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sábado, novembro 30

Drogas

A voz contra a liberação das drogas 

No debate sobre a descriminalização da maconha, o psiquiatra

 Ronaldo Laranjeira representa os que não apoiam mudanças nas regras atuais 














17.jun.2011 por Mariana Barros
Na polêmica sobre a descriminalização da maconha, não faltam argumentos defensáveis tanto do ponto de vista de quem é a favor quanto dos que são contra uma mudança na legislação atual. Essa discussão, que andava adormecida, voltou à cena por causa de manifestações como a Marcha da Maconha, realizada em maio na Avenida Paulista com o apoio de cerca de 700 pessoas, e com a estreia, no início deste mês, do documentário “Quebrando o Tabu”, do cineasta Fernando Grostein Andrade. Quem dá o tom da narrativa é o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que visita várias cidades do mundo para mostrar boas e más experiências em políticas relacionadas ao tema. O filme conclui que a descriminalização da maconha representaria um passo importante para diminuir o poder dos criminosos do narcotráfico. “Viver num mundo sem drogas é utópico, isso nunca existiu, mas podemos trabalhar para reduzir os danos”, afirma FHC, a certa altura do filme.
+ Oxi, a invenção mais recente do tráfico
No debate em torno do tema, o psiquiatra paulistano Ronaldo Laranjeira, de 54 anos, virou um porta-voz dos que não apoiam uma flexibilização na lei. Após mais de três décadas de atividade profissional dedicada ao tratamento de dependentes químicos, experiência que o colocou entre os maiores especialistas do país no assunto, ele está convencido de que, em se tratando de substâncias ilícitas, não há negociação possível: é preciso haver proibição total. Além de conhecer a fundo a política antidrogas de países como Suécia, Estados Unidos e Inglaterra, Laranjeira coordena o atendimento de mais de 100 pessoas adictas todos os dias em sua clínica particular e coordena 180 internações realizadas por sua equipe. É ainda fundador da Uniad, serviço na Vila Mariana especializado em drogas da Universidade Federal de São Paulo e autor do primeiro estudo clínico nacional com usuários de crack. “Mais fácil seria defender o direito de cada um fazer o que bem quiser, mas a saúde pública está em jogo”, diz.
(Foto: Divulgação)
Nas oportunidades que encontra para falar sobre o assunto, ele cita uma série de estudos para justificar seus argumentos. Uma dessas pesquisas mostra que uma em cada dez pessoas que experimentam maconha desenvolve algum tipo de transtorno mental. Além disso, uma vez liberada essa droga, Laranjeira avalia que o número de usuários subiria de estimados 5% para 15% dos brasileiros. O baixo preço — um cigarro custa 1 real — faria o consumo incidir sobre a parcela mais vulnerável da população: os adolescentes e as classes mais baixas. “É preciso pensar na sociedade como um todo”, afirma. Para o psiquiatra, o Brasil deveria se mirar no exemplo da Suécia. “A liberação nos anos 60 impulsionou o consumo e fez o país voltar atrás, passando a punir traficantes e usuários para retomar o controle da situação”, afirma.
+ Crack: "De cada dez pessoas que provam, nove viram dependentes"
+ Marcha da Maconha - Blog do Walcyr
A clareza de suas posições transformou-o numa espécie de estandarte antidrogas. “Virei o chato, o do contra, o careta de plantão”, comenta. Todos os meses ele recebe até sessenta convites para participar de debates, palestras e entrevistas em vários estados brasileiros. Em um dos eventos, organizado pelo jornal Folha de S.Paulo em outubro passado, saiu escoltado por dois seguranças depois de ter se sentido ameaçado de agressão por parte da plateia. Já foi insultado em blogs e fóruns da internet e considerado persona non grata por jovens universitários — hostilizado até mesmo por alunos da faculdade onde leciona, a Escola Paulista de Medicina. Por várias vezes foi minoria nas discussões. O tema até virou piada entre seus familiares. Um de seus três filhos, a caçula Lina, de 8 anos, criou um bordão para iniciar as imitações. “Olá, sou Ronaldo Laranjeira, sou contra as drogas e luto por você”, diz a menina em tom de propaganda eleitoral.
Marcha na Avenida Paulista: cerca de 700 manifestantes a favor da mudança na legislação
Marcha na Avenida Paulista: cerca de 700 manifestantes a favor da mudança na legislação
(Foto: Anderson Barbosa/Folhapress)
Nas décadas anteriores, estudando a dependência de fumantes e alcoólicos, ele enfrentou o lobby das empresas fabricantes de cigarros e bebidas, questionando a atuação delas e defendendo a regulação do consumo de seus produtos. “Era um diálogo difícil, mas eu nunca havia sido tão hostilizado como ocorre agora no debate sobre a liberação da maconha”, afirma. Embora muitas vezes se sinta solitário na discussão, o psiquiatra acredita estar do lado da maioria. Contabiliza a seu favor famílias de viciados, muitos pais de classe média e a maioria dos evangélicos. “Se houvesse um plebiscito, a descriminalização jamais seria aprovada”, aposta.
 

sexta-feira, novembro 29

VERDADE OU MENTIRA?????

Holanda arrependida com a liberação da maconha e da prostituição


Amigos, para lembrar. Estes dias na TV alema assisti mais uma matéria sobre esta situacao na Holanda, onde a maconha e prostituicao foi liberada. As famílias vizinhas a estes bordéis e aos locais onde se vende drogas, comecaram a ter problemas serissimos por conta do uso exacerbado de drogas mais pesadas. A tal ponto que mesmo tentando mudar de endereco e vender seus imóveis, nao conseguem mais: o valor dos imoveis decaiu por conta da presenca dos bordéis e do tráfico, e quando há um comprador interessado, e este fica sabendo da localizacao do imóvel, nao aparece mais.


Na TV mostraram também locais a céu aberto - perto de casas de família, escolas -, parques, onde as pessoas vao para se drogar, drogas pesadas como cocaína, enfim... e estes locais sao um verdadeiro inferno... pessoas de todas as idades, caindo, nao se aguentam em pé, e como semi-mortos chegam ao local procurando por cocaína, heroína. E depois de muita droga e consumo, comecam as brigas, agressoes, as confusoes mais terríveis. A polícia é chamada, e vcs já podem imaginar a situacao.

No outro dia, lá estao de novo os viciados, sedentos por mais uma "picada" que pode ser a última.

Marlene Oliveira-Rein
Niedersachsen - Deutschland

***

"A Holanda, um dos países mais liberais do mundo, está em crise com seus próprios conceitos. O país que legalizou a eutanásia, o aborto, as drogas, o “casamento” entre homossexuais e a prostituição reconhece que essa posição não melhorou o país. Ao contrário: aumentou seus problemas"

Em matéria publicada na revista Veja de 5 de março, sob o título Mudanças na vitrine, o jornalista Thomaz Favaro ressalta que, desde que a prostituição e as drogas foram legalizadas, tudo mudou em De Wallen, famoso bairro de Amsterdã, capital holandesa, onde a tolerância era aceita. “A região do De Wallen afundou num tal processo de degradação e criminalidade que o governo municipal tomou a decisão de colocar um basta

"Desde o início deste ano, as licenças de alguns dos bordéis mais famosos da cidade foram revogadas. Os cafés já não podem vender bebidas alcoólicas nem cogumelos alucinógenos, e uma lei que tramita no Parlamento pretende proibi-los de funcionar a menos de 200 metros das escolas. Ao custo de 25 milhões de euros, o governo municipal comprou os imóveis que abrigavam dezoito prostíbulos. Os prédios foram reformados e as vitrines agora acolhem galerias de arte, ateliês de design e lojas de artigos de luxo”. A matéria destaca ainda que a legalização da prostituição na Holanda resultou “na explosão do número de bordéis e no aumento da demanda por prostitutas”. Nos primeiros três anos de legalização da prostituição, aumentou em 260% o tráfico de mulheres no país.

E a legalização da maconha? Fez bem? Também não. “O objetivo da descriminalização da maconha era diminuir o consumo de drogas pesadas. Supunham os holandeses que a compra aberta tornaria desnecessário recorrer ao traficante, que em geral acaba por oferecer outras drogas. (…) O problema é que Amsterdã, com seus cafés, atrai ‘turistas da droga’ dispostos a consumir de tudo, não apenas maconha. Isso fez proliferar o narcotráfico nas ruas do bairro boêmio. O preço da cocaína, da heroína e do ecstasy na capital holandesa está entre os mais baixos da Europa”, afirma a matéria de Veja.

O criminologista holandês Dirk Korf, da Universidade de Amsterdã, afirma: “Hoje, a população está descontente com essas medidas liberais, pois elas criaram uma expectativa ingênua de que a legalização manteria os grupos criminosos longe dessas atividades”. Pesquisas revelam que 67% da população holandesa é, agora, a favor de medidas mais rígidas. E ainda tem gente que defende que o Brasil deve legalizar a maconha, o aborto, a prostituição etc, citando a Holanda e outros países como exemplo de “modernidade”."
Veja o caso da Suíça. Conta Favaro: “A experiência holandesa não é a única na Europa. Zurique, na Suíça, também precisou dar marcha a ré na tolerância com as drogas e a prostituição. O bairro de Langstrasse, onde as autoridades toleravam bordéis e o uso aberto de drogas, tornara-se território sob controle do crime organizado. A prefeitura coibiu o uso público de drogas, impôs regras mais rígidas à prostituição e comprou os prédios dos prostíbulos, transformando-os em imóveis residenciais para estudantes. A reforma atraiu cinemas e bares da moda para o bairro”.
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E a Dinamarca? “Em Copenhague, as autoridades fecharam o cerco ao Christiania, o bairro ocupado por uma comunidade alternativa desde 1971. A venda de maconha era feita em feiras ao ar livre e tolerada pelos moradores e autoridades, até que, em 2003, a polícia passou a reprimir o tráfico de drogas no bairro. Em todas essas cidades, a tolerância em relação às drogas e ao crime organizado perdeu a aura de modernidade”."
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"Vai de vento em popa no Brasil a campanha pela descriminação das drogas. Na TV, certa jovem, bela de corpo e pobre de espírito, chega a lamentar a falta de um baseadinho. Personalidades ilustres acreditam que a liberação fará o milagre de acabar com a extrema violência. Deputados no passado visceralmente estatizantes agora invocam a lógica do mercado para engrossar a corrente descriminalizante. O raciocínio é simples. A oferta da droga no livre mercado faria com que as quadrilhas de traficantes entrassem em saudável recesso.

