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sábado, novembro 23

Vá até a Caixa Economica”.

Meu sogro que é evangélico estava trabalhando quando misteriosamente ouviu uma voz: “-Vá até a Caixa Econômica”. Ele pensou tratar-se de sua imaginação e continuou a trabalhar. De repente a voz repete: “Vá até a Caixa Econômica”. Ele então discerniu que era a voz de Deus. Saiu do serviço e se dirigiu ao Banco. Lá chegando, procurou a gerência e indagou se estava acontecendo alguma coisa envolvendo o seu nome. O funcionário do Banco surpreso perguntou-lhe quem o havia avisado que as papeladas do financiamento de Sua casa estava sendo endereçado para protesto (ou coisa parecida), uma vez que somente ele estava a par desta situação. Meu sogro então respondeu que se ele dissesse quem foi, ele não acreditaria. O funcionário, ainda perplexo, disse para que meu sogro continuasse a confiar nesse seu informante por que era de confiança. Ele resolveu os problemas pendentes e se livrou de um grande aborrecimento, porque Deus ainda fala aos ouvidos dos que crêem em Seu poder. Extraído
UMA CRIANÇA GANHANDO UMA ALMA...
Criança Desafia avó - Deixar Vícios: Bebida Alcoólica e Cigarro

Por Maria Emilia de Almeida
Cong. Jardim Monte Cristo – Paiçandu
Beber cerveja e fumar cigarro foi rotina na minha vida por muitos e muitos anos. Estava em casa, num dia sentada no sofá, bebendo cerveja e com o cigarro aceso. Fui tomada de surpresa pelo meu neto Gabriel Faustino Almeida Cruz ( na época com 07 anos de idade), que me disse: “ vó ! em vez de ficar aí bebendo cerveja e fumando... porque a senhora não vai na igreja alí... ( eu morava quase enfrente de uma igreja evangélica).
Desafio
Como ele insistiu por resposta, eu lhe respondi: “ Hoje eu não vou... estou cheirando cigarro e cerveja e tenho vergonha de entrar lá e atrasada no horário, mas eu vou outro dia.” Então o menino me olhou e perguntou: “ Vovó a senhora vai mesmo na igreja...?”
O questionamento do meu neto me inquietou. E, a mesma pergunta ele (o neto) fez ao pai dele que até então não freqüentava nenhuma igreja. A frase “ Vovó a senhora vai mesmo na igreja...?”, passei a ouvi-la dentro de mim.
Perseverância
Decidida fui à igreja. Me senti acolhida pelos irmãos comecei a freqüentar os cultos e sentir paz e muita alegria, mesmo sendo logo em seguida, acometida da doença da dengue por duas vezes, num curto espaço de tempo.
Dois meses após ( a dengue) sofri um corte extenso na minha perna direita com sutura de 38 pontos e foi necessário procedimentos de medicação e curativos especiais. Esse corte levou dois anos para cicatrização total, e isto me impossibilitou de ser freqüente nos cultos. Contudo, da minha fé em Deus e da luta contra o vício do cigarro que era ainda persistia, eu não desisti.
Nesse período tive o apoio do Ev. Rubens Aparecido de Souza – Dirigente da congregação do Jardim Tropical, orações dos irmãos da igreja e até ajuda na compra dos medicamentos para os quais eu tive dificuldades de custear naquele momento. Os reveses na minha saúde não abalou a minha fé e perseverança em Deus.
Decisão
Tomei a decisão de aceitar Jesus Cristo como O Salvador da minha vida e recebendo ensinos bíblico fui me fortalecendo espiritualmente até também me sentir totalmente liberta do vício do cigarro, para a Gloria do Nome de Jesus.
Em Fevereiro de 2011 tive outra investida na minha saúde com um Acidente Vascular Cerebral – AVC, do qual ficou seqüelas na visão, e nos meus movimentos do corpo no lado esquerdo. Mas isto de maneira alguma foi motivo para mim desistir da minha fé em Deus e de me batizar nas águas no batismo que aconteceu no dia 08 de Dezembro de 2012.

Os canibais e Mary Slessor de Calabar



Mary Slessor de Calabar (1848 - 1915), natural da Escócia. Ela se converteu na adolescência, e após ter feito trabalho missionário nas favelas de Dundee, sentiu o chamado de Deus para atuar como missionária na África. Em 1876, ela partiu para a Nigéria.
Ficou sabendo que mais adiante de Okonyong, encravada no coração da África, próximo de Calabar, havia uma área onde viviam quatro milhões de selvagens ferozes e cruéis, que até os soldados do governo temiam entrar nessas terras.
Esses quatro milhões de canibais eram tão degenerados, e seus hábitos tão infames, que é preciso muita imaginação para conceber as coisas que faziam. A bruxaria e a embriaguez eram desenfreadas. Os selvagens adoravam fetiches; assassinavam gêmeos; largavam as mães de gêmeos dentro da floresta para que fossem devoradas pelas feras, pois acreditavam que os gêmeos eram produzidos por uma união com os demônios.
Quase metade da população era escrava. Quando um homem morria, devoravam cinquenta escravos; outros 25 tinham as mãos amarradas e suas cabeças deram decepadas. Mulheres solteiras eram bens móveis. Elas podiam ser estrupadas, torturadas ou assassinadas à vontade.
Era uma degradação inacreditável, especialmente para as mulheres. As crianças não eram consideradas melhores do que os animais e, muitas vezes, eram abandonadas para morrer.
O coração de Mary Slessor estava comovido com o problema dos gêmeos, sempre abandonados para morrer, ou triturados em um pote. Ela os pegava e levava consigo. No início as pessoas ficavam atônitas, porque acreditavam que qualquer pessoa que tocasse um gêmeo morreria, mas Mary não morreu.
Assim reuniu em torno de si, ao longo dos anos, muitas dessas "bairns" (crianças), como as chamava, a fim de criá-las. De modo inacreditável - por sua fé em Deus, suas orações seu semblante vencedor e o amor que demonstrava - ela foi aceita. As pessoas ficavam à sua volta observando. Eles jamais haviam visto uma pessoa branca. Eles tocavam sua pele.
Ela começou a ensiná-los sobre o Filho de Deus, que os havia amado a ponto de morrer por seus pecados. De um modo espantoso, Deus abriu seus corações. Tornaram-se extremamente dispostos a ouvir. Um após o outro, os chefes de várias aldeias rendiam suas vidas a Cristo. Um a um, os costumes horripilantes, que atormentaram esse povo por anos, foram abolidos; assassinatos de gêmeos, infanticidio, massacre de esposas e escravos, o julgamento por meio de veneno e óleo fervente, e todos os outros costumes horríveis.
A guerra contínua entre as diferentes tribos já perdurava por vários séculos, mas quando ela ouvia que uma tribo de guerreiros tinha saído para atacar outra, corria descalça pela selva, onde havia plantas e cobras venenosas.

Ela os impedia, ficando em frente a toda uma hoste de canibais armados, com os braços esticados, exigindo que parassem. E eles paravam. Por intermédio do seu ministério, milhares de nativos da tribo Ibo se tornaram cristãos abandonaram seus caminhos errados e os padrões morais foram elevados. Sem Jesus Cristo, jamais haveria existido uma Mary Slessor de Calabar e milhões de canibais jamais seriam  transformados pelo poder do Evangelho.
A Deus toda gloria, honra e louvor.
Fonte: Livro "E se Jesus não tivesse nascido?

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