é a mais deplorável dentre todos os países do Planeta.

Uma das maiores preocupações da esquerda refere-se aos direitos dos homossexuais. Mas é ainda em Israel que os seus direitos são respeitados e assegurados, enquanto que no Egito e outros países árabes e/ou islâmicos a homossexualidade é considerada crime e o infrator é severamente punido, amargando longas penas de prisão.

É em Israel que existe um sistema judiciário independente do poder executivo e de tradição essencialmente liberal. É em Israel que existe uma imprensa de esquerda livre e independente. É em Israel que os partidos de esquerda ficaram mais tempo no poder que todos os outros partidos juntos. Enquanto que os proclamados inimigos de Israel, ditaduras ou monarquias autoritárias, não permitem o funcionamento de partidos de esquerda, nem outros partidos que façam parte da Internacional Socialista.

Pergunta-se então, por que a esquerda lidera manifestações e discursos anti-Israel? Por que a virulência das resoluções anti-Israel, propostas por ONGs (retiro das viúvas de Stálin e Trotsky), na Conferência contra o Racismo em Durban, em 2001?

Só há uma explicação:

Na realidade, a esquerda não tem como preocupação central os direitos das mulheres, um poder judiciário independente, os direitos das minorias, a democracia, os homossexuais e quase tudo que clama defender em suas manifestações públicas. Como exemplo, vamos nos recordar de sua feroz condenação à guerra dos EUA contra o Taliban e o grupo terrorista Al-Qaeda no Afeganistão, sem ao menos reconhecer que uma conseqüência positiva da guerra foi ter tirado as mulheres afegãs da sua condição de animal doméstico.

Quase todas as causas que a esquerda diz defender, empregando discursos nobres e frases de efeito, servem apenas para encobrir sua real finalidade: derrotar o capitalismo e os assim chamados valores judaico-cristãos do Ocidente, para substituí-los por sua utopia: um “novo socialismo” e “novos valores” que conduzirão a Humanidade para um “Mundo mais justo”. Para a esquerda até o intolerante fundamentalismo islâmico é preferível à “democracia burguesa”.

Freud diria que este é o antagonismo entre os valores do pai com os do filho. Os EUA representam tudo o que a esquerda repudia e quer destruir: É o país que possui maior religiosidade, embora o seu sistema de governo seja democrático e secular, é o paradigma do capitalismo, e é também a maior força econômica, militar e cultural dentre as Nações.

Por que Israel é odiado pela esquerda? Porque Israel partilha os mesmos valores dos EUA. É religioso, mas também conta com um sistema de governo democrático e secular. Valoriza a economia de mercado, e é visto como uma força militar, econômica e cultural do Oriente Médio. E mais, lá não se depredam restaurantes da rede de lanchonetes McDonald e o mote “Yankee go home!” nunca foi usado.

E como os EUA, Israel valoriza sua identidade nacional, e não a do “Mundo”, como pregado cinicamente pela esquerda. Contraditoriamente, a esquerda exalta o nacionalismo dos ditadores plantonistas, desde que ele seja antiocidental, mais especificamente antiamericano e anti-Israel: Taliban, OLP, Irã, Iraque, Líbia, Zimbabwe, Cuba , Coréia do Norte, Síria, etc…

Com um apoio automático dos 56 países islâmicos, de cínicos países europeus e de países terceiro-mundistas, que vendem seus votos por meia-dúzia de barris de petróleo, a ONU transformou Israel em um estado pária. Já antes de Bush (filho) assumir a presidência dos EUA, a esquerda proclamara o binômio EUA-Israel como seu “eixo-do-mal”.

Portanto, a questão “porque a esquerda apoia os árabes-palestinos” com tanto zelo, e reage com fria indiferença quanto à “sorte” da minoria cristã da Nigéria (onde os cristãos são ocasionalmente massacrados às centenas), dos animistas Negros do sul do Sudão (trucidados e escravizados pelo governo fundamentalista islâmico) ou dos Coptas no Egito (cujos direitos como minoria cristã são sistematicamente violados) é extremamente importante.

Esse apoio não se deve porque a esquerda tem maior simpatia pela causa dos árabes-palestinos do que para com os sudaneses do sul. Ele simplesmente decorre da carga de ódio de tudo que for relacionado com EUA e Israel. Para a esquerda, o que esses dois países fizerem deve ser automaticamente condenado, pois qualquer ato reconhecido como positivo será um entrave à sua luta para realizar a sua utopia. É por isso que a esquerda considera essencial apoiar os árabes-palestinos em sua guerra contra Israel, pois acredita que eles são capazes de combater e minar os países do seu “eixo-do-mal”, acelerando assim a sua destruição.

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Salomon S Mizrahi, Professor, Departamento de Física, Universidade Federal de São Carlos - E-mail: salomon@df.ufscar.br

Transcrito do jornal Primeira Página, São Carlos, 09/08/2002

DEUS NÃO PRECISA DE ADVOGADO E NEM TRIBUNAL HUMANO

Em nosso mundo tenho visto muitos homens lutando contra Deus, derramando sobre Ele suas indignações, como se Deus fosse o autor de toda mazela humana. Nossa primeira reação, é também querer nos levantar em Sua defesa. No entanto, eu me pergunto, se o esforço mental para isso é necessário. Deus não precisa de nossos argumentos a seu favor. Não há nada para ser defendido. Penso que toda discussão a respeito DELE se torna inútil. Deus não precisa de advogados. Nós é que precisamos. Então, entra em cena JESUS CRISTO! Seu registro, está na cruz. Seu diploma de bacharel em direito, foi escrito com sangue. A cruz, símbolo de crime e de vergonha no império romano é a resposta mais convincente da presença de Deus na história humana.

domingo, agosto 30

UM ESPANTALHO APENAS!