É certo que a experiência não é uma enfermidade contagiosa. A campanha liberacionista das drogas, muito antes de chegar às nossas fronteiras, avançou Europa adentro e desembarcou nos Países Baixos. O grito ''é proibido proibir'' dos estudantes franceses parece ter inspirado a chamada Lei do Ópio holandesa. Formalizada em 1976, o ''modelo'' está completando 25 anos. Entre seus objetivos iniciais se incluíam: 1) a redução da criminalidade; 2) a prevenção da dependência química; e 3) a segurança da sociedade.

Um quarto de século após a adoção da legislação permissiva seus resultados podem ser analisados de forma cabal. Organismos internacionais já se debruçaram sobre esse virtual laboratório para as políticas públicas relacionadas com as drogas. A primeira resposta pode ser encontrada num simples anuário das Nações Unidas. Ao contrário do que inicialmente foi almejado, uma das conseqüências mais terríveis da liberalização da maconha na Holanda foi o crescimento exponencial da criminalidade.

De fato, o país se encontra atualmente em primeiríssimo lugar entre as nações mais desenvolvidas quando se considera o número de homicídios dolosos. Nesse sentido, as últimas cifras oferecidas pelo Relatório do Desenvolvimento Humano mostram que a taxa holandesa subiu além dos 15 assassinatos por 100 mil habitantes. Vamos repetir: 15 por 100 mil! Tão espantoso indicador contrasta dramaticamente com 1 homicídio no Japão;1,6 na Espanha;

continua"
"1,9 no Canadá; 2,1 na Noruega; 3,1 na Bélgica; 3,6 na Austrália; 4,7 na França; 4,9 na Dinamarca; e, 4,9 na Itália.

O altíssimo nível da brutalidade mais extrema a que chegou a Holanda após a descriminação da maconha também pode ser avaliado pelo fato do país estar superando até mesmo a taxa de homicídios de países considerados muito violentos, como os Estados Unidos, com seus 10 assassinatos por 100 mil habitantes. Aliás, em matéria matança humana, os holandeses estão imensamente mais distantes de seus vizinhos belgas e bem mais próximos do remoto Brasil.

Apesar de tal realidade, não falta quem imagine um suposto êxito da legislação holandesa. Mas, para decepção dos adeptos do laissez-faire, outro informe das Nações Unidas exibe alguns resultados desses 25 anos de vigência da Lei do Ópio. Para o documento da ONU, a experiência realizada nos Países Baixos fracassou. Segundo o informe, nenhum dos objetivos pretendidos foi alcançado. E o que é ainda mais deplorável: a Holanda herdou de sua lenidade uma seqüência de problemas de difícil solução. Como, por exemplo, o fato de que atualmente cerca de 15% da população de 12 ou mais anos estejam escravizados ao vício. Não apenas da droga permitida, a maconha, mas de outros entorpecentes ainda mais pesados. Qual o significado desse percentual? Nada menos do que 600 mil holandeses viciados, principalmente jovens. O que representaria para o Brasil semelhante percentual? Uns 24 milhões de vítimas das substâncias entorpecentes.

A ONU, ao examinar a experiência da Holanda, também revelou que cresceram a violência e o número de distúrbios, principalmente nas proximidades dos coffee-shops que distribuem a droga. A Lei do Ópio também permitiu que a Holanda atraísse a seu território toda sorte de indivíduos desclassificados. Terroristas, traficantes, e principalmente o chamado narcoturismo dominam as cidades. Constantemente, do estrangeiro, chegam legiões de viciados para desfrutar da liberalidade holandesa.
"
"A pesquisa mostra que a Holanda se transformou igualmente em campo estrategicamente importante para o tráfico internacional. Drogas leves e pesadas entram e saem de Roterdã, do Aeroporto de Schipol e do Centro da cidade. Isso é claramente visível para quem chega de trem à ilha artificial que abriga a Estação Central, onde transitam viciados implorando por dinheiro ou traficantes oferecendo cocaína.
Para enfrentar essa difícil conjuntura, os holandeses estão gastando verbas apreciáveis, tanto com a oferta da droga metadona para estimular o abandono do vício como no tratamento dos casos mais graves de viciados, muitos deles estrangeiros. E o que é pior, sem resultados, pois muitos voltam a se drogar.
Ante a pressão da opinião pública e da Comunidade Européia a legislação permissiva foi alterada para se reduzir drasticamente a quantidade de drogas vendidas livremente nos coffee-shops e bares. As 30 gramas de maconha anteriormente permitidas, foram reduzidas a cinco. Mas o mercado livre da droga tem uma dinâmica própria, como diz um informe da ONU: ''Os coffee-shops não têm sido suficientemente controlados. Não cumprem a lei. Vendem drogas duras ou uma quantidade demasiada de drogas leves. E ainda exportam drogas aos países vizinhos.''
Realmente, os que criaram a lei permissiva imaginando o paraíso de um país liberto das drogas vivem agora o inferno da violência. Aos brasileiros de boa vontade, que ainda sonham com a legalização, restaria a advertência: lembrai-vos da Holanda!"
* Ib Teixeira é pesquisador de problemas sociais e trabalhou durante 10 anos nas Nações Unidas.

http://www.geocities...634/maconha.htm




Agentes da alfândega holandesa apreenderam nesta sexta-feira (18) 19 toneladas de maconha a bordo de um navio no porto de Amsterdam
Trata-se da maior apreensão de drogas do século, destacou a agência, citando as autoridades holandesas.
O valor de mercado da droga é de cerca de 60 milhões de euros (95 milhões de dólares).
Durante a operação, a polícia deteve quatro pessoas, que foram acusadas de tráfico de drogas.
O navio estava carregado com nozes em contêineres e a maconha foi encontrada em sacos dentro de um contêiner.

Mais adolescentes viciados em maconha na Holanda
"A quantidade de jovens holandeses menores de 18 anos viciados em maconha está aumentando. Muitos deles começam a fumar aos treze anos de idade.

O problema é tão sério que muitos vão parar em clínicas de reabilitação. Os jovens fumantes têm conflitos com os país, abandonam os estudos e muitos são conhecidos pela polícia por roubarem para sustentar o vício.


Uma pesquisa realizada pela produtora de televisão pública holandesa NOS revelou que, no ano pasado, três clínicas especializadas em desintoxicação acolheram 370 adolescentes viciados em maconha. Desde 2002, a quantidade de jovens viciados quadruplicou e estão sendo construídos outros três centros de tratamento na Holanda para atender ao aumento da demanda.

http://www.rnw.nl/po...onha-na-holanda

Variante forte

Uma das razões para o aumento do vício é a quantidade de THC na droga, o ingredidente ativo do cânhamo. Os produtores criam variedades resistentes da planta, o que faz aumentar o THC da maconha. O Instituto Jellinek Clinic para dependentes de droga mostra que, em 2000, a variante ‘netherweed’ (canabis holandesa) continha 8,6% de THC, enquanto em 2002 o índice era de 15,2 %. Resumindo, a toxidade praticamente duplicou e seu efeito alucinógeno era muito mais forte do que a "droga branda" que os pais dos jovens viciados de hoje recordam do tempo da juventude deles.

O consumo de maconha ocorre em toda a Holanda. Em agosto, a agência governamental de estatísticas publicou uma pesquisa mostrando que metade dos homens adultos entre 20 e 25 anos, e um terço das mulheres da mesma idade, haviam fumado pelo menos uma vez na vida. Dessa população, uma de cada dez mulheres fumava regularmente desde a adolescência. De cada dez homens, dois eram fumantes de maconha."

"Desde os nove anos

"Ocasionalmente, algum dos jovens viciados havia fumado seu primeiro cigarro aos nove anos, no pátio do colégio", explica o jovem assistente social Eric de Vos à produtora de televisão NOS. "A maioria dos fumantes de maconha se droga por uma razão: como automedicação para conciliar facilmente o sono ou para fugir de problemas ou conflitos na família ou na escola."

Reabilitação

Na clínica Bauhuus, na região de Groningen, no norte do país, os adolescentes internos, entre 13 e 18 anos, recebem tratamento que demora de seis a nove meses. A terapia inclui o corte da dependência da droga.

"Eu fumava sete ou oito cigarros por dia; era muito para minha idade", confessa Lisa, de 16 anos, internada no centro. "Também bebia muito, mas o vício principal era a maconha. Meus pais se divorciaram quando eu tinha treze anos e não superei a separação. Reprimia a tristeza fumando. Não fui capaz de abandonar o cigarro porque a droga é mais viciante do que se imagina. A gente fica indolente, deixa de ir à escola, de praticar esportes, gera conflitos em casa e leva à perda da educação e respeito. Muda a personalidade”. Lisa assegura que sua permanência na clínica Bauhuus realmente está ajudando a recuperar de novo o controle da própria vida.

Aprender, ou voltar a aprender, atitudes sociais é essencial para se manter na clínica. Os adolescentes aprenden a se comportar em grupo e como evitar a recaída no vício. Eles ensinam ainda a controlar as emoções reprimidas durante a dependência da droga e oferecem terapia familiar. Esportes e estudos regulares são parte do programa para se livrar da dependência."

Documento do governo holandês divulgado
"“Maconha é prejudicial ao usuário e à comunidade”, afirma governo holandês
terça-feira - 10/novembro/2009

Documento do governo holandês reconhece que maconha é prejudicial à saúde. Ele foi divulgado pela Organização Mundial da Saúde em 2005. Um alerta da Holanda para quem prega a descriminalização da maconha no Brasil


Em relatório anual lançado hoje, a Junta Internacional de Fiscalização de Entorpecentes (JIFE) dá as boas vindas às mudanças que estão sendo implementadas pelo governo da Holanda em relação à sua política para o cannabis (maconha e haxixe). Num documento interministerial sobre essa droga, o governo reconheceu que ela “é prejudicial” tanto para usuários como para a comunidade. O documento enfatiza a importância do fortalecimento de “medidas contra o tráfico nas ruas, o ‘narcoturismo’,o cultivo de cannabis e a redução do numero de coffee-shops” (estabelecimentos comerciais que vendem quantidades limitadas da droga para consumo pessoal).

