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segunda-feira, março 31

TENHO VONTADE DE VOMITAR COM AS ATUAIS COMEMORAÇÕES PELO FIM DA "DITADURA MILITAR".   MEU ESTÔMAGO ESTÁ EMBRULHADO COM TANTA HIPOCRISIA.
NINGUÉM É ISENTO DE CULPA NESTE PAÍS ENFEITADO COM BANDEIROLAS PRÓ-COMUNISTA!!!!

AFF!!!!!!!!

ESTOU CANSADÍSSIMA DESTE FALSO PURITANISMO ESQUERDISTA.    ACHO QUE JÁ ESTOU COM ESTAFA... HEHEHEHEHE
VAI SER DIFÍCIL VENCER O RACISMO NO BRASIL OU EM QUALQUER LUGAR DO PLANETA QUALQUER TIPO DE "PRECONCEITO".
TODOS NOS LEMBRAM, O TEMPO TODO, QUE BRANCOS SÃO BRANCOS E NEGROS, SÃO NEGROS...NÃO PODERIA EXISTIR SÓ GENTE DE CARNE E OSSO????
EU GOSTARIA DE SABER A VERDADEIRA HISTÓRIA DA DITADURA E DO TERRORISMO DE ESQUERDA QUE QUERIA TRANSFORMAR O NOSSO PAÍS NUM "PRÓSPERO" PAÍS COMUNISTA.


Período da Ditadura foi o período que mais o Brasil se desenvolveu... A mortalidade infantil caiu... QUE COISA NÉ?????? E HOJE O PT ESTÁ AFUNDANDO O NOSSO PAÍS.

"O HOMEM DE DEUS" JOSÉ DE ANCHIETA!!!!!!!

COMO PODE O SANGUINÁRIO ANCHIETA SER BEATIFICADO!!!!!!

DE ACORDO COM O LIVRO ROY DEL'AMERIQUE, pp. 170-171, de 1897, 
E AINDA EM CONSONÃNCIA COM O LIVRO "O SANTO QUE ANCHIETA MATOU" DO EX-PADRE ANÍBAL PEREIRA DOS REIS: 

"E porque o carrasco, talvez condoido, sem coragem de apressar a morte da vítima inocente - ele mesmo, José de Anchieta," no dizer o católico Arthur Heullard, "acaba de matá-lo, dizendo, ufano, ao carrasco acovardado: Eis aí como se mata um homem!" 

SE ALGUÉM TIVER ESTÔMAGO PARA LER O JURAMENTO DOS JESUÍTAS, VERÁ QUE ANCHIETA, ESTAVA APENAS NO EXERCÍCIO DA PROFISSÃO!!!


O mais chocante é a "Igreja" Católica criminosamente distorcer a História e sempre articular para destruir a Verdade! 

O mais estarrecedor é existir canalhas defensores da canonização de um assassino dessa estirpe.


Em virtude da expulsão, os calvinistas franceses entraram em contato direto com os tupinambás. Entre os expulsos estava o sapateiroJean de Léry, que, mais tarde, descreveria suas experiências em seu livro Histoire d'un voyage faict en la terre du Brésil (1578).11
Com a passagem de um navio que seguiria para França (o Les Jacques), os colonos expulsos resolveram retornar seu país. "Mesmo não se opondo ao embarque, Villegaignon enviou instruções secretas para serem entregues ao primeiro juiz em França, dizendo para que se executassem os huguenotes como traidores e hereges." "8 No entanto, estas instruções acabaram não servindo diretamente para alguns dos colonos, pois, ao perceber o risco de naufrágio, cinco deles – Jean du BourdelMatthieu VerneuilPierre Bourdon,André Lafon e Jacques Le Balleur – voltaram à terra firme.12 Villegaignon os aprisionou imediatamente e exigiu uma resposta, por escrito, em doze horas, a uma série de questionamentos teológicos. Os huguenotes presos ofereceram a resposta por meio da redação de um documento conhecido como Confissão de Fé da Guanabara.13
Como os colonos reformados recusaram-se a abjurar suas convicções religiosas, Villegaignon os condenou a morte. "Bourdel, Verneuil e Bourdon foram estrangulados e lançados ao mar. André Lafon, sendo o único alfaiate da colônia, teve a vida poupada sob a condição de que não divulgasse as suas idéias religiosas".4 O único que conseguiu fugir foi Jacques Le Balleur.
Le Balleur chegou a São Vicente, onde pregou a fé cristã a partir do ponto de vista calvinista. Foi detido, por insistência dos jesuítas, e levado a Salvador, então capital da colônia, ficando preso entre os anos de 1559 e 1567. Por fim, foi levado para o recém fundado Rio de Janeiro e, sob as ordens do governador-geral Mem de Sá, condenado à forca.carrasco, no entanto, recusou-se a executá-lo. Diante disso, o padre jesuíta José de Anchieta o teria estrangulado com suas próprias mãos.14

EXTRAIDO - WIKIPEDIA
Ditadura Militar, de um outro ponto de vista...   SE É QUE QUEREM QUE ISTO SEJA REALMENTE ESCLARECIDO...


Vamos à verdade de 1964, que tem sido negada aos mais jovens, pela eficiente propaganda ideológica sob a orintação marxista. 

Investido dos plenos poderes presidenciais, João Goulart, após um curto período de regime paralamentarista, passou a conduzir ações no sentido de implementar projeto golpista que desaguaria em um regime totalitário de esquerda. Insuflado e orientado por seu cunhado, Leonel Brizola, pregava a necessidade de “reformas de base” e a implantação de uma “república sindicalista”. Controlando o aparelho sindical, o governo promovia o grevismo, a anarquia e o caos, e o país passou a viver dias de intranqüilidade, estagnação econômica e inflação descontrolada. Enfrentar e debelar tão graves problemas, afirmavam Jango e seus aliados, impunha a necessidade urgente de “reformas de base”, “com ou sem o Congresso, na lei ou na marra!” A mensagem não poderia ser mais clara! 

Aliado ao esquema governista, porém com seus próprios objetivos, identificava-se ainda um projeto revolucionário marxista-leninista, conduzido pelo Partido Comunista Brasileiro e seu líder, Luiz Carlos Prestes. A manobra revolucionária buscava uma “frente única”. Ao adotar esse procedimento, o PCB revelava fiel e rígida observância às diretrizes de Moscou, que recomendavam o “assalto ao poder pela via pacífica”, em contraposição a linhas de ação mais açodadas e radicais (foquistas, trotskistas e maoístas), defensoras da luta armada. 

"Marcha da Família com Deus pela Liberdade" foi o nome comum de uma série de manifestações públicas organizadas em resposta ao comício realizado no Rio de Janeiro em 13 de março de 1964, durante o qual o presidente João Goulart anunciou seu programa de reformas de base. Congregou segmentos da classe média, temerosos do perigo comunista e favoráveis à deposição do presidente da República. 