É interessante observarmos os homens... Nós podemos falar o que pensamos, podemos expressar nossos desejos e contrariedades. Podemos deixar escapar de nossos lábios nossas idéias; podemos registrar nossas memórias; podemos rir e chorar; correr e pular; divulgar causas e sonhos, lutando por eles; tentar responder à altura àqueles que são contrários às coisas que defendemos; e constatar que no fundo no fundo,nada disso tem valor. E elas realmente são inúteis, se tão somente NÃO a colocarmos no vale profundo, aos pés da cruz. Imagina só um humanista sem uma fé para produzir esperança em seu coração!!!! Quanta vida desperdiçada, pois ele não sabe de onde veio e nem para onde vai. Não tem certeza de nada. Deus é a âncora que ele não quer lançar no mar das suas incertezas. Deus é a bússula que ele não quer consultar em meio às tempestades da vida. A vida não tem sentido sem esperança. Não tem sentido sem a fé. Não tem sentido sem a eternidade. Tudo sem Deus perde o valor:"Amor, família, bens materiais, um abraço, uma alegria, um desejo, um sonho; tudo fica sem sentido..." A fé não pode ser riscada do nosso dicionário. A fé em milagres deverá sempre existir no coração de cada ser humano. Se isso não acontece, ele não é humano - é um espantalho.

quarta-feira, agosto 19

SANTA INQUISIÇÃO - que de santa não tem nada!!!!

Na “Santa Inquisição” 8 MILHÕES de MULHERES foram torturadas, mortas e queimadas. Se calhar tiveram o azar de terem em casa um gato preto (O gato preto símbolo de um misticismo marginalizado acabou por ficar associado às práticas supersticiosas que foram condenadas pela Religião instituída dando origem a muitas lendas e crendices que até hoje persistem).

No concílio de Clermont (1095) o Papa Urbano II convoca a primeira cruzada para a libertação da Terra Santa.

No ano seguinte iniciam-se as cruzadas. O seu lema era "Quem matar um Judeu, obterá perdão pelos seus pecados" (Kampmann, 1979:16), esquecendo que Jesus Cristo havia nascido judeu.

Mas teriam sido sempre assim os Papas?... Não teriam também provado o doce sabor dos corpos suaves femininos nas alcovas entre lençóis de cetim e carmesim? Afinal a carne é fraca e o facto de ser Papa não invalida o facto de se ser homem acima de tudo.

Não compreendo a razão de a Igreja Católica Apostólica Romana impedir que os seus sacerdotes se casem, com o exemplo que este Papa deu!… Ah, mas já o provérbio diz:

«Olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço».

Então vamos saber um pouco deste Papa que de parvo não tinha nada!

Alexandre VI, Papa (1431 -1503)





Há documentados escândalos na vida de Alexandre VI, tanto como papa quanto no tempo em que era apenas Rodrigo Lanzoly Bórgia, um cardeal espanhol. Antes de ascender ao papado, ele teve pelo menos quatro filhos, dois dos quais de inglória fama: César Bórgia e Lucrécia, ambos nascidos de sua amante Vanozza del Catanei.

Vanozza, espanhola de nascimento, tinha sido uma fiel companheira de Alexandre VI desde o tempo em que ele era apenas um advogado em Valencia. Ele a levou para Roma quando, por influência do tio, o Papa Calixto III, foi assumir o cargo de notário do Vaticano. Desse primeiro degrau ele passaria ao de cardeal e depois chegaria a papa. Então, para remediar as aparências, Alexandre VI casou Vanozza sucessivamente com três outros homens. A grande paixão da vida de Alexandre VI, porém, parece ter sido Giulia Farnese, que ele conheceu como esposa de um membro da família Orsini; ele tinha então 57 anos e ela 17. Pouco depois Giulia deixava o marido para instalar-se em luxuosas dependências privativas do Papa (Vanozza, já então a caminho dos 50 anos, havia saído discretamente de cena, para passar a velhice em confortável aposentadoria).

A ligação de Alexandre VI com Giulia durou até a morte dele, aos 72 anos. Ele deu a ela três filhos e a oportunidade de ter a sua beleza perpetuada em obras de arte de dois mestres renascentistas: a fisionomia de Guilia pode ser apreciada numa Madonna pintada por Bernardino Pintoricchio e suas formas estão na escultura de mármore que encima do túmulo do Papa Paulo III (irmão dela). Originalmente, a estátua retratava Giulia em plena nudez, mas acréscimos posteriores lhe deram pudica compostura.

E, assim, o rosto de uma mulher que abandonou o marido para se juntar a um Papa ficou gravado para a posteridade como o rosto da Virgem Maria!
março 11, 2007 05:10 PM

EXPOSIÇÃO DE CRIANÇAS AO ÓDIO

Enquanto as crianças e os jovens israelenses passam o verão diante da televisão assistindo a uma variedade de desenhos e outros programas de entretenimento, em Gaza e na Autoridade Palestina, as crianças são atingidas com uma mensagem bem diferente da televisão: uma mensagem de ódio. Por muitos anos o Fatah e o Hamas vêm usando os programas de televisão, desde música, vídeos e desenhos, incluindo um boneco parecido com o Mickey, chamado Farfur, cuja mensagem clara é o martírio. No Youtube é possível encontrar pelo menos 5 vídeos com cenas desses programas infantis cheios de propaganda anti-israel (extraído do JPost, 10/08/09).

Fonte: Ministério Maoz Israel - Brasil -

MUSEU DO HOLOCAUSTO -

VISTA

Após caminhar pelas galerias escuras, as pessoas encerram a visita com esta vista da cidade de Jerusalém.

ARQUITETURA

O arquiteto Moshe Safdi, que projetou o novo museu, declarou que a estrutura do prédio, na forma de um cone escavado na terra, traz a mensagem da memória de um passado sombrio, mas também de uma esperança de renovação e de vitória da vida.



A inauguração contou com a participação de mais de 40 líderes internacionais, mas não teve a presença de sobreviventes.

De acordo com o porta-voz do museu, eles serão convidados em uma outra ocasião, no começo do mês de maio.

Museu do Holocausto, em Israel

PRÉDIO

Somente o topo do prédio é exposto, enquanto o resto da construção está embutido em uma montanha.

Os visitantes podem viajar pela escuridão da história do Holocausto antes de ver a luz ao final da visita.