O governo holandês informou a Junta sobre as mudanças cruciais e significativas em sua política em agosto de 2004, o que deixa o país mais próximo dos tratados internacionais de controle de drogas referentes ao cannabis.

O documento reconhece que os coffee-shops têm parcela de culpa na manutenção do comércio de drogas ilegais e não contribuem para a redução de crimes relacionados às drogas. Ele também avalia que os coffee-shops podem desacreditar a política de drogas na Holanda.

O fato de o governo holandês reconhecer os problemas sociais e de saúde associados ao uso, cultivo e tráfico de cannabis terá um impacto profundo em toda a Europa. A Junta solicita ao governo holandês que tome novas ações para reduzir o número de coffee-shops, que são estabelecimentos contrários aos tratados internacionais de controle de drogas."

"O governo holandês também informou que implementará um plano de ação para desestimular o uso de cannabis. O plano inclui campanhas antidrogas específicas para grupos de alto risco. Durante um período de três anos, o governo realizará campanhas visando especificamente os jovens entre 12 e 18 anos. Também está sendo planejado um reforço no tratamento de usuários de cannabis, assim como a redução do cultivo ilegal da droga com alta concentração de tetrahidrocanabinol (THC – o princípio ativo do cannabis) por meio da aplicação da lei. As novas diretrizes do governo holandês fornecem uma base de ação agir mais rápida contra o cultivo de cannabis e poderão aumentar a pena para o crime de cultivos ilegais em grande escala para até cinco anos."


Na Alemanha em nada resolveu o estigma social.
Na Holanda a coisa foi pior.Estão até hoje tentando frear algumas liberações sem sucesso.

"A Holanda, um dos países mais liberais do mundo, está em crise com seus próprios conceitos. O país que legalizou a eutanásia, o aborto, as drogas, o “casamento” entre homossexuais e a prostituição reconhece que essa posição não melhorou o país. Ao contrário: aumentou seus problemas"

Em matéria publicada na revista Veja de 5 de março, sob o título Mudanças na vitrine, o jornalista Thomaz Favaro ressalta que, desde que a prostituição e as drogas foram legalizadas, tudo mudou em De Wallen, famoso bairro de Amsterdã, capital holandesa, onde a tolerância era aceita. “A região do De Wallen afundou num tal processo de degradação e criminalidade que o governo municipal tomou a decisão de colocar um basta.


Desde o início deste ano, as licenças de alguns dos bordéis mais famosos da cidade foram revogadas. Os cafés já não podem vender bebidas alcoólicas nem cogumelos alucinógenos, e uma lei que tramita no Parlamento pretende proibi-los de funcionar a menos de 200 metros das escolas. Ao custo de 25 milhões de euros, o governo municipal comprou os imóveis que abrigavam dezoito prostíbulos. Os prédios foram reformados e as vitrines agora acolhem galerias de arte, ateliês de design e lojas de artigos de luxo”. A matéria destaca ainda que a legalização da prostituição na Holanda resultou “na explosão do número de bordéis e no aumento da demanda por prostitutas”. Nos primeiros três anos de legalização da prostituição, aumentou em 260% o tráfico de mulheres no país.


E a legalização da maconha? Fez bem? Também não. “O objetivo da descriminalização da maconha era diminuir o consumo de drogas pesadas. Supunham os holandeses que a compra aberta tornaria desnecessário recorrer ao traficante, que em geral acaba por oferecer outras drogas. (…) O problema é que Amsterdã, com seus cafés, atrai ‘turistas da droga’ dispostos a consumir de tudo, não apenas maconha. Isso fez proliferar o narcotráfico nas ruas do bairro boêmio. O preço da cocaína, da heroína e do ecstasy na capital holandesa está entre os mais baixos da Europa”, afirma a matéria de Veja.


O criminologista holandês Dirk Korf, da Universidade de Amsterdã, afirma: “Hoje, a população está descontente com essas medidas liberais, pois elas criaram uma expectativa ingênua de que a legalização manteria os grupos criminosos longe dessas atividades”. Pesquisas revelam que 67% da população holandesa é, agora, a favor de medidas mais rígidas. E ainda tem gente que defende que o Brasil deve legalizar a maconha, o aborto, a prostituição etc, citando a Holanda e outros países como exemplo de “modernidade”.


Veja o caso da Suíça. Conta Favaro: “A experiência holandesa não é a única na Europa. Zurique, na Suíça, também precisou dar marcha a ré na tolerância com as drogas e a prostituição. O bairro de Langstrasse, onde as autoridades toleravam bordéis e o uso aberto de drogas, tornara-se território sob controle do crime organizado. A prefeitura coibiu o uso público de drogas, impôs regras mais rígidas à prostituição e comprou os prédios dos prostíbulos, transformando-os em imóveis residenciais para estudantes. A reforma atraiu cinemas e bares da moda para o bairro”.


E a Dinamarca? “Em Copenhague, as autoridades fecharam o cerco ao Christiania, o bairro ocupado por uma comunidade alternativa desde 1971. A venda de maconha era feita em feiras ao ar livre e tolerada pelos moradores e autoridades, até que, em 2003, a polícia passou a reprimir o tráfico de drogas no bairro. Em todas essas cidades, a tolerância em relação às drogas e ao crime organizado perdeu a aura de modernidade”.


http://noticiasdireitas.blogspot.com/2011/07/holanda-arrependida-com-liberacao-da.html

quinta-feira, novembro 28

HOSPITAL ISRAELENSE ATENDE NETA
 DO LÍDER DO HAMAS - Aamal Haniyeh,
 menina palestina de um ano, que sofre de
 grave inflamação gastrointestinal que afeta 
seu sistema nervoso, foi levada, na semana 
passada, ao Hospital Infantil Schneider, em
 Petah Tikva (Israel). Nada demais, se ela
 não fosse neta de Ismail Haniyeh, líder supremo
 do Hamas, grupo terrorista que prega a destruição 
de Israel. Aamal é uma das cerca de 200 crianças
 palestinas que são atendidas a cada ano apenas 
daquela instituição, para não falar dos 593
 palestinos que, de janeiro a setembro,
 foram encaminhados a hospitais de Israel.

ALEF News / Israel e o mundo judaico 
- www.alefnews.com.br: você lê, todo mundo lê !

quarta-feira, novembro 27

LIVRO DA MISSIONÁRIA RAQUEL ELANA:

Anjos Do Deserto: Uma história de amor e paixão a Deus no Oriente Médio
“Segurando a Bíblia em sua mão, Mahmud gritou:

-O que é isso? Como ousa trazer esse livro corrompido para nossa casa? Eu poderia matá-la por isso, mulher”! Mahmud aproximou-se de Hanan e a esbofeteou. Ela caiu no chão em prantos enquanto o marido repetia: “- Nós somos muçulmanos e se eu encontrar qualquer vestígio de que você está se corrompendo com os infiéis, eu a mato! Não deveria ter me casado com você, sua inútil…

Dois anos haviam se passado e a vida de Hanan tornara-se mui­to difícil. No entanto, tinha se apegado a Mahmud e nem ela sabia exatamente a razão. Ele vivia ocupado com o negócio e conseguia ser gentil algumas poucas vezes. Hanan sentia-se muito só, mas Mahmud nunca mais a havia agredido fisica­mente, apesar de se mostrar constantemente irritado. Era a influência de sua sogra que mais a incomodava. Como Ha­nan ainda não tinha engravidado, Ahlan sugeriu ao filho que pensasse em arrumar outra esposa que pudesse lhe dar filhos homens. De acordo com a tradição, muçulmanos podem ter até quatro esposas simultaneamente se tiverem condições financeiras para sustentar cada família de forma digna. Esta prática está perdendo força e sendo desencorajada devido à influência ocidental e aos custos. Entretanto, para muitos muçulmanos ricos, especialmente do golfo, esta situação é perfeitamente aceita.

Hanan sabia que Mahmud não tinha dinheiro para isso, mas ficava muito triste e preocupada ao ouvir tais insinua­ções, pois ela escolheu se casar achando que o casamento lhe traria alegrias. Muitas vezes chorava e orava em silêncio. Pedia perdão a Deus por ter se dobrado ao Islamismo tão facilmente e ter negado Jesus. Como não possuía mais uma Bíblia, era complicado lembrar versículos Bíblicos. Vivendo no meio de uma comunidade totalmente muçulmana sentia falta de sua pequena igreja. O que falar de sua família? Os te­lefonemas que no início eram tão freqüentes, agora diminuí­ram e custavam caro. Que saudade tinha do Brasil! Algumas vezes pensara em voltar para casa, mas nem seu passaporte lhe pertencia mais.

Numa manhã sentindo-se indisposta pediu permissão para ir ao médico. Suas suspeitas se confirmaram. Deus ti­nha ouvido suas preces: estava grávida! À noite, sem poder conter sua alegria, contou ao marido e por um instante pen­sou ter visto um sorriso vindo dos lábios dele.

“-Pode ser que ele me ama”, disse a si mesma”

O trecho acima é parte do livro “Anjos Do Deserto”, uma história de amor a Deus, de compromisso com a Grande Comissão, de aventura e fé de uma jovem missionária, jovem que obedientemente, aceitou o desafio de servir à Igreja Perseguida no Oriente Médio. Este livro é um relato verídico de que o Senhor é Quem chama e sustenta com Sua graça e poder os que Ele vocaciona e Ele é que a seus anjos faz ventos, e a seus ministros, labaredas de fogo, para no deserto assistirem quem a Ele serve.

Cecília C. N. Carvalho, Missionária da Junta Administrativa da Convenção Batista Nacional e Diretora do Centro de Estudo Transcultural e Missiológico da JAMI/CBN

Peça já o seu: http://www.editoramultifoco.com.br/literatura-loja-detalhe.php?idLivro=1412&idProduto=1444
LIVRO DA MISSIONÁRIA RAQUEL ELANA:
Anjos Do Deserto: Uma história de amor e paixão a Deus no Oriente Médio
“Segurando a Bíblia em sua mão, Mahmud gritou: 

-O que é isso? Como ousa trazer esse livro corrompido para nossa casa? Eu poderia matá-la por isso, mulher”! Mahmud aproximou-se de Hanan e a esbofeteou. Ela caiu no chão em prantos enquanto o marido repetia: “- Nós somos muçulmanos e se eu encontrar qualquer vestígio de que você está se corrompendo com os infiéis, eu a mato! Não deveria ter me casado com você, sua inútil…

Dois anos haviam se passado e a vida de Hanan tornara-se mui­to difícil. No entanto, tinha se apegado a Mahmud e nem ela sabia exatamente a razão. Ele vivia ocupado com o negócio e conseguia ser gentil algumas poucas vezes. Hanan sentia-se muito só, mas Mahmud nunca mais a havia agredido fisica­mente, apesar de se mostrar constantemente irritado. Era a influência de sua sogra que mais a incomodava. Como Ha­nan ainda não tinha engravidado, Ahlan sugeriu ao filho que pensasse em arrumar outra esposa que pudesse lhe dar filhos homens. De acordo com a tradição, muçulmanos podem ter até quatro esposas simultaneamente se tiverem condições financeiras para sustentar cada família de forma digna. Esta prática está perdendo força e sendo desencorajada devido à influência ocidental e aos custos. Entretanto, para muitos muçulmanos ricos, especialmente do golfo, esta situação é perfeitamente aceita.