O que hoje chamam de sociedade civil organizada, saiu às ruas para exigir a deposição do desgoverno de João Goulart. A sociedade cristã foi mobilizada para a primeira Marcha da Família com Deus Pela Liberdade e dela participaram quinhentas mil pessoas no dia 19 de Março de 1964, em São Paulo. 
A massa humana saiu da praça da República chegando à praça da Sé onde foi rezada uma missa pela salvação da Democracia. 

Em 2 de abril de 1964, logo depois da queda de Goulart, um milhão de pessoas, aproximadamente, participaram da Marcha da Família com Deus pela Liberdade, no Rio de Janeiro. 

Meus pais, muito pobres, entregaram suas alianças à campanha "Ouro pelo Bem do Brasil". Essa campanha foi uma iniciativa pouco eficiente, mas de grande significado pátriótico, pois visava restaurar as reservas brasileiras de ouro que estavam esgotadas. 


Concito aos jovens que pesquisem nos jornais e revistas daquela época, para que tenham uma visão sem as distorções dos fatos, promovidas pela mídia comprometida com o Movimento Comunista Internacional.

quinta-feira, março 27

A coisa tá tão feia com o PT, que agora se vier o MALUF, agradecemos.

sábado, março 22

Quando somos fracos - Deus é forte.
Quando arrependidos - Deus é perdão
Quando somos confrontados pelo inimigo - Deus nos defende
Quando a tristeza ronda o nosso coração - Deus é nossa alegria.
Quando choramos - Deus enxuga nossas lágrimas.
Quando doentes - Deus prepara o nosso escape na dor
Quando a gente queima o arroz - Deus diz que nem só de pão vive o homem.
Quando o nosso guarda-roupa anda desfalcado - Deus nos adverte sobre a simplicidade no vestir.
Quando perdemos alguma coisa - Deus nos fala que quem perde, ganha.
Ah!  Meu Deus!!!   Que mundo complicado, paradoxal, inflamado pelo fogo da violência e não do  temor do Senhor...

sexta-feira, março 21

Quem sabe,  SE o "TRIUNFALISMO" de muitos pastores hoje subsistiria, se ele colocasse uma vassoura em suas mãos, tirasse o seu terno, abrisse mão da "decoração" de sua igreja e fosse ajudar as igrejas mais pobres a sobreviver...
SE ALGUÉM DISCORDA, FIQUE A VONTADE.
Não quero ver minha igreja "Bombar" para ter sucesso entre os evangélicos do Brasil. Não quero minha igreja, como uma empresa, só para vê-la com grande número de pessoas no seu rol de membros; mas quero minha igreja crescendo, porque o mundo está cheio de pessoas necessitadas de salvação e vida transformada. Porque uma alma vale mais que o mundo inteiro. Não penso que uma igreja de sucesso seja responsabilidade 99,9 % do seu pastor, isso é colocar sobre os seus ombros uma carga que qualquer um de nós jamais suportaria. Se somos um corpo, e o fermento leveda toda a massa - cada um de nós é responsável pelo "Sucesso" de sua igreja, não só o pastor. ALGUNS "PASTORES" andam por aí pregando um "Triunfalismo" que não tem o aval das escrituras. Quem foi que disse que sucesso em tudo significa aprovação de Deus.
Jesus poderia ter escolhido 10.000 da multidão, mas escolheu 12.
Deus poderia ter curado e saciado a fome de milhares em Israel, mas escolheu ajudar a viuva de Serepta.
Deus poderia ter socorrido a muitos leprosos em Israel, mas curou Naamã, um comandante da Síria.
Apenas "Número" não quer dizer nada para Deus...

Para alcançar pessoas, começar servindo, já é bom começo.

quinta-feira, março 20

Ao nosso redor, há beleza sem fim... Mas também tem o lixo jogado nas ruas, tem praças descuidadas, crianças abandonadas, lugares tenebrosos, jovens desesperadamente entregues aos vícios e a violência, aflições, problemas, etc etc ... Porém...
"Porque desde a antiguidade não se ouviu, nem com ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu Deus além de ti, que trabalha para aquele que nele espera." Isaías 64:4

quarta-feira, março 19

Desde quando riqueza significa prosperidade...
Desde quando números significam sucesso...
Desde quando boa aparência agrada a Deus?
Desde quando sinônimo de bem-estar significa aprovação de Deus?
Eu me pergunto, na igreja atual, onde cabe I Co 12 e Rm 12 , parceiros da liberdade????????

QUEM?????

Como se fabrica uma igreja perfeita? Eu gostaria de saber...
Seria uma Igreja com um pastor perfeito?
Uma linda decoração?
10.000 pessoas louvando a Deus?
Um som sob medida?
Um lugar cheio de pessoas super-atenciosas?
Uma conta polpuda?
Uma igreja com um marketing invejável?
Uma fachada impecável?
Igreja fora deste padrão, deve ser uma igreja fracassada?????????
Quem pode fazer uma autêntica avaliação????????
Seu fundador?
Seu mentor?
Seu dono?
QUEM?????????????

Cristão pezinho de alface não pode lutar contra o inimigo. Se você deseja prevalecer no reino espiritual, seja um Baobá. Eu disse "Baobá"não Obaoba!!!! Eu ultimamente estava sendo um alfacezinho, mas agora Deus me mostrou que Ele me comprou com seu sangue, para me fazer forte e vitoriosa. Não se preocupe com os que os outros vão falar. Busque a Deus. Busque ser, a partir de hoje um Baobá. Pode levar tempo, mas a vitória é nossa em nome de Jesus.
Se você procurar um trono, em vez de um rodo e um balde, alguma coisa anda errada na sua vida espiritual.NBB

sábado, março 15

Sinto-me indigna de falar sobre Missões...    :(
Ajuda-me Senhor, a não ser corrompida pelo materialismo, pelo desejo desenfreado de consumir..
Dá-me o anseio constante de viver com simplicidade.    Sem TI NADA PODEMOS FAZER.  Podemos ser engulidos a qualquer momento pelas facilidades desta vida.   Só o SENHOR pode nos dar força para dizer NÃO ao conforto.    Livra-nos da corrupção!!!!       

CEMITÉRIO MISSIONÁRIO

O BRASIL NÃO É MAIS UM CELEIRO MISSIONÁRIO


Por Leonardo Gonçalves

Conheci a Cristo no final dos anos 90. Minha experiência de conversão se deu em uma igreja batista recém-plantada na minha cidade. Meu batismo e minha experiência de discípulo começou no inicio do ano 2000, na igreja Assembleia de Deus. Eu vivi uma parte do movimento AD2000 (1) e da chamada  “Década da Colheita” (2), e de certa forma toda minha geração foi influenciada por estes movimentos.  Uma e outra vez, escutávamos a frase: “O Brasil é um grande celeiro de missionário”. Por nossa pequena igreja passavam alunos da “Missão Horizontes” falando sobre a janela 10/40 e sobre como o brasileiro gasta mais com Coca-cola do que com o Reino de Deus. Após o culto, nós doávamos aquilo que tínhamos para as missões. Lembro-me de um diácono pobre doando um relógio a um missionário que havia perdido o seu em uma viagem de barco na Amazônia. Lembro-me também de um amigo que constrangido pela necessidade da obra e sem nada para doar, tirou dos pés um par de tênis Nike e colocou sobre o altar, voltando para casa descalço depois do culto. A gente dava o que tinha, e não era por causa de alguma promessa de retorno financeiro (como nas campanhas dos televangelistas atuais), mas simplesmente por amor e desejo de ver o evangelho avançando entre as nações da terra. Os jovens da igreja (e eu era um deles) eram muito ativos: organizavam jograis e teatros com temas missionários, e muitos de nós queríamos ser pastores ou missionários. Hoje, vários daqueles jovens com os quais cresci são pastores, evangelistas, missionários, obreiros em suas igrejas locais, e estão envolvidos de alguma forma com a grande comissão.