Em 1953, cinco anos depois da criação do Estado de Israel, uma lei do Parlamento israelense instituiu em Jerusalém o Museu do Holocausto, ou Yad Vashem (expressão retirada do evangelho de Isaías que significa “monumento e nome”). Dedicado à memória do genocídio praticado pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial, quando pelo menos 6 milhões de judeus tiveram bens expropriados, foram deportados e mortos, o museu é um enorme arquivo sobre o tema. Além de várias exposições e memoriais, abriga 55 milhões de documentos, incluindo passaportes, registros de confisco de bens, deportações e papéis que incriminam nazistas e colaboradores. Guarda também 2 milhões de páginas de testemunho de sobreviventes em cerca de 20 línguas. Para centralizar e preservar toda a documentação sobre o Holocausto, uma equipe pesquisa arquivos do mundo inteiro, que são levados para Israel. O museu já recebeu visitas de personalidades como o papa João Paulo II e o cineasta judeu Roman Polanski, diretor de O Pianista. Polanski encontrou nos arquivos do museu o registro de seu pai em um campo de concentração. Para todo esse patrimônio histórico, o Museu do Holocausto ocupa uma área de 180 mil metros quadrados (o equivalente a 25 campos de futebol), em que tudo, desde o jardim até uma ambulância, lembra os personagens e as vítimas dessa história.


Galeria dos Nomes


Foi inaugurado nesta terça-feira o novo Museu do Holocausto em Jerusalém, com o objetivo de manter viva a memória dos cerca de 6 milhões de judeus que foram mortos pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial.

Histórias individuais são ressaltadas na Galeria dos Nomes, que contém 600 fotos e milhares de páginas de testemunhos.

Operários acham garrafa com mensagem de prisioneiros de Auschwitz

"Os trabalhadores demoliram um muro do porão de uma escola próxima ao que foi o campo de concentração, quando encontraram uma garrafa", explicaram hoje à Agência Efe membros a direção do museu de Auschwitz.

Varsóvia, 28 abr (EFE).- Operários que faziam reformas perto do campo de concentração nazista de Auschwitz, no sul da Polônia, encontraram uma garrafa com uma mensagem escrita por prisioneiros, em setembro de 1944, onde estão identidades e o local de nascimento de vários deles.

"Acreditamos que eles arrancaram um pedaço de um saco de cimento para utilizar como papel e escrever a mensagem", completaram.

O colégio onde foi feita a descoberta está em uma área que fez parte das instalações do campo há mais de 65 anos, um centro de matança onde se estima que mais de um milhão de pessoas foram assassinadas, em sua maioria judeus.

Na nota, escrita por jovens prisioneiros com idades entre 18 e os 20 anos, se detalha a identidade de oito deles, sete poloneses e um francês, o número de identificação dado pelas autoridades nazistas e o local de nascimento.

O museu confirma que a garrafa e sua mensagem serão expostas no centro de visitação como parte do legado de Auschwitz, o campo de concentração mais letal do Nazismo


Mensagem escrita por prisioneiro de Auschwitz
que estava em garrafa encontrada por operários

http://noticias.uol.com.br/ultnot/efe/2009/04/28/ult1807u50001.jhtm

segunda-feira, agosto 17

Coisas que a Sociedade brasileira ignora

COISAS QUE PERDEMOS PELO CAMINHO


Do filme só tirei a frase. Filme que não vi ainda.
Vivemos neste mundo, lidando constantemente com nossas perdas.
E quem já não teve as suas?
Temos nossas perdas materiais insignificantes. Temos perdas afetivas... Perdas de todas as formas. Muitas perdas deveriam ser completamente esquecidas, mas de vez em quando, as tiramos do nosso baú mental e ficamos remoendo e ruminando cada uma delas... Quanta inutilidade.
No texto de Lucas 18, encontramos a história de um cego que sofreu perdas significativas. Perdeu a visão. Perdeu a dignidade. Quem sabe perdeu amigos e familiares por causa de sua condição: de esmolar à beira do caminho.
Perdeu a compaixão das pessoas e então clamou pelo único que poderia se importar verdadeiramente com a sua condição. Bartimeu clama por aquele de quem poderia receber misericórdia. A humanidade tem perdido a compaixão e cinicamente despeja seu esgoto imundo em cima de Deus, culpando-o pelas mazelas deste mundo, que certamente estão caídas sobre a humanidade por culpa dela mesma.
Mas, ao contrário de muitos, a reação de Jesus, ao ouvir o clamor daquele cego, foi de parar e ir ao seu socorro.
O cego tem então o encontro mais comovente e transformador da "sua" história e encontra o consolo e ajuda que lhe faltava. Jesus resgata não só a sua visão, mas a sua dignidade humana. Alguém que mendigava, agora tinha a oportunidade de trabalhar com as próprias mãos e olhos. Deus quer restaurar aquilo que perdemos em nossa vida. É claro que não todas as coisas, mas as mais significativas e importantes.
Podemos enumerar várias coisas, que perdemos pelo caminho de nossas vidas:
Quem sabe perdemos a
Vitalidade Espiritual
A Alegria da Salvação
A fé que opera maravilhas
O Entusiasmo pela casa de Deus
O amor pelos perdidos
A Bênção da Hospitalidade
A Graça de Contribuir
O Zelo pela Palabvra de Deus
A Compaixão pela pobreza humana em todos os sentidos
O Quebrantamento que gera arrependimento verdadeiro
O Anelo pela Presença de Deus
A Oportunidade do Louvor ao Senhor
A Visão Missionária
A Misericórida e o perdão ao próximo
O que muitos de nós já perdemos e deixamos pelo caminho?
Só Deus pode restaurar as coisas e causas perdidas.
Como lidar com elas? Mendigando? Assentados à beira do caminho reclamando das circustâncias que se abateram sobre nós? Não! Absolutamente não! Devemos nos levantar e clamar com todas as nossas forças pela graça e misericórdia de Deus. Deixar a capa do orgulho escorrer de nossas pernas. A humanidade está sofrendo terríveis perdas, mas continua a rejeitar aquele que é o único que tem poder para nos renovar - JESUS CRISTO. Sem ele, tudo o mais é secundário e superficial. Tem gente procurando cisternas rotas. Jesus é a verdadeira água da vida.