Hanan sabia que Mahmud não tinha dinheiro para isso, mas ficava muito triste e preocupada ao ouvir tais insinua­ções, pois ela escolheu se casar achando que o casamento lhe traria alegrias. Muitas vezes chorava e orava em silêncio. Pedia perdão a Deus por ter se dobrado ao Islamismo tão facilmente e ter negado Jesus. Como não possuía mais uma Bíblia, era complicado lembrar versículos Bíblicos. Vivendo no meio de uma comunidade totalmente muçulmana sentia falta de sua pequena igreja. O que falar de sua família? Os te­lefonemas que no início eram tão freqüentes, agora diminuí­ram e custavam caro. Que saudade tinha do Brasil! Algumas vezes pensara em voltar para casa, mas nem seu passaporte lhe pertencia mais.

Numa manhã sentindo-se indisposta pediu permissão para ir ao médico. Suas suspeitas se confirmaram. Deus ti­nha ouvido suas preces: estava grávida! À noite, sem poder conter sua alegria, contou ao marido e por um instante pen­sou ter visto um sorriso vindo dos lábios dele.

“-Pode ser que ele me ama”, disse a si mesma”

O trecho acima é parte do livro “Anjos Do Deserto”, uma história de amor a Deus, de compromisso com a Grande Comissão, de aventura e fé de uma jovem missionária, jovem que obedientemente, aceitou o desafio de servir à Igreja Perseguida no Oriente Médio. Este livro é um relato verídico de que o Senhor é Quem chama e sustenta com Sua graça e poder os que Ele vocaciona e Ele é que a seus anjos faz ventos, e a seus ministros, labaredas de fogo, para no deserto assistirem quem a Ele serve.

Cecília C. N. Carvalho, Missionária da Junta Administrativa da Convenção Batista Nacional e Diretora do Centro de Estudo Transcultural e Missiológico da JAMI/CBN

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A Biblia de Gutenberg cumpre 558 anos

 
A Biblia de Gutenberg cumpre 558 anos
Ejemplar de la Biblia de Gutenberg, del museo de la Univ. de Keio, en Tokio.
O primeiro exemplar, conhecido como a Biblia de 42 linhas, saiu da imprensa alemã de Maguncia em 23 de fevereiro de 1455.
26 DE FEVEREIRO DE 2013
Um das grandes metas da história e a cultura foi a criação da imprenta. Ainda que este invento não correspondeu a Johannes Gutenberg, foi este quem o perfeccionó. Entre suas primeiras impressões esteve o livro dos livros, A Biblia.



Gutenberg perfeccionou a imprensa ao substituir a madeira pelo metal, fabricando moldes de fundição capazes de reproduzir tipos metálicos suficientemente regulares como para permitir a composição de textos. Foi esta invenção, a impressão tipográfica com tipos móveis metálicos, a que deu origem ao livro moderno.



A invenção da imprensa com carateres móveis é um das grandes metas da história da cultura. A possibilidade de realizar atiradas de múltiplos exemplares de livros facilitou o acesso de um maior número de pessoas em todo mundo ao saber escrito e implicou radicais transformações na política, na religião e nas artes.



Assim, o impacto da invenção da imprensa foi tremendo. A produção de livros durante os primeiros cinquenta anos após a decisiva contribuição de Gutenberg foi, quase com toda segurança, maior que nos mil anos precedentes.



A BIBLIA, O PRIMEIRO LIVRO MODERNO

A Biblia de Gutenberg é também conhecida como “a Biblia de 42 linhas” ou Biblia de Mazarino. Trata-se de uma versão impressa da Vulgata (em latín) que foi impressa na oficina de Maguncia, na Alemanha, no século XV.



O formato é possivelmente uma imitação do manuscrito de Maguncia, também chamado Biblia gigante de Maguncia, cujas 1.300 páginas foram escritas a mão.



O nome “Biblia de 42 linhas” refere-se ao número de linhas impressas em cada página, e é usado para o diferenciar da edição posterior de 36 linhas.



A preparação para esta edição começou após 1450, e os primeiros exemplares estavam disponíveis em 1455. Foi realizada usando uma imprensa de impressão e tipos móveis. Um exemplar completo tem 1.282 páginas, e a maioria foram encuadernados em dois volumes ao menos.



Esta Biblia é o mais famoso incunable, e sua produção deu começo à impressão em massa de textos em Ocidente. Acha-se que foram produzidos ao redor de 180 exemplares, 45 em pergaminho e 135 em papel. Após imprimidos, foram rubricados e alumiados a mão, trabalho realizado por especialistas, o que faz que cada exemplar seja único.


DOIS EXEMPLARES EM ESPANHA

Em Espanha conta-se com dois exemplares desta famosa versão da Biblia. Uma se expõe gratuitamente no Museu do Livro de Burgos. Esta Biblia tem ademais a finalidade de conservar-se completa.



Segundo os experientes, o rasgo mais notável da Biblia que se conserva em Burgos é sua magnífica iluminação, realizada posteriormente por um hábil artista ao que Gutenberg tinha deixado ocos na impressão. As cores verde, amarelo, azul e ocre utilizados dão-lhe aspecto de um luxuoso manuscrito. As iniciais dos capítulos estão realizadas em uma sozinha cor, as do prólogo e as restantes estão realizadas em acuarela com uma variada gama de cores.



Até a página 5 a impressão é de 40 linhas, depois aumenta uma linha mais e na página 6 adota a caixa de 42 linhas que continua invariável ao longo de toda a obra.



Este valioso exemplar pertenceu a Luis de Maluenda, neto de María Núñez, irmã do bispo de Burgos Pablo Santamaría. Em seu testamento datado em Burgos o 23 de setiembre de 1488, e conservado no Arquivo da Catedral, de Maluenda expressa que doa ao Monasterio San Juan de Ortega “ a minha biblia de molde grande que me custou três mill e dozientos e cinquenta maravedíes (3250) ”, algo mais do que seriam hoje 50.000 euros.



O outro exemplar encontra-se em Sevilla, ainda que neste caso contém só uma parte, o Novo Testamento, ainda que ao se tratar também de um exemplar único tem um grandíssimo valor. Este exemplar, ademais, tem sido escaneado e posto on-line a disposição de todos aqueles que desejem consultar na Biblioteca Virtual Miguel de Cervantes.
 
Editado por: Protestante Digital 2013
 

INSUPORTÁVEL VIVER NOS PAÍSES COM MAIORIA MUÇULMANA

Violações de direitos humanos forçam fuga de até 3 mil pessoas por mês na Eritreia


Pessoas esperam por embarcação para atravessar Golfo de Áden. Foto: ACNUR/Alixandra Fazzima
A relatora especial das Nações Unidas para a Eritreia, Sheila B. Keetharuth, expressou nesta segunda-feira (25) grande preocupação com as violações dos direitos humanos que ocorrem na Eritreia, fazendo com que centenas de milhares de pessoas deixem o país em busca de um futuro desconhecido e precário.
O desrespeito pelos direitos humanos fundamentais na Eritreia obriga cerca de 2 a 3 mil pessoas a deixar o país todos os meses, mesmo que isso signifique colocar suas vidas em risco. “Peço ao Governo da Eritreia que respeite suas obrigações de direitos humanos e pôr um fim imediato às violações que são cometidas no país”, ressaltou Keetharuth após entrevistar eritreus durante uma missão oficial à Tunísia e à Malta.
Durante sua missão de dez dias, a relatora constatou que o serviço nacional por tempo indeterminado é a principal razão de eritreus deixarem o país. Homens e mulheres, muitas vezes antes de completar 18 anos, são recrutados para o serviço nacional obrigatório, caracterizado por graves violações de direitos humanos, onde punições equivalem à tortura, ao tratamento desumano ou degradante e à detenção em condições desumanas. Mulheres explicaram que são particularmente vulneráveis a abusos sexuais por policiais.
“Essas violações são cometidas com total impunidade, sem qualquer estrutura ou procedimento em vigor para que as vítimas possam levar os responsáveis à justiça”, disse Keetharuth, acrescentando que “a completa falta de liberdade e segurança, que são direitos humanos fundamentais reconhecidos pela Eritreia, é o que faz com que famílias inteiras deixem seu país na esperança de encontrar um lugar onde se sintam protegidas”.
A relatora – que pede autorização para visitar o país e avaliar a situação de direitos humanos desde que entrou para o cargo em 2012 – reiterou a importância de acabar com os acordos entre a Eritreia e outras nações que obrigam o retorno de eritreus ao seu país de origem, onde correm o risco de sofrer perseguição, tortura, tratamento desumano e o recrutamento forçado para o serviço militar por tempo indeterminado.
“Estamos cientes dos riscos associados com a travessia do deserto e do mar. Ninguém em seu juízo perfeito tomaria tal decisão, mas nós a fazemos porque não há outra escolha”, disse um dos jovens entrevistados.

segunda-feira, novembro 25

ACAMPAMENTO MAANAIM - MACHADO/MG

ACAMPAMENTO VERÃO 2014

Mais detalhes aqui:
https://www.facebook.com/ACAMPAMENTO.MAANAIM
http://www.maplink.com.br/como-chegar-acampamento_maanaim_C4070818065D4O5D44

China, Cuba, Rússia e Arábia Saudita no Conselho dos Direitos Humanos da ONU

Seis dos 14 novos Estados-membros eleitos estão a gerar polémica por violarem liberdades fundamentais nos seus próprios países.
A eleição é feita na assembleia geral da ONU em Nova Iorque BRENDAN SMIALOWSKI/AFP