UMA IGREJA QUE RESPIRAVA MISSOES

Mas eu não consigo escrever este texto sem lágrimas nos olhos. Agora mesmo, sinto o peito doer e meus olhos se enchem de água ao me lembrar daqueles dias quando a gente vivia de maneira tão intensa, organizávamos vigílias, acampamentos de oração, visitávamos, evangelizávamos de verdade. Conheço um jovem em Cristo que aos 16 anos tinha uma rotina invejável: Ele fazia semanalmente visitas no hospital da nossa pequena cidade, e saia dali direto para o asilo contrabandeando doces e bíblias para os anciãos com quem passava parte do seu domingo. Por volta das 4 horas da tarde saia dali com outros meninos da sua idade, numa kombi velha da wolksvagen para realizar visitas em uma comunidade rural e "cooperar" com os irmãos de lá. As vezes a Kombi não vinha, e eles faziam o trajeto de 18 quilômetros de bicicleta. Quando chegavam a cidade novamente, era para tomar um banho e ir ao culto, ansiosos por ouvir a Palavra pregada e dispostos a participar, seja cantando, pregando, limpando ou fazendo qualquer outra coisa na igreja local. Durante a semana, ele e outros eram voluntários no “Desafio Jovem Liberdade” – centro de recuperação para usuários de drogas – muitas vezes saindo do trabalho direto para lá, para ensinar violão, passar algum tempo de comunhão com os internos e pregar no culto da noite. Esses rapazes respiravam missões.  

Na época, surgiam seminários com cursos rápidos, em média 2 anos, em regime de internato, onde a ênfase não era apenas preparar teólogos, mas obreiros. Trabalhavam-se questões como caráter, perseverança, domínio próprio, obediência, e grande parte das disciplinas do curso eram de viés missionário. Éramos confrontados com as biografias de William Carey, David Brainerd, Hudson Taylor, Adoniran Judson, George Miller, e nos inspirávamos neles. Criticava-se o modelo de seminário que formava apenas teólogos e falava-se muito em vocação ministerial. Escutávamos uma e outra vez que ser pastor é um dom e não uma profissão, e que o ministério é muito mais dar do que receber. O ponto alto das aulas era quando por lá passava algum missionário em transito, e contava as experiências vividas naquela terra desconhecida. Lembro-me de ter ouvido um desses missionários falando sobre o país dos Incas, e de como me senti desafiado pelo testemunho daquele jovem obreiro. À noite, enquanto orava por aquele país, discerni claramente a voz de Deus falando fortemente ao meu coração: “Eu te levarei ao Peru!”. Cai em pranto, sentindo um misto de temor e imensa alegria, pelo peso da responsabilidade e pela honra recebida. Sai do meu país em 2003, quando ainda se vivia a ressaca destes movimentos.

JOVENS QUE NÃO ALMEJAM O MINISTERIO

Hoje a igreja evangélica definitivamente não é a mesma. Ela nem sequer se parece com aquela igreja de 15 anos atrás. Cada vez que viajo ao Brasil, fico absorto com a secularização cada vez maior da igreja. Vejo uma igreja rica, muito rica, mas tremendamente ensimesmada. Em círculos tradicionais e na ala pentecostal clássica, pouco se fala em evangelismo e missões. Já os neopentecostais distorceram o conceito de evangelismo e missões transformando a igreja em uma pirâmide e implementando visões celulares das mais absurdas, substituindo paixão missionária por obediência cega a um líder autoritário. Se antes os jovens desejavam o ministério, a geração atual foge dele. É comum ver rapazes de moças de vinte e poucos anos com altos salários, comprando carros importados, fundando empresas, empreendendo e ganhando muito dinheiro. Os pastores destas igrejas sofrem, pois tem que se desdobrar em mil ofícios para atender as necessidades do rebanho, já que ninguém quer se envolver no ministério e sacrificar as horas de descanso para cuidar das necessidades alheias. Alguns poucos ainda ousam se envolver com missões, mas raramente em tempo integral. Ao invés disso, doam parte das suas férias para servir em algum país exótico, e passam 4 ou 5 dias visitando alguma igreja local,  e o resto das férias em alguma praia paradisíaca do Índico ou do Pacífico. Não trabalham nada, mas tiram umas quinhentas fotos com crianças locais e chegam a suas igrejas com testemunhos fantasmagóricos acerca de como salvaram o mundo em seis dias e ensinaram os pastores e missionários locais a pastorearem suas igrejas. 

MISSIÓLOGOS DE INTERNET QUE NUNCA SE ENVOLVERAM COM MISSOES

O conceito de missão tem sido banalizado por uma geração hedonista mais preocupada com seus prazeres do que com glorificar o Cristo entre as nações. Para justificar sua falta de coragem para encarar o campo missionário, criam-se as mais distintas agencias missionárias, muitas das quais não enviam e nem sustentam nenhum missionário, dedicando-se apenas a recrutar voluntários para viagens de ferias, exatamente do tipo que mencionei no último parágrafo. Diga-se de passagem, o dinheiro gasto por uma equipe de voluntários de férias, se fosse doado integralmente a alguma missão séria que trabalhe entre os autóctones, daria para sustentar cerca de 10 obreiros durante um ano. Crer que 20 brasileiros em uma semana podem fazer um melhor trabalho que um obreiro nacional em um ano é um sofisma, mas parece ser este o pensamento predominante nessas missões recém-criadas no Brasil (as exceções conformam a regra).

Embora não estejamos mais tão engajados com missões transculturais, nunca tivemos tantos “ESPECIALISTAS” em missões! Meninos de vinte anos, com pouca ou nenhuma formação teológica, sem experiência de vida ou ministério e cujo maior esforço missionário foi falar de Jesus para o colega de classe, editam blogs e vlogs, dão opiniões e organizam conferencias missionárias onde eles mesmos são os preletores. Recentemente um desses palpiteiros da internet, um garoto de 20 anos, escreveu um livro sobre missões. Muita gente elogiou a atitude do rapaz e não encontrei ninguém, nem mesmo entre a velha guarda evangélica (que também é ativa nas redes sociais) para colocar freio na arrogância do moleque que escreveu suas 120 paginas sobre um assunto que ele nunca experimentou de fato. Há algum tempo recebi duas equipes de voluntários na cidade de Piura, onde desde 2008 temos desenvolvido alguns projetos missionários. Um dos rapazes que nos visitou, ainda nem tinha barba no rosto, mas logo se apresentou como consultor em missões. Segundo ele, varias igrejas no Brasil contam com seus conhecimentos de consultoria. Isso me parece estranho, se considerarmos que ele nunca foi missionário de fato, apenas participou de algumas palestras com ênfase na famigerada e pouco eficaz Missão Integral (3). Recebi deste garoto que nunca fez missões, diversos conselhos sobre como treinar meus obreiros e torná-los mais efetivos. Outros chegam já satanizando a cultura, tendo visões esquisitas acerca de demônios territoriais e correntes que estão aprisionando nossa igreja e missão, algo muito esquisito e sem bases bíblicas em minha opinião. 