Lições de Humildade


Perguntaram a Corrie Te Boom se não ficava orgulhosa com tantos elogios após suas palestras. Ela respondeu que os recebia como flores perfumosas. Colocava-as numa jarra e humildemente dedicava a Deus o lindo e perfumoso buquê. É o que nos ensina 1Cr 29.14b.

Aprecio o Pelé, mas que triste a declaração que fez... Em entrevista à agência de notícias italiana Ansa, o ex-jogador de futebol Édson Arantes do Nascimento, o Pelé, declarou que seria mais conhecido do que Jesus Cristo... Pelé declarou-se católico e conhecedor dos valores que Jesus trouxe ao mundo. Ponderou, contudo, a existência de pessoas "que acreditam em outras coisas", mencionando o continente asiático, onde "existem, por exemplo, milhões de budistas". "Talvez não saibam quem é Cristo, porém de Pelé ouviram falar", proferiu o ídolo. - PORTO ALEGRE, Nov 10/2005 (ALC).

Billy Graham foi homenageado com uma estátua nos EUA. Não compareceu à cerimônia. Argumentou não haver mérito nele porque sempre pregou a Palavra de Deus e, se há mérito, é dela. O Jornal Batista, 21.01.2007 – Neemias Lima. 30/1/07

"As grandes árvores crescem no silêncio e na penumbra da floresta". 21/3/07

quinta-feira, agosto 6

Declaração de Independência do Estado de Israel

A terra de Israel é o local de origem do povo judeu. Aqui a sua identidade espiritual, política e religiosa foi moldada. Aqui eles primeiro atingiram a formação de um estado, criaram valores culturais de significância nacional e universal e deram ao mundo o eterno Livro dos Livros. Depois de serem forçosamente exilados de sua terra, o povo conservou consigo sua fé durante sua Dispersão e nunca deixou de rezar e sonhar com o retorno para sua terra e com a restauração, lá, de sua liberdade política.

Impelidos por sua ligação histórica e de tradições, judeus lutaram geração após geração para se reestabelecerem em sua antiga terra natal. Nas décadas recentes, eles voltaram em massa. Pioneiros, desafiadores refugiados e defensores, eles fizeram desertos florescerem, reavivaram a língua hebraica, construíram vilarejos e pequenas cidades, criaram uma próspera comunidade que controla a sua própria economia e cultura, adorando a paz mas sabendo como se defender, trazendo as bênçãos de progresso para todos os habitantes do país e aspirando a um estado independente.

No ano 5657 (1897), nas conferências do pai espiritual do Estado Judeu, Theodore Herzl, o Primeiro Congresso Sionista delineou e proclamou o direito de o povo judeu fazer renascer o seu próprio país.

Este direito foi reconhecido na Declaração Balfour de 2 de novembro de 1917 e reafirmado no Mandato da Liga das Nações que, em particular, deu sanção internacional para a conexão histórica entre o povo judeu e Eretz-Israel e o direito de o povo judeu reconstruir o seu Lar Nacional.

A catástrofe que recentemente caiu sobre o povo judeu - o massacre de milhões de judeus na Europa - foi outra demonstração clara da urgência de resolver o problema da falta de um lar através do reestabelecimento em Eretz-Israel do Estado Judeu, que abriria bem os portões da terra natal para todo judeu e conferiria ao povo judeu o status de membro privilegiado na comudidade de nações.

Sobreviventes do holocausto nazista na Europa, assim como os judeus do resto do mundo, continuaram a migrar para Eretz-Israel, apesar das dificuldades, restrições e perigos e nunca deixaram de assegurar o seu direito a uma vida de dignidade, liberdade e trabalho honesto em seu lar nacional.

Na Segunda Guerra Mundial, a comunidade judaica deste país contribuiu por completo com as nações que amam a paz e a liberdade contra as forças da tirania nazista e, com o sangue de seus soldados e seus esforços de guerra, ganhou o direito de ser reconhecida entre os povos que fundaram as Nações Unidas.

No dia 29 de novembro de 1947, a Assembéia Geral das Nações Unidas aprovou a resolução do estabelecimento de um Estado Judeu em Eretz-Israel; a Assembéia Geral requereu aos habitantes de Eretz-Israel tomarem as medidas necessárias para a implementação desta resolução. Este reconhecimento das Nações Unidas pelo direito de o povo judeu estabelecer o seu Estado é irrevogável.

Este é o direito natural de o povo judeu ser mestre de seu próprio destino, como todas as outras nações, em seu próprio Estado soberano.

De acordo, nós, membros do Conselho do Povo, representantes da Comunidade Judaica de Eretz-Israel e do M ovimento Sionista, estamos aqui reunidos no dia de término do Mandato Britânico sobre Eretz-Israel e, por virtude de nossos direitos naturais e históricos e pela força da resolução da Assembléia Geral das Nações Unidas, aqui declaramos o estabelecimento do estado judeu em Eretz-Israel, a ser conhecido como Estado de Israel.

Declaramos que, vigorando a partir do término do Mandato a esta noite, véspera de Shabbath, 6 de Iyar de 5708 (15 de maio de 1948), até o estabelecimento das autoridades eleitas, regulares do Estado em acordo com a Constituição que será adotada pela Assembléia Constituinte Eleita no mais tardar em 1º de outubro de 1948, o Conselho do Povo atuará como Conselho Provisório do Estado, e seu órgão executivo, a Administração do Povo, será o Governo Provisório do Estado Judeu, a ser chamado "Israel."

O Estado de Israel será aberto para imigração judaica e para a o recebimento de exilados; patrocinará o desenvolvimento do país para o benefício de todos os seus habitantes; será baseado na liberdade, justiça e paz como imaginado pelos profetas de Israel; garantirá liberdade de religião, consciência, língua, educação e cultura; respeitará os lugares sagrados de todas as religiões; e será fiel aos princípios da Ata das Nações Unidas.