A eleição de 14 novos Estados-membros das Nações Unidas para integraram o Conselho dos Direitos Humanos deste organismo está a gerar grande polémica, com críticas em especial à escolha da China, Cuba, Rússia e Arábia Saudita. Contudo, há quem junte a estes quatro nomes a Argélia e o Vietname, lamentando que neste órgão estejam países considerados “abusadores”.
Os defensores dos direitos humanos consideram que, com a eleição destes países, as medidas e tomadas de posição que as Nações Unidas queiram vir a ter ficam em causa, explica o Los Angeles Times, já que a liberdade é um direito que é permanentemente desrespeitado por eles próprios, acusam. O cargo tem a duração de três anos e o conselho tem sede em Genebra.
França, Macedónia, Maldivas, México, Marrocos, Namíbia, África do Sul e Reino Unido foram os restantes Estados escolhidos para representar as diferentes regiões geográficas durante a votação por voto directo e secreto que decorreu na terça-feira à noite em Nova Iorque, diz a Reuters. Ao todo o órgão tem 47 Estados. A eleição anual de um terço dos membros do conselho acontece na assembleia geral da ONU, que reúne os 193 países da organização.
No exterior, os resultados eram aguardados com expectativa por organizações como a UN Watch e a Human Rights Watch, que protestavam contra a escolha de países que têm uma historial relacionado com o desrespeito das liberdades fundamentais que as próprias Nações Unidas defendem.
Peggy Hicks, da Human Rights Watch, citada pela Reuters, dizia que “os defensores dos direitos humanos terão o seu trabalho obstruído” com a escolha destes países, destacando, ainda assim, que “felizmente nenhum Estado tem poder de veto em Genebra, pelo que uma maioria empenhada ainda pode obter resultados concretos”.
Como exemplo de dossiers que poderão ser mais difíceis de gerir a partir de agora, a activista refere o caso da Síria e do uso de armas químicas ou os crimes cometidos no Sri Lanka durante a guerra civil no país.
Quanto a críticas concretas, os activistas relembram os problemas da China com o Tibete e as constantes detenções feitas pelas autoridades chinesas por motivos meramente políticos. Em relação à Arábia Saudita, além da liberdade de expressão, estão também em causa os abusos relacionados com os direitos das mulheres e dos trabalhadores estrangeiros.
Em Cuba o problema está sobretudo na violência prisional. Em resposta às críticas que vêm do passado, desde Maio que Cuba prometeu abrir as portas das suas prisões a observadores das Nações Unidas e da Cruz Vermelha – o que acontece pela primeira vez em 25 anos. Por último, no caso da Rússia o dedo é apontado à legislação restritiva e às políticas persecutórias e de limitação da liberdade de expressão encabeçadas por Vladimir Putin e reforçadas desde que voltou ao poder há um ano.
Irão e Síria chegaram a ponderar candidatar-se às vagas regionais disponíveis, mas, perante as críticas prévias à situação nos países e perante algumas medidas que a própria ONU tem tomado, preferiram recuar.
No espaço de menos de um mês, esta é a segunda mudança polémica na ONU. Em Outubro, as organizações de defesa dos direitos humanos também manifestaram reservas à eleição da Arábia Saudita, Chade e Nigéria como membros não-permanentes do Conselho de Segurança das Nações Unidas.
Um dos argumentos utilizados era o de que a unanimidade no Conselho de Segurança sobre matérias de direitos humanos pode tornar-se ainda mais difícil com a presença da Arábia Saudita, conhecida pela negação dos direitos das mulheres, ou do Chade, que voltou este ano a ser criticado pela incorporação forçada de crianças no Exército.
As organizações manifestaram especial preocupação com a eleição dos dois países, apesar de terem também expressado reservas à entrada da Nigéria. Neste país africano estão referenciados abusos das forças de segurança e o Governo tem falhado na protecção da população contra os ataques dos fundamentalistas islâmicos do grupo Boko Haram. Os cinco membros permanentes, os únicos com direito a veto, são EUA, China, França, Rússia e Reino Unido. Pouco depois das críticas, a Arábia Saudita renunciava ao cargo, mas justificando que os “critérios duplos” no órgão impedem a resolução de conflitos.
 

Este ano 33 mulheres foram assassinadas em Portugal

Para além dos 33 homícios consumados, há 32 tentativas de homício registadas em Portugal, desde o início de 2013.

Mais de 60% das mulheres assassinadas até 20 de Novembro foi vítima de violência numa relação pessoal Carla Carvalho Tomás/Arquivo

  • Os dados foram divulgados nesta segunda-feira, Dia Internacional para a Eliminação de Todas as Formas de Violência contra as Mulheres, data escolhida também pelo Governo para lançar a nova campanha, que este ano poderá ser replicada em toda a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.
Oscilam as idades das vítimas, ao que se pode perceber desde que a UMAR criou o Observatório de Mulheres Assassinadas, isto é, pôs uma equipa a passar os jornais nacionais a pente fino em busca de notícias sobre mulheres vítimas de homicídio ou de tentativa de homicídio.
De acordo com o relatório, a que o PÚBLICO teve acesso, nas notícias deste ano é mais expressivo o grupo de vítimas maiores de 50 anos (com 21 mulheres). Dentro dele, pesa mais o grupo formado por maiores de 65 anos (com um total de 14). Entre os suspeitos de homicídio, as idades são mais diversificadas, embora também seja superior a percentagem de homens mais velhos (17).
Algumas notícias aludem às supostas motivações do crime. Grande parte sugere um contexto de violência doméstica já conhecido (28%). Os ciúmes, o sentimento de posse, o não aceitar a separação aparecem em 24% das situações. “A psicopatologia do homicida, os problemas financeiros, o pedido de divórcio, a paixão não correspondida e a compaixão pelo sofrimento da vítima em 15%”.
Ao cruzar “a prevalência do femicídio com a presença de violência doméstica nas relações de conjugalidade ou de intimidade, presente ou passadas, e relações familiares privilegiadas”, concluíram “que 61% das mulheres assassinadas até 20 de Novembro de 2013 foram vítimas de violência nessa relação”. O facto de tal crime ser conhecido de familiares ou vizinhos não as protegeu.
Março foi até agora o mês com maior número de casos (nove). No calendário do sinistro, segue-se Junho (cinco). Na geografia, destaca-se Lisboa (12). Nada de invulgar. Os distritos de Lisboa (82), Porto (48) e Setúbal (34) assumem maior incidência – 164 dos 350 casos registados desde 2004.

SERÁ QUE VAI DAR PARA COLOCAR NO BOLETIM DA MINHA IGREJA??????????



PR JEREMIAS PEREIRA
POR QUE OS VISITANTES NÃO RETORNAM A IGREJA¿
As razões são múltiplas.
AS vezes a pregação é realmente chata, não há múltiplas abordagens ou ministérios para ministrar às diferentes idades dos membros daquela família, o culto não é inspirador, os horários de cultos não são bons, não existe um investimento no ministério infantil e outras razões menos obvias. Mas talvez deveríamos pensar em...
1. A igreja parece um clube fechado. As panelinhas não permitem que outras pessoas sejam agregadas. Não existe um modo pratico de fazer os visitantes se sentirem bem vindos;A linguagem, a comunicação, o modo de fazer as coisas são apenas voltados para dentro, e os de fora ficam por fora porque a linguagem usada no púlpito é mais de uma sub-cultura. A linguagem dos sermões é complexa e não faz a ponte entre o mundo da bíblia com o mundo contemporâneo¿
2. A igreja não se preocupa com os detalhes. Os cultos não começam na horário estabelecido, há um atraso sistemático. O povo já esta presente e a banda ou dirigentes da musica esta afinando os instrumentos, e os dirigentes chegam 10, 15 minutos atrasados. As letras dos cânticos que são projetadas estão erradas; há erros no boletim há lixo no púlpito e nas dependências do templo; percebe-se que a faxina do templo e dependências está mal feita; os banheiros estão sem papel higiênico; as paredes estão mofadas há muito tempo; as cadeiras do departamento infantil estão quebradas; Não há placas indicativas claras onde é o banheiro, salas, recepção...etc; as pessoas que recepcionam ou elas não estão lá ou estão mal humoradas. Vale a pena para descobrir que detalhes estão sendo desprezados na comunidade.
3. Saturação. Não há espaço no estacionamento ou no auditório; os pequenos grupos estão fechados as pessoas só poderiam participar no próximo semestre; não há lugar nas classes bíblicas para quem quer se tornar novo membro, só a partir do próximo bimestre; não ha vagas nos ministério;não cabe mais criança no berçário. Não há vagas no estacionamento, ou tem que se estacionar muito longe do local do culto. ..etc. Quando há saturação é preciso pensar em criar mais um culto, criar novos ministérios, abrir um espaço para quem chega hoje, tenha uma maneira de ser acolhido, ensinado e orientado para servir em algum ministério, e melhorar o estacionamento.
Você já visitou alguma igreja e viu algo que precisava ser corrigido e por isso não ficou ?Não quiz falar com ninguém? Quão importante é que alguém nos mostre alguns pontos cegos ou pontos de atenção. Quando alguém nos fala, temos a oportunidade de melhorar.
Abraço Gente boa
Pastor Jeremias Pereira
Ó SENHOR, levanta Profetas em nossa geração, que não temam se não o Teu nome, que não sejam tímidos para entregar a Tua Poderosa Palavra. Levanta Senhor, profetas em nossa geração, para anunciarem os teus preceitos e entregar mensagens de edificação, mas também de advertência e exortação. Que não se intimidem com os poderosos e nem se calem diante do erro das nações. Levanta Senhor, obreiros para a Tua seara, em pleno vigor espiritual, para proclamarem a Tua salvação. Usa as nossas vidas ó Deus. Não nos deixe andar segundo o pensamento da maioria... Em nome de Jesus!!!!
 AI DESTES:
Seus líderes julgam a troco de suborno, seus sacerdotes ensinam por lucro, e seus profetas adivinham em troca de prata. E ainda se apóiam no Senhor, dizendo: "O Senhor está no meio de nós. Nenhuma desgraça vai nos acontecer".
Miquéias 3:11
Seus líderes julgam a troco de suborno, seus sacerdotes ensinam por lucro, e seus profetas adivinham em troca de prata. E ainda se apóiam no Senhor, dizendo: "O Senhor está no meio de nós. Nenhuma desgraça vai nos acontecer".
Miquéias 3:11
Seus líderes julgam a troco de suborno, seus sacerdotes ensinam por lucro, e seus profetas adivinham em troca de prata. E ainda se apóiam no Senhor, dizendo: "O Senhor está no meio de nós. Nenhuma desgraça vai nos acontecer".
Miquéias 3:11
 

sábado, novembro 23

Ateus (arrogantes)anunciam ação na Justiça contra escolas que planejam eventos natalinos beneficentes