UMA JUVENTUDE QUE QUER ENSINAR, MAS NÃO SE PRONTIFICA A APRENDER

Durante os dois últimos meses visitei varias igrejas no Brasil e por onde passei, desafiei pessoas para virem ao campo missionário no Peru, e o máximo que consegui foram uns garotos meio-hippies dispostos a vir salvar o mundo em uma semana e ensinar os pastores a pastorear suas igrejas. Todos os rapazes com quem falei queriam vir e ditar seminários, palestras, conferências, treinamento para pastores, e não atentavam para o ridículo das suas propostas, já que eles mesmos nunca pastorearam nem suas próprias famílias. No entanto, nenhum deles se mostrou disposto a passar ao menos um ano trabalhando de forma sistemática e fiel junto aos nativos, participando da vida, da luta e das dores do povo, compartilhando a comida e vivendo a verdadeira essência da missão. Todos queriam ensinar, ninguém estava disposto a viver. Todos queriam vir e impor; ninguém estava disposto a vir, viver e receber. Todos queriam formar obreiros, ninguém queria ser formado como obreiro. Todos queriam vir correndo e voltar; ninguém estava disposto a vir e permanecer. Cada um tinha uma visão diferente para a igreja peruana, mesmo sem ter conhecido de perto este campo missionário. Todos tinham receitas exatas para fortalecer o ministério local, mas ninguém queria servir no ministério. Muitos reis, nenhum servo. Como diria o pastor Kolenda, de saudosa memória, simplesmente “muito cacique para pouco índio”.

UMA IGREJA SECULARIZADA QUE NÃO AMA MISSOES

Não posso dizer exatamente onde foi que a igreja errou (não se preocupem, deve ter algum conferencista de vinte anos capaz de decifrar este mistério!). Porém, mesmo sem saber exatamente, acredito que alguns fatores são visíveis e fáceis de discernir: economia estável, bons empregos, oportunidade de fazer duas, três, quatro faculdades, anos de pregação antropocêntrica que exclui o sacrifício como parte da experiência cristã, tudo isso contribuiu para uma horrível secularização da igreja. Se eu fosse dispensacionalista, não teria dificuldade em aceitar que a igreja está vivendo a “Era de Laodicéia”. A igreja de Laodiceia e a igreja brasileira são irmãs: As duas são ricas materialmente, ensimesmadas, autossuficientes. As duas estão corroídas pelo pecado, empobrecidas de galardão e cegas quanto a sua real situação.  Se há algumas décadas dizia-se que o Brasil era um celeiro de missões, hoje tenho certeza que este título deve pertencer a algum outro país: China, Índia, Coreia do Sul, talvez... Mas definitivamente, esse título já não se pode aplicar ao Brasil.

***
Leonardo Gonçalves é missionario há 11 anos. Neste período ajudou a plantar e consolidar igrejas no Brasil, Argentina (Patagonia e provincia de missiones), e no norte de Peru. Desde 2008 vive na cidade de Piura, envolvendo-se na plantação de 7 igrejas autóctones. O Projeto Piura sustenta hoje 6 obreiros autoctones e ajuda a 60 crianças provindas de comunidades carentes do Peru.

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NOTAS:

1. O Movimento Ano 2000 (AD 2000) surgiu de uma reunião em janeiro de 1989, em Singapura, onde foi realiazada uma Consulta Global de Evangelização Mundial para o ano 2000 e Além. Esta consulta deu origem ao movimento denominado AD 2000, cujo enfoque eram os povos não alcançados da chamada ‘janela 10/40’.


2. A Década da Colheita foi o resultado de um encontro de líderes das Assembleias de realizado nos Estados Unidos, em 1988. Foram também estabelecidas metas bem claras para a AD no Brasil, para serem alcançadas até o ano 2000: (1) Levantar um exército de três milhões de intercessores; (2) Ganhar 50 milhões de almas para Cristo; (3) Preparar 100 mil obreiros dispostos a trabalhar na seara do Mestre. (4) Estabelecer 50 mil novas igrejas em todo o Brasil; e (5) Enviar novos missionários para outras nações.

3. Não é que eu me oponha totalmente a Missão Integral. Minha crítica a este movimento pode ser resumida em poucos pontos: (1) A terminologia Missão Integral é, por si, uma redundância. Se é missão cristã, deve ser integral, e se não for integral (no sentido de total), não é missão. (2) Os promotores da Missão Integral no Brasil parecem se inspirar mais no marxismo do que na Bíblia. Um dos líderes desse movimento chega a apresentar o comunismo como uma ideia bíblica de comunidade. Ora, confundir comunidade cristã com uma ideologia que foi responsável por milhões de mortes no mundo, incluindo muitos cristãos, é uma boçalidade. (3) O discurso da Missão Integral tem servido de plataforma política para ideias esquerdistas, e sua super-ênfase no social tem levado alguns a pregar um conceito que beira a salvação pelas obras, algo abominável do ponto de vista bíblico. (4) Nunca vi um leprosário criado ou mantido por adeptos da Missão Integral.

QUANDO TODA A SUA SEMANA DÁ ERRADA
Passei constrangimento
Levei bronca de graça
Dei Bíblia prá quem não sabe ler
Precisei de um carro e nada.
Não consegui fazer minhas tarefas direito...
etc etc etc

Ainda que a figueira não floresça... Faz parte. Bola prá frente.
Sem rancor e sem mágoa no coração.  Me ajuda JESUS.

sexta-feira, março 14

REUNIÕES DE ORAÇÃO SOLITÁRIAS

O peso da realidade muitas vezes parece que vai nos esmagar.   O peso de saber que almas estão perdidas, e que não se tem obreiros e nem recursos suficientes para alcançar os campos maduros para a ceifa.   Estou cansada!!!!!!  Nossa Secretaria de Missões não tem tido o alcance que eu gostaria.   Nossa reunião de oração as 6:00 h da manhã é a menos frequentada.    Pouco ânimo!!!   Até quando Senhor???????????
Com tanta gente abençoada, gostaria de saber porque recebo tantos emails de irmãos que contam com ajuda missionária e ela nunca chega a contento. Alguém poderia me explicar onde estão os pastores que querem alcançar os perdidos?
Muitas vezes não temos controle sobre o bem, nem sobre o mau.
Mas há males que vem para bem.
Então Deus é maior que o nosso coração.
Sabendo que, se o nosso coração nos condena, maior é Deus do que o nosso coração, e conhece todas as coisas. 1 João 3:20

quinta-feira, março 13

TEM DÓ!!!!