O Estado de Israel está preparado para cooperar com agências e representantes das Nações Unidas a implementar a resolução da Assembléia Geral de 29 de novembro de 1947 e tomará as medidas necessárias para trazer a unidade econômica de toda Eretz-Israel.

Nós fazemos um apelo às Nações Unidas para assistir o povo judeu a construir o seu Estado e para receber o Estado de Israel na comunidade das nações.

Nós fazemos um apelo - em meio ao duro ataque lançado contra nós há meses - aos habitantes árabes do Estado de Israel para manter a paz e participar da construção do Estado na base de igual e completa cidadania e através de representação em todas as suas instituições provisórias e permanentes.

Nós estendemos nossa mão a todos os estados vizinhos e seus povos numa oferta de paz e boa vizinhança, e apelamos a eles para o estabelecimento de laços de cooperação e ajuda mútua com o soberano povo judeu, estabelecido em sua própria terra. O Estado de Israel está preparado para fazer a sua parte em um esforço comum para o desenvolvimento de todo o Oriente Médio.

Nós apelamos ao povo judeu em toda a Diáspora para ajudar os judeus de Eretz-Israel nas tarefas de imigração e construção e de os apoiarem na grande luta de realização do antigo sonho - a redenção de Israel.

Colocando nossa confiança no Misericordioso, nós afixamos nossas assinaturas a esta proclamação nesta sessão do Conselho de Estado, no solo da Terra Natal, na cidade de Tel-Aviv, nesta véspera de Shabbath, em 5 de Iyar de 5708 (14 de maio de 1948).

David Ben-Gurion Daniel Auster Mordekhai Bentov Yitzchak Ben Zvi Eliyahu Berligne Fritz Bernstein Rabbi Wolf Gold Meir Grabovsky Yitzchak Gruenbaum Dr. Abraham Granovsky Eliyahu Dobkin Meir Wilner-Kovner Zerach Wahrhaftig Herzl Vardi Rachel Cohen Rabbi Kalman Kahana Saadia Kobashi Rabbi Yitzchak Meir Levin Meir David Loewenstein Zvi Luria Golda Myerson Nachum Nir Zvi Segal Rabbi Yehuda Leib Hacohen Fishman David Zvi Pinkas Aharon Zisling Moshe Kolodny Eliezer Kaplan Abraham Katznelson Felix Rosenblueth David Remez Berl Repetur Mordekhai Shattner Ben Zion Sternberg Bekhor Shitreet Moshe Shapira Moshe Shertok

http://www.maozisrael.com.br/noticias/noticias_integra/manchete_0168.htm

A criação de Israel: uma data para não ser esquecida - Aleluia!

O fato restituiu a dignidade a um grupo sofrido, discriminado e massacrado. Ficaram para trás as imagens do usurário e do amedrontado do gueto ou da aldeia da Europa Oriental
por Moacyr Scliar

Eu era um garoto de apenas 11 anos. Na noite de 14 de maio de 1948, caminhava pelas ruas do Bom Fim, o bairro judaico da cidade de Porto Alegre. Lugar tranqüilo, de casas modestas. Àquela hora, 10 da noite, tudo deveria estar em silêncio. Mas não estava. Pelas janelas abertas, via pessoas cantando e dançando, pessoas se abraçando, pessoas soltando brados de alegria. Não era para menos: naquele dia, havia sido proclamado o Estado de Israel. E uma explosão de júbilo percorreu as comunidades judaicas do mundo inteiro.

A criação de Israel correspondeu a uma aspiração histórica. Quase 2 mil anos antes, ao final de uma fracassada rebelião contra o Império Romano, os judeus que habitavam a Palestina foram levados para Roma como escravos ou forçados a deixar a terra de seus antepassados. Diáspora. E não era a primeira. Tragédia parecida já havia ocorrido no século 6º antes de Cristo – a deportação de Jerusalém para a Babilônia, também resultado de uma derrota militar.

Por mais longe que estejam, no entanto, judeus não esquecem sua terra de origem. Textos tradicionais dizem isso. Uma passagem bíblica foi transformada por Luís Vaz de Camões em versos admiráveis:“Sôbolos rios que vão / por Babilônia, me achei / Onde sentado chorei / as lembranças de Sião / e quanto nela passei”.

No texto que acompanha a celebração do Pessach, a Páscoa judaica, há uma frase que simboliza exemplarmente a esperança do retorno: “No ano que vem, em Jerusalém”.

A Esperança (HaTikva), aliás, é o nome do hino nacional de Israel. Composto antes mesmo da proclamação de independência, ele fala da aspiração por um ­lar nacional para o povo judeu.

A presença judaica, ainda que pequena, sempre existiu em cidades como Jerusalém e Safed. Tratava-se, sobretudo, de judeus religiosos, fiéis à tradição e amparados pela expectativa da vinda do Messias. No século 19, porém, surgiu um movimento que extrapolava a religião e adquiria caráter político: o sionismo. Seu criador, o judeu de origem austríaca Theodor Herzl, deu-se conta da tragédia de seu povo quando, na qualidade de jornalista, foi designado para cobrir o famoso caso Dreyfus, na França. Nesse processo, o oficial do Exército francês Alfred Dreyfus foi falsamente acusado de espionagem em favor da Alemanha. As conotações anti-semitas do caso eram bem mais do que óbvias. ­­ E convenceram Theodor Herzl de que os judeus precisavam de seu próprio país.

O nascimento do sionismo político coincidiu, não por acaso, com a ascensão do nacionalismo, com o surgimento de modernas nações-estado como Itália e Alemanha e com o início das lutas contra o colonialismo. Mas o movimento sofreu uma brusca inflexão. O final do século 19 assinalou também a emergência do socialismo na Europa. Muitos judeus eram socialistas. Eles viam, na opressão a seu povo, o resultado de uma desigualdade social que precisava ser corrigida. A combinação de sionismo e socialismo indicou o caminho e deu origem a um grande fluxo migratório em direção à Palestina. Eram jovens. Lá, eles fundavam colônias coletivas: os kibutzim.