 

A “cruzada” dos grupos ateus contra cristãos elegeu um novo alvo: os eventos natalinos de caridade realizados em escolas públicas, que arrecadam fundos para entidades assistenciais.
Nos Estados Unidos, o grupo ateu Associação Humanista Americana (AHA) anunciou que moverá duas ações contra duas escolas públicas que se propuseram a organizar eventos a favor da Operation Christmas Child (Operação Natal para Crianças), uma iniciativa da Samaritan’s Purse (Bolsa do Samaritano), uma organização cristã comandada pelo pastor Franklin Graham, filho do evangelista Billy Graham.
Numa carta pública dirigida às escolas, a AHA afirmou que terá que tomar medidas judiciais caso os eventos sejam realizados pois a seu ver, a ocasião tem como finalidade converter crianças ao cristianismo, violando a laicidade do Estado.
No documento, a AHA acusa os organizadores de realizarem o evento com características de suborno, pois supostamente os presentes comprados para crianças carentes de diversos países seriam dados mediante a sugestão de aceitarem a fé cristã.
Uma das escolas anunciou que irá cancelar o evento, por cautela, pois acredita que é melhor evitar as despesas com advogados de defesa num eventual processo. A segunda escola ainda não se posicionou.
Em nota, a direção da Operation Christmas Child afirmou que manterá seus esforços para arrecadar fundos em favor do propósito da iniciativa, e ignorou a postura dos ateus: “Nosso objetivo é mostrar o amor de Deus de uma forma tangível para crianças carentes ao redor do mundo. Fazemos isso através da distribuição de milhares de presentes, com caixa de sapatos destinadas às crianças abandonadas, para conscientizá-las de que elas não foram esquecidas”, resumiu o porta-voz da Samaritan’s Purse em entrevista ao Christian Post.

 


O Novo Testamento provado cientificamente
No grande jornal "SUN" de Nova York, apareceu uma carta de um leitor com conteúdo especial.
Nesta, um céptico, chamando-se Mr. W.R. LAUGHLIN desafiava um crente da Bíblia que trouxesse uma vez fatos ao público, que provassem que a Bíblia seria de fato a Palavra de Deus.
Então o Dr. Panin publicou o artigo seguinte, que apareceu no mesmo jornal "SUN" como resposta à carta do leitor contestante:
Prezado Senhor Redator.
Na edição do seu jornal de hoje, desafia o senhor W.R. LAUGHLIN a um defensor da fé cristã, para subir ao palco e lhe trazer "fatos".Aqui estão alguns:
Os primeiros 17 versículos do Novo Testamento contém a genealogia de Jesus Cristo.
Esta genealogia separa-se em duas partes: Os versículos de 1-11 contém as gerações de Abraão, pai do povo judaico, até o exílio babilônico, quando os judeus pararam, deixando de ser uma nação autônoma.
Nos versículos 12 a 17 temos a genealogia do exílio até Cristo.
Nos primeiros 11 versículos que são usados ao todo 49 palavras diferentes, que são sete vezes sete (7X7).
Destas, 42 (6X7) são substantivos e as outras sete não são substantivos.
Dos 42 substantivos, 35 (5X7) são nomes próprios, e os sete restantes são substantivos comuns.
Destes 35 nomes próprios, 28 (4X7) são antecedentes masculinos de Jesus, e os sete restantes não.
No alfabeto grego estas 49 palavras se agrupam conforme suas primeiras letras da seguinte maneira:
De Alpha até Epsilon tem 21 (3X7)
De Beta até Kappa tem 14 (2X7)
De Mi até Chi tem 14 (2X7)
Estas 49 palavras deu todo 266 letras, ou seja (38X7). Estas se agrupam de novo no alfabeto em grupos de sete, que dizem as palavras que iniciam com:
Alpha até Gamma tem 84 (12X7) letras.
Delta tem 7 (1X7) letras.
Epsilon até Zeta tem de 21 (3x7) letras.
Tsêta até Jota tem 70 (10X7) letras.
Kappa até Mi tem 21 (3X7) letras.
Mmi tem 7 (1X7) letras.
Omikron até Phi tem 49 (7X7) letras.
Chi tem 7 (1X7) letras.
Disto resulta que toda esta genealogia foi construída no plano artístico de grupos de sete.
Voltemos para a genealogia ao todo.
Eu não quero cansar os leitores com todas curiosidades numéricas que estão aqui, isto iria ocupar várias páginas de seu jornal.
Somente uma coisa característica quero ainda destacar:
Os gregos não tinham números, mas usavam para isto suas letras. Assim Alpha era igual a 1, Beta igual a 2, desta maneira toda palavra grega tem um certo valor numérico, que resulta da adição do valor de cada letra.
Agora a genealogia completa, contém 72 palavras.
Se somarmos todos os valores destas 72 palavras temos a soma de 42.364 (6.952X7).
Estes (6.952X7) não são jogados de qualquer maneira no alfabeto, mas de novo em grupos de sete palavras, que começam com o Alpha e Beta com valor total de 9.821 (1.405X7).
Assim sendo, não são somente os onze primeiros versículos desta genealogia, mas tudo é construído sob o plano minucioso de 7.
Outro traço: As 72 palavras aparecem em 90 formas diferentes.
Se as tomarmos esses valores teremos um total de 54.075 (7.725X7), e está novamente distribuída em grupos de 70 diversas letras do alfabeto, precisamente em grupos de sete.
O Sr. Laughlin deve se sentar uma vez e tentar fazer um tratado, com mais ou menos 300 palavras, tão compreensível como essa genealogia e nisto incluir algumas características numéricas aqui descritas.
De boa vontade vamos lhe dar um mês de tempo para a experiência.
Mateus provavelmente não demorou uma semana para escrever a genealogia. Isso significa: Um anel dentro do outro.
No parágrafo seguinte do primeiro capítulo, nos versículos 18 a 25, é relatado o nascimento de Jesus, contém 161 palavras (23X7).
São usados 77 diferentes palavras (11X7) que aparecem em 105 formas diferentes (15X7).
O anjo que falou com José, utiliza 28 das 77 palavras (4X7) e deixa 49 (7X7) sem usar.
Das 105 formas o anjo só usa 35 (5X7), e 70 (10X7) ele não usa.
No alfabeto estas 77 palavras novamente se encontra em grupos de 7, como também nas suas 105 formas, como também na frequência do aparecimento das 161 palavras ao todo.
A soma dos valores numéricos das 77 palavras dá 52.605 (7.515X7), a soma das formas dá 65.429 (9.347X7), com agrupamentos de sete correspondentes de maneiras diferentes.
Outro fato é que a mensagem do anjo forma o seu próprio sistema de 7, fazendo disso um anel dentro do outro, uma roda dentro da roda.
Se o Sr. Laughlin puder escrever uma história semelhante com 160 palavras e com sistema semelhante de grupo de sete no valor numérico das letras e palavras, então ele se distingue.
De boa vontade vamos dar-lhe 2 meses de tempo para que ele experimente.
Mateus provavelmente não gastou mais do que duas semanas para isso.
Harmonia completa.
O segundo capítulo do evangelho de Mateus relata a meninice de Jesus.
São usadas 161 palavras (23X7), que são usadas em 238 formas diferentes (34X7).
Elas contêm 896 letras (128X7), com um valor numérico de 123.529 (17.647X7) enquanto os 238 formas tem um valor de 166.985 (23.855X7). Se tratássemos disto em particular iríamos cansar-lhe.
Neste capítulo temos quatro parágrafos lógicos, dos quais cada um novamente apresenta as mesmas características numéricas como o capítulo todo.
Assim temos nos primeiros 6 versículos o número de 56 palavras (8X7).
Nelas são apresentados vários discursos, o de Herodes, o dos magos e o do Anjo Gabriel.
As características numéricas destes discursos são tão manifestas, que embora, de certo modo, cada uma em si é perfeita e mesmo assim fica em harmonia com o todo.
Se o Sr. Laughlin poder escrever um capítulo dessa maneira que em mais ou menos 500 palavras apresente um tão grande número de cálculo tecidos um ao outro e assim mesmo sendo análogos, digamos então num prazo de cinco anos, esperaremos. Suponhamos que Mateus não gastou, mais do que um ano.
Um milagre Literário
Entre todas as centenas de parágrafos no evangelho de Mateus, não encontramos nenhum que não os caracterize por esta descrição numérica.
Só que em cada novo parágrafo aumenta a dificuldade de combinação e construção, e isto não em progresso aritmético, mas potencial.
Porque Mateus entende, escrevendo seus parágrafos de uma maneira que ele continuamente constrói novas combinações de numéricas, tanto naquilo que já foi escrito como daquilo com que segue.
Assim, por exemplo, ele consegue usar no seu último capítulo, precisamente sete novas palavras, que ele não usou antes em todo o seu evangelho.
Ele também usa exatamente 140 palavras, isto é (20X7), que não existem em todo o Novo Testamento.
Sendo assim, fica muito fácil para calcular, e que o Sr. Laughlin precisaria ao menos alguns 100 anos, para poder escrever um livro semelhante a Mateus.
Quanto tempo Matheus trabalhou no seu, não sabemos mas ele conseguiu terminar entre o ano 30, depois de Cristo ter sido crucificado - porque ele não poderia começar antes nem depois do anos 70 em que foi destruída Jerusalém, visto que faz referência a esta destruição e isto nos leva a crer que era um homem sensato.
Ora, o fato é certo que ele fez referências a esta destruição, e isto simplesmente também significa um milagre.
Sendo assim ele se apresenta para nós como um Gênio Lliterário-Matemático, que antes nunca houve, nem igual ou parecido, o que é totalmente inexplicável.
Este é o primeiro dos fatos que queremos dar ao Sr. Laughlin para que reflita e pense alguns minutos a respeito.
Um outro fato ainda mais curioso e importante do que já foi dito vamos mensionar, é este que Mateus usa 140 palavras (20X7) que não se acham em todo o resto do Novo Testamento.
A pergunta se impõe, como poderia este homem saber que Marcos, Lucas, João, Tiago, Pedro, Judas e Paulo não usariam estas palavras?
Se não levarmos em consideração as seguintes hipóteses é totalmente impossível ter sido escrito como o foi:
Ou Mateus tinha combinado isto antes com todos eles; ou, ele tinha todo o resto do Novo Testamento na sua frente antes de começar a escrever; ou então, do Novo Testamento todo, deve ter sido o evangelho de Mateus o livro que foi escrito por último.
Entretanto, nenhuma hipótese satisfaz.
Como pode isto ser humanamente possível?
Vejamos outrossim, acontece no evangelho de Marcos é também um milagre literário e matemático igual ao de Mateus.
E de conformidade com o mesmo princípio pelo qual descobrimos que Mateus sem falta tinha que ter escrito por último, também é certo que Marcos tem que ter feito o mesmo.
Isso quer dizer, que sem dúvida Marcos só pode ter escrito após Mateus.
Mas agora ainda temos que dizer que o evangelho de Lucas apresenta exatamente as mesmas características como de Mateus e Marcos, e do mesmo modo João, Tiago, Pedro, Paulo e Judas.
Assim não temos somente dois gênios literários-matemáticos milagrosos e nunca vistos, mas oito, e cada um deles tem escrito somente depois do outro.
Também isso é tudo.
Como Lucas e Pedro tem escrito cada um dois livros do Novo Testamento, João 5 e Paulo 13 ou 14, terá que se comprovar que cada um só por ter sido escrito após todos os outros.
Dessa mesma forma pode ser comprovado que das 537 páginas do texto grego (edição de Westcott e Host) também tem que ter sido escrito por último, assim como também cada parágrafo, dos quais aparecem muitos várias vezes numa página só.
As mesmas características estão em tudo e não existe possibilidade humana para explicar isto.
Oito homens impossivelmente podem ter escrito cada um por último, 27 livros, 537 páginas e milhares de parágrafos?
Como também é impossível ter sido escrito cada um após outro, sendo que cada um é o último.
Imaginemos entretanto, que um único Espírito dominante ordenava tudo, então o problema é solucionado de modo bem simples e natural, tão fácil como uma equação algébrica.
Isto portanto, significa uma expressão verbal de cada Jota ou Til do Novo Testamento.
Só quero acrescentar ainda, que do mesmo modo podemos provar e comprovar de que o texto hebraico do Antigo Testamento foi também inspirado literalmente.
Traduzido de:"DER UNS DEN SIEG GIBT", pags. 97-106; de FRIEDHELM KÖNIG.
Artigo acima, extraído do livro "DER UNS DEN SIEG GIBT", é do cientista Dr. Ivan Panin, nascido na Rússia, estudou mais tarde na Alemanha, e depois nos EUA na universidade de Haward.
Foi um gênio matemático bem como um lingüista.
Na idade de de 85 anos ele apresentou fatos científicos, que tem de deixar o mundo estarrecer.
Os manuscritos originais de sua obra somam quase 40.000 páginas, nas quais ele trabalhou durante uns 50 anos de 12 a 18 horas diárias.
Aceite a Cristo como Salvador
Se você quer aceitar a Jesus Cristo como seu Salvador pessoal, faça a oração abaixo(lembrando que não é a oração que salva, mas confiar em Jesus é isto que irá salvar você) porque a Palavra de Deus diz em Rom:10:9: "A saber: Se com a tua boca confessares ao Senhor Jesus, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo."
Após a oração preencha os dados do formulário e estaremos também orando por você!
Caso deseje uma visita de um obreiro mais próximo, apenas selecione: desejo uma visita e a igreja mais próxima afiliada a este Ministério estará fazendo um contato com você em breve.
E, obrigado por fazer parte da família de Deus.
Deus o(a) abençõe!