Temos tantas fraquezas...
Tantas idéias falsas a nosso próprio respeito,
Tanta dificuldade para amar abnegadamente
 Você tem a leve suposição de que está sendo manipulado.
Difícil trabalhar com o passado e arcar com as consequências do futuro
Como é difícil ser um cristão humano e descartar o ego.
Complicado esse esquema gospel...
Vivendo neste mundo não admitindo que o santo dos céus ainda peca.
Ai como é difícil  lidar com as fraquezas nossas de cada dia
Como seria bom incinerar o passado.
Como seria mais fácil colocar o cérebro em hibernação.


Os ídolos nos dizem que se nós os adorarmos, nós seremos mais santos. Por isso aqueles que são idólatras tendem a ser os mais arrogantes e orgulhosos, principalmente os idólatras religiosos.
Mark Driscoll

segunda-feira, março 10

ORA, VEM SENHOR JESUS - ESTAMOS TI ESPERANDO!!!!

CERTAMENTE ELE VOLTARÁ











Quando o missionário
e ilustre pregador
 David Livingstone, explorador da
 África desconhecida, tinha
acabado de percorrer o
gigantesco continente pela
segunda vez, suas condições
financeiras tinham chegado ao
 fim. Era necessário voltar o
quanto antes ao seu país, a
 longínqua Inglaterra, a fim de
conseguir recursos para pagar
 seus fiéis carregadores e levá-los
 à sua terra. Com o seu último dinheiro,
Livingstone conseguiu persuadir
 um cacique para cuidar desses
 homens até que voltasse. Porém,
quando mal partiu o iminente inglês,
 começou o escárnio dos nativos do
 rio Zambesi: “Ele não voltará!
Por acaso, já ouviram falar que
um homem branco cumprisse com
a sua promessa?” Os homens responderam:
 “Vocês não conhecem o nosso pai.
Certamente ele voltará!” Meses e
meses se passaram, chegando a
 quase dois anos. A zombaria dos
moradores tornou-se quase
 insuportável. No entanto, os
 carregadores sempre diziam:
“Ele voltará; temos certeza!”
Eis que num belo dia ouviu-se
 um barulho estranho vindo do
 rio. Todos correram às margens
 do Zambesi. Lá estava um vulto
 estranho na face das águas -
um barco a vapor que sulcava o
 rio africano. Nessa embarcação
 estava ninguém mais ninguém
menos que o próprio Livingstone.
Os trezentos homens romperam
em grandes gritos de júbilo e
lançaram-se à água para irem
ao encontro dele, bradando:
 “Nosso pai! Nosso pai!”.
Que lição é esta para nós?
Cremos que o Filho de nosso
 Pai Celeste também há de voltar.