Então, sobreveio o Holocausto. As revelações sobre o massacre de judeus deram dramática legitimidade ao movimento sionista e à reivindicação de um território. A fundação de Israel, agora, era uma questão de justiça, uma necessidade urgente. A questão deveria ser decidida pela recém-criada Organização das Nações Unidas. EUA e URSS apoiavam a partilha da Palestina e a criação de dois Estados – um árabe, outro judeu.

Com as superpotências coincidindo em seus pontos de vista, não foi difícil para a Assembléia Geral da ONU aprovar, em novembro de 1947, a divisão da Terra Santa. O projeto foi rejeitado pelos representantes dos países árabes. Mas os judeus, liderados por David Ben-Gurion, levaram a proposta adiante. Quase seis meses depois, 14 de maio de 1948, proclamaram a independência. Imediatamente estourou o conflito bélico, vencido pelos israelenses. Outros conflitos vieram, notadamente a Guerra dos Seis Dias. Israel consolidou-se como potência militar. Desde então, trava-se uma luta amarga e desumana entre israelenses e palestinos, que, ao longo dessas décadas, acabaram por forjar uma identidade nacional. Há consenso de que a existência de dois Estados independentes pode ser a solução para este dramático impasse.

Israel representa uma mudança transcendente na multimilenar trajetória dos judeus. Em primeiro lugar, correspondeu a uma necessidade real. Privados de um lar nacional, os judeus viram-se reduzidos à condição de grupo marginal. Essa marginalidade expressava-se na criação dos guetos e na proibição do exercício de certas atividades – na Idade Média, judeus não podiam ser proprietários de terras. Por isso tinham de exercer funções desprezadas, como foi o caso, na sociedade medieval, da usura. Esta era proibida para os cristãos. Mas como alguém tinha de fornecer aos senhores feudais o dinheiro para expedições guerreiras e bens de luxo, a usura foi delegada aos judeus. Era um arranjo muito conveniente: se o senhor feudal não podia – ou não queria – pagar a dívida, tudo o que tinha de fazer era desencadear um massacre.

Um Estado era condição indispensável para a construção de uma sociedade normal. Israel cumpriu essa função. O país restituiu a dignidade a um grupo sofrido, discriminado e, não raro, massacrado. Ficaram para trás as deprimentes imagens do usurário, do amedrontado do gueto ou da aldeia da Europa Oriental. Agora, os judeus tinham sua terra e eram capazes de defendê-la. A culpa judaica fora substituída pelo orgulho, pela autoconfiança. Hoje, eles orgulham-se de seu país. Israel representa uma conquista não apenas de um grupo étnico, mas de toda a humanidade. A história, no fim das contas, acaba por fazer sentido.

Moacyr Scliar é médico sanitarista, autor de mais de 70 livros (muitos deles têm a condição judaica como tema central) e membro Academia Brasileira de Letras.

http://www.maozisrael.com.br/noticias/noticias_integra/manchete_0168.htm

quarta-feira, agosto 5

Ateus inescrupulosos... - http://www.globalmuseumoncommunism.org/



Visitem este site e comprovem o que o comunismo,em seu reinado de terror, promoveu na história da humanidade. Ateus tem de que se orgulhar...
Nós cristãos, nem de longe podemos nos comparar a esses feroses aniquiladores de homens e mulheres de bem. Em que representamos uma ameaça? Desde quando cristãos (evangélicos) podem ser impedidos de manifestar a sua fé dentro de um campo de futebol?

Os ateus com este passado criminoso, me faz pensar, que ser cristão é o maior privilégio do mundo.

DESDE QUANDO MUÇULMANOS SÃO PESSOAS PACÍFICAS?

Muçulmanos egípcios utilizam a gripe suína como pretexto para perseguir cristãos

Fábio Lins | 02 Maio 2009
Artigos - Religião
A violência islâmica contra cristãos é recorrente no Egito.

No Egito, os cristãos coptas vivem predominantemente dos negócios relacionados à criação de porcos. Apesar do nome, a gripe suína não foi detectada em porcos ainda em lugar nenhum do mundo. Entretanto, os muçulmanos do Egito, que consideram o porco um animal impuro, decidiram perseguir os cristãos utilizando como pretexto o extermínio preventivo de suas criações de suínos, o que os priva de seu trabalho e fonte de renda, efetivamente destruindo suas vidas.

A campanha tem origem no governo e tem sido apoiada pela mídia que espalha superstições e desinformação sobre os porcos espalharem a doença, a despeito de, reiterando, ser fato conhecido que nenhum animal jamais foi encontrado contaminado. Mesmo assim, o objetivo do governo muçulmano é destruir todas as 400 mil cabeças do gado suíno egípcio.

Segundo líderes cristãos coptas que evidentemente desejam manter seu nome em segredo, a medida tem o objetivo de privar os cristãos de suas rendas, tendo já retirado de alguns milhares de cristãos o seu ganha-pão.

Além disso, segundo as mesmas fontes, a campanha é utilizada também como outras formas de perseguição. Pontos de blitz foram localizados nas regiões onde vivem os coptas para "impedir" que tentem transferir os porcos para esconderijos. Os muçulmanos exigem inclusive que os cristãos dispam-se completamente alegando que poderiam estar escondendo porcos embaixo da roupa, ou seja, buscando apenas humilhá-los.

A violência islâmica contra cristãos é recorrente no Egito. Um dos casos mais proeminente ocorreu em 2007 quando muçulmanos atacaram cristãos coptas e suas lojas, incendiando-as. O motivo que incitou a violência: os cristãos desejavam construir uma paróquia. O governo egípcio exige uma pesada burocracia para a construção ou aumento de paróquias, exigindo inúmeras licenças. Todo e qualquer ofício necessita de permissão estatal e os cristãos não podem ocupar cargos de relevância no governo, exército ou na educação.