Oração
Senhor Deus, eu venho a ti em nome de Jesus teu amado Filho.
Não posso me salvar, não posso me libertar e estou preso e perdido a caminho do inferno.
Preciso de ajuda!
Vem me libertar, vem transformar minha vida, vem me salvar.
Não quero viver mais como vivia nem fazer mais as coisas que fazia.
Nesta hora me dá uma vida nova em ti ó Senhor.
Eu me arrependo dos meus pecados, da forma que vivia e das coisas que fazia e, peço que teu sangue remidor me purifique de todo o pecado.
Escreve meu nome no Livro da Vida e eu prometo que irei te seguir e te servir por toda a minha vida e por toda a eternidade.
Obrigado Senhor Jesus. Amém.

A fome na Ucrânia - um dos maiores crimes do estado foi esquecido
por , quinta-feira, 27 de dezembro de 2012




comunismo1.jpgComo ocorre em todos os regimes totalitários, a Rússia bolchevista temia toda e qualquer manifestação de sentimento nacionalista entre aqueles povos que eram reféns do regime.  A propaganda bolchevique relativa aos direitos das várias nacionalidades dentro da esfera de influência da Rússia mascarava o temor do regime em relação ao poder do nacionalismo. No início de 1918, o líder russo Vladimir Ilitch Lênin tentou impor um governo soviético sobre o povo da Ucrânia, o qual, apenas um mês antes, em janeiro, havia declarado sua independência.  De início, o objetivo de Lênin havia sido aparentemente alcançado.  Esse governo soviético imposto à Ucrânia tentou de imediato suprimir as instituições educacionais e sociais ucranianas; há até relatos sobre a Cheka, uma precursora da KGB, matando pessoas pelo crime de falar ucraniano nas ruas.
Embora o povo ucraniano tenha, ao final de 1918, conseguido restabelecer sua república, essa vitória foi efêmera.  Lênin, sem dúvida, iria querer incorporar a Ucrânia ao sistema soviético de qualquer jeito, porém seu real desejo de assegurar o controle da Ucrânia era por causa de seus grandes recursos naturais.  Em particular, a Ucrânia ostentava o solo mais fértil da Europa — daí o seu apelido de "o manancial da Europa".
Já no início de 1919, um governo soviético havia novamente sido estabelecido na Ucrânia.  Porém, esse novo governo soviético acabou se tornando mais um fracasso.  Todos esses eventos estavam ocorrendo durante a Guerra Civil Russa, e a ajuda de facções rivais contribui para um segundo triunfo da independência ucraniana.
Com esses dois fracassos, o regime de Lênin aprendeu uma valiosa lição.  De acordo com Robert Conquest, autor do livro The Harvest of Sorrow (A colheita do sofrimento), "Concluiu-se que a nacionalidade e a língua ucraniana eram de fato um elemento de grande peso, e que o regime que ignorasse isso de maneira ostentosa estaria fadado a ser considerado pela população como uma mera imposição usurpadora." 
Quando os soviéticos adquiriram o controle da Ucrânia pela terceira e última vez em 1920, eles constataram que iriam enfrentar uma contínua resistência e incessantes insurreições a menos que fizessem grandes concessões à autonomia cultural ucraniana.  E assim, pela década seguinte, os ucranianos basicamente não foram incomodados em seu idioma e em sua cultura. 
Porém, uma facção dos comunistas russos se mostrou incomodada com isso, e seguidamente alertava que o nacionalismo ucraniano era uma fonte de intolerável divisão dentro do quadro militar soviético, e que, mais cedo ou mais tarde, a situação teria de ser confrontada de alguma maneira.
Avancemos agora oito anos no tempo.  Em 1928, com Josef Stalin firmemente no poder, a União Soviética decidiu implantar uma política de requisição compulsória de cereais — uma maneira polida de dizer que o governo iria tomar à força todo o cereal cultivado pelos camponeses, pagando em troca um preço fixado arbitrariamente pelo governo, muito abaixo dos custos de produção.  A liderança soviética, em decorrência tanto de informações equivocadas quanto de sua típica ignorância dos princípios de mercado, havia se convencido de que o país estava no limiar de uma crise de escassez de cereais.  A requisição compulsória funcionou, mas apenas no limitado sentido de que forneceu ao regime todo o volume de cereais que ele julgava ser necessário.  Porém, tal política solapou fatalmente a confiança futura dos camponeses no sistema.  Durante a Guerra Civil Russa, em 1919, para tentar combater a fome da população urbana, Lênin havia confiscado em escala maciça os cereais de vários camponeses, que foram chamados de especuladores e sabotadores.  Agora em 1928, a possibilidade de novos confiscos, algo que os camponeses imaginavam ser apenas uma aberração bárbara da época da Guerra Civil, passaria a ser uma constante ameaça no horizonte.
Os camponeses, naturalmente, passaram a ter menos incentivos para produzir, pois sabiam perfeitamente bem que, dali em diante, os frutos de seu trabalho árduo poderiam ser facilmente confiscados por um regime sem lei — o mesmo regime que havia prometido aos camponeses, quando da promulgação da NEP em 1921, que eles poderiam produzir e vender livremente.
Foi apenas uma questão de tempo para que o regime decidisse embarcar em um amplo programa de coletivização forçada das propriedades agrícolas, uma vez que a abolição da propriedade privada da terra era um importante aspecto do programa marxista.  Os camponeses despejados foram enviados bovinamente para enormes fazendas estatais.  Essas fazendas iriam não apenas satisfazer as demandas da ideologia marxista, como também iriam resolver o grande problema prático do regime: garantir que uma quantidade adequada de cereais fosse ofertada às cidades, onde o proletariado soviético trabalhava duramente para expandir a indústria pesada.  Fazendas coletivas estatais significavam cereais estatizados.
Alguns especialistas tentaram alertar Stalin de que seus objetivos, tanto industriais quanto agrícolas, eram excessivamente ambiciosos e estavam em total desacordo com a realidade.  Mas Stalin nem queria ouvir.  Um de seus economistas, diga-se de passagem, chegou a afirmar que "Nossa tarefa não é estudar a ciência econômica, mas sim mudá-la.  Não estamos restringidos por nenhuma lei.  Não reconhecemos leis.  Não há uma só fortaleza que os bolcheviques não possam atacar e destruir."
Paralelamente à política de coletivização forçada implantada por Stalin, ocorreu também uma brutal campanha contra os grandes proprietários de terras, fazendeiros ricos conhecidos como "kulaks", os quais o governo temia liderarem movimentos de resistência contra a coletivização.  Mas era uma fantasia de Stalin imaginar que apenas os kulaks se opunham à coletivização; toda a zona rural estava unida contra o governo.  (Até mesmo o Pravda noticiou um incidente no qual uma mulher ucraniana tentou bloquear a passagem de tratores que estavam chegando para começar a trabalhar nas fazendas coletivizadas; a mulher gritara "O governo soviético está recriando a escravidão!").
Stalin falava abertamente de sua política de "liquidar toda a classe dos kulaks"; eles eram a classe inimiga da zona rural.  Com o passar do tempo, como era de se esperar, a definição padrão de o que constituía um kulak foi se tornando bastante ampla, até finalmente chegar ao ponto em que o termo — e as terríveis penalidades que eram aplicadas a todos aqueles infelizes a quem o termo era aplicado — podia ser aplicado a praticamente qualquer camponês.
Uma historiografia sobre o Partido Comunista, autorizada pelo próprio, relatou que "os camponeses caçaram impiedosamente os kulaks por toda a terra, tomaram todos os seus animais e todo o seu maquinário, e então pediram ao regime soviético para aprisionar e deportar os kulaks."  Como descrição do reino de terror imposto aos kulaks, esse relato não pode nem sequer ser classificado como uma piada sem graça.  O regime, e não os camponeses, é quem perseguiu os kulaks.  No final, de acordo com uma testemunha ocular, para que um homem fosse condenado a um destino cruel, bastava que "ele tivesse pagado algumas pessoas para trabalhar para ele como empregados, ou que ele tivesse sido o proprietário de três vacas."
As quase 20 milhões de propriedades agrícolas familiares que existiam na Rússia em 1929 estariam, cinco anos depois, concentradas em apenas 240.000 fazendas coletivas.  Ao longo de grande parte de toda a história soviética, não era incomum algumas pessoas obterem a permissão para ser donas, em locais distintos, de alguns poucos acres de terra para uso privado.  Quando Mikhail Gorbachev assumiu o poder em 1985, os 2% de terra agrícola que eram propriedade privada produziam nada menos que 30% de todos os cereais do país — uma resposta humilhante para todos aqueles que ignorantemente afirmavam que a agricultura socializada seria mais eficiente que a agricultura capitalista, ou que eles poderiam alterar a natureza humana ou reescrever as leis da economia.