UM TESTEMUNHO A TODOS OS CATÓLICOS 

AS AVENTURAS DE UMA BÍBLIA










Certa ocasião uma jovem viúva
olhava pela janela de sua casa.
 Ela residia próxima a uma
importante praça da cidade
de Dublin. A sala estava elegantemente
mobiliada, tudo respirava conforto e
até opulência, porém aquela
 mulher parecia ser infeliz.
A senhora Blake era uma católica
 romana fervorosa, que praticava
o seu credo conscientemente,
mas, nos últimos tempos sentia-se
 pesarosa de espírito por ter praticado
muitas coisas hediondas na vida.
As práticas religiosas, penitências,
orações, nada lhe traziam qualquer
 satisfação. Não podia livrar-se do pesado fardo.
Ela havia contado sua mágoa ao
seu confessor. Seguindo as suas
 ordens, encarregara-se de praticar
 várias obras de caridade; porém,
embora parecendo ser interessante,
a sensação pecaminosa pesava
 mais e mais em sua alma. O
confessor era um padre muito jovem,
 agradável e atraente. Ele deu-lhe
 plena absolvição dos pecados,
todavia não trouxe nenhuma consolação.
Um dia, estando ela meditando,
bateram à porta. Antes que tivesse
tempo de conciliar os pensamentos,
o padre entrou na sala. “Que poderei
fazer para levantar o seu espírito e
 remover essa triste expressão do
seu rosto?”. “O senhor é tão amável
e tem feito tudo o que está ao seu
 alcance, porém o peso de que lhe
falei continua oprimindo a minha alma”.
 “Escute”, disse ele, “já resolvi o que
deves fazer. Há um homem que vem a
Rotunda amanhã e que é capaz de lhe
fazer sorrir e torná-la feliz. Vá ouvi-lo”.
 “Senhor padre!...” “Não! Nenhuma palavra!
Não admito desculpa. Ordeno-lhe que
 vá; tem mesmo que ir”.
O padre explicou que um famoso
ator cômico, bem conhecido naquela
 época, ia apresentar-se a um público
elegante e que, em sua opinião,
isso seria a melhor coisa para ela.
Não valia a pena protestar. Ela não
 poderia desobedecer ao seu
conselheiro espiritual. Ele já estava
 lhe trazendo uma entrada gratuita
para o espetáculo. E assim, na tarde
 do outro dia, a senhora Blake dirigiu-se
 ao local indicado, onde grandes
cartazes anunciavam o espetáculo.
Ela tinha que ir; fora-lhe ordenado
que fosse.
A Rotunda, como todos os cidadãos
de Dublin sabem, tem sob o seu
 telhado mais de um salão público.
Ali há um grande coliseu, o salão
 das colunas e mais uma ou duas
 salas. Além disso, também há
diferentes entradas. O que aconteceu
 foi que a senhora Blake se enganou
na entrada para o espetáculo. Em
vez de seguir a multidão que
 adentrava para um determinado
 recinto, ela notou uma pequena
 fila de pessoas dirigindo para um
 outro lugar. Seguiu-a e encontrou-se
num dos salões menores, e ali esperou.
Estranhou que ninguém lhe pedisse
a entrada. Pensou que mais tarde
poderia retificar esse fato. Não teve
 muito tempo que pensar, pois logo
levantou-se um cavalheiro que apareceu
 anunciando um hino e de repente ela
lembrou-se que havia cometido um
lamentável erro, entrando pela porta
 errada. Na verdade, o que se realizava
ali era um culto protestante. Por ser
 muito tímida e sensível, sair daquele
lugar, à vista de toda aquela gente,
se tornou numa impossibilidade. Que fazer?
 Resolveu retirar-se no fim do hino, sem
 que chamasse a atenção das pessoas.
Foi o que ela tentou fazer. Em sua
preocupação de sair o mais depressa
possível, seu guarda-chuva cai
 ruidosamente de tal forma que muitas
 pessoas se viraram para trás para
ver o que tinha acontecido. Aterrorizada
 com o incidente, deixou-se cair numa
cadeira e quase desejou sumir pelo
chão adentro.Seguiu-se um profundo
 silêncio e então uma voz, a do cavalheiro,
 elevou-se em oração. Ela não pôde
 deixar de escutar, pois nunca até
aquele dia ouvira coisa semelhante.
 Era tão diferente das orações que
 havia em seus livros de devoção.
Aquele homem, tão reverente,
parecia muito feliz enquanto orava.
Tudo aquilo a impressionou muito.
A oração terminou e o orador
anunciou a leitura de uma passagem
da Escritura sobre “o perdão dos pecados”.
De todos os assuntos do mundo,
era justamente aquele que ela mais
desejava ouvir. Viesse o que viesse
 agora, não se importou no que o
 seu confessor iria dizer. Podia ele
 fazer o que quisesse, ela haveria
de ouvir aquilo.Dos primeiros dezoito
 versículos de Hebreus, dez foram lidos.
O orador, de uma maneira simples,
expôs o ensino, até que tudo ficou
claro como água cristalina. O único
 sacrifício, oferecido uma vez, o
 perdão livre e pleno concedido
àqueles que o pedirem em nome
 de Jesus – tudo ilustrado com várias
 outras passagens do Novo
Testamento formou o assunto daquela
pregação. E tal como o solo ressequido
 embebe as chuvas de verão, assim
 aquela pobre alma recebeu a verdade
 maravilhosa! Nunca, até então, havia
escutado semelhante mensagem! O
orador terminou e após outra oração
 a reunião foi concluída.
A senhora Blake sentiu que essa
era uma oportunidade única em sua
 vida. Enchendo-se de coragem dirigiu-se
 à extremidade do púlpito e perguntou
ao pregador de quem eram as palavras
 lidas. Surpreendido com tal pergunta,
 ele desceu e foi logo abordado com
 muitas inquirições que se ofereceu
 para escrever algumas referências
 bíblicas, a fim de que ela pudesse
 estudá-las em casa. Quando soube
 que aquela senhora não possuía
 Bíblia, interessou-se sobremaneira
por aquele caso.“Eu vou emprestar-lhe
 a minha Bíblia”, disse ele. “Queira ler
 as passagens sublinhadas nas páginas
que dobrei. Agradeceria muito se me
devolvesse o Livro daqui a alguns dias.
 Ele é a coisa mais preciosa que possuo”.
A senhora Blake agradeceu-lhe muito
e foi depressa para casa, cheia de
 alegria em seu coração, com uma
nova luz em seus olhos. Como se
sentia diferente! Não era mais aquela
 criatura que há algumas horas antes
dera na direção da Rotunda!
Nos dias seguintes ela se esqueceu
de tudo, suas tristezas, seu fardo.
Menos do seu tesouro. Leu e releu
as passagens indicadas e também
muitas outras. A luz brilhou no seu
entendimento. O peso de espírito
rolou para um túmulo aberto. A paz
de Deus encheu seu coração. Afinal
chegou o momento de devolver a Bíblia.
Mais uma vez estava ela entregue ao
 seu novo estudo e de tal maneira
absorvida nos pensamentos que
não percebeu o toque da campainha.
Alguém entrou na sala subitamente!
Era o confessor! Ele estava ali,
diante dela, lhe observando! Ele
reparou logo em duas coisas: o seu
 gesto de embaraço e ao mesmo
 tempo uma serena placidez no seu
 olhar, como ele nunca tinha visto.
 “O que aconteceu?”, perguntou ele.
“Eu nunca soube se aquele espetáculo
 lhe agradou ou não, e, como não a
vi no domingo passado, pensei
 que estava doente”.
Tomada de surpresa pelo inesperado
 acontecimento, a senhora Blake
perdeu o seu autodomínio. Era sua
intenção manter esse assunto em
segredo, pelos menos durante
 algum tempo. Mas agora não se
 conteve, e com a simplicidade de
 uma criança contou a história toda:
o engano do salão, a tentativa de
 evadir-se, as palavras ouvidas, o
 Livro emprestado, e no fim de tudo
a alegria e a paz que enchia o seu coração.
Ela falava com os olhos postos no
chão; porém ao levantá-los, sentiu
o espírito gelar-lhe de terror ao ver
 o olhar do homem que estava à sua
frente. Era cheio de raiva. Nunca até
 então ela havia visto semelhante
 fúria expressa num semblante.
“Dê-me esse livro!”, disse ele rispidamente.
 “Ele não me pertence!”, exclamou
ela tentando em vão detê-lo. “Dê-me!”,
foi a resposta; “senão perderá
eternamente a sua alma. Esse
 herege por pouco a lança no inferno.
E nunca mais, nem ele nem a senhora,
 hão de ler este livro”.Agarrando a Bíblia
enquanto falava, meteu-a violentamente
 no bolso, lançando um olhar terrível
para a mulher e saiu apressadamente da sala.
Ela sentou-se paralisada. Ouviu a
porta fechar-se e lhe pareceu que
alguma coisa no seu coração também
 se fechava, deixando-a aterrorizada.
Aquele olhar terrível a perseguia por
 onde andava. Somente os que nasceram
e foram criados na igreja romana conhecem
o horror indescritível que a concepção do
 poder dos sacerdotes pode inspirar. Mas,
 logo em seguida, ela pôs-se a pensar
 também no orador que tinha lhe emprestado
a Bíblia. O seu endereço estava lá escrito,
 mas era impossível lembrar-se dele e
não sabia para onde escrever. Isto era
 muito triste!Os dias foram passando
lentamente, e o seu visitante, outrora
 sempre bem-vindo e atualmente tão temido,
 não voltara mais. Ia renascendo a
coragem e por fim passados uns quinze
 dias ou mais, ela resolveu aventurar-se
para fazer uma visita ao padre. Era
 necessário fazer um enorme esforço
para reaver o Livro e restituí-lo ao
seu legítimo dono.
O padre, por nome João, vivia a certa
 distância e a casa dele ficava junto
 a um convento no qual ele era professor.
 A senhora Blake dirigiu-se para lá e
bateu à porta. Uma freira a atendeu.
A freira ficou visivelmente sobressaltada
 ao ver a senhora Blake. Ao ouvi-la
perguntar pelo padre os seus olhos
chamejaram por um momento. Imediatamente
 seu rosto ficou rígido e o seu gesto frio.
Disse: “Sim, o senhor padre João está
em casa. Ele está no quarto. Não
quer entrar e vê-lo?”.
A freira a empurrou até o quarto e
assim que a senhora Blake entrou,
ela sobressaltou-se! O corpo inerte
do padre João estava num caixão! Morto!
Antes que ela voltasse a si do choque,
 a freira sussurrou nos ouvidos estas
palavras: “Ele morreu amaldiçoando-a.
 A senhora deu-lhe uma Bíblia e ele
encarregou-me de lhe dizer que a
 amaldiçoava; sim, amaldiçoava-a no
seu último alento. Agora vá embora!”
 Antes que ela tivesse tempo de se
aperceber do que tinha sucedido,
encontrou-se na rua, com a porta fechada atrás de si.
Várias semanas transcorreram. O
 perfume da primavera passou sobre
 a terra, despertando folhas e flores
à vida e à beleza. Uma tarde estava
a senhora Blake ponderando nos
acontecimentos dos últimos meses.
 Alegrou-se mais uma vez pela alegria
de estar perdoada. Ela havia
comprado uma Bíblia para as
 suas leituras diárias. Os velhos
 erros em que havia sido educada
tinha-os renegado, um por um. Mas
 havia em seu coração um certo
desgosto que não podia apagar.
Como era triste, muito triste, a
breve enfermidade do padre e a
 sua morte repentina! O seu último
 olhar! As suas últimas palavras!
Aquela terrível mensagem!
Por que havia ela de ter sido tão
 abençoada, levada ao abrigo da
paz, cheia de alegria celestial, e
 ele, sim, porque não teria as
mesmas palavras bíblicas
 produzido igual mensagem a ele?
 Por que será, pensou ela, que um
 Deus tão bom, cheio de amor,
permitiu isto? Naquele momento a
 criada fez entrar na sala uma senhora.
Aquela senhora estava coberta
com um véu espesso. Ela estava
 irresoluta. Antes que a senhora
Blake pudesse falar, a mulher disse:
 “A senhora não me conhece com
esta roupa, mas vai ver daqui a
pouco quem sou eu”, disse ela
 levantando o véu e mostrando
o rosto da freira que lhe entregara
 a mensagem de maldição. A
senhora Blake recuou um passo,
 perguntando a si mesma o que viria
 ainda a acontecer, mas a sua
visitante acalmou os seus temores,
 e prosseguiu: “Tenho duas coisas
a dizer-lhe e vou ser muito breve,
 pois estou com pressa. Em primeiro
 lugar peço-lhe que me perdoe a
 horrível mentira que lhe disse
naquele dia. Eu já pedi perdão
a Deus. O padre João morreu
abençoando-a de todo o seu coração.
No dia anterior ao da sua morte,
 ele encarregou-me de lhe dizer
que ele mesmo também tinha
encontrado o perdão por meio
 daquele Livro e que, através da
 Eternidade, ele a abençoaria por
ter a senhora levado a ele o
conhecimento do Salvador.
E agora a senhora perdoa-me,
sim?” “Pois não! E do fundo do
meu coração”, retorquiu a senhora
 Blake espantada. “Mas porque a
 senhora disse aquilo?”. “Porque
eu a odiava. Eu amava o meu
confessor e odiei a senhora por
 ter-lhe mandado para o inferno,
segundo eu cria. Agora ouça:
eu senti enorme desejo de ler
aquilo que o padre João tinha lido.
Depois do funeral não pude resistir
a curiosidade de examinar o Livro.
Fiquei fascinada e li mais e mais,
até que eu também encontrei perdão
 e paz no meu Salvador. Há várias
 semanas estudo a Bíblia e agora
ela está aqui. Por tudo isto, esta
 tarde fugi do convento e vou partir
para a Inglaterra esta noite, mas senti
 que devia vir aqui restituir a Bíblia e
dizer-lhe que eu também durante toda
 a minha vida a bendirei por me ter
ensinado, através deste Livro, a
maneira de encontrar o perdão
dos meus pecados. Adeus! Deus
 a abençoe! Vamos nos encontrar
 no Céu!”
Uma breve despedida e a mulher
saiu para fora da casa, desaparecendo.
Afinal de contas, seria tudo um sonho?
Agora uma pequena Bíblia achava-se
 sobre a mesa, diante da senhora
 Blake. Não, não era um sonho,
mas sim, uma gloriosa realidade.
Aquele Livro pequeno, sem ter uma
 voz viva para expor os seus ensinos,
naqueles dois casos tirou três almas
 preciosas das trevas e
 transportou-as para a Luz.
Há de se imaginar como ficou o dono
da Bíblia ao ser-lhe restituída,
com esta maravilhosa história!
Contudo, o que disse Aquele que
 enviou a Palavra a desempenhar
a sua missão?: “Assim será a
minha palavra que sair da minha
 boca; ela não tornará para mim
vazia, antes fará o que me apraz
 e prosperará naquilo para que a enviei”, Is 55.11. (J. H. Townsend, A Seara, CPAD).