Os coptas traçam sua origem aos tempos dos apóstolos. O movimento monástico do primeiro milênio teve nos pais do deserto egípcio muitos dos seus principais nomes, incluindo Santo Antoun ("transcrito como "Antão", uma forma anterior de "Antônio"), considerado o pai do monasticismo. Um dos momentos de destaque internacional da religiosidade copta nos últimos anos foram as aparições públicas de Nossa Senhora (http://www.zeitun-eg.org/zeitngal.htm), por vários meses e mesmo com fotografias, em uma igreja na área de Zeitoun, subúrbio de Cairo, o que levou a muitas conversões, mesmo de muçulmanos.

Para mais informações sobre a aparição, assista aos documentários:
http://www.youtube.com/watch?v=Fbg65NK_wGI&feature=channel_page, http://www.youtube.com/watch?v=pjSheMRUxbY&feature=channel_page, http://www.youtube.com/watch?v=dVXEh4Jzs2s.

Fonte: World Daily Net News
http://wnd.com/index.php?fa=PAGE.view&pageId=96661

Quem é Juca Kfouri?

Numa sociedade podre como a nossa. Num mundo que se veste com a hipocrisia o tempo todo, vemos pessoas como Juca Kfouri e Roberto Freire, condenando manifestações individuais de uma religiosidade que é nata no brasileiro. É uma perda de tempo, tentar guilhotinar essa característica do nosso povo. Ateus rosnando contra essa manifestação individual de fé é pura declaração preconceituosa.

Graças a Deus pela não vitória do comunismo no Brasil de 35, intelectuais e jornalistas ateus como este citado, nos teriam colocado um cabresto, como a China tem feito com os evangélicos, católicos etc daquele país. Estes estariam oprimindo os cristãos com mão de ferro. Se uma manifestação religiosa em púlico, num campo de futebol, levanta tanta oposição, imaginem o que seria de nós, num regime totalitarista...

É estranho como essas pessoas, com relação à religião, são tão racistas, preconceituosas.

Mídia Sem Máscara

"Sentiam prazer em nos humilhar"

Rubens Marujo | 05 Agosto 2008
Notícias Faltantes - Denúncias
Uma reportagem impactante que mostra claramente para que servem os moradores de rua de São Paulo: massa de manobra para o esquerdismo que contaminou a Igreja Católica.

Morei ali no albergue São Francisco, que ficava na esquina da rua Santo Amaro, com o viaduto Jacareí, bem em frente à Câmara Municipal de São Paulo. Ele foi desativado há 15 dias, da noite para o dia, por força de um abaixo-assinado dos moradores, pois o local se transformou em um ponto de albergados e marginais de todo o tipo, e retornou para a baixada do Glicério que estava sendo fechado. Antes o São Francisco chama-se Cireneu e era administrado por uma Ong de quinta categoria, com verba liberada pela Prefeitura, por meio da Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social.

Pois bem. Em abril, os padres franciscanos assumiram o comando do albergue e o que era ruim ficou pior. Acho muito estranho que o padre Júlio Lancelotti e outros religiosos liderem uma passeata com moradores de rua, usando albergados como massa de manobra para conseguir, talvez, mais recursos da Prefeitura.

Maus tratos – Ali , no albergue São Francisco, os padres, que zelam tanto pela fraternidade, tratavam os albergados de forma desumana. Éramos mais de 400 pessoas amontoadas num imenso porão-dormitório sujo, que alagava quando chovia. Era um depósito de seres humanos, com um cheiro insuportável. Senhores com mais de 80 anos misturavam-se a jovens alcoólatras, drogados, crianças, mulheres, deficientes físicos e mentais, tuberculosos, portadores do vírus da aids, ex-presidiários e outros ainda cumprindo pena condicional, sem nenhum tipo de assistência.

Aquilo se assemelhava mais a um campo de concentração nazista. Durante cinco anos, o albergue funcionou ali, debaixo do viaduto, sob um estridente barulho, o "dum-dum" dos veículos que passam pelas emendas sobre o viaduto. Esse incômodo barulho martelava nossos ouvidos a noite toda. Nunca se tomou uma providência.

Com raríssimas exceções, os monitores, contratados pela igreja sem a mínima qualificação profissional, sentiam prazer em nos humilhar, deixando-nos na fila, debaixo de chuva e frio, à espera da hora de entrar. As regras são draconianas. Entra-se após às 17h30 e acorda-se às 5h. Até as 7h, todos têm que ir para a rua, inclusive aos domingos e feriados. As assistentes sociais explicavam que eram ordens da Prefeitura e não podiam fazer nada. Assim, todos, até mesmo as senhoras e outras pessoas com idade avançada tinham de sair, fizesse sol ou chuva.

Sem camas – Um dia, com princípio de pneumonia, pedi para ficar lá dentro, pois chovia e fazia frio. Me sentia muito mal. Solicitei a um dos monitores que me deixasse ficar e ouvi:

"Não enche o saco, meu. Você não sabe que os padres não querem ninguém aqui dentro? Vá embora".

No dia seguinte, muito mal, me escondi na biblioteca e não saí. Era começo de maio, fazia um frio insuportável. Foi então que presenciei uma cena lamentável: o coordenador dos franciscanos dentro do albergue mandou retirar centenas de camas (são beliches) do dormitório para colocá-las nos porões daquele fétido lugar. Ele dizia aos outros monitores: "Quanto menos camas, melhor. Agora vem o frio, a Prefeitura vai querer mandar mais gente para cá e, desse jeito, podemos dizer que não há lugar". Depois, espaçou as camas que restaram para dar a impressão de que não havia mais lugar.

"Há uma indústria da miséria"

No albergue São Francisco, que fu ncionava sob o viaduto Jaceguai, muitos dos idosos que lá dormiam não conseguiam mais fazer suas necessidades fisiológicas no banheiro. E sujavam na roupa, na cama, no chão. Não havia fralda geriátrica para eles.