Na mesma época em que Stalin começou a coletivização forçada, em 1929, ele também recriou a campanha contra a cultura nacional ucraniana, campanha essa que estava dormente desde o início da década de 1920.  Foi na Ucrânia que a política de coletivização stalinista deparou-se com a mais ardorosa e violenta resistência — o que não impediu, entretanto, que o processo já estivesse praticamente completo por volta de 1932.  Stalin ainda considerava a contínua e inabalável presença do sentimento nacionalista ucraniano uma permanente ameaça ao regime, e decidiu lidar de uma vez por todas com aquilo que ele via como o problema da 'lealdade dividida' na Ucrânia.
A primeira etapa de sua política foi direcionada aos intelectuais e personalidades culturais da Ucrânia, milhares dos quais foram presos e submetidos a julgamentos ridículos e escarnecedores.  Após isso, tendo retirado de circulação aquelas pessoas que poderiam se transformar em líderes naturais de qualquer movimento de resistência, Stalin passou então a atacar o próprio campesinato, que era onde estava o real núcleo das tradições ucranianas.
Mesmo com o processo de coletivização já praticamente completo na Ucrânia, Stalin anunciou que a batalha contra os perversos kulaks ainda não estava ganha — os kulaks haviam sido "derrotados, mas ainda não exterminados."  Stalin começaria agora uma guerra — supostamente contra os kulaks — direcionada aos poucos fazenderios que ainda restavam e dentro das próprias fazendas coletivas.  Dado que, a essa altura, qualquer pessoa que por qualquer definição cabível pudesse ser classificada como um kulak já havia sido expulsa, morta ou enviada para campos de trabalho forçado, essa nova etapa da campanha soviética na Ucrânia teria o objetivo de aterrorizar os camponeses comuns.  Estes deveriam ser física e espiritualmente quebrados, e sua identidade de seres humanos seria drenada deles à força.
Stalin começou estipulando metas de produção e entrega de cereais, as quais os ucranianos só conseguiriam cumprir caso parassem de se alimentar, o que os faria morrer de fome.  O não cumprimento das exigências era considerado um ato de deliberada sabotagem.  Após algum tempo, e com a produção e entrega inevitavelmente abaixo da meta, Stalin determinou que seus ativistas confiscassem dos camponeses todo o volume de cereais necessário para o governo ficar dentro da meta estipulada.  Como a produção era baixa, os camponeses frequentemente ficavam sem nada.  O desespero se instalou.  Um historiador conta que uma mulher, por simplesmente ter tentado cortar para si um pouco do seu próprio centeio, foi levada presa junto a um de seus filhos.  Após conseguir fugir da prisão, ela coletou, com a ajuda do seu filho, alguns poucos itens comestíveis e foram viver na floresta.  Morreram após um mês e meio.  As pessoas eram sentenciadas a dez anos de prisão e a trabalhos forçados pelo simples fato de colherem batatas, ou até mesmo por colher espigas de milho nos pedaços de terra privada que elas podiam gerir.  Tudo tinha de ser do governo.
Os ativistas comunistas afirmavam que os sabotadores estavam por todos os lados, sistematicamente retendo e escondendo comida, impedindo o abastecimento das cidades, e desafiando as ordens de Stalin.  Esses ativistas invadiam de surpresa as casas dos camponeses e faziam uma varredura no local em busca de alguma comida escondida.  Aqueles ativistas mais bondosos ainda deixavam algum resquício de comida para as famílias, porém os mais cruéis saíam levando absolutamente tudo o que encontravam.
O resultado foi totalmente previsível: as pessoas começaram a passar fome, em números cada vez maiores.  Um camponês que não tivesse a aparência de alguém que estava esfomeado era imediatamente considerado suspeito pelas autoridades soviéticas de estar estocando comida.  Como relata um historiador, "Um ativista comunista, após fazer uma busca minuciosa pela casa de um camponês que não aparentava a mesma fome dos demais, finalmente encontrou um pequeno saco de farinha misturada com casca de árvore e folhas.  O material foi confiscado e despejado em um lago do vilarejo."
Robert Conquest cita o testemunho de outro ativista:
Eu ouvi as crianças... engasgando sufocadas, tossindo e gritando de dor e de fome.  Era doloroso ver e ouvir tudo aquilo.  E ainda pior era participar de tudo aquilo.... Mas eu consegui me persuadir, me convencer e explicar a mim mesmo que aquilo era necessário.  Eu não poderia ceder; não poderia me entregar a uma compaixão debilitante .... Estávamos efetuando nosso dever revolucionário.  Estávamos obtendo cereais para a nossa pátria socialista....
Nosso objetivo maior era o triunfo universal do comunismo, e, em prol desse objetivo, tudo era permissível — mentir, enganar, roubar, destruir centenas de milhares e até mesmo milhões de pessoas...
Era assim que eu e meus companheiros raciocinávamos, mesmo quando... eu vi o real significado da "coletivização total" — como eles aniquilaram os kulaks, como eles impiedosamente arrancaram as roupas dos camponeses no inverno de 1932-33.  Eu mesmo participei disso, percorrendo a zona rural, procurando por cereais escondidos.... Junto com meus companheiros, esvaziei as caixas e os baús onde as pessoas guardavam seus alimentos, tampando meus ouvidos para não ouvir o choro das crianças e a lamúria suplicante das mulheres.  Eu estava convencido de que estava realizando a grande e necessária transformação da zona rural; e que nos dias vindouros as pessoas que viveriam ali estariam em melhor situação por minha causa.
Na terrível primavera de 1933, vi pessoas literalmente morrendo de fome.  Vi mulheres e crianças com barrigas inchadas, ficando azuis, ainda respirando mas com um olhar vago e sem vida.... Eu não perdi a minha fé.  Assim como antes, eu acreditava porque eu queria acreditar.
Em 1933, Stalin estipulou uma nova meta de produção e coleta, a qual deveria ser executada por uma Ucrânia que estava agora à beira da mortandade em massa por causa da fome, que havia começado em março daquele ano.  Vou poupar o leitor das descrições mais gráficas do que aconteceu a partir daqui.  Mas os cadáveres estavam por todos os lados, e o forte odor da morte pairava pesadamente sobre o ar.  Casos de insanidade, e até mesmo de canibalismo, estão bem documentados.  As diferentes famílias camponesas reagiam de maneiras distintas à medida que lentamente iam morrendo de fome:
Em uma choupana, era comum haver algum tipo de guerra entre a família.  Todos vigiavam estritamente todos os outros.  As pessoas brigavam por migalhas, tomando restos de comida umas das outras.  A esposa se voltava contra o marido e o marido, contra ela.  A mãe odiava os filhos.  Já em outra choupana, o amor permaneceria inviolável até o último suspiro da família.  Eu conheci uma mulher que tinha quatro filhos.  Ela costumava lhes contar lendas e contos de fadas com a intenção de fazê-los esquecer a fome.  Sua própria língua mal podia se mover, mas mesmo assim ela se esforçava para colocá-los em seus braços, ainda que ela mal tivesse forças para levantar seus braços quando eles estavam vazios.  O amor vivia dentro dela.  E as pessoas notaram que, onde havia ódio, as pessoas morriam mais rapidamente.  Entretanto, o amor não salvou ninguém.  Todo o vilarejo sucumbiu; todos juntos, sem exceção.  Não restou uma só vida.
Normalmente é dito que o número de ucranianos mortos na fome de 1932-33 foi de cinco milhões.  De acordo com Robert Conquest, se acrescentarmos outras catástrofes ocorridas com camponeses entre 1930 e 1937, incluindo-se aí um enorme número de deportações de supostos "kulaks", o grande total é elevado para entorpecentes 14,5 milhões de mortes.  E, mesmo assim, se apenas 1% dos alunos do ensino médio já tiver ouvido falar sobre esses eventos, isso já seria um pequeno milagre.
Durante o artigo, referi-me várias vezes a Robert Conquest, um excelente historiador da União Soviética.  Conclamo, insisto e exorto qualquer pessoa com interesse nesses eventos a ler seu extraordinário livro The Harvest of Sorrow.  A leitura flui como se fosse um romance — mas a história relatada é excessivamente real.
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