domingo, março 9

A DIGNIDADE PERTENCE A DEUS, A COMPREENSÃO DISSO CABE A NÓS.
SOMENTE JESUS...

Um grupo de turistas ingleses visitava a casa onde o grande compositor Beethoven passou os últimos dias de vida. O guia (que era como que um apreciador de heróis) os levou a um aposento; ali ergueu reverentemente uma coberta, dizendo: "Este é o piano que pertenceu a Beethoven."
Uma jovem do grupo se pôs diante do piano e começou a tocar uma sonata do grande compositor. O guia permaneceu sério e silencioso. Por fim a jovem girou o tamborete, e disse: "Imagino que muitas das pessoas que visitam este lugar se orgulham de tocar no piano de Beethoven."
"Bom, senhorita... Padereswsky esteve aqui no verão passado, e alguns de seus amigos instaram com ele para que tocasse, mas ele lhes disse: "Não, não me sinto digno." – 3.000 Illustrations.

E o filho lhe disse: Pai, pequei contra o céu e perante ti, e já não sou digno de ser chamado teu filho. Lucas 15:21
Porque eu sou o menor dos apóstolos, que não sou digno de ser chamado apóstolo, pois que persegui a igreja de Deus. 1 Coríntios 15:9
E o centurião, respondendo, disse: Senhor, não sou digno de que entres debaixo do meu telhado, mas dize somente uma palavra, e o meu criado há de sarar. Mateus 8:8

Mas João, quando completava a carreira, disse: Quem pensais vós que eu sou? Eu não sou o Cristo; mas eis que após mim vem aquele a quem não sou digno de desatar as alparcas dos pés. Atos dos Apóstolos 13:25

E quem não toma a sua cruz, e não segue após mim, não é digno de mimMateus 10:38

Quem ama o pai ou a mãe mais do que a mim não é digno de mim; e quem ama o filho ou a filha mais do que a mim não é digno de mim. Mateus 10:37

sábado, março 8

Nenhum foco de luz, deve iluminar mais a nós do que a CRISTO.  TUDO PARA ELE,  E POR MEIO  DELE.   Não compreendo cristãos que querem chamar a atenção sobre si mesmos...NBB
SENHOR
Não quero perder minhas horas neste mundo atrás de coisas inúteis...
Não quero chorar as lágrimas de Esaú
Não quero esconder os meus pecados em algum labirinto da minha mente sem confessá-los por inteiro.
Não quero adquirir coisas supérfluas para alimentar as vaidades humanas.
Faz de mim uma pessoa mais amável, mais compassiva, mais piedosa.
Faz-me ver com os teus olhos o meu mais próximo de mim e o meu mais longe...
Não me deixa sentir pena de mim mesma...
Quero continuar com a alma livre, livre de qualquer rancor ou mágoa.
Quero estar contente em qualquer situação.
Quero exercitar o perdão todos os dias.
Faz de mim uma música de adoração verdadeira a Ti..
Em nome de JESUS AMÉM!!!!.NBB

sexta-feira, março 7

Não entendo até hoje, porque as pessoas são tão intolerantes para com a crítica. A crítica é o martelo de Deus para esmagar o nosso super-ego. O ego tem que ser morto e não adulado...