Muitas vezes vi albergados mais novos ajudando os mais velhos a tomar banho. Vi vários deles caídos no chão, pedindo ajuda. O pior de tudo é que o albergue São Francisco foi desativado, mas na Baixada do Glicério (seu novo endereço) a situação continua a mesma, segundo relatos dos albergados que foram removidos para lá. Outros foram encaminhados para um hotel social (a Prefeitura o chama de Centro de Recolhimento), na rua Francisca Michelina, na região central da cidade. A comida é razoável, mas costuma provocar indisposições estomacais.

Monopólio da Igreja – Depois disso tudo, cheguei à conclusão de que deve existir "uma indústria da miséria". Em São Paulo, o monopólio dos moradores de rua está nas mãos da Igreja. Ela usam a verba da Prefeitura, mas gasta muito pouco na melhoria dos serviços do albergue.

Na época em que se chamava Cireneu (nome de um empresário ligado ao grupo Copagaz) a coisa era ruim, mas só aceitavam pessoas com mais de 40 anos. Depois que a Igreja assumiu o albergue, abriu as portas para todo mundo. Então, jovens, líderes de facções criminosas, assaltantes, e até traficantes passaram a almoçar e morar lá. Eram comuns os princípios de tumulto.

"Muquiranas" – Para se conseguir almoçar era preciso esperar, em média, 3 horas, debaixo de chuva ou de sol. Os padres se recusavam a abrir os portões para que pudéssemos entrar e nos abrigar. Um papel colado na parede interna do dormitório indicava que a dedetização estava vencida havia 3 meses. Os dormitórios ficavam infestados de baratas e de outros insetos, principalmente de "muquiranas", uma espécie de piolho que dá no corpo de quem não toma banho, produzindo uma coceira insuportável. É muito fácil ficar infestado. São os moradores de rua que os trazem.

Com auto-estima muito baixa, mas com alguma dignidade, suportávamos todo tipo de humilhação que nos era imposta, com medo de sofrer represálias: ser cortado e ir para rua. Era fila para entrar, fila para pegar alguma roupa no bagageiro, fila para tomar banho (quando os chuveiros funcionavam) e fila para jantar. Não adiantava muito tomar banho, porque éramos obrigados a vestir a mesma roupa, que cheirava mal.

Vícios – Pude constatar que a maioria dos albergados já está, de alguma forma, mentalmente comprometida com os vícios adquiridos e não existe uma política específica para tratar dessa questão social. Não há tratamento diferenciado para cada tipo de problema, curso técnico, suporte jurídico, assistência médica. Enfim, não há nada. Entra-se no final da tarde, só toma banho quem quer, dorme-se e, às 5h da manhã, todo mundo acorda.

No café da manhã é servido um pão (de hot-dog) com manteiga e café com leite de soja (mais dor de barriga em todo mundo). Depois, dez horas passadas na rua. Essa é a rotina. Do jeito que funcionam, esses albergues não contribuem para nada. Dali, a maioria sai e passa o dia bebendo e se drogando até a hora de voltar. Poucos trabalham ou fazem bicos. Estão todos abaixo da linha da pobreza. Dificilmente conseguem se reintegrar à sociedade.

Chá com política – Quem mora em albergue ou pelas ruas da cidade conhece muito bem o que é uma "boca de rango". É aquele lugar que oferece comida de graça aos pobres. Em São Paulo existem várias delas e uma das mais conhecidas, e bastante freqüentada, é a do "chá do padre". De segunda a sexta-feira, as 14h, a igreja de São Francisco, com entrada pela rua Riachuelo, oferece chá com dois pãezinhos com manteiga. O salão fica lotado e é nessa hora que os religiosos aproveitam para fazer suas pregações políticas, incitando os moradores de rua e albergados a se organizarem em movimentos políticos para reivindicar seus direitos junto ao governo. Até um terceiro mandado do Lula já foi questionado lá.

Quando não é no chá, essa doutrinação política é feita nos albergues, por meio das assistentes sociais. Mas os albergados são avessos a esses movimentos. As assistentes sociais também convocaram todo mundo para protestar no dia 1º de Maio, a pedido da Igreja. Disseram que era importante a presença dos albergados nessas manifestações. A Igreja mandou confeccionar vários cartazes e distribuíram farto material para que fossem feitas faixas e cartazes. Todos deveriam estar reunidos na praça da Sé. Mas ninguém deu a menor importância a isso.

A Prefeitura, por sua vez, faz propaganda enganosa, espalhando pelas principais praças da cidade peruas Kombi azuladas, com os dizeres "São Paulo Protege". Existem cerca de 13 mil moradores de rua em São Paulo, mas só a metade deles mora em albergue. Essas peruas só recolhem as pessoas da rua no final da tarde. E nem sempre existem vagas nos albergues. Cheguei a ver gente entrando às 2h da manhã para sair logo depois, às 5h.

Prefeitura diz que vai apurar

O supervisor de Assistência Social da Região da Sé, Luiz Fernando Franceschini, afirmou que vai apurar as denúncias feitas. "São denúncias fortes, graves, mas temos de apurar com cuidado, porque o problema é muito complexo", afirmou.

Falando em nome do secretário da Assistência e Desenvolvimento Social, Franceschini admitiu que não existe, de fato, uma política pública que dê amparo a esse tipo de população. "Estamos nos esforçando para melhorar os serviços, readequar os albergues, a fim de evitar que problemas mais graves aconteçam".

O supervisor, porém, fez questão de ressaltar que a falta de assistência aos idosos (como a doação de fraldas geriátricas, por exemplo) é um problema da Secretaria da Saúde que, por meio das Unidades Básicas de Saúde e dos Ambulatórios Médicos, deveriam se responsabilizar por isso. Franceschini também admitiu que não existem asilos suficientes para acolher todos os idosos em situação de rua.

O albergue situado no Glicério também será desativado, anunciou o supervisor. Ele disse que a Prefeitura está procurando dois imóveis para abrigar os albergados. Disse ainda que, por se tratar de um assunto sério e complicado, a Prefeitura encontra uma série de dificuldades para resolver o problema: "Em princípio, nós confiamos no Serviço Franciscano de Fraternidade, que entende da questão de moradores de rua e albergados".

Notas:
Publicado pelo Diário do Comércio em 05/08/2008
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