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segunda-feira, março 31

Ditadura Militar, de um outro ponto de vista...   SE É QUE QUEREM QUE ISTO SEJA REALMENTE ESCLARECIDO...


Vamos à verdade de 1964, que tem sido negada aos mais jovens, pela eficiente propaganda ideológica sob a orintação marxista. 

Investido dos plenos poderes presidenciais, João Goulart, após um curto período de regime paralamentarista, passou a conduzir ações no sentido de implementar projeto golpista que desaguaria em um regime totalitário de esquerda. Insuflado e orientado por seu cunhado, Leonel Brizola, pregava a necessidade de “reformas de base” e a implantação de uma “república sindicalista”. Controlando o aparelho sindical, o governo promovia o grevismo, a anarquia e o caos, e o país passou a viver dias de intranqüilidade, estagnação econômica e inflação descontrolada. Enfrentar e debelar tão graves problemas, afirmavam Jango e seus aliados, impunha a necessidade urgente de “reformas de base”, “com ou sem o Congresso, na lei ou na marra!” A mensagem não poderia ser mais clara! 

Aliado ao esquema governista, porém com seus próprios objetivos, identificava-se ainda um projeto revolucionário marxista-leninista, conduzido pelo Partido Comunista Brasileiro e seu líder, Luiz Carlos Prestes. A manobra revolucionária buscava uma “frente única”. Ao adotar esse procedimento, o PCB revelava fiel e rígida observância às diretrizes de Moscou, que recomendavam o “assalto ao poder pela via pacífica”, em contraposição a linhas de ação mais açodadas e radicais (foquistas, trotskistas e maoístas), defensoras da luta armada. 

"Marcha da Família com Deus pela Liberdade" foi o nome comum de uma série de manifestações públicas organizadas em resposta ao comício realizado no Rio de Janeiro em 13 de março de 1964, durante o qual o presidente João Goulart anunciou seu programa de reformas de base. Congregou segmentos da classe média, temerosos do perigo comunista e favoráveis à deposição do presidente da República. 

O que hoje chamam de sociedade civil organizada, saiu às ruas para exigir a deposição do desgoverno de João Goulart. A sociedade cristã foi mobilizada para a primeira Marcha da Família com Deus Pela Liberdade e dela participaram quinhentas mil pessoas no dia 19 de Março de 1964, em São Paulo. 
A massa humana saiu da praça da República chegando à praça da Sé onde foi rezada uma missa pela salvação da Democracia. 

Em 2 de abril de 1964, logo depois da queda de Goulart, um milhão de pessoas, aproximadamente, participaram da Marcha da Família com Deus pela Liberdade, no Rio de Janeiro. 

Meus pais, muito pobres, entregaram suas alianças à campanha "Ouro pelo Bem do Brasil". Essa campanha foi uma iniciativa pouco eficiente, mas de grande significado pátriótico, pois visava restaurar as reservas brasileiras de ouro que estavam esgotadas. 


Concito aos jovens que pesquisem nos jornais e revistas daquela época, para que tenham uma visão sem as distorções dos fatos, promovidas pela mídia comprometida com o Movimento Comunista Internacional.

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