quinta-feira, março 6

ESTAMOS VIVENDO NUM PAÍS, ONDE A DITADURA IMPERA POR TODOS OS LADOS. NÃO SE PODE TER OPINIÃO PRÓPRIA. ESTAMOS QUERENDO VIRAR UMA CORÉIA DO NORTE, POR CONTA DO PT, QUE ESCANDALOSAMENTE ROUBA, ENGANA, CONCEDE "PRÊMIOS", FAZ BARGANHAS, DÁ PRESENTES, MANIPULA, E quando pessoas corajosas se levantam para falar, são taxadas de intolerantes e "NAZISTAS". É tão difícil assim aceitar pensamentos contrários aos nossos??? Isso sim é MUITO "PRECONCEITO E IGNORÂNCIA"

MAS É O TAL NEGÓCIO.  A RÚSSIA ERA COMUNISTA, MAS OS BANHEIROS DE SEUS LÍDERES, TINHAM TORNEIRAS DE OURO...      CHE GUEVARA TINHA UM ROLEX...
TENHO VISTO PESSOAS
 sinceramente apaixonadas por JESUS.  Desejamos viver e pregar o evangelho, mas:
Nossa geladeira continua cheia...
Temos 2, 3 televisores em nossa casa...
Os aparelhos eletrônicos estão por toda parte
Temos eletricidade.
Chuveiro para um bom banho quente.
Nossas ofertas missionárias parecem esmolas para o Reino de Deus
Nossas casas tem conforto para envergonhar em muito a  igreja perseguida.
Gastamos muitos reais nos salões de beleza.
Investimos em viagens sem necessidade
Construímos mansões dignas de "filhos do Rei"
Não gastamos nem 20 minutos por dia orando por Missões Transculturais.
Temos 5 a 10 pares de sapatos no armário.
Gostamos de Pizza nos finais de semana
Possuímos 1 ou mais casas alugadas.
Temos nosso próprio carro na garagem.
O celular mais caro
Não precisamos passar fome
Temos nossos aeroportos e podemos pegar um avião
Temos acampamentos confortáveis.
Temos um templo para nos reunirmos
Temos instrumentos de última geração em nossos cultos
Temos uma cama confortável para dormir.
Podemos tomar um banho quente todos os dias
Temos farmácia, padaria, escolas e Shopings
Temos supermercado na esquina...
Podemos andar de metrô e de ônibus.
Podemos tomar café de manhã.
Temos hospitais ruins, mas temos
Temos geladeira...
Temos internet
Temos água encanada...
Temos liberdade para nos reunirmos
Temos várias Bíblias em casa
Podemos tomar uma água gelada ou beber uma coca-cola
Não sei o que dizer...
Estamos confortáveis demais.

"Philomena",

Filme do diretor Stephen Frears acompanha história de enfermeira aposentada que procura pelo filho; atriz Judi Dench está indicada ao Oscar.

Baseado numa impressionante história real, ocorrida na Irlanda dos anos 1950, "Philomena", filme do inglês Stephen Frears, acompanha o calvário de Philomena Lee (Judi Dench, indicada ao Oscar de melhor atriz), uma enfermeira aposentada que procura pelo filho, Anthony.

O menino lhe foi arrancado, ainda pequeno, quando e ela vivia internada num convento - destino das moças que, como ela, engravidavam fora do casamento e eram abandonadas pelas famílias. Seus filhos eram encaminhados para adoção, em troca de polpudas doações para o convento, e elas trabalhavam por anos em regime servil, até pagarem sua "dívida" com as freiras que as acolhiam e também exploravam.

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Philomena é ajudada em sua busca pelo jornalista Martin Sixmith (o comediante Steve Coogan, coprodutor e corroteirista do filme), que a princípio a contragosto entra na parada. Cínico, ateu e ex-poderoso jornalista político, ele está num momento frágil na vida profissional. Não tem, portanto, nenhuma afinidade evidente com Philomena, que ele conhece já em seus 70 anos, 50 anos depois do sumiço do filho. Uma mulher simples, mas nada simplória, que apesar de tudo que sofreu não perdeu a fé católica.


Por interesse jornalístico, com intenção de vender a impressionante história de Philomena para uma revista, Martin acaba mergulhando numa jornada de detetive, que inclui uma viagem aos Estados Unidos em busca das pistas do pequeno Anthony - que adotou o nome de sua família adotiva.
Narrativa clássica e equilibrada, "Philomena" não perde o foco nem o ritmo. Aliás, é mesmo o melhor de dois mundos, ou seja, um filme com uma grande história, grandes atores (Judi Dench e Steve Coogan, este abandonando sua aura cômica), um esplêndido diretor veterano em grande forma (Stephen Frears, que foi contratado para esta direção), ritmo preciso entre todas as emoções, harmonia nas doses de melodrama e um humor muito adequado se infiltrando em todas as brechas. Por isso mesmo, merece tudo, dos prêmios - está indicado a quatro Oscars, incluindo filme, atriz, roteiro e trilha original - e sucesso de bilheteria.
Para completar, "Philomena" traz novamente à tona os crimes cometidos em conventos católicos irlandeses, retirando crianças de suas jovens mães solteiras, obrigadas a trabalhar ali dentro e a entregar seus filhos para adoção, uma prática que vigorou até os anos 1960. O trabalho virtualmente escravo dessas moças, pobres e abandonadas pelas famílias por moralismo, já havia sido abordado anteriormente em 2002, no filme "Em Nome de Deus", de Peter Mullan.
Que a Igreja Católica vive outros tempos fica evidente também pela recente audiência, concedida pelo papa Francisco, à verdadeira Philomena Lee, ao lado de Steve Coogan, em fevereiro. Philomena continua lutando para que outras mulheres tenham acesso aos registros de adoção de seus filhos na Irlanda e possam reencontrá-los.

PS - VIVE SIM - OUTROS TEMPOS - DE MAIS HIPOCRISIA, MAIS IDOLATRIA, MAIS MATERIALISMO.    CONTINUA ENGANADORA, MAIS HERÉTICA DO QUE NUNCA, MAIS APROVEITADORA, MAIS EGOCÊNTRICA, ACOBERTANDO PECADOS ESCANDALOSOS QUE DESFIGURAM AINDA MAIS A SUA IMAGEM DECADENTE.  QUE VENHAM DIAS DE JULGAMENTO SOBRE ESTES, QUE IGNORAM AS SAGRADAS ESCRITURAS, E AS TEM ABAIXO DE SUAS TRADIÇÕES E QUE DESCARADAMENTE FICAM IMITANDO OS CULTOS EVANGÉLICOS PARA ATRAIR MAIS EXPECTADORES AS SUAS MISSAS.  ENCHEM SEUS TEMPLOS DE IDOLATRIA. CONTINUAM NESTAS PRÁTICAS DETESTÁVEIS E IGNORAM OS MANDAMENTOS DA PALAVRA DE DEUS.   
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